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Microcervejarias reduzem em 20% o custo de exportação utilizando barris de PET

O uso de barril de PET 100% nacional para o transporte e armazenamento de cerveja artesanal está reduzindo em 20% o custo das microcervejarias e ampliando a possibilidade de exportação da bebida para outros estados e países. Em apenas três ano de mercado, a paranaense Beerkeg oferece um produto com alta tecnologia e que atende as demandas mais exigentes das cervejarias e vinícolas no quesito qualidade e com o melhor custo do mercado.

O empresário André Franken, da cervejaria Startup Brewing, de Itupeva , em São Paulo, - que produz cerca de 70 mil litros e passou a utilizar cerca de 600 barris de PET da Beerkeg – com fábrica em Araucária – mensalmente. Ele conta que as vantagens foram imediatas na escolha do novo barril. “Tivemos 20% de economia se comparado ao outros barris”, afirmou AndréRecentemente a Servus Bier exportou 720 litros de cervejas especiais para Viena, na Áustria, usando os Beerkegs. Segundo o gerente comercial, Saulo Imparato, os barris de PET representam o diferencial nas operações de exportação que se tornam mais sustentáveis.As bebidas foram enviadas para um festival chamado Braukultur - Wochen, organizado pela cervejaria Ottakringer. Saiba mais: www.beerkeg.com.br

Edital abre inscrições para municípios receberem Coleta Seletiva
Entre 01/08/19 e 01/09/19, todos os municípios brasileiros com população superior a 20 mil habitantes poderão se inscrever gratuitamente no edital Cidade+Reciclairos. A segunda edição do edital, uma parceria entre o Instituto Recicleiros e a empresa SIG Combibloc, contemplará até 12 cidades com assessoria técnica especializada para o desenvolvimento e implantação de seus programas de coleta seletiva de resíduos. As cidades que se destacarem nessa fase poderão ainda receber Unidades de Processamento de Materiais Recicláveis (UPMR), assessoria técnica de longo prazo, campanhas de conscientização para os moradores, e os recursos necessários para que os Programas de Coleta Seletiva funcionem de forma qualificada, independente, sustentável e economicamente viável.

Projeto quer destinar 10% do mercado de energia para PCHs
Um texto em análise no Congresso sugere que as Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs) e Centrais Geradoras Hidrelétricas (CGHs) tenham um índice mínimo de 10% de participação no mercado de energia do país. A proposta é uma emenda que foi acrescentada na Medida Provisória (MP) 879, que está sendo apreciada por uma Comissão Mista. Caso o projeto seja aprovado, as PCHs seriam incluídas no Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia Elétrica (Proinfa). O prazo para alcançar esse percentual de participação seria de 25 anos. “Apesar de as pequenas hidrelétricas serem as mais renováveis de todas as renováveis, com a menor emissão de CO2 de todas as fontes e de entregarem a segunda energia mais barata do Brasil nos últimos 14 anos (superadas apenas pelas grandes hidrelétricas), a contratação da fonte entre 2005 a 2018 foi de apenas 1,91%. do total”, disse o presidente da Associação Brasileira de Pequenas Centrais Hidrelétricas (ABRAPCH), Paulo Arbex.

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