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Wolverhampton bate o Everton e se recoloca na briga pela Liga dos Campeões

O Wolverhampton se recuperou das últimas duas derrotas no Campeonato Inglês e se recolocou na briga por uma vaga na próxima edição da Liga dos Campeões ao derrotar o Everton com autoridade neste domingo, por 3 a 0, em casa, em duelo da 35ª rodada.

Sexto colocado com 55 pontos, o Wolverhampton fecha o grupo dos que vão à Liga Europa. Mas o time do técnico português Nuno Espírito Santos almeja algo maior. Quer conseguir uma vaga na Liga dos Campeões.

A missão é difícil, mas não uma impossível, uma vez que quatro pontos separam a equipe do Leicester, quarto colocado e último time dentro da zona de classificação para a principal competição de clubes da Europa e que ainda entra em campo neste domingo. Com uma campanha muito irregular, o Everton é só o 11º colocado, com 45 pontos.

A vitória foi assegurada com um gol de pênalti do mexicano Raul Jimenéz, em cobrança convertida no final do primeiro tempo, e outros dois tentos na etapa final, anotados pelo meio-campista belga Dendoncker e pelo meia português Diogo Jota.

Em outro duelo da 35ª rodada da competição já encerrado neste domingo, o Aston Villa respirou na briga contra o rebaixamento ao superar o Crystal Palace por 2 a 0, em casa. O atacante egípcio Trezeguet foi o destaque do triunfo, marcando os dois gols.

Mesmo com o resultado positivo, o Aston Villa ainda integra a zona de rebaixamento. É o 18º colocado, com 30 pontos, quatro a menos que o Watford, primeiro fora do grupo do descenso. O Crystal Palace soma 42 pontos e ocupa o 14º posto.

DENÚNCIA RACISTA - Horas antes da partida, o atacante marfinense Wilfried Zaha, do Crystal Palace, trouxe à tona uma ameaça racista que recebeu sábado nas redes sociais de um suposto torcedor do Aston Villa.

"É melhor você não marcar amanhã, sua p*** preta. Ou eu irei à sua casa vestido como fantasma", escreveu o torcedor racista, usando um termo pejorativo para ofender o jogador de 27 anos, que compartilhou as ofensas no Twitter e no Instagram.

O agressor também enviou outras duas imagens racistas: uma mostrando um cereal com uma antiga embalagem de cunho racista e outra exibindo membros da Klu Klux Klan (KKK), organização que defende a supremacia dos brancos sobre os negros e cujos integrantes vestem roupas inteiramente brancas, com capuzes pontiagudos, representando fantasmas de soldados mortos durante a Guerra Civil a fim de assustar negros. O Crystal Palace e o Aston Villa manifestaram apoio ao jogador.

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