Paralisação

Trabalhadores da Urbs ameaçam cruzar os braços a partir desta quinta-feira

(Foto: Everson Bressan/SMCS)

Trabalhadores da Urbs, responsável pelo gerenciamento do transporte público de Curitiba, ameaçam cruzar os braços a partir desta quinta-feira, 6 de setembro.  A paralisação foi a forma escolhida pela categoria para pressionar contra o fim dos benefícios, entre eles convênios odontológicos, auxílio funeral e folgas compensatórias. As regras passam a vigorar a partir da última  sexta-feira (1º).

A Urbs e o Sindicato dos Trabalhadores em Urbanização do Estado do Paraná (Sindiurbano), que congrega mais de 1000 pessoas, mantiveram negociação durante quase um ano, mas não chegaram a um acordo. A empresa municipal afirma que quando as partes chegaram a um consenso, “o sindicato incentivou os empregados a não aprovarem o acordo na assembleia”

A paralisação foi aprovada em assembleia ocorrida no último dia 22. Na ocasião, os trabalhadores decidiram pela greve caso a diretoria da empresa retirasse os direitos determinados pelo acordo coletivo que julgam vigente. Os termos foram aprovados por 87% dos trabalhadores. O sindicato patronal firmou no dia 11 de junho um novo acordo coletivo com a Urbs, com reajustes de 3,6% (2017) e 1,8% (2018) para os advogados que integram a empresa. Eles estavam com seus salários sem reajuste desde 2015.