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Violência no transporte público

Sindicato fala em 221 arrastões a ônibus na Grande Curitiba

No ano passado um motorista morreu em um arrast\u00e3o em Colombo
No ano passado um motorista morreu em um arrast\u00e3o em Colombo (Foto: Divulgação/Sindimoc)

Uma linha de ônibus que fazia a linha São Dimas foi alvo de um arrastão na noite de segunda-feira, em Colombo.  Segundo o Sindicato de Motoristas e Cobradores de Ônibus de Curitiba e Regiã Metropolitana (Sindimoc) teria sido o 221º caso desde janeiro deste ano, o mque dá qause um caso por dia. Porém, o próprio sindicato reconhece que, apesar de graves, apenas em 65 dos casos um boletim de ocorrência foi feito.
Os números do Sindimoc são uma soma dos casos atendidos pela polícia e também por denúncias feitas pelos trabalhadores ao Setor de Segurança do Sindimoc. Ainda segundo o sindicato, para cada caso que chega até a polícia, são outros três relatos que chegam ao Sindimoc.
Além disso, o Sindimoc também diz que o sistema de transporte público sofre com uma média de quatro assaltos por dia, incluindo os arrastões. Por causa destas ocorrências, desde o ano passado os trabalhadores pedem mais segurança, com a instalação de câmeras de monitoramento em toda a frota. A Urbs diz que já tem cerca de 500 equipamentos em ônibus e estações-tubo, e que a frota renovada que esta sendo entregue já vem com as câmeras de vigilância.
A onda de arrastões começou no meio do ano passado. Em julho de 2017 o caso que teve maior repercussão foi o da morte de um motorista que fazia outra linha que passa por Colombo — Curitiba/Jardim Paulista. Ele morreu durante um arrastão perto da Vila Zumbi.

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