Santo André 1 x 1 Paraná

Omar Feitosa exalta aprendizado após Tricolor reagir tendo largado em desvantagem no placar

(Foto: Divulgação/Paraná Clube/Rodrigo Vaz)

Mais do que o ponto conquistado, o Paraná Clube conseguiu neste sábado (4 de junho) um importante aprendizado, na avaliação do técnico Omar Feitosa. Jogando contra o Santo André no Estádio Bruno José Daniel, o Tricolor saiu pela primeira vez atrás no placar contra um adversário da Série D. Ainda assim, conseguiu se reorganizar, reagir e buscar um empate fora de casa.

Na visão do técnico paranista, o time teve um desempenho na segunda etapa melhor que na primeira. Em entrevista coletiva pós-jogo, o treinador ainda destacou a qualidade do Santo André, que definiu como um ‘time duro’.

“Eu acho que foi um dos poucos jogos que deve ter igualado em finalizações, que não finalizamos mais que o adversário, mas é um aprendizado. A gente não tinha saído atrás no placar ainda, ter de buscar o jogo, time tendo de se acertar no intervalo. É difícil buscar um jogo desse. O aprendizado é bem importante, tendo em vista que conseguimos levar o ponto”, destacou Feitosa, revelando-se contente com o desempenho paranista.

“A gente consegue defender, mesmo atrás do placar, sem ser sufocado. Empatamos o jogo e não ficamos lá atrás, em bloco baixo. Jogamos pra frente, seguramos a transição. Estou contente com o jogo. A gente queria a vitória, mas passamos por uma situação que é um aprendizado. Conseguimos um ponto e lá na frente vamos precisar disso, desse aprendizado”, complementou ainda o técnico.

Em outra pergunta, Feitosa foi questionado sobre o que ainda quer ver seu time melhorar nas próximas partida. Começou a resposta, então, exaltando o que vê de positivo na equipe Tricolor. “A gente tem transição rápida, temos uma pressão pós-perda - que hoje no primeiro tempo não estava boa, depois melhorou. Estamos melhorando a posse no campo do adversário, a troca de passe. Finalizamos três, quatro bolas as vezes em condição muito boa de fazer o gol. Isso me deixa contente. Ainda podemos melhorar a troca de passe, jogar mais por dentro, arriscar um pouco mais. Nossos jogadores trabalham muito, e se eles conseguirem manter a capacidade de trabalho, vão evoluir, porque são bons jogadores. E eles evoluindo individualmente, a gente vai evoluir coletivamente também.”