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Para o Atlético, contrato com a Turner é válido mesmo após o fim do Esporte Interativo

Para o Atlético, contrato com a Turner é válido mesmo após o fim do Esporte Interativo
Arena da Baixada (Foto: Geraldo Bubniak)

O Atlético Paranaense o Santos consideram válidos os contratos com o a Turner para a transmissão do Campeonato Brasileiro de 2019 em TV fechada. A informação é do Blog do Rodrigo Mattos.

A indecisão surgiu na semana passada, quando o canal Esporte Interativo, que pertence à Turner, anunciou o encerramento das suas atividades. A primeira reação dos clubes que possuem contrato com a empresa foi de dúvida. 

Uma análise do departamento jurídico do Atlético-PR chegou à conclusão que o contrato é com a Turner, e não com o Esporte Interativo. “Depois de análises jurídicas e conversas, Santos e Atlético-PR concluíram que os termos do acordo seguem válidos e não veem motivo para rompimento. O Palmeiras ainda estuda o caso”, informou o Blog do Rodrigo Mattos. 

Entre os 20 clubes da primeira divisão, também assinaram o contrato com a Turner: Bahia, Ceará, Internacional e Paraná Clube.

A Turner espera transmitir os jogos do Brasileirão 2018 nos canais TNT e Space, ambos da TV fechada.

O Atlético-PR recebeu R$ 40 milhões de bônus (luvas) por assinar o contrato. No entanto, ainda não está definido o valor que o clube receberá pela transmissão da edição 2019. A informação inicial é que a Turner pagaria um total de R$ 520 milhões, que seria dividido entre os clubes participantes. A divisão da seguinte forma: 50% de forma igualitária, 25% pelo desempenho técnico e 25% pela quantidade de jogos transmitidos. Ou seja, é difícil prever hoje a quantidade que o clube receberia por esse contrato.

TRÊS CONTRATOS
Os clubes negociam três contratos com as emissoras: um para TV aberta, um para o pay-per-view e outro para TV fechada. 

O contrato com a Globo para TV aberta acaba agora em 2018. Nesse ano, o Atlético-PR recebeu R$ 35 milhões. Para 2019, o clube ainda não negociou a renovação. Outras 17 equipes já acertaram com a emissora. A proposta da empresa, a partir de 2019, é de R$ 600 milhões por ano para os 20 clubes da Série A. O modelo de divisão é: 40% divididos igualmente, 30% pelo número de jogos da equipe transmitidos e 30% de acordo com a classificação no Brasileirão.

Para a TV fechada, a Globo propõe R$ 500 milhões por temporada a serem repartidos entre os times. Treze fecharam com a emissora (Sportv) e sete com a Turner (TNT e Space). 

No pay-per-view, a quantia que o clube recebe varia conforme o número de assinantes. 

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