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Saneamento

Sanepar faz explosão para ampliar abastecimento de água em Londrina

A segunda explosão de rochas para ampliação do Sistema Produtor Tibagi de água potável, da Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar), está prevista para o fim da tarde desta segunda-feira (15). Serão necessárias mais quatro explosões para desmontar 7,3 mil metros cúbicos de rochas em diferentes trechos da Estrada do Limoeiro, região Leste de Londrina, para assentamento da tubulação da nova adutora. O trânsito na região ficará interrompido entre 17h e 18h, para o preparo e conferência dos procedimentos.

As obras já geraram mais de 5 mil empregos, entre diretos e indiretos. O Sistema Produtor de Tibagi, da Sanepar, é responsável por mais de 50% da produção de água que abastece Londrina e Cambé. A capacidade instalada de 1.200 litros de água por segundo (l/s) passará a 2.400 litros por segundo. Já em 2014, a ETA irá tratar 1.800 litros por segundo, mantendo o atendimento de 100% da população urbana das duas cidades. A expectativa é que duas novas bombas sejam instaladas para a produção de 2.400 litros por segundo, em 2018, desta vez, com um horizonte de atendimento para até 2030.

OBRAS – As obras de duplicação seguem aceleradas, com uma frente de trabalho entre a unidade de captação e a Estação de Tratamento de Água (ETA), onde foram localizadas as rochas, e outras duas, entre a ETA e a região central, próximo ao Aeroporto, e na Rua Aminthas de Barros, próximo ao Zerão.

A obra de duplicação tem investimentos de R$ 84 milhões, pelo Governo do Estado, e está dividida em várias etapas e contratos. A primeira etapa foi iniciada no final de 2011, com a construção de dois módulos de tratamento, do canal de entrada da água e dos tanques para produtos químicos, onde foram utilizados 3.375 metros cúbicos de concreto e 285 toneladas de aço. A segunda etapa segue com a ampliação de três estações elevatórias e a implantação da nova adutora, com 22 quilômetros de tubulação de ferro, com diâmetro variando entre 700 e 900 milímetros.

SEGURANÇA – Na segunda explosão serão desmontados 1,2 mil metros cúbicos de rochas. Toda a operação é acompanhada pelo Exército e por um engenheiro de minas e explosões contratado pela empreiteira da Sanepar. A primeira explosão para a obra foi há cerca de 10 dias. Todas as seis explosões previstas estão em área rural e não habitada. Mesmo assim, há um raio de segurança e isolamento de 800 metros. Nesta segunda-feira,

AEROPORTO – Para a duplicação da pista do Aeroporto Governador José Richa, a Sanepar deverá remanejar a adutora existente. Serão implantados 3,3 quilômetros de tubulação, de 900 milímetros de diâmetro, e 2,3 quilômetros de anel de abastecimento, com diâmetros que variam entre 150 e 200 milímetros. Os investimentos somam R$ 2,49 milhões apenas nesta obra.

A remoção da tubulação antiga deve ocorrer em 90 dias, após a conclusão da obra de implantação da nova adutora, que será colocada em carga, evitando a paralisação do abastecimento por longo período. O novo traçado da adutora foi definido com a Infraero e Prefeitura de Londrina e sai da Avenida Salgado Filho para os limites da área da futura expansão do aeroporto.

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