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Após o clássico

Vários pontos da cidade registram confrontos de torcedores

Se a justificativa de se fazer um clássico Atletiba com torcida única era evitar a violência entre torcidas, a ideia saiu pela culatra. Nesta quarta-feira (22) de Cinzas, dia em que Atlético e Coritiba empataram em 0 a 0, na Vila Capanema, não foram registrados problemas dentro do estádio — que abrigou um publico total de 6.200 pessoas, todas torcedoras do Atlético. Mas fora dele houve vários confrontos de torcedores.

Entre os pontos que registraram cenas de violência após o clássico estão o Terminal do Cabral e as imediações do estádio Couto Pereira. Segundo relatos de moradores do Juvevê, houve um confronto na Avenida João Gualberto, próximo da rua Mauá. Um torcedor do Coritiba acabou esfaqueado. Tanto o terminal do Cabral quanto a Avenida João Gualberto registram problemas envolvendo torcedores após as partidas.

Também surgiram informações de que torcedores do Coritiba estariam à espera de torcedores do Atlético nos arredores do Shopping Estação. Houve mesmo uma briga generalizada no local, segundo admitiu a Polícia Militar. Também houve problems nas imediações do Shopping Curitiba. A região da Sete de Setembro, entre os dois shoppings, é ponto constante de confrontos entre jovens, principalmente aos fins de semana.

Em compensação, moradores do bairro Água Verde festejaram o fato de haver torcida única no clássico. Segundo eles, em dia de jogo há vários confrontos nas imediações da Arena da Baixada, algo que não ocorreu desta vez.

O Atletiba de torcida única teria sido ideia do presidente do Atlético, Mario Celso Petraglia, com a concordância do Coritiba e da Polícia Militar, que pretendia diminuir o número de ocorrências. Num primeiro momento, a Federação Paranaense de Futebol (FPF)e o Ministério Público (MP) foram contrários e até vetaram a ideia, mas acabaram concordando.

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