Pandemia

Paraná está com 92% das UTIs para Covid-19 ocupadas, segundo a Fiocruz

(Foto: Geraldo Bubniak / AEN)

Após muitas semanas em situação muito crítica, as taxas de ocupação de leitos de UTI Covid-19 no país começam a dar sinais de melhora, “embora ainda longe de indicar um quadro tranquilo.” É o que diz a nova edição do Boletim do Observatório Covid-19 Fiocruz, divulgada nesta sexta-feira (7). No caso do Paraná, o estado ainda está na zona crítica, com 92% de ocupação, mas o índice está em queda e com níveis mais baixos.

Entre 26 de abril e 3 de maio, as taxas de ocupação de leitos de UTI Covid-19 para adultos mantiveram a tendência lenta de queda em quase todo o país. Roraima e Paraíba permaneceram fora da zona de alerta com taxas de ocupação inferiores a 60%. Acre, Pará, São Paulo e Rio Grande do Sul deixaram a zona crítica e se somaram aos estados do Amazonas, Amapá, Maranhão e Alagoas na zona de alerta intermediário.

Embora ainda na zona crítica, também apresentaram o indicador em queda consistente e níveis mais baixos Tocantins, Piauí, Bahia, Minas Gerais Espírito Santo, Rio de Janeiro, Paraná, Santa Catarina, Mato Grosso, Goiás e Distrito Federal. Em estabilidade muito crítica incluem-se Rio Grande do Norte, Pernambuco, Sergipe e Mato Grosso do Sul.  

Oito estados e o Distrito Federal encontram-se com taxas de ocupação superiores a 90%: Piauí (92%), Ceará (97%), Rio Grande do Norte (94%), Pernambuco (97%), Sergipe (99%), Paraná (92%), Santa Catarina (92%), Mato Grosso do Sul (101%) e Distrito Federal (91%). Oito estados apresentam taxas de ocupação de leitos de UTI Covid-19 para adultos entre 80% e 89%: Rondônia (89%), Tocantins (88%), Bahia (80%), Minas Gerais (83%), Espírito Santo (86%), Rio de Janeiro (86%), Mato Grosso (88%) e Goiás (82%).

Oito estados estão na zona de alerta intermediário (≥60% e <80%): Acre (77%), Amazonas (63%), Pará (72%), Amapá (69%), Maranhão (73%), Alagoas (75%), São Paulo (78%) e Rio Grande do Sul (78%). Por fim, dois estados estão fora da zona de alerta: Roraima (44%) e Paraíba (55%).