Cerimônia virtual

Professora Graciela é reconduzida ao cargo de vice-reitora da UFPR

(Foto: Marcos Solivan/ Sucom UFPR)

A professora Graciela Bolzon de Muniz foi reconduzida ao cargo de vice-reitora da Universidade Federal do Paraná (UFPR) na última segunda-feira, dia 8 de março, para mais quatro anos de mandato ao lado do reitor Ricardo Marcelo Fonseca. A cerimônia virtual foi transmitida pelo canal da UFPR TV no Youtube.

Apenas a vice-reitora, o reitor e uma pequena equipe técnica da UFPR TV estavam presentes na Sala dos Conselhos, no prédio da reitoria. Todas as medidas de biossegurança foram respeitadas, em prevenção à transmissão do coronavírus. As autoridades e os convidados participaram do evento remotamente.

Cerimônia

A abertura musical da cerimônia foi planejada pelo professor Edwin Pitre-Vásquez e executada por dois de seus orientandos de doutorado em Música, que gravaram uma apresentação com influências argentinas, país de origem da professora Graciela. Na sequência, Marisol Bento Merino, diretora do Departamento de Administração de Pessoal da Pró-Reitoria de Gestão pessoas, realizou a leitura do termo de posse, que foi assinado pela vice-reitora e pelo reitor.

Durante o discurso de posse, a professora Graciela falou sobre os desafios dos primeiros quatro anos da gestão e sobre o papel da UFPR como protagonista e agente articulador de projetos sociais, do ensino, da pesquisa, da extensão e sobre a importância do Hospital de Clínicas no contexto da pandemia. “Gostaria de afirmar que sigo valorizando o conhecimento, a solidariedade, o amor, o afeto, pois toda a minha trajetória pessoal e profissional foi pautada por estas premissas. Teremos mais quatro anos para manter e colocar a UFPR nos índices mais altos do conhecimento humano, no desenvolvimento da pesquisa, na integração com a sociedade e na recuperação econômica do estado do Paraná”, declarou.

O reitor, Ricardo Marcelo Fonseca, encerrou a cerimônia agradecendo a professora Graciela, falando sobre o Dia Internacional da Mulher, comemorado em 8 de março e sobre o cenário atual. “Quem sabe olhemos para este momento como aquele momento em que as mulheres do Brasil, da UFPR e do mundo ainda estavam no seu processo de conquista progressiva de direitos. Quem sabe tenhamos no tempo futuro uma época em que não precisemos mais demarcar – como precisamos hoje – a importância do Dia Internacional da Mulher. Quem sabe – e essa esperança sempre deverá se manter acesa – todos os dias serão dia da mulher (…). Quem sabe no futuro, olhar para os direitos seja absolutamente a regra e não possamos jamais pensar, conceber sequer, um cenário onde a violação dos direitos e garantias, seja algo concebível”.