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'Aedes aegypti'

Novo boletim indica 32 novos casos de dengue e 273 suspeitas no Paraná

(Foto: Divulgação)

O Boletim Epidemiológico publicado nesta terça-feira (20) pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) informa que foram registrados 32 novos casos confirmados de dengue no Paraná, totalizando 75 registros neste novo período, iniciado em 13 de agosto. Os números de ocorrências de notificações também aumentaram, 273 suspeitas foram registradas nesta semana, somando 856 no período desde o início do novo período epidemiológico.

Os dados demonstram que 11 municípios aparecem pela primeira vez com registros de casos suspeitos ou confirmados: Matelândia, Cascavel, Juranda, Nova Cantu, Quinta do Sol, Santa Isabel do Ivaí, São Carlos do Ivaí, Doutor Camargo, Itambé, Sarandi e Apucarana. Além destes, outros 13 municípios já têm registro: Uraí, São Miguel do Iguaçu, Amaporã, Ivaté, Foz do Iguaçu, Itaipulândia, Alto Paraná, Bandeirantes, Loanda, Umuarama, Marechal Cândido Rondon, Maringá e Londrina.

A Sesa alerta para que a população fique atenta e se mobilize para eliminar a dengue. “Estamos num período atípico em relação ao clima. Julho, por exemplo, teve pouco frio e em breve já chegaremos à primavera, que é mais quente. Para conter a proliferação da dengue, precisamos acabar com o mosquito, com as larvas do aedes, e para isso, cada um dos paranaenses precisa cuidar do seu ambiente, com medidas simples e efetivas. São ações do cotidiano que fazem com que a gente possa eliminar os focos do mosquito”, recomenda o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto.

As condições de temperaturas mais elevadas e chuvas constantes condições ideiais para a proliferação do mosquito. Por isso o ideal é eliminar os possíveis criadouros de ovos e larvas do mosquito aedes. “Eliminando recipientes que acumulam água, limpando o ambiente de resíduos que possam acumular água, já é uma forma de prevenção assertiva”, explica a Ivana Belmonte, coordenadora de Vigilância Ambiental da Sesa.

De acordo com os dados contabilizados por meio de visitas dos agentes de endemias dos municípios, mais de 50% dos tipos de criadouros de focos do aedes são em quintais com plantas, recipientes plásticos, pneus, vasos de flores, entre outros.

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