IBGE

Paraná e Curitiba têm a segunda menor taxa de desemprego do País

Pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revela que a Região Metropolitana de Curitiba apresenta a segunda menor taxa de desemprego do País entre as 21 áreas pesquisadas, com 5,7%. Os dados se referem ao terceiro trimestre deste ano. O índice da Grande Curitiiba só é  maior que o da região de Florianópolis (4,9%). 

A pesquisa do IBGE mostra uma tendência de concentração de maiores taxas de desemprego na Região Nordeste (10,8%), Sudeste (9%) e Norte (8,8%), enquanto Centro-Oeste (7,5%) e Sul (6%) ainda têm mercados de trabalho mais dinâmicos. Na Região Metropolitana de Salvador, o desemprego bateu em 17% (há um ano, era de 13,5%). Santa Catarina (4,4%) e Paraná (6,1%) são os estados com os menores desempregos no país. A taxa paranaense, inclusive, foi menor do que os 6,2% registrados no segundo trimestre deste ano. Somente outros cinco estados apresentaram queda na taxa na passagem de um trimestre para outro. 

O desemprego no país alcançou 8,9% no terceiro trimestre (julho, agosto e setembro) de 2015, informou hoje (24) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). É a maior taxa da série iniciada em 2012. No trimestre anterior (abril, maio e junho), o indicador estava em 8,3%.

Os dados divulgados, que fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio Contínua Trimestral (Pnad Contínua), indicam que a população desocupada no Brasil chegou a 9 milhões de pessoas.

A população ocupada, no terceiro trimestre, corresponde a 92,1 milhões de pessoas. A pesquisa indica, ainda, que cerca de 35,4 milhões de pessoas tinham, no terceiro trimestre, carteira de trabalho assinada no setor privado.

No terceiro trimestre do ano passado a taxa de desocupação foi 6,8%. A Bahia foi o estado que teve a maior taxa de desocupação (12,8%) e Santa Catarina a menor (4,4%). Entre os 27 municípios das capitais, Salvador registrou a maior taxa de desemprego (16,1%) e o Rio de Janeiro a menor (5,1%). 

O desemprego no país alcançou 8,9% no terceiro trimestre (julho, agosto e setembro) de 2015, informou hoje (24) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). É a maior taxa da série iniciada em 2012. No trimestre anterior (abril, maio e junho), o indicador estava em 8,3%.

Os dados divulgados, que fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio Contínua Trimestral (Pnad Contínua), indicam que a população desocupada no Brasil chegou a 9 milhões de pessoas. A população ocupada, no terceiro trimestre, corresponde a 92,1 milhões de pessoas. A pesquisa indica, ainda, que cerca de 35,4 milhões de pessoas tinham, no terceiro trimestre, carteira de trabalho assinada no setor privado.

No terceiro trimestre do ano passado a taxa de desocupação foi 6,8%. A Bahia foi o estado que teve a maior taxa de desocupação (12,8%) e Santa Catarina a menor (4,4%). Entre os 27 municípios das capitais, Salvador registrou a maior taxa de desemprego (16,1%) e o Rio de Janeiro a menor (5,1%).