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Irritação toma conta dos jogadores do Fluminense após ceder o empate no Maracanã

Quando o jogo acabou, a imagem que marcou os torcedores - mais de 24 mil - do Fluminense foi os dois socos que o zagueiro Digão deu no gramado. A irritação tomou conta dos jogadores do time carioca após ceder o empate para o Atlético-MG por 1 a 1, neste sábado, no Maracanã, pela 33.ª rodada do Campeonato Brasileiro.

Vários jogadores fecharam a cara, abaixaram a cabeça e se negaram a dar entrevistas na saída de campo. Entre eles o meia Paulo Henrique Ganso. Outros, porém, falaram sobre a falta de sorte ou lamentaram o empate com sabor de derrota. "Acho que faltou segurar a bola lá na frente. A gente recuou muito, deu espaços para eles e acabou sofrendo o empate. Foi uma pena", disse Daniel.

Para o zagueiro Nino, o time não podia ter cedido o empate diante de sua situação crítica na tabela de classificação. "A gente vinha controlando o jogo bem e estávamos bem perto da vitória que era importante. Mas a gente lamenta porque sentimos em campo que era possível conquistar estes três pontos", comentou.

O atacante Marcos Paulo preferia adotar um discurso mais otimista. "Isso acontece, então não adianta ficar lamentando. É difícil falar, mas todos acreditam muito no potencial do grupo. Agora é levantar a cabeça e seguir adiante nos últimos jogos". Parecida foi a explicação dada por Wellington Nem, que entrou no segundo tempo. "Nós chamamos o Atlético-MG para cima da gente e eles ficaram em nosso campo. Foi isso que aconteceu. Temos que continuar lutando, porque nada acabou", concluiu.

O Fluminense dorme fora da zona do rebaixamento em 16.º lugar porque tem os mesmos 35 pontos do Cruzeiro, porém leva vantagem no número de vitórias: 9 a 7. O problema é que o Cruzeiro ainda vai jogar nesta segunda-feira diante do lanterna e virtual rebaixado Avaí, em Belo Horizonte.

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