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Copa do Brasil

Técnico do Athletico cita força política do Flamengo ao comentar arbitragem

O árbitro Anderson Daronco, durante o jogo Athletico 1 x 1 Flamengo
O árbitro Anderson Daronco, durante o jogo Athletico 1 x 1 Flamengo (Foto: Valquir Aureliano)

O técnico do Athletico Paranaense, Tiago Nunes, tentou evitar os comentários sobre a arbitragem, na entrevista coletiva após o empate com o Flamengo. Na primeira resposta, ele afirmou que não falaria sobre esse assunto. “Quando tem VAR, a arbitragem toma o protagonismo, mas a arbitragem eu deixo para vocês. Não vou comentar. Agora a revisão do lance do pênalti demorou sete minutos e o nível de concentração baixa. Aí a gente tomou gol de cobrança de lateral”, declarou.

Três perguntas depois, porém, o técnico não se segurou e chegou a citar até a força política do clube carioca como fator decisivo. “O que fica em dúvida é o lance do pênalti em cima do Marcelo, porque a gente viu que não foi falta em cima do Rodrigo Caio. O Daronco é acostumado a apitar Libertadores e jamais daria essa falta na Libertadores, mas se tratando de um time gigante como o Flamengo, politicamente forte, é muito fácil dar uma falta contra o Athletico nestes moldes”, afirmou. Em relação aos três gols anulados, Tiago Nunes também deixou a questão no ar. “Foram lances muito sutis, de impedimento curto”, disse.

Em relação ao desempenho, Tiago Nunes elogiou o Athletico. “Parabenizei meus atletas no vestiário”, disse. “Superou o Flamengo em todos os números”, destacou. “Merecíamos a vitória”, ressaltou.

O treinador também falou sobre a nova posição de Nikão, que sempre atuou como extremo (meia ofensivo pelo lado do campo) e contra o Flamengo jogou centralizado. “Gostei do Nikão por dentro. Ele deu boa sustenção como pivô na saída de bola”, analisou.

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