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Quase Crítica

O prosador lírico Cristovão Tezza, por Luiz Cláudio de Oliveira

(Foto: Reprodução)

Prosador reconhecido e multipremiado, o escritor Cristovão Tezza dá uma guinada de estilo e lança um livro de poesia: “Eu, prosador, me confesso” (Quelônio, 2017). O título, além de uma ironia bem-humorada, é uma referência ao que o escritor pensa sobre prosa e poesia e suas diferenciações. O prosador, segundo ele, constrói realidades e personagens fictícios, enquanto o poeta se confessa ao leitor. Sair da prosa para a poesia parece, mas não é uma novidade na vida do escritor.

É como se o autor retornasse a um lar em que já viveu, mas que esteve, se não abandonado, quase esquecido. No lançamento do livro em Curitiba, cidade onde mora, em meados de março/2018, amigos mais antigos lembravam que o tinham conhecido primeiro como poeta. Mas aqueles versos são como peças antediluvianas, afogadas em muitas camadas de água e de tempo.

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