Publicidade
Análise

Paraná Clube tem o pior 'ataque caseiro' da sua história na Série B

Paraná Clube na Vila Capanema: ataque de nervos
Paraná Clube na Vila Capanema: ataque de nervos (Foto: Valquir Aureliano)

O Paraná Clube nunca marcou tão poucos gols como mandante em sua história na Série B. Desde a sua fundação em 1989, o clube disputou 14 edições da segunda divisião. O cálculo inclui a Copa João Havelange. Nessas competições, o time paranaense sempre teve uma média de gols superior a 1,1 por jogo. Agora, em 2019, tem a preocupante marca de 0,45 gol por partida.

Na atual Série B, o Paraná só marcou cinco gols em 11 partidas na Vila Capanema. Só não é o pior ataque como mandante da atual edição porque o Vila Nova conseguiu a façanha de só marcar três gols nas dez partidas em casa.

Apesar da seca do gols, o Paraná não está entre os piores mandantes da Série B. Tem a 12ª melhor campanha em casa, com três vitórias, sete empates e uma derrota. O que salva é o fato de ter a defesa menos vazada como mandante, com apenas três gols sofridos nessas 11 partidas na Vila Capanema. O líder Bragantino, por exemplo, já sofreu seis gols nos 11 jogos em casa.

Outro fator que mantém o Paraná vivo na competição é a campanha como visitante. O time é o quarto melhor fora de casa, com 17 pontos em 11 jogos. Como mandante, foram 16 pontos em 11 partidas.

MÉDIA DE GOLS POR JOGO EM CASA

Do Paraná Clube na história da Série B

Ano

Média de gols por jogo

2019

0,45

2017

1,74

2016

1,16

2015

1,10

2014

1,26

2013

1,47

2012

1,63

2011

1,42

2010

1,26

2009

1,58

2008

1,47

2000

1,50

1992

1,43

1991

1,33

Em 2000, o Paraná Clube ficou no Módulo Amarelo da Copa João Havelange, que tinha clubes da segunda e da terceira divisão. O time paranaense conquistou o título do Módulo e avançou para as oitavas de final da competição, que misturava clubes de todas as divisões. O Tricolor da Vila Capanema acabou eliminado nas quartas, pelo Vasco. O time carioca acabou conquistando o título geral da João Havelange, vencendo o São Caetano na decisão.

Publicidade

Plantão de Notícias

Mais notícias

DESTAQUES DOS EDITORES