• 10/12/2018

    Dez potros "imperdíveis" do 12° Leilão Criação Nacional

    Dez potros
    "Sobrinho" do Craque Ghandi di Job estará a venda (Foto: Divulgação Site Maroñas)

    Nós já falamos aqui que os turfistas terão uma grande oportunidade de comprar animais de ótimo pedigree, sendo eles potros das gerações 2017 e 2018. Também já mostramos aqui a qualidade das reprodutoras que estarão a venda no 12° Leilão Virtual Criação Nacional, como a vencedora do GP Brasil Queen Desejada. 

    Agora, vamos mostrar dez potros "imperdíveis" que têm grandes chances de estarem brilhando nas pistas em um curto espaço de tempo. Confira: 

    LOTE 02. NN. Potranca de 2018, filha de Put it Back em égua irmã do grande craque Quick Road.  A mãe da potranca também é irmã da mãe do Grupo 1 Garbo Talks, que foi líder na Gávea, e que aliás também é filho de Put it Back, portanto, um cruzamento de sucesso que está sendo repetido.

    LOTE 04 – NN.  Potranca 2018, primeiro produto de Wenzel Blade à venda em nos leilões da Agência TBS. Aqui na argentina Maravilha, uma das 2 únicas Pure Prize do Brasil que não pertencem ao Araras.  Cruzamento de grande velocidade (Mr. Prospector x Storm Cat), na linha da excepcional “sprinter” uruguaia Gran Taffeta, recentemente saída de treinamento após 13 vitórias clássicas.

    LOTE 07 – NN. Potranca 2018, filha de Out of Control x Etoile di Red, 1º produto de égua irmã materna dos “champions” uruguaios Bobby di Job e Gandhi di Job.  Trata-se de uma irmã paterna do ganhador clássico e G1 no Uruguai Coldplay, portanto, com altíssimas perspectivas de exportação futura para o Uruguai.

    LOTE 09 – NN. Potranca 2018, filha de Que Fenomeno em Brigit Dawi, esta uma neta materna de Sadlers Wells.  Trata-se de uma irmã materna de nada menos do que três animais clássicos de Grupo 1!  Ela é irmã materna de Cabos Blancos, Buena Dicha e Estrela da Índia – todos colocados em provas de Grupo 1.  A linha baixa, remontando à Monyagua (Immensity, Hampstead, Very Bissy, Givememore, Indochine, etc), é uma das melhores da América Latina.

    LOTE 11 – NN. Potro Desejado Thunder na finalista de pencas  - perdeu de ninguém menos que Mig -  La Piu Veloce.  Em outras palavras, estamos diante da irmã da grande campeã de velocidade, no Brasil e no Uruguai, Rainha de Ponta, além de outros clássicos.

    LOTE 23 – TEXPORT. Potro da geração 2017, Tiger Heart em mãe Discreet Cat americana e avó Gone West.  Seus 2 únicos irmãos corridos são ambos clássicos aos 2 anos, sua avó é irmã própria do bi-campeão da Breeders´ Cup Johar e sua 3ª mãe é a 2 vezes “Champion” nos USA, Windsharp. Opção do mais alto nível.

    LOTE 31 – MODRIC.  Potro de 2018, Tiger Heart em égua Posse (logo, sua mãe é uma das 2 únicas irmãs de Kodiak Kowboy no Brasil).  Sua avó foi a “Champion Filly” americana Farda Amiga.  Quanto vale um Tiger Heart numa irmã de Kodiak Kowboy?

    LOTE 35 – EASY DA SERRA.  Potro Tiger Heart em mãe Wild Event clássica. Nada menos que um irmão materno do campeão do GP Ipiranga-G1 e múltiplo ganhador de Grupo Easy to Love.  Sua mãe é irmã do grande craque April Trip.

    LOTE 40 – DOUTOR DA SERRA. Mais um Tiger Heart de 2017, aqui um ¾ irmão do craque velocista exportado Perbene. Sua mãe já produziu 3 clássicos, com destaque para o velocista de Grupo Belo Wells. Linha baixa do “champion sprinter” americano Silver Train.

    LOTE 53 – DESTEMIDA DA SERRA.  Geração 2017 deste notável Tiger Heart, esta potranca além de ser ¾ irmã do “champion sprinter” Berlino di Tiger (também ganhador de Grupo nos USA), é irmã materna do clássico Kawara e sua mãe é irmã da “champion sprinter” Ultima Palavra.  Sua avó é irmã do “champion sprinter” Old Dodge... Difícil um lote com mais velocidade no pedigree.

    Lembrando que o grupo de Whats App do Pré-Lance Premiado, que dará uma viagem para o GP Brasil 2019 já está aberto. Então contacte os responsáveis nestes telefones para fazer parte do grupo e mandar sua oferta. Os números são (41) 99605 6499, (51) 98298 8297 e (41) 98837 7738. 

    Fotos: Paulo Bezerra Jr (Site ABCPCC) e site Jockey Club de São Paulo por Porfirio Menezes. 

  • 10/12/2018

    Chamadas para o dia 20 com diversas bonificações

    Chamadas para o dia 20 com diversas bonificações
    "Sobrinho" do Craque Ghandi di Job estará a venda (Foto: Leopoldo Scremin para o em Paraná)

    Esá chegando o fim de 2018 e com ele a última reunião turfística do Jockey Club do Paraná no ano. Programada para o dia 20, o clima de Natal promete envolver o hipódromo neste dia. Mas para isso, é necessário que treinadores e proprietários inscrevam seus animais. 

    A Comissão de Corridas trabalhou com uma chamada diferente, abrindo espaço para potros da geração 2016 e bonificando a prova para animais de 3 anos até uma vitória. Assim, estas provas - geração 2016  e 3 anos até uma vitória - pagarão R$ 6.000,00 ao primeiro colocado. 

    Dentre as chamadas para provas especiais se destacam as distâncias. Uma para velocistas em 1.200 metros, uma para milheiros e uma para éguas de 3 e mais anos em 2.000 metros.

    Cansamos de ver éguas treinadas no Hipóromo do Tarumã correndo estas distâncias em Cidade Jardim. Então se os proprietários disputam provas nesta distância para receber apenas R$ 1.500,00 (ainda tendo o custo do frete), não tem motivos para não prestigiarem e inscreverem suas éguas nesta distância. 

    O homenageado da chamada de 2.000 metros para éguas é Lysimaco Ferreira da Costa Neto, da prova para produtos de 3 e mais anos em 1.200 metros é Carlos Gurgel do Amaral Valente e da prova na milha é Aramys Bertholdi. 

    O Claiming Extra também apresentará bonificação, que totaliza R$ 1.000,00. Este "bônus" não fica para o vencedor, que já recebe R$ 4.500,00. Mas ele é direcionado para os animais colocados (segundo ao quinto). Assim, nos prêmios do 2°, 3°, 4° e 5° serão adicionados R$ 250,00 a cada posição. O preço dos animais para compra neste claiming é de R$ 3.000,00. 

    Então se você é treinador e proprietário, inscreva seu animal. O turfe paranaense está crescendo absurdamente e isso depende muito das inscrições dos animais nas provas. Afinal, é necessário crescer em volume de apostas e isso só é possível com grande quantidade de páreos e cavalos nos campos deles. Vamo mostrar a força dos proprietários paranaenses.

    CONFIRA A CHAMADA PARA O DIA 20 CLICANDO AQUI.

    Foto: Leopoldo Sremin para o Bem Paraná.

  • 09/12/2018

    Little Bad Girl e Foolproof são as melhores na Gávea

    Little Bad Girl e Foolproof são as melhores na Gávea
    "Sobrinho" do Craque Ghandi di Job estará a venda (Foto: Dite JCB por Sylvio Rondinelli)

    Se na Prova Especial Clareira o Haras Santa Maria de Araras dominou amplamente, na principal prova do dia a importante coudelaria não chegou na trifeta. Com descarga de peso e muita categoria, Little Bad Girl venceu o GP Oswaldo Aranha (G2).

    O campo foi volumoso e de muita categoria. Mas coube a Little Bad Girl e Ordinary Love protagonizarem a prova. Karol King foi para a ponta, acompanhada de perto pela favorita Future Queen. Em terceiro, em direção tranquila de Vagner Borges, Little Bad Girl esperava a grande curva para começar a melhorar. 

    A favorita Future Queen foi acelerada pelo piloto na grande curva, talvez se esquecendo que corria com uma potranca seis quilos mais leve. E a grama pesada "cobrou" o cáculo de carreira de quem correu nas primeiras colocações. 

    Na seta dos 400 metros finais, a favorita do Araras ja não rendia nada e Karol King ainda se defendia na ponta. Mas com uma direção digna de um tetracampeão das estatísticas, Little Bad Girl asssumiu a primeira colocação. Ordinary Love, com o ótimo Wesley Cardoso veio em busca da ponteira, no entanto, sem ação suficiente para passar. 

    Vitória da potranca do Haras Figueira do Lago, que desde já começa a se estabelecer como uma grande fundista. Na segunda colocação chegou Ordinary Love, seguida por Betting Site em boa atropelada. Future Queen teve que amargar a quarta colocação. Muito perto de sua "titular", Fly First Class completou o placar. 

    Filha do espetacular Agnes Gold em Wild Moon (Wild Event),  Little Bad Girl foi apresentada pelo mestre Dulcidio Guignoni. O tempo para os 2.400 metros foi de 2min30s11.

    Na Prova Especial Clareira, amplo domínio do Haras Santa Maria de Araras. Naomi Broadway teve sua melhor apresentação na Gávea, se não fosse isso, o haras de Julio Bozano poderia ter feito a trifeta da prova. 

    Em 1.300 metros quem saiu ligeira foi Freeway Speed, que ponteou a prova até os 200 metros finais, quando surgiram Frutada e mais por fora Foolproof, montaria de Valdinei Gil. A filha de Put It Back e Angel Eyes dominou a prova no fim, dando a vitória e a dupla (Frutada) para o bom Christiano Oliveira. 

    Em terceiro chegou Naomi Broadway, com Freeway Speed e Regal Aurora completando o placar. De criação do Haras Santa Maria de Araras, Foolproof defendeu as cores do Stud Santa Maria, tambem de propriedade da família Bozano. O tempo foi de 1min22s66. 

    Fotos por Sylvio Rondinelly.

     

  • 09/12/2018

    Santa Maria de Araras com força máxima nas principais provas da Gávea

    Santa Maria de Araras com força máxima nas principais provas da Gávea
    "Sobrinho" do Craque Ghandi di Job estará a venda (Foto: Site JCB por Sylvio Rondinelli)

    O Haras Santa Maria de Araras quer terminar bem seu ano. Nas duas principais provas da tarde de hoje no Hipódromo da Gávea, a importante coudelaria escreveu nada menos que cinco éguas, todas com atuações clássicas. 

    Na principal prova do dia, o GP Oswaldo Aranha (G2), Christiano Oliveira preparou duas éguas para defender a farda da família Bozano. A clássica Future Queen, vencedora de provas de Grupo 1 e 2 tenta manter a sequência de vitórias que vem desde o GP Duque de Caxias (G2). 

    Contará com o reforço de Fly First Class, que foi escolhida por Valdinei Gil para ser sua montaria. Com colocações em provas de grupo, a filha de Wild Event tenta pela primeira vez a distância de 2.400 metros. Mas não será nada fácil para a parelha do Araras vencer esta prova. 

    Betting Site é uma excelente égua e venceu bem na última, com grande pilotagem de Carlos Lavor. Karol King vem de bela prova contra a primeira turma de machos da Gávea e se florear na frente vai vender caro a derrota. A parelha do Haras Doce Vale também é fortíssima, com destaque para Ordinary Love, vencedora de Grupo 2 e irmã do craque My Cherrie Amour (GP Brasil) e da tríplice coroada No Regrets. 

    Outra que chama a atenção na prova é Little Bad Girl, potranca que vem brigando com as melhores de sua geração. Sofreu rebate na última ao diminuir de distância e agora vai pela primeira vez os 2.400 metros. Detalhe, com descarga de seis quilos para as rivais. Completa o campo Galdina, do Haras São Quirino. 

    Prova Especial: 

    A Prova Especial Clareira reune ótimas éguas em 1.400 metros. E o Haras Santa Maria de Araras terá nada menos que três competidoras (uma correrá com a farda do Stud Santa Maria). Foolproof vem demonstrando ser a melhor nesta distância, mas Freeway Speed é muito ligeira e deve fazer grande prova. 

    A terceira égua do Araras nesta prova é Frutada, que parece estar abaixo das demais. Entre as adversárias se destaca a potranca Naomi Broadway, do Haras do Morro. Com campanha clássica em São Paulo, a filha de Salto ainda não desencantou na Gávea. Outros nomes que chamam a atenção são Famosa Carmen e Reghal Aurora. Completam o campo Lady American e Carmine. 

    A reuniao do Hipódromo da Gávea conta com 9 provas e terá início às 14h45. A transmissão fica por conta da TV Turfe. A pista será de grama pesada para as duas provas acima citadas e as demais em areia pesada.

    *Foto My Cherrie Amour por Karol Loureiro (site Lance).

  • 08/12/2018

    Alegria Afleet é a melhor no Clássico Almirante Barroso (Listed)

    Alegria Afleet é a melhor no Clássico Almirante Barroso (Listed)
    "Sobrinho" do Craque Ghandi di Job estará a venda (Foto: Site JCSP por Porfirio Menezes)

    No segundo clássico disputado na tarde de hoje (08) em Cidade Jardim, a vitória ficou com a potranca Alegria Afleet. O Clássico Almirante Barroso (Listed) contou com bom campo de competidoras, mas em sua segunda atuação, a crioula do Haras Old Friends além de vencer manteve a invencibilidade. 

    Na largada dos 1.300 metros na pista de grama, Northern Town assumiu a ponta vigiada de muito perto pela "titular" de Alegria Afleet, Angelique Kerber. Dutse corria na terceira colocação com a pilotada de Jeane Alves a seguir. 

    Na entrada da curva o pelotão se aproximou e Alegria Afleet começou a dar carga a ponteira. No entanto, foi apenas na entrada da reta que ela emparelhou com Northern Town, começando um emocionante duelo pela primeira colocação. 

    As duas batalharam pela ponta dos 450 metros finais até os 200, quando Jeane Alves exigiu a fundo sua pilotada e conseguiu dominar. A tordilha Lovisin The Air demostrou muita ação colada a cerca interna, porém seu jóquei teve que tirá-la para fora quando a passagem "desapareceu". Alegria Afleet livrou 2 1/4 de vantagem para Northern Town antes de cruzar o disco. 

    Em terceiro chegou Lovisin The Air, com Dutse e Kings Gate completando o placar. Filha de Redattore e Questa Afleet (Northern Afleet), Alegria Afleet foi apresentada pelo ótimo Thiago Haidar e assinalou 1'16´"961. 

     

  • 08/12/2018

    Dobrada do Haras Basano no Clássico Joaquim Marques Lisboa (Listed)

    Dobrada do Haras Basano no Clássico Joaquim Marques Lisboa (Listed)
    "Sobrinho" do Craque Ghandi di Job estará a venda (Foto: Instagram Marília Lemos Fotografia (@marilialemosfotografia))

    Parece que quando correm juntos os potros Havaí e Henrique Eight atuam melhor. Depois de formarem a dupla no Clássico Carlos Paes de Barros (Listed) em julho, os dois voltaram a atuar de parelha e formaram ponta e dupla do Clássico Joaquim Marques Lisboa (Listed), realizado nesta tarde em Cidade Jardim na distância de 1.300 metros. 

    Os dois potros do Haras Basano tiveram caminhos diferentes. Henrique Eight continuou correndo provas de enturmação, enquanto Havaí tentou provas graduadas, chegando colocado apenas no GP Alberto Santos Dumont (G3).

    Na tarde de hoje, em uma distância menor Havaí demonstrou grande categoria ao levar o Clássico de ponta a ponta. Na partida, pelo lado de fora, o filho de Siphon em mãe Dancer Man não negou a categoria de seu pai e de seu avô materno. Assumiu a primeira colocação e ali ficou sem ser incomodado. 

    Homero Strong seguia o ponteiro, com Henrique Eight, Loophole e Olímpico vindo a seguir. Na entrada da reta, Homero Strong chegou a dar impressão de que iria tomar a ponta. Mas com muita calma, André Luis Silva esperou a hora certa para dar a partida e fugir 1 3/4 para o disco. 

    Houve muita luta pela segunda colocação. Henrique Eight e Loophole avançaram pelo lado de fora e suplantaram Homero Strong, que cansou muito nos metros finais. Olímpico, que voltava de sete meses de inatividade até deu alguma impressão, porém muito longe daquele cavalo que venceu o GP Juliano Martins (G1). 

    De criação e propriedade do Haras Basano, Havaí alcançou sua terceira vitória (segunda clássica). Foi apresentado por E.Petrochinski e marcou 1'16"325. Chegaram a seguir Henrique Eight, Loophole, Olimpico e Homero Strong. Não correu Fred Varanda. 

    *Foto: Instagram Marília Lemos Fotografia (@marilialemosfotografia).

  • 07/12/2018

    Sangue Missioneiro leva o Clássico Brigada Militar

    Sangue Missioneiro leva o Clássico Brigada Militar
    "Sobrinho" do Craque Ghandi di Job estará a venda (Foto: Arquivo/divulgação site JCRS )

    Na tarde de hoje (07) foi corrido o Clássico Brigada Militar, em 1.380 metros na pista de areia. E coube a Sangue Missioneiro levantar de forma inconteste a prova que homenageava o tão importante policiamento do Rio Grande do Sul. 

    Largando por dentro, coube a Wozzeck forçar a primeira colocação. O ligeiro Heidrun e o potro Sangue Missioneiro forçavam pelo externo da pista, não mudando o panorama até a entrada da grande curva. 

    Os dois que corriam por fora emparelharam com Wozzeck na segunda metade da curva. Heidrun chegou a dominar a carreira, mas com 6 quilos a menos no dorso, Sangue Missioneiro assumiu a primeira colocação da prova na entrada da reta. 

    Heidrun e Wozzeck ainda tentaram uma reação, no entanto, com bela direção de Claudinei Farias, o crioulo do Haras América do Sul manteve a ponta e ainda livrou pouco mais de quatro corpos para o segundo colocado Heidrun. 

    Na terceira colocação ficou Wozzeck, com Energia Ink e João Bonitão completando o placar. Na última colocação chegou Nadador Lô. Filho de Bold Start e Best Cindy (Patio de Naranjos), Sangue Missioneiro foi apresentado por Edson Dias. 

     

  • 07/12/2018

    Clássico Brigada Militar é a grande atração de hoje no Cristal

    Clássico Brigada Militar é a grande atração de hoje no Cristal
    "Sobrinho" do Craque Ghandi di Job estará a venda (Foto: Divulgação site Jockey Club do Rio Grande do Sul)

    Seis animais alinharão nesta tarde no Hipódromo do Cristal para o Clássico Brigada Militar. Destaque para Heidrun, que após vencer a principal prova de velocidade do Festival do GP Bento Gonçalves volta às pistas em busca de mais uma vitória. 

    Mas a tarefa do defensor do Stud Sion não será fácil. Sangue Missioneiro vem em excelente fase e pode surpreender o favorito. No último encontro dos dois o castanho de José Vecchio Filho e Gil Irala chegou a 8 corpos do crioulo do Haras Palmerini.

    Wozzeck está mais familiarizado nesta distância, onde vem de vitória para cima de Joe Jordan. Outro que chama a atenção é Nadador Lô, que despontou como grande destaque quando potro e agora volta depois de chegar em sexto no GP Presidente da República (Listed). 

    João Bonitão e Energia Ink completam o campo do clássico, que será corrido na pista de areia em 1.380 metros. Vale ressaltar que dentre os seis animais Sangue Missioneiro leva vantagem de 6 quilos para os principais adversário. Isso deve ser levado em conta antes dos turfistas prepararem suas apostas. 

    As provas começam às 15h30 e terão transmissão via TV Turfe e TV Jockey, em simulcasting com o Jockey Club de São Paulo e Jockey Club Brasileiro. 

     

  • 06/12/2018

    Leilão Criação Nacional oferece diversos potros velocistas

    Leilão Criação Nacional oferece diversos potros velocistas
    Filho de Wenzel Blade é destaque (Foto: Site JCB po Sylvio Rondinelli)

    No próximo dia 12 a Agência TBS promove o 12° Leilão Virtual Criação Nacional, com transmissão para todo o Brasil e exterior. Contando com diversas atrações, chamam a atenção a qualidade dos potros e suas "cruzas campeãs".

    O Lote 02, por exemplo, é uma potranca de 2018, filha de Put it Back em égua irmã do grande craque Quick Road.  A mãe da potranca também é irmã da mãe do Grupo 1 Garbo Talks, que foi líder na Gávea, e que aliás também é filho de Put it Back, portanto, um cruzamento de sucesso que está sendo repetido.

    No lote 04, outra potranca 2018, primeiro produto de Wenzel Blade à venda em nossos leilões, aqui na argentina
    Maravilha, uma das 2 únicas Pure Prize do Brasil que não pertencem ao Haras Santa Maria de Araras.  Cruzamento de grande velocidade (Mr. Prospector x Storm Cat), na linha da excepcional “sprinter” uruguaia Gran Taffeta, recentemente saída de treinamento após 13 vitórias clássicas.

    O lote 11 é um potro do estimado Desejado Thunder na finalista de pencas (perdeu de ninguém menos que Mig) La Piu Veloce.  Em outras palavras, estamos diante da irmã da grande campeã de velocidade, no Brasil e no Uruguai, Rainha de Ponta, além de outros clássicos.

    E não para por aí. No lote 25 a potranca da geração 2018 Arizona, por Tiger Heart em égua Shudanz traz linha baixa de Executioner.  Sua mãe já produziu os clássicos Energia Demand e Energia Berlim.  Sua avó é simplesmente irmã de 2 (dois)campeões do GP Major Suckow-G1: Cateto e Justo Jansen.  Um banquete de velocidade.

    Nos lotes 22 e 31 mais filhos do craque Tiger Heart, que chegam a ser "proibidos" em algumas pencas devido a extrema velocidade que apresentam. O "22" é Courtois, potro 2018, por Tiger Heart em mãe Our Emblem poli-clássica, descendente da linha “Mondesir” de Deep Blue e Indian Chris, em mais um belíssimo exemplo do cruzamento Storm Cat x Mr Prospector de tanto sucesso no mundo.

    Já o 31 trate-se de Modric. Potro de 2018, Tiger Heart em égua Posse (logo, sua mãe é uma das 2 únicas irmãs de
    Kodiak Kowboy no Brasil).  Sua avó foi a “Champion Filly” americana Farda Amiga.  Quanto vale um Tiger
    Heart numa irmã de Kodiak Kowboy, ele que foi “Champion Sprinter” nos USA?

    Completando os destaques que descendem de Tiger Heart, temos nada menos que um irmão materno de Easy to Love, que venceu o GP Ipiranga (G1). Easy da Serra é o lote número 35 do leilão. 

    Ainda se destacam um potro - lote 40 -  ¾ irmão do craque velocista exportado Perbene, uma potranca - lote 53 -  ¾ irmã do “champion sprinter” Berlino di Tiger e uma potranca - lote Extra G - uma ¾ irmã do “millionaire” Shotgun Kowboy.

    O leilão terá início às 19h30 do dia 12 e será comandado pelo "showman" José Luis Lobo. Para entrar para o grupo do pré-lance e concorrer a uma viagem para o Festival do GP Brasil 2019 você deve solicitar via Whats App pelos números (41) 99605 6499, (51) 98298 8297 e (41) 98837 7738. 

    *Fotos: Site JCB por Sylvio Rondinelli. 

  • 05/12/2018

    Três gerações unidas pelo amor ao turfe

    Três gerações unidas pelo amor ao turfe
    Avô passando dicas ao neto no partidor (Foto: Foto Instagram Luan Azevedo)

    Quando tinha apenas 10 anos, José Azevedo começou a montar nas canchas retas. Hoje, aos 71 anos o ex-jóquei e treinador que se consagrou no Jockey Club do Paraná vê de sua chácara na Fazenda Rio Grande seu neto, de apenas 17 anos brilhar nas pistas, assim como ele fez na década de 70.

    Vencedor de duas Taças de Prata, uma delas com a inesquecível Bite Back, Azevedo ficou conhecido pelo mundo do turfe primeiro como jóquei, quando se destacou montando e depois treinando os animais do Haras Belmont em Cidade Jardim na década de 80. Em 1989 ele voltou ao Tarumã, onde venceu diversas provas clássicas antes de passar o bastão ao filho Fernando. 

    Hoje quem comanda o grupo de cocheiras do Haras Belmont é seu outro filho, Fabrício, que começou escovando cavalos para o pai, ficou um tempo afastado do turfe e voltou como protagonista. No currículo alguns grandes prêmios e a vontade de ainda vencer muitas provas.

    Claro que, assim como muitos, também ampliou o ramo de atividades. Hoje tem um caminhão de transporte de animais com o amigo e sócio Júlio Cesar de Moura Rosa. Mas o que vem deixando Fabrício muito feliz é seu filho Luan, que vê seu pai com os olhos cheios de lágrimas ao falar do orgulho do filho. 

    "O orgulho é muito grande", contou Fabrício."Eu também lutei para ser jóquei, mas não consegui. O peso não ajudou. Eu fico muito feliz cada vez que a gente consegue uma vitória. Dou umas broncas as vezes porque faz parte. Mas a torcida é muito grande para que ele consiga cada vez melhorar mais."

    Luan Azevedo é o jóquei mais jovem do Paraná em atividade. Cursando o primeiro ano do ensino médio no Instituto de Educação do Paraná, o adolescente que começou a montar aos 15 anos tem uma história muito interessante.

    Seu pai - Fabrício - trouxe Luan para o Jockey com a intenção de dar-lhe uma “lição”. Fabrício também cresceu no jóquei acompanhando seu pai. Então ele pensou que se mostrasse as dificuldades de ser um profissional do turfe, talvez o filho desse mais valor aos estudos. O colocou para ajudar os tratadores na cocheira, no entanto, a “lição” serviu de motivação para o adolescente seguir a profissão da família.

    “O Luan estava indo mal na escola, arrumando confusão”, conta Fabrício. “Então eu quis mostrar para ele que os cadernos e livros eram muito mais leves que uma peneira ou um rastelo aqui da cocheira. Que estudar era muito mais importante. Mas no fim ele acabou gostando e hoje além de estudar está aqui trabalhando como jóquei.”

    Luan já era apaixonado pelos cavalos, porém ainda não sabia montar. Ele fez uma aposta com o pai e com o então jóquei Emerson Gonçalves Cruz, o popular "Motoca". Se fosse aprovado na escola naquele ano o pai o autorizaria a aprender a montar. Com apenas 14 anos Luan já montava os cavalos, estreando com 15 anos no Hipódromo de Uvaranas, em Ponta Grossa.

    Lá o jovem pilotou por um ano e não conseguiu vencer. Segundo Luan, em Ponta Grossa "tem que ser muito monstro para conseguir montar". Sua primeira vitória foi no Tarumã, com o alazão Brazilian Chrome, do Stud Brothers. Ele até hoje é grato aos treinadores Everton Vieira, Julio Cesar de Moura Rosa entre outros que lhe deram as primeiras montarias. 

    E gratidão parece fazer parte do caráter do jovem, que mesmo não dando certo na ETP da Gávea, escola de aprendizes do Jockey Club Brasileiro, se mostra extremamente agradecido aos profissionais de lá pela oportunidade. 

    "Este ano tive uma experiência no Rio de Janeiro, entrei na escola de aprendizes", conta Luan. "Infelizmente minha estrutura física não me permitiu continuar. Sou alto e sou pesado para um aprendiz. Mas não tenho do que reclamar, pelo contrário, só agradecer a Juliana (Dias), Marcelo (Cardoso), Machadinho (José Machado). Grande equipe da escolinha que sempre me tratou muito bem."

    Hoje o “prodígio da família Azevedo” vem enchendo o pai e o avô de orgulho. No mês retrasado os três se encontraram na foto da vitória da Prova Especial Polícia Militar do Estado do Paraná, vencida pelo cavalo Alphorn. Luan como jóquei, Fabrício como treinador e o “seu” José como fã incondicional dos dois.

    Ver meu neto vencer uma prova é coisa de louco”, conta o realizado José Azevedo. “Ficamos muito nervosos quando ele está na pista. Aquele foi um momento de muita emoção. Fiz questão de ir tirar a fotografia e guardei o quadrinho aqui em casa. Eles são meus orgulhos.”

    O "vô" Azevedo também tem uma ótima história dos tempos que ainda era jóquei. Quando montava, ele ia todo sábado ao Hipódromo de Uvaranas, onde era um dos grandes destaques. O ano era 1978 e ele largou montando em um animal e chegou montado em outro. Isso mesmo, ele trocou de cavalo durante o percurso. 

    "Em 1978 eu montava todo o sábado em Ponta Grossa. Uma vez eu montava uma barbada, ia ganhar o páreo. Mas o falecido Sidnei Barbosa me jogou contra a cerca e para eu não cair pulei no cavalo dele. Como ele havia caido, eu fui até o disco montado no cavalo dele. Fiquei feliz porque além de não me machucar ainda fiz terceiro. Até hoje o Fabrício tem o jornal na cocheira para comprovar a história (risos)."

    Mesmo conciliando os estudos com a profissão, Luan não desanima e conta que é a grande atração da escola. Muitos colegas já foram ao Jockey para vê-lo na pista e, se continuar na carreira, logo estará montando em um Grande Prêmio Paraná.

    “Meus bichos de estimação sempre foram os cavalos, sou apaixonado por eles”, conta Luan, que ainda recebe alguns ensinamentos de seu avô. “O vô não dá muitas dicas, mas puxa minha orelha. Ele observa muito eu montando e vem me corrigir. Eu sempre o ouço porque ele sabe muito sobre os cavalos e a profissão.”

    Esta é a família Azevedo, que desde 1960 está no turfe, hoje em sua terceira geração. Talvez Luan, que soma 14 vitórias na carreira chegue aos números de seu avô. Mas o que fica é o exemplo de que o amor pelo turfe passa passa de pai para filho.

    *Fotos: Site JCPR por Estéfano Lessa, Porfírio Menezes e Leopoldo Scremin para o Bem Paraná.

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