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Surto de coronavírus é reflexo da degradação ambiental

(Foto: Divulgação)

A Organização Mundial da Saúde (OMS) relata que um animal é a provável fonte de transmissão do coronavírus de 2019 (COVID-19), que infectou milhares de pessoas em todo o mundo e pressionou a economia global.

As doenças transmitidas de animais para seres humanos estão em ascensão e pioram à medida que habitats selvagens são destruídos pela atividade humana. Cientistas sugerem que habitats degradados podem incitar e diversificar doenças, já que os patógenos se espalham facilmente para rebanhos e seres humanos.

Segundo a OMS, os morcegos são os mais prováveis transmissores do COVID-19. Porém, também é possível que o vírus tenha sido transmitido aos seres humanos a partir de outro hospedeiro intermediário, seja um animal doméstico ou selvagem.


Doenças transmitidas por animais

Os coronavírus são zoonóticos, o que significa que são transmitidos de animais para pessoas. Estudos anteriores constataram que a Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS, em inglês) foi transmitida de gatos domésticos para seres humanos, enquanto a Síndrome Respiratória do Oriente Médio passou de dromedários para humanos.

“Portanto, como regra geral, o consumo de produtos de origem animal crua ou mal cozida deve ser evitado. Carne crua, leite fresco ou órgãos de animais crus devem ser manuseados com cuidado para evitar a contaminação cruzada com alimentos não cozidos”, comunicou a OMS.


Sinal de alerta

O relatório “Fronteiras 2016 sobre questões emergentes de preocupação ambiental” do PNUMA mostra que as zoonoses ameaçam o desenvolvimento econômico, o bem-estar animal e humano e a integridade do ecossistema.

Para impedir o surgimento de zoonoses, é fundamental endereçar as múltiplas ameaças aos ecossistemas e à vida selvagem, entre elas, a redução e fragmentação de habitats, o comércio ilegal, a poluição, a proliferação de espécies invasoras e, cada vez mais, as mudanças climáticas.


Com isolamento, cai poluição do ar em São Paulo

A quarentena estabelecida no estado de São Paulo, em função da pandemia do novo coronavírus (covid-19), provocou a diminuição das atividades econômica e, consequentemente, a circulação de veículos, reduzindo as emissões de substâncias poluentes na atmosfera na região metropolitana de São Paulo. Desde o dia 20 de março, a Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) tem registrado, em todas as 29 estações de monitoramento da região, qualidade do ar boa para os poluentes primários, que são emitidos diretamente pelas fontes poluidoras.

De acordo com a Cetesb, além do menor número de veículos em circulação, as condições mais livres do trânsito e a ausência de engarrafamentos vêm contribuindo para uma menor emissão de poluentes. (Com informações da Agência Brasil)


Câmara de Vereadores de Curitiba vota requerimento em prol dos comerciantes

A Câmara Municipal de Curitiba retomou as sessões plenárias, após breve interrupção provocada pelo Coronavírus.

Na primeira sessão, nesta segunda (30), foi votado e aprovado o requerimento - de autoria do vereador Bruno Pessuti - e que prevê suspender, durante 60 dias, as parcelas do IPTU e da Taxa de Lixo. O benefício vale para os comerciantes afetados pelo decreto que limita o funcionamento de algumas atividades neste período. “Uma forma de compensar a perda de arrecadação dos negócios locais e permitir um fôlego maior nas contas”, afirma o vereador.


Mercado estuda uso de Drones para entregas em casa

A pandemia ocasionada pelo novo Coronavírus (COVID-19) está fazendo com que muitas empresas de delivery repensem suas alternativas de entrega. Uma das opções é o uso de drone, tendo em vista que a tecnologia aumenta a velocidade da entrega e evita o contato entre cliente e entregador. “Grandes marcas já estão com projetos de uso de drone prontos para serem colocados em prática. Em diversos países este sistema é uma realidade e, neste momento, se mostra uma alternativa eficaz, segura e sustentável”, afirma o professor do curso de pilotagem de drones do Centro Europeu, Alexandre Scussel.

Segundo ele, além da comodidade de escolher o que precisa por aplicativo e esperar o produto chegar em casa, agrada a muitos brasileiros e o serviço de entrega está passando por uma transformação. “Outra contribuição desta tecnologia - utilizada em países da Europa e África - está associada ao transporte de órgãos e medicamentos”, afirma.

O mercado de delivery no Brasil está em constante expansão. O último levantamento realizado pelo Sebrae (2017) aponta que a movimentação chegou a R$ 9 bilhões em um ano, com crescimento de aproximadamente 12% no mesmo período. Em 2018 a movimentação ultrapassou R$ 10 bilhões.

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