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Etiqueta Profissional

O indivíduo na organização

Vivemos a chamada Sociedade da Informação, ou, ainda mais do que isso, na Sociedade do Conhecimento, em que o valor mais poderoso não é mais a terra, as propriedades e nem o dinheiro, mas sim o conhecimento que uma pessoa assimila. Por isso, empresas engajadas em seu tempo e conscientes de seu papel social tendem a valorizar suas equipes de trabalho, pois têm a consciência de que seu sucesso depende da inteligência, do desempenho, do conhecimento aplicado e do comprometimento de cada um de seus membros. Até bem pouco tempo, a pessoas eram vistas apenas como engrenagens dentro de uma empresa. Eram consideradas recursos ou ferramentas úteis para a produção geral, assim como as máquinas – ou seja, tinham apenas a função de produzir. Curiosamente, é da chamada época da Sociedade Industrial que vem a palavra funcionário para designar as pessoas que trabalham em uma organização – analisando-se etimologicamente, tem-se que as pessoas deveriam demonstrar sua funcionalidade. Na medida em que perdiam funcionalidade, eram descartadas.

Embora ainda tenhamos inúmeros exemplos de situações em que as pessoas ainda são tratadas assim, a tendência, na Sociedade da Informação em que vivemos, é de maior valorização do caráter humano nas organizações. As empresas são desafiadas a reconhecer as pessoas, seus valores, suas necessidades. Percebe-se, assim, que pessoas satisfeitas com seus locais de trabalho podem produzir mais e melhor. A despeito de todo o desenvolvimento tecnológico, e muitas vezes por causa dele, os recursos da inteligência humana têm sido cada vez mais demandados nas empresas e outras organizações, pois, por mais tecnológicas que sejam, as instituições são feitas por pessoas. De nada adiantaria uma organização desenvolver grandes e complexas estruturas, se isso não empregasse a ação humana.

Nesse contexto, as organizações têm investido cada vez mais no reconhecimento e na valorização das pessoas, pois sabe-se que o grau de comprometimento de cada um depende desse reconhecimento. Em um círculo virtuoso, quanto maior a valorização das pessoas, maior seu envolvimento com a organização, e, assim, melhor também tenderá a ser sua imagem perante todos os tipos de públicos, já que a reputação de uma organização reflete o que são suas equipes.

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