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Comércio

Paraná começa o ano com alta de 8% no varejo

(Foto: AEN)

O primeiro mês de 2019 foi de alta no varejo do Paraná, segundo dados da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Paraná (Fecomércio PR). Na comparação com janeiro de 2018, as vendas cresceram 8,01%, especialmente nas lojas de departamentos (31,32%) e nos setores de óticas, cine-foto-som (23,32%) e materiais de construção (17,44%). Na comparação com dezembro, houve a já esperada queda de 12,56%, diante do tradicional salto nas vendas provocado pelo Natal.

Entre as regiões analisadas pela Fecomércio PR, Londrina teve o melhor desempenho para o mês de janeiro, com aumento de 15,01% ante janeiro do ano anterior, verificado principalmente nas lojas de departamentos (30,43%), concessionárias de veículos (22,71%), materiais de construção (15,94%) e vestuário e tecidos (14,33%).

Na região Oeste, as vendas cresceram 13,27%, também com destaque para as lojas de departamentos (46,27%) e materiais de construção (39,51%). Nas demais regiões, o índice de aumento no faturamento foi semelhante: 5,58% em Maringá; 5,02% em Ponta Grossa e 5% na Capital.

Somente o Sudoeste teve baixa nas vendas, de 17,69%, puxada pela expressiva queda nas concessionárias de veículos, de 41,29%.

FUNCIONÁRIOS

Dados da Pesquisa Conjuntural mostram que parte dos trabalhadores temporários do fim do ano foram efetivados. O total de funcionários das empresas do varejo cresceu 1,88% em janeiro na comparação com dezembro. A maior parte das contratações foi feita pelas lojas de vestuário e tecidos – as que mais contrataram temporários para o Natal –, que ampliaram em 13,31% o quadro funcional. A efetivação dos temporários ocorreu principalmente no comércio de Maringá, Curitiba e Região Metropolitana e Londrina.

ESTOQUES

Com o maior grau de otimismo dos últimos nove anos segundo a Pesquisa de Opinião dos Empresários da Fecomércio PR, os comerciantes têm aumentado seus estoques. As compras de janeiro deste ano foram 10,34% superiores do que no mesmo mês de 2018. Verifica-se que a formação de estoques tem sido calcada nas vendas. Os ramos que mais compraram mercadorias foram justamente aqueles que estão vendendo mais: móveis, decorações e utilidades domésticas (33,63%), lojas de departamentos (33,62%) e materiais de construção (21,92%).

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