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Plástica

Projeto verão 2019 fracassou? Procedimentos estéticos podem ajudar

Bruno Beraldi com uma paciente: “Não existe milagre, mas é possível uma boa melhora”
Bruno Beraldi com uma paciente: “Não existe milagre, mas é possível uma boa melhora” (Foto: Franklin de Freitas)

Para aqueles que são mais vaidosos, todo ano é marcado por algum “projeto verão” no 2º semestre, quando as pessoas se esforçam para deixar a beleza em dia e poder expor o corpo com tudo em ordem para quando chegar a estação mais quente do ano. Mas se em 2019 o seu projeto acabou fracassando e sendo adiado para 2020, saiba que não há motivo para desespero.

De acordo com o cirurgião plástico Bruno Beraldi, membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, há procedimentos específicos capazes de, em até três semanas, garantir uma boa melhora naqueles detalhes que incomodam no visual. O médico, contudo, ressalta que não há “milagre” ou promessa de transformação total. Por isso, Beraldi sugere duas possibilidades: o paciente pode aproveitar as férias de verão para fazer logo a grande cirurgia dos sonhos ou iniciar aos poucos a mudança, com pequenos procedimentos.

“Nada mais importante para a escolha da data da cirurgia que a motivação e a disponibilidade de tempo para se cuidar. As férias escolares e os recessos de natal e ano novo são grandes aliados, já que permitem um período de repouso sem preocupações com horários”, comenta o especialista.

Dependendo do tipo de procedimento a ser feito, contudo, a exposição solar é proibida durante a recuperação pós-operatória. Então quem não abre mão de aproveitar o verão deve contar com os procedimentos de cosmiatria, como preenchimentos com ácido hialurônico (que melhora os contornos e define o rosto de forma natural), estimuladores de colágeno (ajudam na sustentação da estrutura da pele, na manutenção do tônus, da firmeza e de sua resistência, com aplicação em diversas partes do corpo) e aplicação de toxina botulínica (que paralisa os músculos causadores das linhas de expressão, que aparecem naturalmente com a idade).

“Essas alternativas atenuam os efeitos do envelhecimento e são excelentes para dar uma elevada na autoestima. Mas, não é bom esperar muito para iniciar, pois são necessárias, em média, de duas a três semanas para eliminar qualquer roxinho que algum desses procedimentos possa gerar na face. Lembrando sempre que, mesmo após a recuperação, é importante se proteger do sol”, orienta Beraldi.


Correção do ‘umbigo triste’ é outra opção

Segundo Beraldi, nesta época do ano o maior movimento no consultório é de jovens, que querem colocar próteses de silicone e estão em recesso da faculdade, e também de mães, que aproveitam as férias escolares dos filhos para fazer lipoescultura, abdominoplastia e mamosplastias.

Para a barriguinha que não agrada, o cirurgião plástico indica, entre o que ainda dá tempo de fazer para este verão, a correção do chamado “umbigo triste”, com fios de sustentação. O procedimento, minimamente invasivo, dura em média 30 minutos e a recuperação completa leva cerca de três semanas. Durante esse período, atividades físicas e movimentos amplos ficam suspensos.

A pediatra Ana Paula Nelli foi uma das que realizaram o procedimento recentemente, no dia 11 de dezembro. Como pretende engravidar futuramente, ela optou pela correção por ser um procecimento menos invasivo e que não atrapalharia numa gestação futura.

“Fiz o procecimento e no dia seguinte já estava trabalhando. Não tem restrição de quase nada, só três semana sem atividade física. Depois disso eu fui para praia, tudo normal, vida normal. O resultado ficou o que eu esperava. É claro que só fica 100% com algus meses, mas já dá para ver o resultado de imediato”, comenta.

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