Pesquisa

No Paraná, maioria afirma que governo acertou em não prorrogar pedágio nas estradas

(Foto: Franklin de Freitas)

No Paraná, a maioria da população acredita que o governo fez certo em não prorrogar as concessões de pedágio nas estradas, que se encerraram em novembro. Por outro lado, a maioria admite que o preço da tarifa pode ficar mais caro quando os pedágios forem retomados. Essas são as conclusões de uma pesquisa do Instituto Opinião, divulgada nesta sexta-feira (24).

Diante da pergunta “Sobre o pedágio no estado do Paraná, você acha que o Governo deveria prorrogar os atuais contratos até a realização da nova licitação?”, um total de 55,9% dos entrevistados afirmou que o governo acertou em não prorrogar. E 35,9% afirmaram que o governo errou. O porcentual de pessoas que não sabem/não opinaram chegou a 8,2%.

Já quanto à pergunta “Você acredita que a nova licitação sobre o pedágio vai conseguir reduzir o valor das tarifas?”, um total de 39,7% afirmou que pode ficar mais caro, enquanto 25,3% disseram que o preço vai baixar e 25,4% projetam que o valor será o mesmo. O porcentual de pessoas que não sabem/não opinaram chegou a 9,6%.

A pesquisa foi feita entre 16 e 20 de dezembro de 2021, com 1.152 moradores do Paraná com idade acima de 16 anos. A margem de erro é de 2,43 pontos porcentuais, para mais ou para menos. O índice de confiança é de 90% para a média geral da pesquisa.

Colégios cívico-militares

A mesma pesquisa perguntou também sobre a implantação de colégios cívico-militares no Paraná. O assunto é indiferente para 27,3% dos entrevistados. Entre as pessoas que concordam, 12,2% concordam plenamente e 17,7% concorda parcialmente. Por outro lado, 24,8% discorda parcialmente da implantação desses colégios e 12,2% discordam plenamente. O porcentual de pessoas que não sabem/não opinaram chegou a 5,8%.

Quanto à questão da qualidade de ensino nesses colégios, praticamente metade dos entrevistados – mais exatamente, 51% - acredita que será pior (25,3% parcialmente e 10,9% plenamente). Já 34% acreditam que a qualidade será melhor (13,5% concordam plenamente e 18,5%, parcialmente) e 25,4% do total acreditam que não será nem melhor nem pior. O porcentual de pessoas que não sabem/não opinaram chegou a 6,1%.