Pandemia

Visita virtual garante a presos contato com família em tempos de Covid-19 no Paraná

(Foto: AEN)

Com o isolamento social adotado no estado, as visitas físicas de familiare aos presos estão suspensas em todos os presídios do Estado. Por isso, a tecnologia  estra em ação mais uma vez para ajudar a aproximar as pessoas. Implantadas desde 2018, as visitas remotas tem ajuda os familiares a manter o contato com os detentos em algumas unidades prisionais do Estado. 

Na Peninteciária Feminina de Piraquara (PFP) e na Penitenciária Central do Estado - Unidade de Progressao (PCE-UP) as visitas remotas garantem o contato dos presos com a família. Já na Penitenciária Estadual de Piraquara 1 (PEP-2) o serviço ainda está sendo implantado.

As demais unidades dependem de equipamentos e de uma rede de internet para atender a demanda, de acordo com as informações do Departamento Penintenciário do Estado (Depen). 

O agendamento das visitas é feito pela direção dos presídios e cada unidade adota um critério.  Na PFP, o agendamento segue a ordem alfabética do nome das presas. Na PCE-UP, por exemplo, há 15 encontros agendados para os próximos dias. São poucas as visitar por dia poque os equipamentos são usados para audiência com advogados, Defensoria Pública e Juízes. 

O agendamento faz parte do projeto Visita Virtual, desenvolvido pelo Departamento Penitenciário do Paraná (Depen), está possibilitando que as detentas da Penitenciária Feminina do Paraná (PFP), em Piraquara, revejam suas famílias. As conversas são por chamadas de vídeo, que duram cerca de meia hora, e acompanhadas por agentes penitenciários. As detentas utilizam o computador instalado na unidade, enquanto os familiares têm acesso via celular ou computador, como em uma chamada de vídeo normal.

Os equipamentos disponíveis nas penitenciárias são compatíveis com as plataformas do Tribunal de Justiça do Paraná (TJPR), como também do Sistema Nacional de Videoconferência do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), disponível em todo o país. Embora todas as unidades penais estejam aptas a realizar a videoconferência, a adesão ou não a tecnologia disponível depende de cada juízo.