Arquivo mensais:dezembro 2015

É NA COZINHA – Medalhões de Berinjela (vegana)

22 dezembro, 2015 às 12:28  |  por Ana Maria Ferrarini

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Ingredientes

2 berinjelas pequenas
2 tomates pequenos
1 colher (sopa) de azeite
1 xícara de espinafre cozido e espremido
1 caixinha de creme de soja
1/2 colher (chá) de sal
1 pitada de noz-moscada

Preparo

Lave as berinjelas e corte-as em rodelas em 2 cm de espessura. Em seguida cozinhe-as em uma panela com água fervente até murcharem um pouco. Retire e deixe escorrer. Lave os tomates e corte-os em rodelas com espessura de 1 cm. Pincele uma grelha com o azeite, coloque as rodelas de berinjelas e de tomate e grelhe até que fiquem macias. Em uma travessa coloque as berinjelas e por cima as fatias de tomate. Reserve. Bata no processador o espinafre, o creme de soja, o sal e a noz-moscada. Leve ao fogo e deixe ferver até reduzir a metade. Sirva sobre os medalhões de berinjela com tomate.

Rendimento: 4 porções

Desinfecção de acessórios de pets garante saúde dos animais

22 dezembro, 2015 às 12:18  |  por Ana Maria Ferrarini

Boa nutrição, manejo alimentar adequado, abrigo para clima de calor intenso ou frio e vacinas de qualidade e vermifugações. Estas são as principais recomendações da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) para a criação de cães e gatos. O setor pet entende que mais dois itens poderiam fazer parte dessas sugestões: lavagem e desinfecção corretas e eficientes de camas, toalhas, brinquedos e roupas de animais de estimação.

Atualmente no Brasil está disponível uma gama de serviços exclusivos para o universo pet, distribuídos desde as áreas de alimentação, nutrição, higiene, lazer, saúde, adestramento até negócios de hotelaria, hospedagem e gastronomia, que movimentam a economia. E se forem consideradas as previsões da Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet), o segmento continuará em processo de crescimento.

A Abinpet prevê que, em 2015, o segmento atingirá R$ 17,9 bilhões em faturamento. O setor pet representa 0,38% do PIB nacional e tem aumentado 11% ao ano, acumulando 52% de crescimento nos últimos cinco anos. Os responsáveis pelo montante são os 132,4 milhões de animais de estimação, divididos em 52,2 milhões de cães, 37,9 milhões de aves, 22,1 milhões de gatos, 18 milhões de peixes ornamentais e 2,21 milhões de pequenos animais, como répteis e mamíferos.

Serviço exclusivo

Serviço que engatinha no país, mas com potencial de agregar valores à economia movimentada pelo setor pet, são as lavanderias exclusivas para higienização e desinfecção de camas, cobertores, roupas e brinquedos de bichinhos de estimação e de toalhas utilizadas em clínicas veterinárias e pet shops. A Laundry Pet®, localizada no bairro Juvevê, em Curitiba, está entre as pioneiras na oferta desses serviços. O empreendimento, comandado pelo empresário Felipe Grecco Sass, é uma das poucas empresas que oferece a lavagem desses acessórios e que possui laudo técnico que comprova a eficácia do processo. A análise dos parâmetros microbiológicos, feita pelo Labor Food, autorizado pela Anvisa – Agência Nacional de Vigilância Sanitária. certificou 100% de ausência de coliformes, bolores, leveduras e bactérias (mesófilas).

Sass ressalta que a Laundry Pet® de Curitiba utiliza equipamentos importados, que consomem menos recursos naturais e energéticos, poluem menos e têm um menor impacto ambiental. “Usamos produtos biodegradáveis certificados e formulados para conservar água e energia, aumentar a segurança e reduzir o desperdício, além de adotar sistemas eletrônicos de dosagem, o que garante padrão de qualidade com otimização do processo e minimização de falhas humanas”.

O empresário avisa quinzenalmente os clientes de que está na hora de lavar os itens de seus pets. “Esse feedback é importante, porque muitos donos, devido a correria do dia a dia, tendem a esquecer desses detalhes”. A empresa computa por mês mais de 1,6 mil itens que passam pelo processo.

Saúde dos pets

A médica veterinária Larissa Roeder Ferrari, que integra o corpo clínico do hospital veterinário da Universidade Federal do Paraná, ressalta a importância de lavar com frequência caminhas, roupinhas e cobertores de cães e gatos. “É muito importante para a saúde do animal de estimação que seja feita a lavagem frequente de camas, cobertores e roupinhas. Muitas vezes não nos damos conta, mas esses materiais estão cheios de bactérias, fungos e ácaros. Ao manter o animal em contato direto com esses tecidos, estamos colocando a saúde dele em risco. Micoses, dermatites bacterianas e sarnas são apenas alguns exemplos das doenças a que os animais estão sujeitos ficando em contato com materiais contaminados”, observa.

A frequência ideal para lavagem das caminhas, roupas e cobertores seria semanal, recomenda a médica. “e, no máximo, quinzenalmente esses acessórios devem ser lavados, para mantermos nosso animal saudável. Devemos lembrar que assim como lavamos nossas roupas e nossos lençóis com bastante frequência, a lavagem dos acessórios dos nossos pets também deve ser rotineira”, alerta Larissa.

Segundo a veterinária, lavar em casa não tem o mesmo efeito que lavar em lavanderia animal principalmente por dois motivos: na lavanderia animal a temperatura utilizada na lavagem e na secagem é muito alta, fato este que por si só já elimina parte dos microrganismos e ectoparasitas presentes nas caminhas/cobertores/roupas. “Além disso, na lavanderia animal os produtos utilizados na lavagem são muito mais potentes que os produtos que utilizamos em casa, permitindo que seja feita uma desinfecção química”, coloca.

Larissa destaca que como ainda não encontramos no mercado produtos específicos para lavagem de acessórios de animais de estimação, é importante procurar uma lavanderia pet para ter melhores resultados, e assim garantir a saúde de seu animalzinho.

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Mais informações: www.laundrypet.com.br - info@laundrypet.com.br

Endereço: Rua Rocha Pombo, 650 – Bairro Juvevê – Curitiba – (41) 4141-6188

SPVS comemora 30 anos de trabalho pela conservação da biodiversidade

22 dezembro, 2015 às 12:14  |  por Ana Maria Ferrarini

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Há três décadas, a Sociedade de Pesquisa em Vida Selvagem e Educação Ambiental (SPVS) trabalha pela conservação da biodiversidade, com atenção especial à Floresta com Araucária e à Floresta Atlântica. Para celebrar esses anos de luta e resultados alcançados em favor da manutenção do patrimônio natural, a instituição recebe parceiros e amigos para um recital de piano e coquetel de confraternização na próxima quarta-feira (16), às 19h30, no Pequeno Auditório do Teatro Positivo. 

Entre as parcerias estabelecidas pela SPVS ao longo dos anos, o local escolhido para o evento reflete uma das mais antigas, com o Grupo Positivo, atualmente por meio do Instituto Positivo. Desde 2003 o Grupo viabiliza a conservação da Mata do Uru, que foi transformada em Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN). A reserva fica no município da Lapa (PR) e é um remanescente de Floresta com Araucária com cerca de 130 hectares. 

Além das ações de conservação, atividades de educação para a conservação e pesquisas científicas com a fauna e flora são desenvolvidas no local. A parceria representa um dos mais longos processos de pagamento por serviços ambientais do Brasil e, ano passado, permitiu ainda que a Posigraf fosse a primeira indústria brasileira a conquistar o selo da Certificação LIFE, a primeira certificação de biodiversidade existente no mercado. 

Essa é uma das iniciativas inovadoras da SPVS ao longo de seus 30 anos. O Programa Desmatamento Evitado estabelece um mecanismo de “adoção de áreas”, em que a SPVS identifica e cadastra proprietários e os aproxima de empresas interessadas em apoiar a eles e a conservação. Até hoje, mais de 4.500 hectares de remanescentes foram adotados nos três estados do sul do país. 

O evento de celebração vai contar com o recital “O Brasil em Sons e Imagens”, em que a música de Heitor Villa-Lobos interpretada pela pianista Salete Chiamulera vai harmonizar com as imagens de natureza do cineasta e fotógrafo Haroldo Palo Jr. A artista plástica Kitty Harvill, que ilustra temas de natureza, incluindo o papagaio-de-cara-roxa, espécie que é foco de um dos projetos da SPVS, também participa do evento e o fotógrafo de natureza Zig Koch cedeu duas de suas exposições para exposição no local. Os convidados serão recebidos em um coquetel com produtos orgânicos da Lapinha SPA. 

30 anos de conservação 

A SPVS nasceu no início dos anos 80 com a motivação de seus fundadores em buscar espaço para possibilidades no campo da conservação da biodiversidade no Paraná.    

Hoje, é reconhecida como uma das organizações do terceiro setor conservacionistas mais atuantes no Brasil. As principais características de seu trabalho são a inovação, o atendimento a prioridades e a construção de parcerias.  Tudo isso por meio da profissionalização da instituição, que hoje conta com mais de 50 funcionários especializados na área. Ainda, a SPVS busca sempre atingir resultados em escala, que sejam incorporados nos negócios e nas ações governamentais como essenciais às atividades econômicas e à qualidade de vida da sociedade. 

Entre as iniciativas da SPVS, estão o Condomínio da Biodiversidade (ConBio), que já visitou quase mil propriedades urbanas em Curitiba e Região Metropolitana que contam com remanescente natural a fim de orientar os proprietários sobre a conservação e está envolvido na criação de 12 das 15 RPPNs municipais existentes em Curitiba. Também se destaca o Projeto de Conservação do Papagaio-de-cara-roxa, que em 15 anos de trabalho no litoral do Paraná e de São Paulo contribuiu para a saída da espécie daLista de Espécies da Fauna Brasileira Ameaçadas de Extinção, que passou de “vulnerável” para “quase ameaçada” no ano passado. 

Um dos trabalhos de maior êxito da instituição é a manutenção de 18.600 hectares das Reservas Naturais das Águas, Guaricica e Papagaio-de-cara-roxa, nos municípios de Antonina e Guaraqueaçaba, na Área de Proteção Ambiental (APA) de Guaraqueça, no litoral paranaense. Desde 1991 a SPVS atua na região com apoio à comunidade – como o Projeto de Meliponicultura –, geração de empregos e renda e de receita para os municípios por intermédio do ICMS Ecológico, pesquisas científicas, manejo de áreas naturais e proteção de espécies ameaçadas que ocorrem  a região. 

A SPVS é hoje uma instituição atenta às evidências crescentes da importância em manter os serviços ambientais a partir de esforços de conservação de áreas naturais, fundamentais para a manutenção da qualidade de vida. Ao mesmo tempo, busca esclarecer a sociedade do valor intrínseco da conservação, uma premissa de sociedades humanas desenvolvidas cultural e economicamente.

CasaE usa composteira que decompõe matéria orgânica em 24 horas

22 dezembro, 2015 às 12:11  |  por Ana Maria Ferrarini

Reunir o lixo orgânico da cozinha e poder utilizá-lo, logo no dia seguinte, como adubo para o jardim, vasos ou horta já é um recurso possível. A composteira doméstica Decomposer GG-02 está sendo utilizada na CasaE, Casa Ecoeficiente da BASF. É um equipamento automático, discreto, que pode compostar até 5 quilos de resíduos orgânicos por dia, em até 24 horas, de forma limpa e segura, gerando um composto rico em nutrientes. Se feito numa composteira tradicional, com minhocário, esse processo pode durar meses. O aparelho reduz em 80% o volume e o peso dos resíduos pelo processo de compostagem.

“Usar a inovação tecnológica como aliada da sustentabilidade está entre as propostas da CasaE e a composteira tem contribuído para a operação ecoeficiente do projeto”, afirma João Flavigna, engenheiro responsável pela CasaE da BASF. O equipamento utiliza uma serragem inicial sem adição de produtos químicos ou nocivos e elimina a emissão de odores. Além disso, possui ciclo contínuo, ou seja, a qualquer momento, basta abrir a tampa, despejar os restos de alimentos e fechá-la, sem a necessidade de esperar os resíduos já depositados serem compostados. A máquina é muito simples e possui somente três funções: agitação, calor e fluxo de ar.

A compostagem é um processo biológico aeróbio e natural que promove a decomposição dos resíduos orgânicos pela ação de microorganismos, transformando-os em um composto de qualidade para ser utilizado como fertilizante ou condicionador de solos. “A produção desse rico adubo orgânico acaba por estimular a implementação de uma horta e a produção local de alimentos”, comenta Felipe Craide, diretor comercial e P&D da Trasix, empresa responsável pela composteira.

Além da rapidez no processo, a composteira automática traz outros benefícios: não aquece o ambiente, é de fácil transporte e não gera passivos ambientais, como a contaminação da água e emissão de gás metano. “Está em sintonia com toda concepção da CasaE, que é fundamentada em materiais e processos que apresentem ganho ambiental em relação à emissão de gases de efeito estufa, eficiência energética e inovação“, considera Luiz Pistilli, diretor financeiro da Trasix.

Na Decomposer GG-02 é possível fazer a compostagem de qualquer alimento, inclusive de origem animal, como carnes e seus derivados. Esses produtos são ricos em gordura e tendem a liberar forte cheiro de putrefação durante a decomposição da forma tradicional, atraindo insetos e roedores. A temperatura que a composteira automática atinge assegura a esterilização desses microrganismos patogênicos. Além desses mantimentos, é possível compostar restos de origem vegetal ou animal, cozidos ou crus, incluindo alimentos líquidos como sopa. Não se deve compostar óleos e gorduras de cozinha e produtos que não podem ser digeridos, mesmo que sejam biodegradáveis, como medicamentos, madeira (palitos de dentes e fósforos), papel, panos ou cigarros.

O composto pode ser armazenado em sacos de plástico ou de nylon, em um local seco e fresco, longe da luz solar direta, por até 03 anos.

Por que compostar o lixo orgânico?

No Brasil, cada indivíduo gera, em média, 1 kg de resíduos por dia, sendo cerca de 0,5 kg de resíduo orgânico. Estima-se que no País sejam geradas cerca de 101 mil toneladas por dia, somente de resíduos orgânicos. A adesão maciça à compostagem orgânica traria inúmeros benefícios, como a redução importante dos materiais enviados para aterros sanitários e lixões, que hoje ocupam áreas enormes; redução no esforço para coleta de lixo urbano, que envolve altos custos; e menor proliferação de pragas nocivas à saúde. “Ao tratar o resíduo orgânico ’in loco’ temos uma redução na emissão de gases do efeito estufa, pois não há o transporte desses resíduos até o aterro”, afirma Felipe Craide. Além disso, com a compostagem também não há geração de gás metano, como normalmente ocorreria se este resíduo fosse encaminhado para um aterro. “O metano é 21 vezes pior para o aquecimento global do que o CO2”, ressalta Craide.

No Brasil, cerca de 58% dos resíduos sólidos urbanos seguem para aterros sanitários. Quase 1/3 dessa massa segue para lixões, onde o chorume produzido não é tratado e acaba por contaminar o lençol freático. “Em média, 50% do lixo produzido no Brasil é de orgânicos, sendo a outra metade composta por recicláveis diversos, como plásticos, metais e vidros, entre outros. Portanto, se tratarmos o resíduo orgânico na origem, a grande e mais problemática parte do lixo urbano é resolvida”, considera Craide.

Cozinha CasaE + composteira baixa- Foto João Athaíde

Artigo – A biodiversidade do dia-a-dia

22 dezembro, 2015 às 12:08  |  por Ana Maria Ferrarini

Por Tiago Egydio Barreto* e Sara Juarez Sales**
Você já observou do que é feita sua casa? Quantas espécies fazem parte de seu cardápio? Sabe do que é feita sua roupa? Qual é o caminho da água até você abrir uma torneira e desfrutar deste valioso recurso? O que mantém o ar fresco todos os dias? Já parou para observar o estado de tranquilidade que sua mente fica ao contemplar uma bela paisagem natural ou escutar o relaxante som das ondas ou de uma cachoeira?
Você poderá chegar a diferentes conclusões, mas entre estas, você notará que o que sustenta seu telhado são madeiras de excelente qualidade que cresceram algum dia em alguma floresta; que em sua dieta há mais de 60 espécies de frutas, legumes e animais; com certeza a água que sai em sua torneira viajou muito mais do que você viajará em toda a sua vida neste planeta – uma única gota d’água já foi nuvem, água salgada, fez parte de um rio caudaloso, esteve em uma planta, esteve nas camadas mais profundas do solo até sair como uma água cristalina e pura de uma pequena nascente; todo calor emanado pela sua respiração, pela queima do combustível de seu carro e pelas ilhas de calor dos grandes centros urbanos são contrabalanceados pelas brisas frescas do oceano e dos remanescentes de vegetação nativa. Todos estes benefícios nos sãos proporcionados diariamente pela natureza e os chamamos de serviços ecossistêmicos.
Segundo o estudo realizado, em 1997, pelo pesquisador norte-americano Robert Constanza, se naquele momento houvesse uma valoração dos serviços ecossistêmicos que direta ou indiretamente consumimos, esta chegaria a um total de $18 trilhões por ano, já os danos gerados pela ação humana alcançariam os 6,6 trilhões anualmente.
Ampliando um pouco mais o campo de reflexão, segundo o pesquisador John Dixon, o consumo anual dos recursos naturais pela humanidade ultrapassa a capacidade da terra de auto recuperação e estamos utilizando cerca de 40% a mais dos recursos disponíveis por ano. É como se recebêssemos um salário anual e gastássemos tudo até agosto, e nos meses seguintes, a fonte de nosso dinheiro fosse o cheque especial.
A boa notícia é que existem iniciativas que visam traçar outro panorama para este cenário e, que embora ainda sejam discretas, vem ganhando força em debates nacionais e internacionais, tanto no campo teórico como prático. Entre estas iniciativas encontra-se o que é chamado de PSE ou PSA – Pagamento por Serviços Ecossistêmicos ou Ambientais, que são práticas estruturadas a partir de políticas públicas que valorizam e remuneram proprietários de terra que conservam nascentes de rios e matas ciliares – que protegem rios, entre outras áreas ambientais, fazendo o que se chama de serviços ecossistêmicos.
O grande desafio é como valorar estes serviços ecossistêmicos, como mensurar o ganho gerado pelas iniciativas de PSA e como engajar os diferentes atores que podem promover a mudança comportamental desejada para o sucesso da conservação da biodiversidade. No âmbito da indústria, uma ferramenta que pode auxiliar a visualizar onde ocorre maior demanda de recursos naturais são os estudos de Avaliação de Ciclo de Vida (ACV) de produtos e serviços, que visam quantificar o impacto do uso destes recursos, desde a extração e produção de matérias primas até o descarte do material produzido.
A valoração vem sendo aplicada por diferentes ferramentas que avaliam os estoques de diferentes serviços ecossistêmicos prestados em um determinado território, como também, quantificam os fluxos destes serviços desde sua fonte até os usuários finais. O resultado destes estudos orienta ações para a redução do consumo de matéria prima, do uso da água e de emissão de gases estufa; para a disseminação de práticas mais sustentáveis em toda a cadeia produtiva e para conscientizar a sociedade consumidora. Especificamente no ambiente agrícola, os estudos revelam a importância das práticas de recuperação de matas ciliares, da contenção da perda de solo, melhora da produção de água, a fixação de carbono e o aumento da biodiversidade.
Consideramos que a biodiversidade e todos os serviços da terra possuem um valor imaterial, contudo, buscar atribuir um valor econômico aos recursos naturais é uma forma de tangibilizar e inserir este tema dentro de todos os setores da sociedade. Certificar-se de que o valor do capital natural esteja visível para todas as economias pode ajudar a sociedade a abrir o caminho para soluções direcionadas a promover um planeta saudável para as futuras gerações.
Tiago Egydio Barreto*
Consultor de Conservação Ambiental da Fundação Espaço ECO®
Sara Juarez Sales**
Gerente de Educação para Sustentabilidade da Fundação Espaço ECO®

Laudo técnico comprova eficiência de serviços de lavanderia animal

22 dezembro, 2015 às 12:06  |  por Ana Maria Ferrarini

Laboratório constatou 100% de eficácia no serviço  executado pela Laundry Pet® de Curitiba

 A Laundry Pet® de Curitiba, especializada na limpeza, higienização e desinfecção de camas, cobertores, roupas e brinquedos de bichinhos de estimação e de toalhas utilizadas em clínicas veterinárias e pet shops, acaba de receber o resultado de laudo técnico, realizado para comprovar a eficiência do processo de lavagem utilizado pela empresa. De acordo com o empresário Felipe Grecco Sass, a análise dos parâmetros microbiológicos certificou 100% de ausência de coliformes, bolores, leveduras e bactérias (mesófilas).

A análise feita pelo Labor Food seguiu as determinações da  Anvisa – Agência Nacional de Vigilância Sanitária. O laboratório recebeu duas toalhas usadas, coletadas em dois petshops, e duas toalhas limpas, lavadas no processo padrão da Laundry Pet®. De acordo com o laudo, o resultado foi “100% de eficácia no processo de lavagem”, onde pode-se considerar “ausência de crescimento de bolores, leveduras e mesófilas”.

A lavanderia animal, instalada no bairro Juvevê desde setembro, utiliza equipamentos importados, que consomem menos recursos naturais e energéticos, poluem menos e têm um menor impacto ambiental. No processo são aplicados produtos biodegradáveis certificados e formulados para conservar água e energia, aumentar a segurança e reduzir o desperdício, além de adotar sistemas eletrônicos de dosagem, o que garante padrão de qualidade com otimização do processo e minimização de falhas humanas. “A combinação de todos esses fatores é o diferencial que garante um padrão de limpeza de toalhas, cobertores e caminhas livres de qualquer risco para a saúde animal, agora comprovado tecnicamente”, destaca Sass.

De acordo com o empresário, a Laundry Pet® computa por mês mais de 1,6 mil itens que passam pelo processo de lavagem. “O que mais me chama a atenção é o aumento da procura dos serviços por clientes físicos”, coloca Sass, ressaltando que a constatação confirma a preocupação dos donos de pets com a saúde e qualidade de vida dos animais de estimação.

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Mais informações: www.laundrypet.com.brinfo@laundrypet.com.br

Endereço: Rua Rocha Pombo, 650 – Bairro Juvevê – Curitiba – (41) 4141-6188

É NA COZINHA – Paella Vegana

10 dezembro, 2015 às 16:07  |  por Ana Maria Ferrarini

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Ingredientes

Para os legumes assados:
​​1 pimentão vermelho, sem sementes e cortado
1 pimentão verde, sem sementes e cortado
1 pimentão amarelo, sem sementes e cortado
50g de espargos limpo com parte inferior da haste removida
200g de cogumelos Paris fatiados
200g de shitake fatiados
1 berinjela sem casca e cortada em cubinhos
1 abobrinha cortada em rodelas finas
Azeite extra virgem
Sal Marinho
Pimenta preta

Para a Paella:
Caldo de 4 1/2 xícaras de legumes
Uma pitada de cúrcuma em pó
Azeite extra virgem
1 cebola picada
3 dentes de alho picados
3 tomates cortados e limpos
2 xicaras de arroz arborio
1/2 xícara de vinho branco seco
250g de alcachofras cortadas e lavadas (pode ser em conserva)
1 xícara de ervilhas congeladas (descongeladas – não use as de latas)
Alcaparras, um punhado
Azeitonas verdes, um punhado
4 talos de palmito pupunha cortados em rodelas
Sal e pimenta a gosto

Modo de Preparo:

Pré-aqueça o forno a 200°C

Coloque os pimentões, aspargos, berinjela sem casca, abobrinha e cogumelos em uma assadeira grande. Salpique com azeite, sal e pimenta e misture até ficar bem revestido.

Asse por 7 minutos. Mexa e revire tudo nesse tempo para assar até dourar por inteiro. Deixe mais 6 a 7 minutos. Retire do forno e reserve.

Aqueça o caldo de legumes em uma panela pequena e mantenha quente. Junte a cúrcuma em pó ao caldo. Acerte o sal e pimenta a gosto. Se você estiver usando caldo pronto, eles já podem conter sal.

Aqueça 1 colher de sopa de azeite no tacho da Paella (panela). Adicione a cebola e cozinhe até ficar macio, (5 minutos).  Junte o alho. Cozinhe por um minuto, até soltar o perfume.

Adicione o arroz. Mexa bem e continue refogando. Cozinhe em fogo médio, mexendo continuamente, até que o arroz fique translúcido, de 1 a 2 minutos.

Adicione o vinho branco no arroz e cozinhe, mexendo continuamente, até que seja absorvido.

Junte o caldo quente no arroz e adicione as ervilhas. Deixe levantar a fervura. Não mexa o arroz novamente após o caldo está fervendo.

Organize os corações de alcachofra descongelados e os pimentões assados, aspargos, azeitonas, alcaparras, palmitos e cogumelos sobre o arroz.

Cozinhe com tudo descoberto em fogo médio. Mova o tacho da Paella ao longo de vários queimadores e rode ocasionalmente para se certificar de que está cozinhando o arroz uniformemente.

Cozinhe até o arroz começar a aparecer acima do líquido, cerca de 8 a 12 minutos. Reduza o fogo para médio-baixo e cubra com papel alumínio até que o arroz fique cozido, mais 8 minutos.

Se o arroz ficar ainda um pouco cru e ter secado a água, adicionar outro 1/2 xícara de caldo de legumes (que deve estar sempre fervendo ao lado da Paelha, para numa eventualidade juntar ao arroz. Se colocar agua fria, o amido do arroz para de cozinhar e o arroz ficará cru. Cozinhe até secar.

Retire do fogo com a tampa e deixe descansar por 5 minutos. Regue com azeite extra virgem e sirva imediatamente.

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Declutter: a prática do desapego para organizar a casa

10 dezembro, 2015 às 15:53  |  por Ana Maria Ferrarini

A palavra é estranha, mas o significado, nem tanto. Sem um termo preciso para tradução, declutter pode significar “destralhar” a casa

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Livrar-se de tudo aquilo que não gosta mais ou está sem uso. Menos correria e complicação no dia-a-dia e mais tempo para gastar no que realmente importa. Desapegar está em alta – não é à toa que a guru japonesa Marie Kondo fez tanto sucesso com seu livro “A mágica da arrumação” em 2015. Vale a pena se questionar quantas compras impulsivas e desnecessárias são feitas ao longo do ano e quanto dinheiro é desperdiçado em coisas que se acumulam e atrapalham o fluxo da energia em casa. O declutter é necessário para manter a organização e o minimalismo, em prol de uma vida mais simples. Esqueça a falta de tempo ou vontade, com 15 ou 20 minutos por dia, é possível eliminar o acúmulo da casa. Se o que impede é a ideia de jogar dinheiro no lixo, saiba que os itens podem ser vendidos, trocados, doados ou reciclados.

Para ajudar, selecionamos oito perguntas fundamentais para fazer a si mesmo na hora de se livrar do acúmulo. Dê respostas sinceras e comece a praticar o desapego!

1. Eu usei isso no último ano?

Se a resposta for não, é hora de desapegar.

2. Se eu fosse fazer compras agora, iria comprar isso?

Se você não compraria, não guarde.

3. Não jogo isso fora porque não quero desperdiçar dinheiro?

Pense nisso: você desperdiçou dinheiro ao comprar algo que não usa.

4. Estou guardando isso por valor sentimental?

Seja rigoroso e tenha uma caixa de recordações pequena para guardar alguns itens. Se preferir, tire uma foto das coisas que for jogar fora, assim que você pode guardar para sempre.

5. Eu tenho outro item com a mesma finalidade?

Se sim, então se livre de um deles.

6. Eu tenho um plano realista para usar isso?

Tenha um plano concreto e com prazo para usar o item. Se não usar dentro desse prazo definido, jogue fora.

7. Isso me serve? Combina com a minha casa?

Pense bem sobre o que manter – o seu espaço é sagrado. Você pode amar as peças, mas se a roupa não serve mais ou o item só ocupa espaço, desapegue.

8. Se eu consertar esse item quebrado, vou usar?

Conserte agora. Ou se não consertar nas próximas duas semanas, jogue fora. Durante o processo, pode aparecer um bloqueio sobre o desapego, e isso é normal. Mantenha o foco e aproveite esse novo hábito que, com a prática, fica cada vez mais fácil de executar.

ATITUDES SUSTENTÁVEIS – Cicovia na Alemanha terá cobertura, hortas e pavimento inteligente

10 dezembro, 2015 às 14:47  |  por Ana Maria Ferrarini

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A falta de segurança ainda é um empecilho para muitos ciclistas. Ao pensar nesse problema, um projeto desenvolvido em Berlim, capital da Alemanha, pretende utilizar uma ciclovia já existente e torná-la mais inteligente, ao separá-la completamente dos carros e aumentar o foco em sustentabilidade.

O pavimento deverá ter a capacidade de transformar o atrito causado pelos pneus em energia – os recursos obtidos serão utilizados para iluminar o trajeto, que estará equipado com semáforos e placares informativos, e alimentar as instalações ao longo da ciclovia.

A estrutura também deverá oferecer espaços para descanso como cafés, estações de serviços com assistência técnica, aluguel de bicicletas e até mesmo hortas urbanas disponíveis a quem passar por ali. A ciclovia deverá passar por baixo do viaduto U1 – embora a via já exista, a falta de segurança no local afasta os ciclistas, o que deverá ser resolvido com a implementação do projeto – batizado de Radbahn – ainda sem data para ser executado.

Mais detalhes em: http://www.ecodesenvolvimento.org/posts/2015/dezembro/ciclovia-na-alemanha-tera-cobertura-hortas-e?utm_source=dlvr.it&utm_medium=facebook

 

BOAS PRÁTICAS – Laudo técnico comprova eficiência de serviços de lavanderia animal

9 dezembro, 2015 às 15:40  |  por Ana Maria Ferrarini

Laboratório constatou 100% de eficácia no serviço  executado pela Laundry Pet® de Curitiba

 A Laundry Pet® de Curitiba, especializada na limpeza, higienização e desinfecção de camas, cobertores, roupas e brinquedos de bichinhos de estimação e de toalhas utilizadas em clínicas veterinárias e pet shops, acaba de receber o resultado de laudo técnico, realizado para comprovar a eficiência do processo de lavagem utilizado pela empresa. De acordo com o empresário Felipe Grecco Sass, a análise dos parâmetros microbiológicos certificou 100% de ausência de coliformes, bolores, leveduras e bactérias (mesófilas).

A análise feita pelo Labor Food seguiu as determinações da  Anvisa – Agência Nacional de Vigilância Sanitária. O laboratório recebeu duas toalhas usadas, coletadas em dois petshops, e duas toalhas limpas, lavadas no processo padrão da Laundry Pet®. De acordo com o laudo, o resultado foi “100% de eficácia no processo de lavagem”, onde pode-se considerar “ausência de crescimento de bolores, leveduras e mesófilas”.

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A lavanderia animal, instalada no bairro Juvevê desde setembro, utiliza equipamentos importados, que consomem menos recursos naturais e energéticos, poluem menos e têm um menor impacto ambiental. No processo são aplicados produtos biodegradáveis certificados e formulados para conservar água e energia, aumentar a segurança e reduzir o desperdício, além de adotar sistemas eletrônicos de dosagem, o que garante padrão de qualidade com otimização do processo e minimização de falhas humanas. “A combinação de todos esses fatores é o diferencial que garante um padrão de limpeza de toalhas, cobertores e caminhas livres de qualquer risco para a saúde animal, agora comprovado tecnicamente”, destaca Sass.

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De acordo com o empresário, a Laundry Pet® computa por mês mais de 1,6 mil itens que passam pelo processo de lavagem. “O que mais me chama a atenção é o aumento da procura dos serviços por clientes físicos”, coloca Sass, ressaltando que a constatação confirma a preocupação dos donos de pets com a saúde e qualidade de vida dos animais de estimação.

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