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Etnias

Conheça oito cidades do Paraná que preservam as tradições de outros povos

(Foto: Prefeitura de Assaí)

Assaí – Japão

Um pedacinho do Japão no Brasil. Fundada em 1932, a colonização de Assaí está diretamente ligada à comunidade japonesa, assim como a maioria dos municípios do Norte do Paraná, atraída pelo solo fértil da região. Porém, em nenhuma delas foi tão intensa quanto em Assaí, que leva traços orientais até os dias de hoje. Sua primeira denominação foi Assailand, de origem oriental, que significa Assahii – sol nascente - e Land – terra, posteriormente simplificada para Assaí. A cidade conta desde 2018 com o Memorial da Imigração Japonesa. É o primeiro Castelo Japonês do Brasil e homenageia os colonizadores da cidade e os imigrantes japoneses.



Adriano Alves Rosa/Prefeitura de Castro

Castro – Holanda

Marcada pelo tropeirismo e pela imigração europeia, especialmente holandesa, Castro, nos Campos Gerais, é rica em história e cultura. Um dos principais pontos turisticos é o Moinho da Imigração Holandesa, considerado o terceiro maior moinho do mundo. Ele foi construído em 2001 para comemorar os 50 anos da chegada do povo europeu à cidade e, hoje, abriga uma exposição histórica permanente. Considerada a “Cidade Mãe do Paraná”, Castro foi o primeiro município instituído na Província do Estado, em 1857. Castro também guarda o Cânyon Guaratá, que é o sexto maior do mundo em extensão e o único com vegetação nativa.



Marcio Fausto/Prefeitura de Colombo

Colombo – Itália

Maior colônia italiana do Paraná, Colombo tem muita história pra contar. Ao chegar na cidade, você viaja no tempo e volta ao fim do século XIX, quando imigrantes partiram do norte da Itália rumo ao Paraná. De quebra, conhece vinícolas típicas com vinhos, sucos, geleias e outros produtos que têm a uva como matéria-prima. A Casa Eugênio Mottin guarda a memória da trajetória dos imigrantes e objetos que retratam o cotidiano dos primeiros italianos que chegaram em Colombo. Museus e construções centenárias retratam essa trajetória por meio de objetos, imagens e traços arquitetônicos que traduzem a cultura e o modo de vida do pioneiro europeu.



Luiz Costa / Prefeitura de Palmeira

Palmeira – Alemanha

Em Palmeira você encontra a Colônia Witmarsum, n os Campos Gerais. É o destino perfeito para desconectar, fugir da rotina e conhecer um pouco sobre a cultura alemã. O Museu de História Witmarsum é parada obrigatória. O local abriga objetos, fotos e diversos itens dos menonitas, fundadores da Colônia. Aproveite o passeio para se deliciar na gastronomia alemã, com restaurantes típicos e cafés coloniais. Em uma época em que a tuberculose ainda não tinha tratamento pontual, o clima subtropical de Palmeira era indicado como remédio. Assim, famílias inteiras se deslocavam para as fazendas locais como recurso terapêutico, fato que deu a cidade o título de “Sanatório Natural” ou “Cidade Clima do Brasil”.



Priscila Forone/Paraná Turismo

Paranaguá – Portugal

Reconhecida como o local onde começou o povoamento do Paraná, Paranaguá é a maior cidade do litoral do Estado, com uma população estimada de 153 mil habitantes. Famosa por possuir o maior porto exportador de grãos da América Latina, a cidade tem incontáveis belezas naturais e muita história. A cidade guarda muito da colonização portuguesa em seus casarios de fachada multicoloridos. Ainda tem muitas belezas, sobretudo a Ilha do Mel, um santuário dentro da sua baía. Outra atração é o Aquário de Paranaguá que possui animais de diversas espécies, em sua maioria oriundos do litoral paranaense.



Turismo Prudentópolis

Prudentópolis – Ucrânia

Prudentópolis, no Centro-Sul do Estado, é marcada pela colonização ucraniana. Com ruas tranquilas e povo hospitaleiro, suas igrejas de rito bizantino realizam celebrações na língua ucraniana até hoje. Quando visitar, não deixe de dar uma passadinha no Museu do Milênio para conhecer as tradições dos imigrantes e seus descendentes. Você também pode sentir a influência da cultura na culinária local. A cracóvia, por exemplo, é um produto típico da cidade e reconhecido nacionalmente. Berço do Rio Ivaí, a cidade de 50 mil habitantes possui vários canyons e quedas d’água, e o privilégio de abrigar as maiores cachoeiras do Sul do Brasil, como o Salto São Francisco, com 196 metros de altura.



Alexandre Müller/Prefeitura de São Mateus do Sul

São Mateus do Sul – Polônia

Ama a arquitetura polonesa? Então vale a pena caminhar pelas ruas de São Mateus do Sul, conhecer os antigos casarões e capelas da cidade onde a madeira e os detalhes dos lambrequins predominam. Se você visitar a cidade em agosto, ainda aproveita a Tradycje Polskie, festa local que dura o mês inteiro e relembra as tradições polonesas. Têm desfiles, apresentações folclóricas e muita comida típica. Também com traços dos imigrantes poloneses, visitar as capelas e igrejas da cidade é voltar e conhecer um pouco da cultura local. A cidade fica àas margens do Rio Iguaçu.



Fundação Cultural de Umuarama

Umuarama – França

Quando visitar Umuarama, a réplica da Torre Eiffel é uma das paradas obrigatórias. Afinal, o monumento fica às margens da PR-323 e é o cartão postal da cidade. A obra foi construída pelo empresário Edson Ferrarin, em 2007, após ter visitado três vezes Paris. A torre mede 32,4 metros de altura, o mesmo que um edifício de 11 andares e representa 10% do tamanho original. Mas já dá pra ter um ótimo gostinho da capital francesa. Ao encarar os 160 degraus de escada, é possível apreciar a paisagem ao redor do monumento. Para os noivos de plantão, é um ótimo cenário para fotos de casamento. Também faz uma homenagem aos índios da etnia Xetá, com um parque próprio.

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