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Infraero

Novas rotas regionais e jogos do Athletico aumentam movimento de passageiros no Afonso Pena

(Foto: Franklin de Freitas)

O Aeroporto Internacional de Curitiba/São José dos Pinhais - Afonso Pena (PR) encerrou o ano de 2019 com alta de 1,5% na movimentação de passageiros. De acordo com dados divulgados nesta segunda-feira (20 de janeiro) pela Infraero, ao longo de todo o ano passado 6.405.506 passageiros estioveram no terminal, enquanto no ano anterior haviam sido registrados 6.310.413 embarques e desembarques. Os meses de maior fluxo foram julho e dezembro, com 577.832 e 573.204 viajantes, respectivamente.

De acordo com Antônio Pallu, superintendente do terminal, o crescimento da movimentação de viajantes se deve a fatores como a oferta de novas rotas regionais ( Pato Branco e Toledo, no interior do Paraná, além de Lages, em Santa Catarina) e a participação de clubes locais – no caso o Athletico Paranaense – em competições esportivas internacionais, que contribuíram ao longo do ano para que se alcançasse o resultado de sete voos extras internacionais.

Ao longo do ano passado, por exemplo, o Furacão enfrentou quatro vezes o Boca Juniors (na fase de grupos e oitavas de final da Copa Libertadores) e duas vezes o River Plate (pela Recopa Sul Americana), os dois maiores clubes de futebol da Argentina. Três dessas partidas foram realizadas em Curitiba, na Arena da Baixada, e as outras três na Argentina, nos estádios La Bombonera e Monumental de Núñez, em Buenos Aires.

“Além destes fatores, um marco importante foi o início do programa Voe Paraná, que vem contribuindo para aumentar ainda mais o número de passageiros que passam pelo Afonso Pena”, pontuou Pallu.

O Afonso Pena tem capacidade para receber 14,8 milhões de passageiros por ano. Cerca de 179 voos operam diariamente no terminal, transportando aproximadamente 17 mil passageiros entre embarques e desembarques.

Atualmente, seis companhias aéreas operam no terminal paranaense: Aerolineas Argentinas, Paranair, Passaredo, Azul, Gol, TwoFlex e Latam, que ligam Curitiba a diversos destinos brasileiros, como: Congonhas (SP), Guarulhos (SP), Campinas (SP), Ribeirão Preto (SP), Porto Alegre (RS), Santos Dumont (RJ), Galeão (RJ), Brasília (DF), Foz do Iguaçu (PR), Maringá (PR), Cascavel (PR), Londrina (PR) Lages (PR), além dos trechos operados pelo programa Voe Paraná e também a destinos internacionais, como Buenos Aires, na Argentina, e Assunção, no Paraguai, além das conexões. 

Rede Infraero

Entre 2018 e 2019, o fluxo de passageiros permaneceu estável nos 53 aeroportos que compunham a rede Infraero até dezembro. Ao todo, passaram pelos terminais da empresa 83,9 milhões de viajantes, ante os 84,1 milhões de 2018, o que representa uma queda de 0,2%.

De acordo com o presidente da Infraero, Brigadeiro Paes de Barros, a estabilidade no número de passageiros que passaram pelos aeroportos da empresa demonstra a resiliência da economia brasileira e a importância da consolidação de políticas públicas para o setor.

“No ano passado, problemas, como a falência de uma importante companhia aérea brasileira, impactaram na oferta de voos. Por outro lado, uma série de medidas, como a abertura de 100% capital estrangeiro para aéreas, redução do ICMS do querosene de aviação, e até melhorias na infraestrutura dos aeroportos, diminuíram tais reflexos”, avaliou Paes de Barros.

Para os próximos anos, a expectativa é de que o mercado brasileiro de aviação siga a tendência e cresça duas vezes o valor do PIB, disse o presidente da Infraero. Segundo ele, o cenário aponta para mais de 200 milhões de passageiros em 2025, ante os 120 milhões, atualmente. “Por isso, ao mesmo tempo que trabalha para cumprir as determinações do Governo Federal, de conceder todos os aeroportos da Rede Infraero à iniciativa privada, a empresa estará focada no desenvolvimento da infraestrutura aeroportuária regional, que representa um grande gargalo na interiorização do modal aéreo no Brasil”, afirmou.

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