Sem apoio

Sociedade Protetora dos Animais pede socorro para funcionar

A Sociedade Protetora dos Animais de Curitiba (SPAC) necessita com urgência da doação de ração para os 900 cães e gatos abrigados pela entidade. Apesar de ser uma entidade sem fins lucrativos, a SPAC não conta com isenção de taxas e impostos, nem com apoio governamental. A entidade, que há mais de 30 anos luta pelas causas dos animais, é mantida com doações e com as arrecadações dos bingos realizados por voluntários mensalmente.
Além de ração, a SPAC necessita de medicamentos, materiais de limpeza, cobertores e doações em dinheiro para as despesas mensais com energia elétrica, telefone, água e esgoto, entre outras. O SPAC trabalha no vermelho. Segundo a presidente da Sociedade, Soraya Simon, a entidade deve cerca de R$ 15 mil para fornedores, entre medicamentos e ração.
A SPAC recebe, em média, quatro animais abandonados por dia, vítimas de maus tratos. Por causa da superlotação, apenas os casos de urgência são atendidos.


Outro problema vivido pelo SPAC é o termo de ajustamento assinado com o Ministério Público, que prevê a saída da sociedade da atual sede, no Santa Cândida, até agosto deste ano. O problema é que não há recursos para que a sociedade se transfira para a chácara em Colombo, onde funciona parte da estrutura da SPAC. Temos o tempo contado, diz Soraya.
A SPAC cobra mais projetos e políticas para a área animal, como o controle, campanhas de conscientização sobre a posse responsável e até mesmo o atendimento em casos de emergência.
Doações — As doações podem ser entregues na sede da entidade (Rua Professora Sandalia Monzon, 113), no bairro Santa Cândida, de segunda a sexta, das 9 às 21 horas, aos sábados, das 9 às 15 horas e aos domingos e feriados, das 9 às 13 horas. Todos os animais abrigados pela entidade podem ser adotados, basta levar um comprovante de residência na sede da SPAC e assinar o Termo de Responsabilidade.