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Professor defende educação para não confundir 'Kafka com kafta'

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O professor da rede municipal de ensino Marcio Ferreira, 58, foi para o vão livre do Masp, em São Paulo, com uma placa defendendo o ensino de filosofia, sociologia e história para não confundir "Kafka com kafta". "Sem educação decente o país não vai pra frente ", diz ele em alusão ao escritor alemão Franz Kafka e o prato da cozinha árabe.

No mesmo cartaz, ele também usou a criatividade para criticar o escritor Olavo de Carvalho, guru do presidente Bolsonaro. "Cabeça vazia, oficina do Olavo". O protesto contra os cortes na educação em São Paulo está marcado para começar às 14h.

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