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Brasileirão

Jogo do Athletico nesta quarta-feira está ameaçado de não acontecer

Rafael Moura, do Goiás: um dos infectados pela Covid-19
Rafael Moura, do Goiás: um dos infectados pela Covid-19 (Foto: Reprodução / Instagram)

O Athletico enfrenta o Goiás nesta quarta-feira (12), às 19h15, pela 2ª rodada do Brasileirão. Mas a partida pode não acontecer. O clube goiano até fretou um voo para esta terça-feira (11), mas o presidente o clube avisou que só embarcará se tiver os resultados de testes de Covid-19 em mãos.

No domingo, o Goiás iria enfrentar o São Paulo em Goiânia. Na manhã do jogo, o clube goiano foi surpreendido com os resultados dos testes de coronavírus para os jogadores. As coletas de material haviam sido feitas na quinta-feira, mas o resultado só saiu no domingo. Dez jogadores, sendo oito titulares, testaram positivo. Uma contraprova feita mais tarde indicou que nove jogadores estavam realmente infectados. O Goiás até montou uma escalação alternativa, mas a partida foi adiada por decisão do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD).

O presidente do Goiás, Marcelo Almeida, criticou a demora na entrega dos resultados dos exames. E sentenciou: “A gente não embarca se não tiver resultados dos exames antes de terça-feira”, declarou, a uma emissora de rádio, em referência à viagem programada para Curitiba. “Espero que o erro sirva de alguma coisa”.

Os jogadores que testaram positivo ficarão fora da partida desta quarta (se ocorrer mesmo).

Um dos jogadores infectados é Rafael Moura, ex-Athletico. Em uma resposta ao lateral Daniel Alves no Instagram, o atacante falou sobre a surpresa dos testes positivos dentro do clube. “Eu fui um deles e confesso que o Goiás tem seguido à risca todos os protocolos. Somos testados toda semana, usamos máscaras nas dependências do clube, seguimos a cartilha fazendo o trajeto casa/CT, CT/casa já uniformizados e prontos para entrar em campo, após a medição de temperatura e passagem pela cabine de desinfecção na entrada e saída", escreveu. "Infelizmente estamos expostos ao vírus invisível, e pode acontecer com qualquer atleta que está disposto a sair de casa e ir exercer sua profissão e talvez um de nós infectado transmitiu aos demais, entre um teste e outro. Coisa para se refletir a conduta dos testes ou aumentar a proximidade dos mesmos", acrescentou.

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