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Três dos nove grupos do IPCA-15 registram deflação em julho

Três dos nove grupos do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) registraram deflação em julho.

O destaque foi a queda de 0,44% nos custos de Transportes. Os demais recuos ocorreram em Vestuário (-0,19%) e Artigos de residência (-0,06%).

As elevações de preços ocorreram em Alimentação e bebidas (0,03%), Habitação (0,43%), Saúde e cuidados pessoais (0,34%), Despesas pessoais (0,48%), Educação (0,12%) e Comunicação (0,14%).

Em Saúde e cuidados pessoais, houve pressão da alta de 0,80% no plano de saúde, com contribuição de 0,03 ponto porcentual para a inflação.

Alimentação

As famílias brasileiras gastaram 0,03% mais com alimentação em julho, após os preços terem recuado 0,64% em junho, segundo dados do IPCA-15 divulgados pelo IBGE.

O custo da alimentação no domicílio ficou estável (0,0%) em julho. Houve aumentos na batata-inglesa (8,30%) e na cebola (12,81%), que contribuíram com 0,02 ponto porcentual para a inflação cada uma.

Por outro lado, o feijão carioca ficou 12,47% mais barato, o quarto mês seguido de redução. Também diminuíram os preços das frutas (-1,22%) e do leite longa vida (-0,96%).

A alimentação fora de casa aumentou 0,09% em julho.

Conta de luz

A conta de luz aumentou 1,13% em julho, após já ter subido 0,64% em junho, segundo dados da inflação medida pelo IPCA-15.

A energia elétrica completou seis meses consecutivos de altas, contribuindo com 0,04 ponto porcentual para a taxa de 0,09% registrada pelo IPCA-15 em julho.

Após a vigência da bandeira tarifária verde em junho, sem cobrança adicional na conta de luz, a bandeira amarela voltou a vigorar em julho, com uma cobrança extra de R$ 1,50 a cada 100 quilowatts-hora consumidos.

Os custos das famílias com Habitação subiram 0,43% em julho. O gás encanado aumentou 4,01%, devido ao reajuste de até 27,00% nas tarifas de São Paulo, vigente desde 31 de maio.

A taxa de água e esgoto teve elevação de 1,50%, em consequência de reajustes em Goiânia, Porto Alegre, Salvador, Brasília, Curitiba e Fortaleza.

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