Segurança

Polícia Militar faz super operação contra crimes violentos durante a pandemia em Curitiba

(Foto: Franklin de Freitas)
(Foto: Franklin de Freitas)
(Foto: Franklin de Freitas)
(Foto: Franklin de Freitas)
(Foto: Franklin de Freitas)
(Foto: Franklin de Freitas)
(Foto: Franklin de Freitas)
(Foto: Franklin de Freitas)
(Foto: Franklin de Freitas)

A Polícia Militar iniciou nesta sexta-feira (9) a Operação Tático Móvel 2, uma super operação contra crimes violentos durante a pandemia em Curitiba. A operação tem mais de 50 viaturas e 200 policiais de Batalhões Especiais e das Rondas Ostensivas Táticas Metropolitanas (Rotam).

“Nossa operação é focada e planejada para atuar com maior índice de ocorrência de crimes violentos”, disse o Comandante Geral da Polícia Militar do Paraná, coronel Hudson Teixeira. “São tropas especializadas da ROTAM e Batalhões Especiais. Serão abordados locais de área onde criminalidade é maior”.

Teixeira afirma que a pandemia foi um dos motivos da realização da operação. “Viemos em decrescente de roubos e furtos. Mas, obviamente, com comércios abertos e trânsito maior de pessoas nas ruas, a gente imagina que ocorrerá um aumento”, disse ele, em referência ao afrouxamento das regras de circulação de pessoas com a bandeira laranja. “Para que isso não ocorra, a gente tem realizado essas operações ostensivas para coibir esse tipo de situação”.

Apesar de afirmar que a operação mira o crime organizado e crimes violentos, o comandante ressaltou ainda que eventuais flagrantes de aglomerações não serão ignorados. “Se percebermos aglomerações de pessoas, o não cumprimento do que determinam as medidas restritivas, faremos orientação a essas pessoas”, afirmou. “A gente sugere que as pessoas evitem transitar nas ruas, que evitem aglomerações, que mantenham distanciamento social”.

Segundo o comandante, a operação foi deflagrada para Curitiba e região metropolitana, e que novas ações estão por vir. “Essa (operação) tem horário de início e de término. Surgirão alguns flagrantes dentro dela”, disse. “Das novas versões, por questões estratégicas, nós não falaremos. Mas teremos outras e outras modalidades de operação”.