• Jockey

    Jockey Club do Paraná conclui primeira etapa da instalação da pista de grama

    Jockey Club do Paraná conclui primeira etapa da instalação da pista de grama

    O dia 21 de outubro ficará marcado na história recente do Jockey Club do Paraná.

    Na manhã de hoje foi liberada para os profissionais a nova pista auxiliar do Hipódromo do Tarumã, que substituirá a pista auxiliar antiga, que a partir de agora começará a receber todas as manutenções e implementos necessárias para a instalação da pista de grama. 

    As obras começaram há alguns meses, contando com o desenho do projeto da nova pista, a delimitação feita por maquinário especializado, planagem do terreno, colocação da areia e por fim a instalação e adequação das novas cercas. 

    Elas são um ponto a parte, uma vez que ao invés das perigosas cercas de madeira, as mesmas são feitas de PVC, que se desmontam quando recebe um choque mais forte, prevenindo acidentes mais graves com animais e profissionais. 

    Sua volta completa tem 1.200 metros, com uma variante para favorecer trabalhos mais longos ou as primeiras partidas dos potros.

    A pista principal continua à disposição para os treinos, além de ser utilizada nas corridas. Inclusive amanhã nas corridas em simulcasting com o Hipódromo da Gávea os turfistas poderão vê-la em ação e também ver a nova pista auxiliar. 

    Esta vitória se estende à todos que de alguma forma vêm ajudando o Jockey com a conclusão deste projeto arrojado.

    Desde os doadores de coberturas e potros que já foram leiloados, os compradores dos mesmos, os compradores da rifa do carro 0 km e todos que de alguma forma ajudam o clube a construir a pista de grama. 

  • Cristal

    Festival gaúcho tem tricampeão e paranaenses indo bem

    Festival gaúcho tem tricampeão e paranaenses indo bem
    (Foto: Jornal Correio do Povo)

    Na tarde de ontem (20) foi corrida mais uma edição do GP Bento Gonçalves (G2), principal prova do turfe gaúcho. 

    Disputada em 2.400 metros na pista de areia, contou com a terceira vitória consecutiva de Ilustre Senador, animal que vinha de sexto no GP Paraná Jockey Plaza 2019. 

    Uma coisa não podemos negar, nos 2.400 metros da pista do Hipódromo do Cristal ele é imbatível. Contando sempre com os preparos de Valter Lopes, o crioulo do Haras Figueira do Lago e de propriedade de Augusto Tiellet Miorim venceu sua edição mais fácil das três conquistadas.

    A festa começou com a boa atuação da paranaense Cara Salto, de criação do Haras Cima. Apresentada por Olívio Zantedeschi, a filha de Salto chegou em segundo no GP Luiz Fernando Cirne Lima. Etê Kaluana, também de Augusto Tiellet Miorim venceu por larga vantagem. 

    Na prova de velocidade, o GP ABCPCC, venceu um cavalo que estava alojado no Hipódromo do Tarumã, American Bull. Ele chegou a Curitiba em setembro sendo preparado pelo carioca L.F.Fernandez.

    No entanto, ficou aos cuidados de Olívio Zantedeschi em Curitiba, de onde foi enviado a Porto Alegre. Don Arlindo, vencedor do Clássico Ciro Frare (Listed) em reta final emocionante contra Itaperuna, deu um coice ao entrar no caminhão e chegou a Porto Alegre com a pata lesionada. Foi tratado, mas infelizmente não reuniu condições para atuar. 

    Na prova da milha, o GP Presidente da República (Listed), Just Speaker ficou à menos de um corpo da vitória. O filho de Public Speaker correu bem e chegou a dar impressão de vitória. Porém Great Canal conseguiu se defender dos ataques do paranaense, levando a prova. 

    Nesta mesma carreira, o paranaense Tamarod também não pode atuar. No mesmo caminhão que ia Don Arlindo, ele sofreu escoriações e algumas farpas de madeira entraram em sua pele, inchando a pata. Também foi medicado, entretanto não conseguiu mehorar a tempo de correr. 

  • Gávea

    Show do vovô Céu de Brigadeiro na PE Glória de Campeão

    Show do vovô Céu de Brigadeiro na PE Glória de Campeão
    (Foto: Site JCB por Sylvio Rondinelli)

    Na tarde de hoje (19) foi corrida a Prova Especial Glória de Campeão no Hipódromo da Gávea, homenageando um dos melhores animais paranaenses da história. 

    E o "vovô craque" Céu de Brigadeiro confirmou toda a sua categoria, vencendo na excelente marca de 1'26"99 para os 1.600 metros na pista de grama. 

    Com campo recheado, o veterano de Edson Alexandre e Luiz Alberto Danielian mostrou novamente sua classe na milha, já que na última vez que atuou na distância havia feito grande carreira.

     

    Falcão Shanghai foi o primeiro a aparecer, livrando quatro corpos de vantagem para Olympicimpeachment. Na terceira colocação corria Uyuni Gold acompanhado de perto por Super Bold. 

    Na reta final, Falcão Shanghai ainda se manteve na ponta por cem metros sendo ultrapassado por Olympicimpeachment e Uyuni Gold, que travaram curta batalha até o defensor do Haras Estrela Nova assumir a ponta. 

    Mas com o ritmo acelerado da primeira parte do percurso, os atropeladores começaram a surgir nos 300 metros finais. Jamegão vinha mais pelo meio de raia, acompanhado de Céu de Brigadeiro e Olympic Gulliver. 

    Jamegão até deu impressão que venceria, contudo, em tropel digno de um vencedor de GP São Paulo (G1) e GP Presidente da República (G2), Céu de Brigadeiro voltou a cruzar o disco e vencer uma prova clássica.

    Jamegão ficou com a dupla. Uyuni Gold, Olympic Gulliver e Olympic Icecream completaram o placar. Vale lembrar que o defensor do Haras Regina largou com mais de 7 corpos de atraso, se recuperando muito bem para ficar com o quinto posto. Era o que mais corria no final. 

    Treinado magnificamente por Bruno Alexandre, Céu de Brigadeiro alcançou sua oitava vitória na campanha, sendo a quarta clássica. O filho de Out of Control e New Rafaella (Royal Academy) é de criação do Stud TNT e foi pilotado por Muriel Machado.  

  • Bento Gonçalves 2019

    Chegada espetacular no primeiro clássico do festival gaúcho

    Chegada espetacular no primeiro clássico do festival gaúcho

    Hoje se iniciou o Festival do Bento Gonçalves 2019. Com dez provas, esta sexta-feira (18) contou com o primeiro de muitos clássicos que serão corridos até domingo. 

    E uma chegada espetacular marcou o Clássico Nestor Cavalcanti de Magalhães, disputado em 1.800 metros na pista de areia. Quatro animais chegaram disputando a prova, com Gambini, pilotado por M.B.Souza livrando cabeça para os demais. 

    A prova foi disputada desde os seus primeiros metros. E por "capricho" o potro In Chief, do presidente José Vecchio Filho não saiu com a vitória. 

    Pilotado por L.Costa, In Chief corria em segundo vigiando o ponteiro Royal Class. Na terceira colocação corria Adrianssassy, juntamente com Gambini. O veterano Diligente corria na quinta colocação. 

    Nos 700 metros finais In Chief assumiu a ponta, seguido de perto por Royal Class. Gambini já vigiava em terceiro perto, seguido por Adrianssassy e Diligente. 

    Na hora da verdade, In Chief abriu bastante e Gambini ganhou terreno, vindo buscar o ponteiro. Quem também melhorou muito após os adversários desgarrarem foi Tuerreda, de Alberto Tiellet Miorim. 

    Nos 200 finais In Chief e Gambini vinham emparelhados, seguidos de muito perto por Adrianssassy e Tuerreda. Nos 50 metros finais os dois animais de dentro, Adrianssassy e Tuerreda emparellharam com In Chief e Gambini, levando a decisão para o fotochart. 

    Por cabeça o defensor de Renato Moreira Mussi ficou na primeira colocação, em tocada espetacular de Marcelo Souza. Na foto, In Chief ainda garantiu o placê, sendo escoltado por Tuerreda e Adrianssassy. Liberty Corner completou o placar. 

    Filho de Kodiak Kowboy e Asian Lady (Point Given), Gandini é de criação do Haras Anderson, foi apresentado por C.A.Moura e assinalou 1'59"47. 

  • Turfe

    Paranaenses vão ao Rio Grande do Sul em busca de vitórias

    Paranaenses vão ao Rio Grande do Sul em busca de vitórias

    Neste domingo acontece o principal festival de turfe do hipódromo do Cristal, no Rio Grande do Sul. E animais treinados no Jockey Club do Paraná estarão presentes para tentar “abocanhar” algumas das principais provas.

    Na principal carreira, o Grande Prêmio Bento Gonçalves (G2), não teremos um representante 100% paranaense. A distância de 2.400 metros não é muito praticada em Curitiba. Na verdade, esta distância em pista de areia conta com pouquíssimas provas no Brasil.

    Então apenas o cavalo American Tiz irá do Paraná representado por um treinador paranaense, Luiz Roberto Feltran. Ele normalmente recebe os treinamentos da carioca Cristina Rezende. No entanto, como já estava aqui onde fez terceiro no Grande Prêmio Paraná Jockey Plaza 2019, foi ao extremo Sul sob a tutela do paranaense Feltran.

    No Clássico ABCPCC, prova de Listed Regional disputada em 1.00 metros pela curva, o vencedor do Clássico Ciro Frare (Listed), quarto no GP Major Sukow (G1) e recordista dos 700 metros em São Paulo, Don Arlindo, vai com status de favorito.

    Mesmo com as dificuldades de uma viagem longa, o defensor das sedas de Athayde Lopes parece ser superior aos demais, muito pelo que foi citado acima. Sua grande diferença é o atual campeão da prova, Heidrun, paranaense criado pelo Haras Palmerini e que defende as cores do Stud Sion.

    No Grande Prêmio Presidente da República (Listed), versão gaúcha, o “Cavalo do Ano” Just Speaker volta a sua melhor distância em busca de mais uma vitória. O alazão do Stud Lecce deve sofrer um pouco com a redução da distância, uma vez que vinha atuando nos 2.000 metros.

    Agora em 1.600 metros, enfrentará prova dura contra o atual recordista da distância no Hipódromo do Cristal, Great Canal. Tamarod, de Israel Cristiano Coelho também vai ao extremo Sul em busca da vitória neste clássico.

    As provas acontecem no dia 20 de outubro a partir das 14h15, com transmissão ao vivo pela TV Jockey. Que conta com transmissão via internet pelo YouTube e pelo site www.jockeysp.com.br.

  • Turfe

    Brasileiros tem fim de semana espetacular no Uruguai

    Brasileiros tem fim de semana espetacular no Uruguai

    O fim de semana dos animais brasileiros no turfe uruguaio foi espetacular. 

    Animais de criação nacional venceram nada menos que três clássicos, dois no Hipódromo de Maroñas e um no Hipódromo de Las Piedras. 

    Destaque para Olympic Harvard, que vai voltando à velha forma de olho no Grand Premio José Pedro Ramírez 2020. O cavalo do Haras Regina venceu o Clásico Grand Premio de Honor, que foi disputado em Las Piedras. 

    Na prova em 2.000 metros em pista de areia encharcada, o filho de Drosselmeyer e Fúria Olímpica (Astor Place) derrotou três animais, entre eles o brasileiro Bobby Q. Ele conta com os preparos de Antônio Luiz Cintra. 

    Bem pilotado por Júlio Mendez, Olympic Harvard aguardou a primeira parte do percurso na última colocação, passando para terceiro na reta oposta. Nos 200 metros finais surgiu pelo externo da pista e dominou a prova. 

    Outro animal brasileiro que venceu bela carreira foi Wild Vip, potranca que despontou como craque na pista de areia. Venceu o Clássico Governador do Estado (Listed), no Tarumã (posteriormente foi desclassificada por problemas com sua taxa de inscrição) e logo em seguida venceu o GP Presidente da República (Listed) no Cristal. 

    Depois de alguma atuações começou a confirmar sua classe, derrotando duas éguas nos 1.500 metros do Clásico Suprema Corte de Justicia (Listed), em Maroñas. 

    Criada pelo Haras Campar, a filha de Kodiak Cowboy e Diamonds Wild (Forestry) não deu a menor chance às adversárias. Defendendo a farda do Stud Mis Nietos, foi pilotada por Pablo Rodríguez e apresentada por Miguel Barboza. 

    Por fim, mas não menos importante, fechando a tarde clássica dos brasileiros no Uruguai, o craque Fitzgerald venceu mais uma.

    O castanho criado pelo Haras Santa Maria de Araras e recriado pelo Stud Don Juan venceu o Clásico Alfredo de Castro Perez (Listed), em 1.600 metros na pista de areia. 

    Nesta prova a trifeta foi brasileira, com Aero Trem chegando em segundo e Sinabung terminando em terceiro. Aero Trem é de criação e propriedade do Haras Old Friends e Sinabung de criação do Haras Santarém. 

    Filho de Put It Back e Via Jet (Wild Event), Fitzgerald venceu sua 13° prova clássica. Defende a farda do Stud La Fe, é treinado por Jorge Firpo e pilotado por Luis Cáceres. 

  • Gávea

    Happy Bryan e Garbo vencem os clássicos deste domingo

    Happy Bryan e Garbo vencem os clássicos deste domingo
    (Foto: Site JCB por Sylvio Rondinelli)

    Além das provas de potros e potrancas que protagonizaram na tarde deste domingo no Jockey Club Brasileiro, também tivemos mais dois clássicos, o Grande Prêmio Costa Ferraz (G3) e o Clássico Derby Club (Listed). 

    Em distância completamente diferente, ambas carreiras mostraram vencedores de grande nível. Na prova em 3.000 metros deu Garbo, enquanto no quilômetro gramado venceu a craque Happy Bryan. 

    Craque incontestável: 

    Happy Bryan abriu com chave de ouro a primeira geração de Wired Bryan no Brasil. A tordilha do Stud Pedudu venceu as principais provas de velocidade do segundo semestre, faltando apenas o GP ABCPCC (G1) para fechar a "tríplice coroa" dos velocistas. 

    Vencedora do GP Major Sukow (G1) e da Copa ABCPCC - Mario Belmonte Moglia (G3), ela reapareceu na tarde de hoje vencendo com muita classe o GP Costa Ferraz (G3), em 1.000 metros na pista de grama pesada. 

    Assistiu do meio do pelotão diversas éguas brigarem pela ponta. Quando chegou nos 300 metros finais, Leandro Henrique deu uma partida curta para ultrapassar Gata Y Flor e cruzar o disco com otima vantagem. 

    Na terceira colocação chegou Amiga de Icaro, com Ziska Blade e Isola di Fiori completando o marcador. A pensionista de Ronaldo Marins Lima, filha de Wired Bryan e Sexy Italian (Dodge) e de criação do Haras Anderson assinalou 55"47. 

    Bom de fôlego:

    Garbo confirmou sua última vitória na Taça Quati e venceu a etapa derradeira da competição entre os fudistas. O castanho do Stud Yatasto enfrentou os melhores nomes do país na distância, incluindo First Fighter e Quiron. 

    Com uma direção tranquila de Bruno Queiroz e um estilo de corrida "a lá Itajara", abriu mais de 60 metros para os adversários na reta oposta, apenas administrando a diferença na reta final. 

    De criação do Haras Santa Maria de Araras, o filho de Wild Event e Raibown Bright (Blush Rambler) - que depois assistiu seu irmão inteiro, Hard Boiled vencer o GP Linneu de Paula Machado (G1) - foi apresentado por Dulcino Guignoni e assinalou 3'07"92 para os três quilômetros. 

    Na segunda colocação chegou Quiron, com First Fighter e Deep End a seguir. Com estes resultados Quiron venceu a Taça Quati 2019, seguido por Garbo e First Fighter.

  • Grande Criterium

    Show de Hard Boiled e Carlos Lavor no GP Linneu de Paula Machado

    Show de Hard Boiled e Carlos Lavor no GP Linneu de Paula Machado

    Para vencer uma prova de Grupo 1 são necessários vários fatores. O primeiro deles é bons proprietários que saibam escolher o potro e disponibilizem tudo para ele cumprir uma excelente campanha. 

    Um treinador campeoníssimo, que identifique a categoria do animal desde seus primeiros exercícios é importante. E por fim, depois de inscrito, contar com uma pilotagem diferenciada pode fazer toda a diferença. 

    E foi assim que Hard Boiled venceu o Grande Prêmio Linneu de Paula Machado (G1), grande criterium de potros do Hipódromo da Gávea em 2019. Criado pelo Haras Santa Maria de Araras, tem como proprietário o Stud Monte Parnaso/Quintella. 

    Correu apenas uma vez e logo foi à principal prova do ano pra produtos da geração 2016 no Jockey Club Brasileiro. Apresentado pelo excelente Roberto Solanés, contou com uma direção principesca de Carlos Lavor, que deu um verdadeiro show de cálculo de carreira. 

    Após a largada quem apareceu foi Ucayali, mas nos 1.500 metros finais Lavor fez questão da ponta, colocando seu Hard Boiled para comandar o trem de carreira. A seguir vinham Norgaard, o favorito Mondragon e Hector Gold. 

    E assim entraram na reta final. Se na entrada da curva Hard Boiled chegou a abrir três corpos de vantagem, na reta era pouca a diferença para o restante do pelotão, que vinha bem agrupado. 

    Contido por Carlos Lavor, Hard Boiled esperou até que seus adversários fossem acelerados para tentar a ponta. Quando Mondragon começou a ameaçar, Carlos Lavor baixou em cima de seu conduzido para abrir grande vantagem, garantindo a linda vitória. 

    Na segunda colocação terminou Abu Dhabi, que em excelente atropelada superou Mondragon no fim. Completaram o placar Coração Sureño e Keith. 

    Filho de Wild Event e Raibown Bright (Blush Rambler), Hard Boiled venceu sua primeira corrida em duas atuações. O tempo da prova foi de 1'59"12 para os 2.000 metros na pista de grama pesada. 

  • Gávea

    Vareio da ótima Mais Que Bonita

    Vareio da ótima Mais Que Bonita

    Depois de fazer duas carreiraças nas suas duas últimas atuações, Mais Que Bonita confirmou toda a sua classe e a capacidade do Stud Eternamente Rio em produzir líderes de geração. 

    Enfrentando oito competidoras no Grande Prêmio Rocha Faria (G2), criterium para as potrancas no Hipódromo da Gávea, a filha de Agnes Gold venceu de ponta a ponta, dando um verdadeiro show.

    Henderson Fernandes montava pela primeira vez Mais Que Bonita. Famosa por embrabecer durante o percurso, nos primeiros metros foi contida com maestria, deixando Que Bacana a três corpos. 

    No entanto, pouco antes da entrada da curva a potranca do Eternamente Rio começou a abrir vantagem, entrando na curva com oito corpos para a segunda colocada. 

    E a partir dali ninguém mais viu as adversárias. Sem querer "matar na boca" sua pilotada, H. Fernandes deixou-a a vontade para galopar no início da reta. 

    Que Bacana mostrava boa ação, mas em nenhum momento teve chances de alcançar a ponteira. Em excelente corrida, a paranaense Kate Flying chegou em terceiro.

    Completaram o placar  Hanna Gold e Menina Veneno. Filha de Agnes Gold e Feia Que Dói (Scat Daddy), Mais Que Bonita é de criação e propriedade do Stud Eternamente Rio. 

    Foi apresentada em excelente forma por Luiz Esteves e assinalou 2'02"52 para os 2.000 metros na grama pesada. 

  • Cristal

    Bento Gonçalves 2019: Ilustre Senador enfrenta nove competidores em busca do tri

    Bento Gonçalves 2019: Ilustre Senador enfrenta nove competidores em busca do tri
    (Foto: Site Prefeitura de Porto Alegre)

    Depois de pela primeira vez não entrar entre os cinco primeiros do Grande Prêmio Paraná, Ilustre Senador terá que se provar para conquistar o tricampeonato do Grande Prêmio Bento Gonçalves 2019. 

    O castanho busca igualar o feito de Hiper Gênio, último cavalo a conquistar o tricampeonato da principal prova do Rio Grande do Sul. Contra ele alguns nomes de respeito. 

    Namur, que no ano passado era a grande força e fracassou, puxa a fila, juntamente com o ótimo Hubli. American Tiz, que fez boa corrida no Hipódromo do Tarumã agora chega ao extremo sul aos cuidados de Luiz Roberto Feltran. 

    Public Job também é um forte concorrente, uma vez que conhece bem a pista gaúcha. Completam o campo da prova Forte Cheyenne, Hedi, Eagle Beach, High Fly e Anturio. 

    Na prova da milha gaúcha, denominada Grande Prêmio Presidente da República, o paranaense Just Speaker é o grande protagonista. É um grande desafio para Marcos Decki reduzir o "Cavalo do Ano" do Jockey Club do Paraná para a distância dos 1.600 metros. 

    No campo ainda está Great Canal, que vem de bater o recorde da distância e deverá ser o favorito, além de Reservado, Lepetit Vert, Tamarod, El Bacan, Tuerreda, Enchispado e Master Tiko.

    A prova de velocidade, que será corrida em 1.000 metros pela curva - GP ABCPCC - terá Heidrun tentando o bicampeonato. Contudo, para vencer esta prova terá um adversário muito complicado, Don Arlindo. 

    O cavalo de Athayde Lopes vem de vencer o Clássico Ciro Frare (Listed). Antes, fez quarto no GP Major Sukow (G1) e bateu o recorde dos 700 metros em Cidade Jardim. 

    Completam o campo da prova American Bull, Energia Important, Deixaquevá, Perverso, Olympic Julien, Sangue Missioneiro,Doutor Halo, Ahaha, Fort Red, Natas do Céu e El Truhan.

    Fechando as principais provas do Festival do Bento Golçalves 2019, teremos quatro éguas disputando prova dedicada às éguas.

    Recém comprada pelos representantes do Stud Força 3 (Sobral), Cara Salto deve ser a favorita, uma vez que fez bela carreira no Clássico Primavera. Ela disputa a prova contra Endorfina, Etê Kaluanã e Braking News. 

    Desde já a redação do Bem no Jockey e do Jornal Bem Paraná deseja todo o sucesso ao festival, que com certeza será ótimo, vista a capacidade de gestão do Presiente José Vecchio Filho e toda a sua diretoria.

  • Turfe

    Mestre do Iguassu a uma prova da consagração

    Mestre do Iguassu a uma prova da consagração
    (Foto: Site JCSP por Porfirio Menezes)

    No último fim de semana um cavalo treinado em Curitiba fez bonito no Jockey Club de São Paulo. Não só fez bonito, mas se colocou em uma posição invejável para qualquer puro sangue de corridas. Ele está a uma prova de se tornar Tríplice Coroado.

    Mestre do Iguassu foi comprado pelo Haras Rio Iguassu ainda desmamado, chegando ao haras que fica em Tijucas do Sul para ser recriado. Com o ótimo trabalho da equipe comandada pelo Dr. Alan, ele foi evoluindo até estrear no Jockey Club do Paraná.

    Correu provas clássicas na pista de areia, onde conseguiu colocações importantes. Mas foi quando ele pôs as patas na pista de grama que realmente pôde provar toda sua categoria.

    Venceu em setembro o Grande Prêmio Ipiranga (G1), primeira prova da Tríplice Coroa Paulista e chegada emocionante. Não menos emocionante foi sua vitória do último dia 05, quando derrotou o paulista Não Da Mais no Grande Prêmio Jockey Club de São Paulo (G1), segunda prova da Tríplice Coroa Paulista.

    Agora o filho do craque Glória de Campeão tem a missão de vencer o Grande Prêmio Derby Paulista (G1), que será disputado em 2.400 metros na pista de grama. A prova acontece em novembro e deve reunir os principais potros de 3 anos do Brasil.

    Se vencer, Mestre do Iguassu alcançará um feito realizado por pouquíssimos animais no país, se tornar Tríplice Coroado. No Jockey Club de São Paulo apenas dez cavalos conseguiram alcançar este feito desde 1933. Nesta lista estão dois paranaenses, que por coincidência foram os últimos a conseguir o feito.

    A dificuldade de se tornar tríplice coroado passa pela alternância de distâncias e o pouco tempo entre as provas. A primeira prova acontece em setembro, em 1.600 metros. Um mês depois o desafio passa a ser em 2.000 metros, sendo finalizado em novembro com o Derby, na distância de 2.400 metros.

    Além do curto tempo para a alternância de distâncias, também existe a dificuldade de não se enfrentar sempre os mesmos competidores. Pode-se enfrentar um especialista em provas na milha em setembro e outros completamente diferentes em novembro, que já estão sendo preparados há mais tempo para correr os 2.400 metros do Derby.

    Enfim, uma tarefa árdua que realmente coloca o nome do cavalo na história. Tivemos em 2001 o cavalo paranaense Roxinho conquistando a Tríplice Coroa Paulista, feito repetido em 2013 pelo também crioulo do Haras Valente, Fixador.

    No ano passado o cavalo Halston quase conseguiu o feito. Ele chegou a vencer as três provas, porém foi desclassificado no Grande Prêmio Jockey Club de São Paulo e não conseguiu a tríplice coroa.

    Agora é a vez de Mestre do Iguassu adentrar a pista com esta chance única. Com certeza os turfistas do Brasil inteiro irão parar para ver a história sendo escrita. E se depender da torcida paranaense, ao fim dos 2.400 metros do Derby Paulista veremos mais um paranaense receber a coroa de flores que só os grandes craques da história têm o direito de usar.

  • Turfe

    Indicações para as corridas de hoje no Jockey Club do Paraná

    Indicações para as corridas de hoje no Jockey Club do Paraná
    (Foto: Leopoldo Scremin para o Bem Paraná)

    Nesta terça-feira o Jockey Club do Paraná realiza mais uma reunião turfística. Serão 09 provas a partir das 17h30, com previsão de encerramento às 22 horas. 

    Esta é a primeira reunião pós Meeting de Inverno, onde devido ao frio da cidade de Curitiba as corridas foram transferidas para os domingos.

    Agora, em novo dia da semana (antes aconteciam as quintas-feiras), é esperado que o movimento geral de apostas aumente, uma vez que elas acontecerão em simulcasting com as corridas do Hipódromo da Gávea, no Rio de Janeiro.

    Além das corridas, o Jockey oferece excelente espaço, com arquibancadas e salões cobertos, serviço de restaurantes, lanchontes e food trucks.

    O Jockey Club do Paraná fica na Avenida Victor Ferreira do Amaral, 2299, em frente ao Estádio do Pinheirão. A entrada e o estacionamento são gratuitos. 

    Dicas para quem for apostar: 

    Com diversas garantias para as provas que possuem quadrifetas, bônus para o Super Betting e garantia de R$ 10 mil no Pick 7, as apostas são a grande pedida desta noite. Elas podem ser feitas no Jockey, nas agências credenciadas e nos telefones do Tele Turfe: 41 3075-2123 e 3075-2133. 

    Entao vamos analisar páreo a páreo e dar nossas indicações:

    1° Páreo: Mesmo com a ótima estreia de Standship (02), Mi Verdad (06) corre com muitas chances de vencer e é nossa indicação. Já tem excelentes atuações na Gávea e não sofrerá o rebate de ter atuado na semana do GP Paraná. Para terceiro a parelha 05. 06-02-05

    2° Páreo: Hopper (07) entrou a reta entre os últimos e atropelou para grande vitória. Novamente é a força da prova, tendo como diferença Noble Wells (04). Alemoa (05) reaparece e gosta desta raia, porém tem árdua tarefa para derrotar o cavalo treinado por Ademar Pereira. 07-04-05

    3° Páreo: Deserto (03) venceu bela carreira e é levado em alta conta pelo seu staff. Com o forfait de Tina Kalo se torna a força da prova. Ziphion (02), mesmo saltando dos 800 para os 1.300 metros é o segundo melhor nome aqui. Cacique da Aldeia (01) nesta raia deverá fazer bela corrida. 03-02-01

    4° Páreo: As forças são El Poker (07) e Minha Lua (05). Se por um lado a égua não dará dois quilos de vantagem para o cavalo, por outro ele tem mais 100 metros para atroplear em relação a última prova. Impossível cravar quem vence aqui. Para terceiro dois ótimos nomes, Vulcão Negro (03) e Well Malo (09). 07-05-09-03

    5° Páreo: Na melhor prova da reunião a parelha Xonado/Up Money (04) leva vantagem pelo jogo de equipe. Xonado deverá tomar a ponta como é de sua característica, com Up Money atropelando forte no fim. A diferença desta forte parelha é Sixpress (05), potro de exceção. Para terceiro o bom Lyon do Iguassu (02). 04-05-02

    6° Páreo: Curitibana (05) já está na fila há duas apresentações e deve confirmar. Zynara Train (03) leva vantagem neste tipo de pista (areia pesada) e é a diferença. Para a terceira colocação uma boa pedida é a parelha 04. Lucien Crochet (07) não pode ficar de fora da quadrifeta. 05-03-04-07

    7° Páreo: Imperador Francês (06) é o retrospecto do páreo, vindo de excelentes atuações em turmas mais fortes. Vai rivalizar com Avvocato Adriano (03) e com Uno Prospector (09), que perdeu uma carreira inacreditável em sua última atuação. Qualquer um dos três pode vencer. Olho em Jane Fonda, que larga pela melhor baliza (11). 09-06-03-11

    8° Páreo: Negroni Forte (05) normalmente seria uma poule de devolução nesta tropa, porém ainda se recupera de sua ida ao Rio de Janeiro. Frozen (02) é a diferença. Tallin e Super Buck são bons nomes para a quadrifeta. 05-02-09-07

    9° Páreo: Em uma prova que Almejado Thunder (04) tinha tudo para desencantar, aparece com uma forma excelente Bebê Belo Brummel (06), que fez carreira sensacional no Clássico Governador do Estado (Listed). Talvez esta dupla seja a crava do Super Betting. Quick-Stick (07) e Question Time (09) também são bons nomes. 06-04-09-07

    CLIQUE AQUI PARA VER O RETROSPECTO OFICIAL DAS PROVAS.

    Boa sorte a todos!

  • Gávea

    Wind of Change leva a melhor com show de Waldomiro Blandi

    Wind of Change leva a melhor com show de Waldomiro Blandi
    (Foto: Site JCB por Sylvio Rondinelli)

    O cavalo Wind of Change realmente é de exceção na pista de areia. Porém, mesmo vindo de três vitórias clássicas, o defensor do Stud Pixote precisou contar com a direção inspirada de Waldomiro Blandi para vencer o Clássico Eurico Solanés (Listed). 

    A prova que aconteceu na tarde de hoje no Hipódromo da Gávea reuniu seis competidores, em 1.500 metros na pista de areia leve. 

    Bold Retriever como sempre assumiu a primera colocaçao, livrando vantagem para Magatour, Wind of Change e Henry Matisse. Mais atrás corria Fogo Supremo e bem distanciado Jersey Cat.

    A primeira parte do percurso foi assim, com apenas uma alteração na entrada da grande curva. Por fora, Wind of Change passou para segundo e melhorou em busca de melhor colocação para dar carga ao ponteiro na entrada da reta. 

    E na reta final o defensor do Stud Pixote assumiu a primeira colocação, logo recebendo o ataque de Magatour, que contava com a direção de Vagner Borges. O briga durou praticamente toda a reta.

    O animal do Haras Figueira do Lago deu impressão que passaria, mas em uma tocada inspirada de Waldomiro "manivela" Blandi o castanho conseguiu manter a ponta, deixando Magatour em segundo. 

    Na terceira colocação chegou Jersey Cat, em longa atropelada. Completaram o placar Henry Matisse e Bold Retriever. 

    Filho de Forestry e Academia Real (Banker’s Gold), Wind of Change é de criação do Haras São José da Serra. Foi apresentado por Julio Cezar Sampaio e assinalou 1'33"23 para os 1.500 metros. 

  • Opinião

    Alerta: A mídia segmentada precisa de apoio e investimentos

    Alerta: A mídia segmentada precisa de apoio e investimentos
    (Foto: Rubens Nemitz Jr - Cortesia Leopoldo Scremin)

    Na noite de ontem (05) eu reli a matéria da vitória do Mestre do Iguassu feita aqui neste portal. Coberta por ufanismo, um portal 100% paranaense exaltava um cavalo daqui que pode se tornar Tríplice Coroado.

    Então em um momento de epifania comecei a imaginar como seriam os textos caso houvessem matérias sobre o assunto segmentadas em portais cariocas, paulistas, gaúchos e etc. Até busquei no Google, mas não encontrei.

    Poderia eu me exaltar e acreditar que sou especial, afinal, temos aqui no Bem Paraná uma coluna no jornal impresso, um blog muito lido e o reconhecimento de muita gente no Brasil.

    Mas não, na verdade comecei a refletir novamente sobre a falta de jornalistas interessados em escrever sobre turfe. E tanto eu quanto alguns dos “sobreviventes” nesta árdua tarefa de noticiar as corridas de cavalos conhecemos o motivo: falta de apoio.

    Minha primeira formação é a administração, onde aprendi diversas coisas que nunca usei na prática. Porém adquiri conhecimento, que talvez seja melhor que ganhar muito dinheiro. O dinheiro vai, mas o conhecimento fica.

    E nessas aulas de administração aprendi o básico de como criar e vender um produto. Nas normas da “boa administração”, para cada produto que você coloca no mercado, pelo menos 10% - na verdade na tabela é de 10 a 20% - do valor investido tem que ser gasto em marketing.

    E quando se fala em marketing não se fala apenas em colocar outdoors nos quatro cantos da cidade, fazer propaganda na televisão e rádio. Fala-se em investir em mídia direcionada no seu público alvo.

    Um grande exemplo que posso dar é a 188 BET. Esta empresa com sede na Ilha de Man, no Reino Unido exemplifica bem. Eu escrevia em um portal segmentado em futebol americano, esporte que tem apostas liberadas no mundo inteiro, principalmente em Las Vegas. E assim como o turfe é pequeno em número de audiência.

    A empresa citada acima pagava cerca de R$ 3 mil por mês para ter um banner naquele blog, que atingia praticamente o mesmo número de page views que hoje o blog Bem no Jockey alcança. Não vou ser desagradável em citar quanto é cobrado por um banner no nosso blog aqui, mas acreditem, nem se compara com o valor que a 188 BET pagava para ser relacionada com notícias sobre futebol americano.

    E isto diz muito sobre o turfe brasileiro. Hoje em dia, quem apoia os blogs e sites segmentados em turfe são as Associações de Criadores e Proprietários espalhadas pelo país e alguns abnegados que fazem – talvez – por pena.

    Vou dar o Bem no Jockey como exemplo. Hoje temos a ABCPCC, a ACPCCP e a Rede de Postos Pelanda como anunciantes. Já tivemos a Divesa e um Stud que, depois de anunciar por alguns meses, sem poder ajudar mais nos deu um cavalo de sete anos como parte do pagamento. Óbvio que o cavalo deu prejuízo (risos).

    O site Raia Leve é patrocinado – na verdade foi criado – pela ACPCPSI, que é a Associação Carioca de Criadores e Proprietários. De resto, tínhamos a PMU que surgiu como um alento e logo foi embora.

    Então volto à prática da “boa administração”, onde quando você lança um produto no mercado deve investir de dez a vinte por cento de seu orçamento em marketing.

    E aqui não quero criticar gestão nenhuma, mesmo porque sabemos das dificuldades que os hipódromos vivem principalmente em pagar prêmios em dia. Porém é extremamente necessário começar uma conversa sobre este assunto.

    O Jockey Club do Rio Grande do Sul gasta para realizar corridas semanais cerca de R$ 400 mil por mês. O Jockey Club de São Paulo agora que está adiantando prêmios cerca de R$ 350 mil e o Jockey Club do Paraná cerca de R$ 250 mil, já que realiza reuniões quinzenais.

    Estes hipódromos gastam um valor alto na transmissão das corridas e isso não se caracteriza como marketing, uma vez que transmitir corridas no simulcasting passa muito mais pelo operacional para gerar apostas. Sem transmissão o movimento geral de apostas é irrisório.

    Falar em investimento de 10% em marketing para um hipódromo que gasta R$ 400 mil por mês NO SEU PRODUTO é extremante utópico, mas já pensaram se o Presidente Vecchio e a direção do JCRS investissem ao menos 5% deste valor em marketing?

    Seriam R$ 20 mil reais por mês, mais ou menos o custo de dois páreos.  Com este dinheiro você compra espaço na Guaíba, no Zero Hora, em algum canal de televisão de menor audiência – mas é televisão, tem 60 mil espectadores por minuto – e ainda sobra dinheiro para os outdoors. Você consegue colocar os profissionais que já estão inseridos no turfe para escrever e apresentar estes programas/spots noticiosos. Você divulga o seu produto e ainda fomenta a atividade na mídia. 

    Você consegue criar uma campanha trimestral ou semestral focada nas apostas.

    Quando eu palestrei o Congresso Brasileiro de Turfe deste ano, minha vontade era perguntar para os presentes, a grande maioria grandes turfistas, qual era o telefone do Tele Turfe da Gávea. Nenhum ali iria saber! Porque não existe investimento na divulgação disso!

    Estamos em 2019 e o “disk-sexo”, aqueles telemarketings eróticos ainda lucram milhões por ano. E o turfe não! Única e exclusivamente porque eles investem em divulgação massiva o ano inteiro e o turfe só gasta uma vez por ano nas grandes festas.

    Para entender melhor esta cultura do “marketing inexistente” no turfe, podemos citar o próprio Congresso Brasileiro de Turfe.

    Tivemos diversas pessoas falando sobre criação, MGA, cavalos, índice técnico... tantas pessoas que elas gastaram o tempo destinado ao marketing e eu e a Adriene Trinco tivemos 20 minutos no total para tratar deste assunto tão importante.

    Minha apresentação foi jogada fora, assim como o meu tempo para elaborá-la. O da Adriene idem. Tudo para inflar egos de dirigentes e não abordar o assunto marketing. Ali eu comecei a entender o porquê do turfe está combalido.

    Vejam: se você gasta R$ 350 mil para realizar corridas em uma megalópole como São Paulo e não investe nada em marketing, ninguém estará presente. E se ninguém vai, como renovar o público? Conseguir recriar a cultura da aposta, que sustenta as corridas de cavalos?

    Tanto que quem investe hoje em dia para divulgar as corridas – como pano de fundo – são os restaurantes como o Iulia, Ferra e etc, em que 50% do público nem está ligando para as corridas, quem dirá apostar. Quando você vai a Cidade Jardim os bares estão cheios e as arquibancadas vazias.

    Imagine se o Jockey Club de São Paulo disponibilizasse ao menos 5% do que gasta realizando as corridas, que é seu produto, em divulgação. Ia ter R$ 17 mil para gastar em marketing direcionado.

    Você teria um programa direcionado ao turfe na Jovem Pan ou Rádio Bandeirantes. Ia atingir cerca de 60 mil pessoas por minuto. Faz isso por seis meses e segmenta em apostas. Vai aumentar o MGA com certeza.

    Quem é um dos maiores anunciantes do Brasil em rede aberta de rádio e televisão? As Loterias da Caixa! Por que eles anunciam? Porque dá retorno!

    O Silvio Santos COMPROU um canal de televisão para vender a Tele Sena! Mesmo com o advento da internet o grande público compra milhões de Carnês do Baú todos os meses. Os exemplos estão na nossa frente e nós fechamos os olhos para eles.

    Agora você olha para o turfe. O maior jornalista e publisher do Brasil, Marcos Rizzon, que está há 25 anos distribuindo jornal impresso para o país inteiro precisa fazer uma rifa anual para conseguir verba para manter seu trabalho. Isso porque ele é muito prestigiado. Imagine os pequenos e sem notoriedade...

    Tem fotógrafo que vai cobrir eventos de turfe pelo Brasil gastando do próprio bolso e não é valorizado. Tem jornalista que tem que pedir dinheiro a proprietários e criadores para conseguir continuar divulgando o turfe. Pedir passagem para poder ir ao evento... Este tipo de humilhação definitivamente não é necessária.

    Eu vou dar alguns exemplos sobre o turfe do Paraná, já que aqui eu posso falar com maestria, pois além de ser jornalista segmentado sou presidente da Associação dos Cronistas de Turfe do Paraná.

    Todos sabem que eu faço a comunicação do clube, com um valor colaborativo previamente acertado com o Jockey. Nesse ponto eu não posso reclamar, pois uma vez que acertamos os termos e remuneração já está lavrado. Faço porque me sinto importante e porque acredito que ajudo o clube.

    No entanto, para termos a ÚNICA coluna de turfe em jornal impresso de circulação diária no Brasil, eu “volta e meia” preciso recorrer as Associações e abnegados para não perdermos o espaço, que no dia 02 de Dezembro completará um ano de circulação interrupta as quintas-feiras.

    Eu consegui um espaço na Rádio CBN Curitiba, FM 90.1 MHz, chamado “Informativo de Turfe”, uma vez que o diretor geral da CBN e Band News em Curitiba é um amigo.

    Este informativo entra no ar no intervalo do CBN Notícias Edição Nacional, às 18h15. Horário nobre. Ele custa R$ 2.500,00 por mês e no mês passado eu e a ACPCCP dividimos os custos. Foram 24 inserções, privilegiando a semana do GP Paraná.

    Neste mês serão apenas 12, uma vez que a ACPCCP pagou meia cota e eu decidi não colocar R$ 1.250,00 do bolso para divulgar o turfe. Acredito que esta função de pagar não cabe a mim, uma vez que eu já trabalhei para conseguir o espaço, redijo e ainda vou à rádio gravar a locução. Além de não ser remunerado, ainda ter que pagar do bolso para o “profissional Leopoldo Scremin” é o cúmulo!

    E um detalhe é bem importante: quem paga os R$ 1.250,00 da cota tem direito a um spot por dia de 13 segundos após o informativo, doze inserções no mês no horário que citei acima. Sim, não é doação, é anúncio na Rádio CBN no horário das 18h15.

    Quer dizer, está comprando mídia na Rádio CBN e ainda ajudando a divulgar o turfe. Provavelmente este programa sairá do ar em novembro se não aparecerem anunciantes. Pois hoje eu tenho vergonha de – como alguns dizem – “morder” novamente a ACPCCP.

    Outra oportunidade de divulgar o turfe que está indo embora: programa semanal na Rádio Cidade AM 670 MHz. A Rádio Cidade é a antiga CBN Curitiba AM, que passou por reformulação no início do ano.

    Nós recebemos o Diretor da rádio na cocheira do Stud Brothers, alinhamos UMA HORA DE PROGRAMA nos dias de corrida, com transmissão ao vivo do Jockey antes das mesmas começarem, transmissão em YouTube e Facebook. Precisa levar cerca de R$ 3.000,00 em anúncios diversos para serem inseridos em toda a programação da Rádio, não só no programa de turfe.

    Neste projeto eles iriam subsidiar o primeiro Podcast de turfe do Brasil! Iriamos conectar o turfe carioca, o gaúcho, o paranaense, o paulista e o nordestino. O projeto está engavetado. O espaço está lá, é só pedir.

    Sabe por que não o toco pra frente? Porque tem que sair com o “pires na mão” pedir para turfistas dinheiro. E queira ou não, aqui no Paraná são pouquíssimos que estão abertos a investir neste tipo de divulgação do turfe. E eles já estão ajudando em outros projetos que estão acontecendo. 

    Vocês não imaginam a vergonha que é para um jornalista pedir dinheiro a “terceiros” para colocar o turfe no ar! É humilhante! Sinceramente, os cronistas/jornalistas não precisam passar por isto.

    Está sendo alinhado com a ESPN uma “janela” semelhante ao da ESPN Americana no portal brasileiro para escrever sobre turfe. São meus ex-colegas de trabalho que aceitaram o projeto. Provavelmente não irá pra frente pelo mesmo motivo: falta de apoio à mídia segmentada em turfe.

    E por fim, para vocês entenderem a natureza deste texto de ALERTA para o fim da mídia segmentada do turfe, vou falar sobre a Band Sports e sobre o turfe a nível nacional.

    Um ex-colega de Esporte Interativo está no Band Sports em cargo de chefia. Voltamos a nos falar e eu apresentei um projeto semelhante ao "Informativo de Turfe" da Rádio CBN, porém, nos intervalos do Band Sports, canal de televisão a cabo de rede nacional.

    Me levaram para uma reunião com o Diretor Comercial e com o Diretor de Programação da rede no dia 02 de agosto, véspera do Festival da ACPCCP, em São Paulo.

    Fui a São Paulo, vesti meu melhor terno e apresentei minha proposta. Minha ideia era de quatro spots diferentes de 1 minuto por semana, exibidos duas vezes ao dia, totalizando 32 durante o mês. O custo seria o mesmo de um programa mensal de uma hora. Cerca de R$ 30 mil ao mês rateados pelos clubes e posteriormente repassados a anunciantes.

    A grande sacada era que eu roteirizaria - gratuitamente - divulgando os quatro hipódromos. Quinta e sexta divulgando as corridas dos quatro maiores hipódromos do Brasil e segunda e terça passando os resultados. TUDO COM PLÁSTICA, EDIÇÃO, LOCUÇÃO E PRODUÇÃO DO BAND SPORTS. Semelhante a uma notícia.

    Lá em São Paulo eles me fizeram outra proposta: a Band Sports faria tudo o que eu pedi, mas DENTRO DO BAND SPORTS NEWS, noticiário diário deles. Com direito a reprise e equipes dos quatro estados indo captar imagens e matérias sobre o turfe. Seriam matérias feitas pela Band Sports sobre o turfe brasileiro, no ar 32 vezes por mês.

    O custo foi de R$ 27.500,00. Parece alto, mas seria dividido por quatro hipódromos mais a ABCPCC. Daria R$ 5.500,00 por clube. Parece caro para quem investe R$ 300 mil em um produto sem divulgação?

    E ainda depois de estar no ar, o departamento comercial da Band News se ofereceu para captar recursos e diminuir o valor pago pelos hipódromos. Eles tinham muito interesse em segmentar o turfe em seu canal.

    Este valor por clube não dá um prêmio de primeira colocação de um dos diversos páreos que eles dão por mês. Lembra dos 10% direcionados ao marketing? Para um hipódromo que gasta R$ 400 mil por mês em corridas, o custo de estar na TV a cabo em rede nacional em 32 programas com 16 matérias diferentes por mês seria de menos de 1,5%. Vocês conseguem entender o absurdo da não aprovação?

    Vale ressaltar que os Presidentes Antonio Quintella e Roberto Belina acenaram positivamente para a ideia. No caso da ABCPCC foram readequados os valores da divisão por ela não promover corridas de cavalos.

    Até hoje não recebi a resposta dos outros três clubes. Há duas semanas recebi um e-mail da Band Sports pedindo para deixar em stand by o projeto até o fim de outubro, por readequação da grade. O cavalo passou encilhado e nós não montamos.

    Sabem por que os E-Sports (esportes eletrônicos/vídeo game) são grandes hoje no SporTV, ESPN, Fox Sports e Band Sports? Porque existem investidores. Qualquer esporte segmentado que tem representatividade nas grades de audiência dos canais a cabo é pago. O Basquete Brasil – NBB paga para ser transmitido, para vocês terem uma ideia.

    O golf, esporte extremamente segmentado e com emoção relativamente pequena perto das corridas de cavalos, sem oportunidade de apostas e não praticado profissionalmente em diversos países tem um canal na Sky. E o turfe não tem sequer uma propaganda.

    E é isso que os representantes dos clubes de corrida – em grande parte, sem generalizar – não estão entendendo.

    Existem espaços para o turfe na mídia. O que não temos são investidores. Deixem de dar um páreo por mês e durante seis meses e coloquem os R$ 10 mil que vocês teriam de custo no marketing. Ao final deste período avaliem se o MGA aumentou ou diminuiu com este páreo a menos.

    A mídia segmentada no turfe está acabando. Na verdade já acabou, quando os turfistas que dirigiam jornais e redações deram espaço a profissionais novos. Cadê as matérias de turfe no Estadão, no O Globo, na Gazeta do Povo, no Zero Hora? Enfim, ou os clubes começam a investir na mídia segmentada ou as corridas de cavalos só serão notícia quando acontecerem acidentes de pista. Está aqui o nosso alerta. 

    Em tempo: hoje faz um ano e três meses que temos este espaço no Portal Bem Paraná e em 02 de dezembro faremos um ano de colunas de turfe no Bem Paraná impresso. Parece pouco, mas no momento é uma grande parte do que o turfe brasileiro tem nas grandes mídias.

  • Tríplice Coroa Paulista

    Só falta uma!

    Só falta uma!
    (Foto: Marília Lemos - Divulgação Instagram (@marilialemosphoto))

    Muitos turfistas paranaenses perderam a voz após assistir a nona prova de hoje no Jockey Club de São Paulo. Tudo porque o Grande Prêmio Jockey Club de São Paulo (G1), segunda prova da Tríplice Coroa Paulista teve uma chegada sensacional. E com um paranaense protagonizando. 

    Comprado ao pé pelo Haras Rio Iguassu no leilão do Stud TNT, Mestre do Iguassu foi recriado pelo haras da Família Pelanda, levado em alta conta desde sua estreia até vencer o Grande Prêmio Ipiranga (G1), primeira prova da coroa paulista. 

    Na tarde de hoje ele poderia escrever mais um belo capítulo na história do turfe paranaense. Se vencesse voltaria para Curitiba candidato ao sonhado título de Tríplice Coroado. E com André Luiz Silva em seu dorso, Mestre do Iguassu adentrou à pista de grama de Cidade Jardim com este objetivo: vencer. 

    Ele não entrou como favorito, mesmo vindo de grande apresentação. Talvez por ter vencido em raia pesada, os apostadores acreditaram mais em outros nomes. Mestre do Iguassu fechou pagando R$ 9,60 para cada real apostado. E não era para menos, afinal, na grama leve Não Da Mais já havia vencido duas provas de Grupo 1. 

    Mas carreiras são carreiras e o páreo se resolve na pista. Em uma primeira metade de percurso onde No Sound acabou se acidentando, Não Da Mais foi para a ponta. Muito perto Olympic Jumbo fazia seu papel de faixa não deixando o cavalo do Haras Phillipson folgar. 

    Em terceiro corria Mestre do Iguassu, seguido por Olympic Jolteon, Neruda e Baita Blade. E assim entraram na reta final. Por dentro Carlos Lavor fazia de tudo em cima de Não Da Mais, enquanto André Luiz Silva vinha por fora descontando palmo a palmo a diferença do ponteiro. 

    A briga foi a reta toda, com o valente Não Da Mais lutando para manter a ponta. Só que do outro lado tinhamos um candidato a Tríplice Coroa, que não descansaria enquanto não passasse e assumisse a primeira colocação. 

    E em uma tocada espetacular de André Luiz Silva, Mestre do Iguassu manteve aceso o sonho de mais uma tríplice coroa paulista para animais paranaenses. Com 3/4 de corpo de vantagem venceu mais uma etapa, faltando agora apenas o GP Derby Paulista (G1) para que o filho de Glória de Campeão e Rainha Carolina (Roi Normand) atinja a glória máxima. 

    Não Da Mais teve que se contentar com o placê, seguido de Olympic Jolteon. Em quarto chegou Noblesse You e Atila The King completou o placar. 

    Ademar de Barros Pereira é o responsável pelo treinamento de Mestre do Iguassu, que ainda conta com o atendimento do Dr. Maurício Pontarolo. Ao vencer a carreira, o potro do Haras Rio Iguassu se tornou o novo recordista da prova. 

    Vitória com sabor especial: 

    É de conhecimento público que a paixão de Paulo e Luis Felipe Pelanda vem de berço. Seu Guido Pelanda fundou o Haras Rio Iguassu na década de 70 e tanto Paulo quanto Luis Felipe herdaram do pai e avô esta paixão. 

    E para valer ainda mais esta vitória, hoje é data de aniversário do Seu Guido, que faleceu há alguns anos. Na Tribuna de Honra do Jockey Club de São Paulo, quando era entrevistado por Jair Balla e recebia o troféu pela vitória, Luis Felipe lembrou da data e se emocionou. 

    Paulo Pelanda também falou da emoção que é vencer uma prova e, em suas palavras, que "o turfe é a melhor coisa do mundo". Uma vitória sensacional e merecida para um dos Haras que mais investe no turfe. 

  • Tríplice Coroa

    Happy To Be Me é a dona do GP Diana 2019

    Happy To Be Me é a dona do GP Diana 2019
    (Foto: Site ABCPCC por Marília Lemos)

    Wild Event vai deixando seu legado mesmo depois de desaparecido. Em uma de suas últimas gerações que encantam e encantarão os turfistas brasileiros (tem potros registrados até a geração 2018), mais uma filha craque surge: Happy To Be Me. 

    Em apenas quatro apresentações, a potranca filha de Wild Event e Voadeira (Onward Royal) acumula duas vitórias em provas de Grupo 1, sendo estas as mais importantes do turfe brasileiro neste semestre para as potrancas. 

    Já havia vencido o GP Margarida Polak Lara - Taça de Prata (G1) e nesta tarde venceu o GP Diana (G1), terceira prova da Tríplice Coroa Paulista de éguas. 

    A carreira saiu como o esperado. Índia Fafá, que vinha de vitória impressionante foi para a ponta. No entanto, como não se tratava de uma prova comum, ela não conseguiu abrir grande vantagem para as demais competidoras. 

    Muito pelo contrário, era acompanhada de perto por História da Arte, Força e Happy To Be Me. As posições não se alteraram até a entrada da reta, quando a favorita do Haras Regina de golpe assumiu a primeira colocação. 

    Dali em diante ninguém mais se aproximou. Prada deu intenção que iria disputar a ponta, porém parou. Por dentro a tordilha Força lutava para manter a dupla, mas em forte arrancada História da Arte, que ficou mal na entrada da reta e caiu para o lote intermediário conseguiu se recuperar e chegar em segundo. 

    Força ainda foi a terceira, com Prada e Namasse completando o placar. Criada pelo Haras Santa Maria de Araras, Happy To Be Me foi preparada no Rio de Janeiro por Roberto Solanés e pilotada por Leandro Henrique. Foi sua terceira vitória em quatro apresentações. 

  • Turfe

    Little Bad Girl brilha na principal prova da Gávea

    Little Bad Girl brilha na principal prova da Gávea
    Imagem Arquivo JCB (Foto: Site JCB por Sylvio Rondinelli)

    Na segunda metade de 2018 o Haras Figueira do Lago começava a ser protagonista no Hipódromo da Gávea quando se tratava de potrancas. 

    Com Lisboeta e Little Bad Girl protagonizando nas principais provas de sua geração, era esperado que ambas ou alguma delas vencesse ao menos alguma prova da tríplice coroa cariaoca, o que acabou não acontecendo. 

    No entanto, após parada para recuperação, as duas se apresentaram na tarde de hoje. Lisboeta venceu uma eliminatória no primeiro páreo, contudo, a principal vitória da coudelaria neste sábado veio com Little Bad Girl, na Prova Especial Courageuse. 

    Em 2.000 metros na grama, dez éguas alinharam para a prova. O destaque era para Grandeza, que nesta distância protagonizou na Gávea as principais provas do ano. Contudo, foi a égua do Figueira do Lago que mostrou grande categoria. 

    Corrida pelo interno da pista e no meio do pelotão, Little Bad Girl assistiu Goiaba Doce assumir a primeira colocação. Em segundoo corria Be Better, seguida por Karol King, Grandeza e Society Girl. 

    Veio a reta de chegada e Karol King assumiu a ponta momentaneamente, sendo superada por Grandeza. A égua do Haras Santa Maria de Araras não ficou nem 100 metros na ponta, logo sendo atacada por Little Bad Girl, em excelente espaço pelo meio da pista. 

    Como chegou, passou. Livrando diferença e não sendo mais incomodada. Grandeza ficou com a dupla, muito acossada por Society Girl e Naomi Broadway. Little Bad Girl foi apresentada por Dulcidio Guignoni e pilotada com maestria por Vagner Borges. 

    É uma filha de Agnes Gold e Wild Emotion (Wild Event), de criação e propriedade do Haras Figueira do Lago. 

  • Cidade Jardim

    Keep Down e Nhoquin abrem tarde clássica paulista

    Keep Down e Nhoquin abrem tarde clássica paulista
    (Foto: Marília Lemos via Instagram - @marilialemosphoto)

    Mesmo horas antes de ser corrido o Grande Prêmio Jockey Club de São Paulo (G1), já temos dois candidatos ao Grande Prêmio Derby Paulista (G1) de 2019. 

    Keep Down e Nhoquin venceram o GP Presidente Antonio Correa Barbosa (G3) e Clássico Emerson (Listed) respectivamente, praticamente garantindo suas presenças na terceira prova da Tríplice Coroa de machos. 

    Na areia: 

    Keep Down mostrou muito mais categoria corrrendo na pista de areia que na grama, onde não confirmou o esperado. No entanto, após mais uma vitória avassaladora na psita de areia, seus titulares declararam a intenção de correr o Derby Paulista. 

    Na tarde de hoje Keep Down não viu os competidores após a partida. Sempre em ritmo fácil e na ponta, só foi minimamente exigido nos 300 metros finais, quando North Face tentava algo pelo lado de fora. 

    Dali em diante ele foi abrindo cada vez mais diferença, deixando North Face a diversos corpos atrás. Em terceiro chegou New American Dream, com Kosovo fechando a raia. 

    Filho de Amigoni e Sereia (Lido Palace), Keep Down é de criação do Haras Palmerini e de propriedade do Stud Nova Glória e Jarussi. Foi preparado por Nilson Lima e piloado por André Luiz Silva. 

    Na grama: 

    Na preparatória para o Derby, uma carreira impressionante de Nhoquin. O representante do Stud Red Rafa ponteou a prova inteira e, depois de receber ataque de Ikepela por grande parte da prova, ainda teve forças para suplantar o arremate final do favorito Nenem Ben.

    Pilotado com muita qualidade por Carlos Lavor, Nhoquin foi apresentado por A.F.Barbosa. O filho de T.H.Approval e Top Dodge (Dodge) é de criação do Haras Phillipson. A seguir chegaram Nenem Ben, Peter Wells, Ikepela e Haja Coração. 

  • Turfe

    George Washignton deve correr o GP Carlos Pellegrini

    George Washignton deve correr o GP Carlos Pellegrini
    (Foto: Site JCB por Sylvio Rondinelli)

    Segundo Leandro Mancuso do site Raia Leve, George Washington, vencedor do Grande Prêmio Brasil (G1) e do Grande Prêmio Dezesseis de Julho (G2) está sendo preparado para correr o Gran Premio Carlos Pellegrini (G1). 

    A maior prova do turfe argentino, que acontece no Hipódromo de San Isidro no dia 14 de dezembro, já foi vencida por alguns brasileiros agora pode ser novamente, uma vez que o porte do cavalo do Stud Happy Again o favorece para longas viagens. 

    George Washington vem de secundar Galaxy Runner no Grande Prêmio João Borges Filho (G2), no dia 21 de setembro. Cavalo que "se arrumou" nas mãos de Luiz Esteves, tinha fama de deixar tudo nos trabalhos e não confirmar no dia da corrida. 

    O filho de Reddatore e Princesa Carina (Know Hights) possui 17 atuações na campanha, sendo três vitórias e sete colocações. O crioulo do Stud TNT desde já leva nossa torcida caso venha a ser confirmada sua inscrição nesta tão importante prova. 

    Uruguai ou Estados Unidos?

    O vencedor do Clássico Governador do Estado 2019 (Listed), Dark Bobby, já está em Friburgo onde se prepara para correr o GP Salgado Filho (G3).

    Depois desta atuação, seus proprietários do Stud Stabile Quintella irão decidir se o mesmo será levado ao Uruguai para correr uma prova de Grupo 1 ou se será enviado para a Califórnia.

    Dark Bobby deu um verdadeiro show na milha do Festival do GP Paraná 2019, confirmando toda a classe que seu staff já conhece. Em sete atuações,  filho de Shanghai Bobby venceu quatro e se colocou em uma. Suas duas descolocações são em provas de Grupo 1 e na pista de grama.  

  • Tríplice Coroa

    Duelo de líderes no Grande Prêmio Diana

    Duelo de líderes no Grande Prêmio Diana
    (Foto: Site ABCPCC por Marília Lemos)

    Neste sábado teremos em São Paulo mais uma edição do Grande Prêmio Diana (G1), terceira prova da Tríplice Coroa Paulista. 

    E esta prova marcará o confronto de três éguas que despontaram como líderes da geração: História da Arte, Happy To Be Me e Namasse. 

    A primeira grande líder da geração 2016 em São Paulo foi Tweet, de criação do Haras Santarém. Com ela fora da tríplice coroa, quem começou a despontar foi História da Arte, que venceu em sequência a Prova Especial Joaquim da Cunha Bueno, o Clássico Emerald Hill (Listed) e o GP Barão de Piracicaba (G1). 

    Quando era considerada favorita no GP Margarida Polak Lara - Taça de Prata (G1), surgiu dominante do Rio de Janeiro Happy To Be Me, que venceu esta prova com extrema facilidade. 

    Na segunda prova da Tríplice Coroa Paulista, o GP Henrique de Toledo Lara (G1), foi a vez de Namasse, que havia secundado História da Arte no GP Barão de Piracicaba (G1) levar a melhor e vencer. 

    Agora, em 2.000 metros, as três potrancas entram na pista para provar quem é a melhor. Namasse teve melhores resultados na distância mais longa, porém, tanto Happy To Be Me quanto História da Arte chegarão preparadas para o grande embate. 

    Não podemos nos esquecer da paranaense Força, do Haras Garcez Castellano. Ela chegou correndo muito na última e o aumento de distância vai favorecê-la. Sassy Race também é um ótimo nome para a prova. 

    Uma estreante em provas graduadas também chama a atenção, Índia Fafá. A pupila de Roberto Penachio venceu uma prova eliminatória em 1.800 metros por 11 1/2 corpos, com tempo quase meio segundo melhor que o assinalado por Namasse no GP Henrique de Toledo Lara (G1) em mesma condição de pista. 

    Enfim, uma prova que promete muitas emoções na tarde deste sábado (05). Completam o campo da prova Nude, Thara e Prada. O GP Diana (G1) está programado para às 16h30 com transmissão da TV Jockey e TV Turfe. 

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