Tayná não sofreu violência sexual, afirma Polícia Científica

Reviravolta no caso Tayná. A garota Tayná Adriane da Silva, 14 anos, que foi morta com um cadarço no dia 27 de junho em Colombo, Região Metropolitana de Curitiba, não sofreu violência sexual. A declaração foi dada na manhã desta quarta-feira (7) pelo diretor-geral da Polícia Científica, Leon Grupenmache. Essa é a primeira vez que a Polícia Científica confirma a versão dada pela perita Jussara Joeckel, do Instituto de Criminalística, ainda no local do crime, de que o corpo garota não apresentava indícios de violência sexual.

Não posso dar detalhes. Posso dizer que os laudos apontam que não há sêmen na vagina, nem no ânus. Há sêmen apenas na calcinha. Podemos afirmar que não há indícios de violência sexual, disse o diretor. Ao todo, de acordo com a Polícia Científica, 64 exames de DNA foram feitos. Resta o exame do absorvente dela e outros DNA’s, conta Leon.

Sobre a escala que levou o chefe do necrotério do Instituto Médico Legal (IML) de Curitiba, Alexandre Gebran Neto, a examinar o corpo da garota, Leon defende que o procedimento foi pelo clamor do caso.

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