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Relacionamentos

Paraná aparece em destaque no ranking da traição

Cena do filme Closer, com Clive Owen e Natalie Portman, que aborda a traição
Cena do filme Closer, com Clive Owen e Natalie Portman, que aborda a traição (Foto: Reprodução/TV)

Com a chegada do Carnaval, muitos sabem que essa é a época com maior índice de infidelidade no País. Para comprovar, o site de relacionamento Meu Patrocínio fez uma pesquisa com seus usuários para descobrir os estados que mais traem no Brasil. O ganhador foi o Rio de Janeiro.

Reconhecidamente a maior rede de relacionamento sugar do país, o Meu Patrocínio apontou na pesquisa que 17,7% dos seus usuários “casados, mas buscando” são do Rio de Janeiro. Em segundo lugar, está Alagoas com 10,11% e em terceiro, Santa Catarina com 9,99%. O Distrito Federal vem logo a seguir, na quarta colocação, com 8,72% e o Paraná fecha a lista dos cinco primeiros, com 8,69%.

A idade média desses usuários é de 39 anos. Contudo, especialistas afirmam que, mais cedo ou mais tarde, 60% dos casais passarão por uma crise (ou oportunidade) que resultará em uma “pulada de cerca” por qualquer um dos parceiros.

Os relacionamentos abertos já preveem a traição como algo inerente e totalmente aceitável. No relacionamento sugar, uma das premissas é a transparência. Os daddies casados propõem e as babies, mulheres jovens e ambiciosas, em busca de estrutura emocional e financeira, estão cientes do estado civil dos seus parceiros. O que não se sabe é até que ponto a companheira “oficial” sabe das “escapadas” do marido.

No contexto sugar, os homens são sempre mais velhos do que suas jovens babies e têm uma condição financeira muito favorável, fato que permite ao daddy “patrocinar” a sua escolhida na carreira, nos estudos e na vida. Poderíamos até traçar alguma similaridade de características sugar no relacionamento atual de Marina: seu marido é dez anos mais velho, piloto, empresário e milionário. Neste caso específico, os olhos se voltam para uma suposta traição da baby. E, afinal, os direitos são iguais, não é mesmo? A vida em outros braços pode ser momentaneamente mais emocionante. Polêmicas à parte, sem julgamentos, quem nunca sequer pensou?

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