• Festão

    Domingo com muitas atrações gratuitas no Jockey

    Domingo com muitas atrações gratuitas no Jockey
    Várias atrações com entrada e estacionamento gratuitos (Foto: Site JCPR por Renato Cagliari)

    O Jockey Club do Paraná abre novamente suas portas para o público curitibano. Em destaque a Festa do derby Paranaense, prova tradicional e que une os melhores animais de três anos do estado.

    Mas os dez páreos não são a única atração do Jockey Club do Paraná neste domingo. Quem quiser aproveitar com a família a comodidade e o amplo espaço verde do clube terá a sua disposição diversas atrações, grande parte delas gratuitas.

    A começar pelos brinquedos. Um tobogã inflável de 5 metros e a tradicional cama elástica estará presente. Outros diversos brinquedos estarão espalhados pelo gramado do Jockey, proporcionando muita diversão para a criançada.

    A Miss Brasil Globo, Débora Hoffman também estará presente. Prestes a concorrer ao Miss Mundo Globo, em outubro na França, a paranaense de Salgado Filho estará conhecendo o Jockey e desfilando a beleza que a fez vencer outras 26 candidatas.

    Para alimentar o grande público que é esperado no Hipódromo do Tarumã, uma praça com diversos food trucks ofertando desde a famosa pipoca do Jockey até lanches mais elaborados, como Yakisoba e hambúrgueres gourmet.

    Quem quiser chegar cedo e almoçar no clube, poderá contar com a Feijoada do Jockey, que será servida a partir das 13 horas no Cartolas Jockey Club, no Salão Almeida Prado (parte superior da arquibancada social).

    Para fechar a Festa do Derby com “chave de ouro”, a banda paulista Calango Brabo faz uma apresentação ao vivo após o último páreo, previsto para correr as 18h30. No repertório muito forró pé de serra e clássicos da música popular brasileira.

    O Jockey Club do Paraná fica na Avenida Victor Ferreira do Amaral, 2299, em frente ao Estádio do Pinheirão. A entrada e o estacionamento são gratuitos. As corridas começam às 13h30 com previsão de término do show da banda às 19h30.

    Feijoada do Jockey é dica para almoço com vista privilegiada

    Se no Jockey Plaza Shopping quem almoça tem uma visão privilegiada da pista de corridas, quem prestigiar a Feijoada do Jockey terá uma vista ainda melhor.

    O Cartolas Jockey Club, restaurante que fica na parte superior da arquibancada social tem uma vista muito especial da pista de corridas, além de ficar “de frente” para o novo shopping. Neste domingo, a partir das 13 horas estará servindo uma feijoada completa pelo preço promocional de R$ 39,90.

    Ele fica localizado no Salão Almeida Prado, então quem estiver lá em cima almoçando ainda poderá curtir a decoração do lugar, que conta com quadros quase que seculares e decoração que conta com diversos troféus e imagens dos cavalos.

    Na parte inferior da arquibancada, de frente para a pista, diversos food trucks estarão a disposição dos frequentadores. Serão diversos serviços, como churros, doces, cachorro-quente, pastel, chopp, refrigerantes, sorvetes e até um hambúrguer artesanal de costela. Alimentação de qualidade garantida para crianças e adultos.

    Indicações:

    1° Páreo: n°01 Xeque Mate – n°07 Campelanda – n°09 Haja Coração

    2° Páreo: n°02 Grana en Plata – n°07 Kissing You – n°11 Angel in Love

    3° Páreo: n°05 Hopper – n°09 Canadian Boy – n°01 Saga Olímpica

    4° Páreo: n°02 Olympic Jack – n°05 Zuruck Von Ring – n°08 Força

    5° Páreo: n°05 Frozen – n°08 Negroni Forte – n°09 Itapiuna

    6° Páreo: n°05 Dalheconquistadora – n°06 Parelha 06 – n°03 Royal Forestry

    7° Páreo: n°10 Lanterna Verde – n°02 Ziphion – n°03 Gulliver

    8° Páreo: n°09 Bebê Belo Brummel – n°07 Dream Demon – n°10 Tom Maior

    9° Páreo: n°09 Joe Jordan – n°11 Yves San Martin – n°01 Obra de Birigui

    10° Páreo: n°03 Italo di Crafty – n°11 Fangio – n°07 La Esperanza

  • Derby Day

    Feijoada é uma das atrações do Jockey no domingo

    Feijoada é uma das atrações do Jockey no domingo
    Feijoada acontece neste domingo (23)

    Neste domingo acontece uma das melhores festas do ano no Jockey Club do Paraná. Tudo pela realização do Clássico Derby Paranaense (Listed), segunda prova de maior importância no estado. 

    E para esta festa o clube começou a anunciar as atrações. Uma delas é a tradicional feijoada do Jockey, que será servida pelo Cartolas Jockey Club, restaurante que fica localizado na parte superior da arquibancada social. 

    O buffet completo de feijoada terá o custo promocional de R$ 39,90. Tudo para que as pessoas que queiram acomapanhar as corridas desde o primeiro páreo, que começa às 14 horas, possam almoçar no clube. 

    A última vez que o Cartolas Jockey - que pertence ao grupo de restaurantes que conta com o Amarillo Craft Beer e Cartolas Sport Bar - realizou a feijoada no Jockey, o evento foi um sucesso. Então é esperado que o salão do restaurante fique cheio a partir das 13 horas. 

    O serviço de feijoada completa durará até as 16 horas. Depois serão servidos os tradicionais petiscos, com destaque para a Carne de Onça, eleita a melhor de Curitiba. 

    Hamburgers também são atração: 

    Pela primeira vez será servido na parte inferior da arquibancada social o Hamburger Especial do Amarillo Craft Beer. Famoso em toda a cidade, o sanduíche conta com um delicioso hamburger de costela, muito queijo e um molho especial. 

    Ele é acompanhado de batatas rústicas e molho. Quem for ao Jockey poderá encontrá-lo na praça de Food Trucks, próximo dos brinquedos infantis. Lembrando que a entrada no Jockey e o estacionamento são gratuitos. 

    O Jockey Club do Paraná fica na Avenida Victor Ferreira do Amaral, 2299, Tarumã, em frente ao estádio do Pinheirão. As corridas começam às 13h30 e tem previsão de encerramento às 18h30, quando a banda de forró Calango Brabo começará seu show. 

  • Eleições

    Jockey Club Pontagrossense terá eleições em julho

    Jockey Club Pontagrossense terá eleições em julho
    (Foto: Site Criação de Imagens por Diego Machado)

    Não é novidade que muitos turfistas paranaenses estão localizados em Ponta Grossa. A região dos Campos Gerais sempre foi rica quando o assunto é o turfe, realizando corridas memoráveis em sua pista de grama.

    Pois bem, em edital publicado hoje, o Presidente da Diretoria Executiva do Jockey Club Pontagrossense, Osmar Hilgemberg Junior convocou todos os associados com situação regular juntamente à secretaria da entidade para uma assembléia geral. 

    O motivo da mesma é a eleição da nova Diretoria Executiva. A assembléia extraordinária acontecerá no dia 1° de julho de 2019, com a primeira chamada às 18h30. Ela acontecerá na sede do clube, na Rua Dra. Paula Xavier, 1.400, Centro. Onde fica localizada a agência de apostas. 

    Os eleitos responderão pelo Hipódromo de Uvaranas no biênio 2019/2021. Os sócios que quiserem concorrer deverão apresentar e inscrever suas chapas até o dia 28 de junho, às 19 horas, no local citado acima. Vale lembrar que a agência/sede abre às 17 horas.

    Esperança de dias melhores: 

    Depois de um período fechado para adequação às normas do MAPA, o Hipódromo de Uvaranas reabriu em 2012 realizando corridas durante muito tempo. Infelizmente um interpérie da natureza acabou prejudicando demais o clube. 

    Um vendaval de proporções catastróficas atingiu a região dos Campos Gerais, praticamente destruindo a tradicional arquibancada. Desde este aconteceido, em dezembro de 2017, o Hipódromo de Uvaranas não realiza mais provas. 

    Mas o turfe continua vivo por lá. Os diversos proprietários e criadores estão mantendo animais no Jockey Club do Paraná e Jockey Club Brasileiro. Além deles, alguns proprietários também ocupam as cocheiras de Uvaranas. 

    Um deles é o médico Anderson Droppa, entusiasta do turfe e que conta com 14 animais alojados em Ponta Grossa. E em conversa com nossa reportagem, o Dr. Anderson não descartou a possiblidade de ser um dos candidatos para assumir o Conselho Diretor da entidade.  

  • Opinião

    Marketing e mídias para hipódromos sem verba

    Marketing e mídias para hipódromos sem verba
    (Foto: Instagram JCB por Karol Loureiro)

    Na última segunda-feira (10) tive uma oportunidade única. Convidado pelo Luiz Otávio do site Raia Leve, fui ao Rio de Janeiro para participar do primeiro Seminário de Turfe Brasileiro, que aconteceu no Hipódromo da Gávea e contou com diversas presenças ilustres. 

    Lá estavam os presidentes dos quatro maiores Hipódromos do Brasil, Fábio Câmara representando o Jockey Club de Pernambuco, o presidente da ABCPCC Antonio Quintella e diversos proprietários de renome. 

    E neste congresso tive oportunidade de conhecer pessoalmente a Adriene Trinca, responsável pelo Marketing da PMU Brasil nestes três anos. Uma pessoa inteligentíssima, conhecedora do mercado e que fez um trabalho espetacular nestes três anos com ações pontuais. Nunca tinha visto uma empresa investir tanto em turfe. 

    Infelizmente pelo rico conteúdo do seminário, as apresentações foram atrasando e minha apresentação, que seria de 15 minutos teve que ser reduzida para apenas 5 minutos. Então decidi apenas tocar em pontos específicos, deixando todos os tópicos que queria citar de lado. 

    Pois bem, uma semana depois resolvi falar um pouco deles. E o intuito não é de vaidade, mas sim para que estes pontos de uma visão "diferente" de mercado cheguem aos outros hipódromos que assim como o Jockey Club do Paraná, não têm uma verba específica para compra de mídia. 

    Realidade: PMU Brasil e Hipódromos

    A primeira situação que precisa ser esclarecida é que a PMU Brasil não era o Jockey Club Brasileiro. A estratégia de marketing da empresa não era para o crescimento do clube e sim para vender apostas. 

    Claro que aumentar as apostas é importante. Também é óbvio que a PMU Brasil ajudou muito o Jockey Club Brasileiro, assim como fez ações pontuais com o Jockey Club do Paraná e Jockey Club do Rio Grande do Sul. 

    No entanto, o ponto principal é este: o foco era gerar lucro para a PMU (não entendam mal, a PMU fez muito peãlo Jockey Club Brasileiro). Contudo, o "carro chefe" eram as apostas.O que é normal, uma vez que o investimento era todo da empresa francesa. Foi muito bem feito e realmente elas aumentaram, ajudando muito o JCB não só no aumento do MGA, como também na visibilidade do esporte. 

    O turfe não vive apenas de apostas: 

    A maior razão da maioria dos hipódromos brasileiros passarem por dificuldades financeiras está diretamente relacionada com a "cultura das apostas". Claro que aumentar o movimento de apostas é o foco principal. Mas nenhum hipódromo consegue sobreviver apenas de apostas. 

    Quando eu disse isso no seminário, vi muitos turfistas mais antigos "fechando a cara". Afinal, o tema anterior era exatamente "apostas". Contudo, analisem friamente a situação de cada clube. 

    O presidente Luiz Alfredo Taunay disse mais ou menos isso no seminário: "Hoje o que nos dá prejuízo são as corridas. Enxuguei as contas do clube e o que está fazendo a conta fechar são os 20 mil sócios que temos"

    Se o maior hipódromo do Brasil, que dá quatro reuniões semanais não conseguiria sobreviver só das apostas, o que faz pensar que outros hipódromos com quadro associativo quase que inexistente conseguiriam bancar corridas só com os valores das apostas? 

    No Cristal existe os arremates para tentar fechar as contas, mesmo assim houve atraso de premiações e o clube passa por recuperação financeira. O Cristal dá - ao contrário da Gávea - uma corrida semanal. Precisa utilizar as sextas-feiras para ter a possibilidade do simulcasting com Cidade Jardim e Gávea e com estas apostas de outros centros se tornar "viável".

    No Tarumã as corridas são quinzenais. O clube conta com uma verba do Jockey Plaza Shopping que ajuda muito no fechamento do caixa. Não está devendo nada para ninguém, entretanto, as contas estão completamente alinhadas. O presidente Roberto Belina chegou a citar que "a receita é de R$ 500 mil e os gastos são de R$ 500 mil"

    Em Cidade Jardim as coisas estão bem complicadas. O Jockey deve muito dinheiro e suas receitas são bloqueadas, inclusive as das apostas. E por que surgiu esta dívida? Diversos páreos de graduação, com dotações altas e como dito acima, só as apostas não pagaram as contas lá atrás. Hoje é o Jockey Club mais endividado da América do Sul. E olhe que Cidade Jardim por um bom tempo liderou o país em volume de apostas. 

    Enfim, resumindo este tópico. Hoje não é possível fazer turfe no Brasil apenas contando com o movimento de apostas. As coisas mudaram e - ao meu ver - alguns dirigentes e turfistas com visão mais antiquada não se atentaram para isso. 

    Não estamos mais em 1970:

    É comum em redes sociais ver saudosistas comparando o turfe de hoje com o da década de 70 e 80. Naquela época eram famosas as transmissões de rádio, as casas de apostas e principalmente os hipódromos ficavam lotados. 

    Isso tinha um motivo muito claro: só se conseguia ver corridas e apostar in loco. No máximo na agência de apostas ou apenas torcer pelo rádio. Sim, as transmissões eram feitas por rádio para o grande público. 

    O jornalista Luiz Renato Ribas em uma oportunidade me contou que quando um dos melhores animais do Tarumã foi correr o GP Protetora do Turfe no Cristal, ele conseguiu fazer uma transmissão de rádio ao vivo para toda a Rua XV de Novembro, calçadão tradicional do Centro de Curitiba. Isso para que aquela corrida chegasse ao conhecimento do grande público.

    Hoje você em qualquer lugar do mundo assiste as corridas na palma de sua mão, pelo celular. E nem precisa baixar aplicativos ou plataformas mirabolantes. Os canais dos hipódromos no YouTube transmitem tudo ao vivo, de forma totalmente gratuita. 

    E assim também funciona o sistema de apostas. Ninguém precisa mais estar na frente de um guichê para apostar. Tudo pelo celular. É impossível não relacionar isso ao esvaziamento das arquibbancadas. E este não é o único motivo. 

    Um exemplo que funciona muito bem é o dos shoppings, onde conseguimos exemplificar como a modernização "atrapalhou" o turfe, principalmente se continuar sendo feito de uma maneira tradicional. 

    Em Curitiba, o primeiro grande shopping center foi inaugurado em 1982, o popular e até hoje icônico Shopping Mueller. De lá para cá temos no mínimo mais seis grandes shoppings e mais uma dezena de shoppings com tamanho menor. 

    Sem falar dos parques, que desde a década de 90 cresceram absurdamente e, um mais lindo que o outro, lotam todos os fins de semana. Isso é uma grande concorrência para o Jockey Club, principalmente se estivermos focando no grande público e no público jovem. 

    Enfim, a concorrência é absurda. Para trazer o público ao Jockey precisamos de muito mais que "apenas" corridas de cavalo. Temos que criar um um ambiente que comece a competir de igual para igual com os shoppings no inverno e com os parques no verão. 

    Hipódromos cheios são novas receitas: 

    Não sei como foi a negociação do Jockey Club Brasileiro com a quase "centena" de food trucks que fizeram parte do GP Brasil. Vamos trabalhar aqui com o que normalmente é pago em um evento aberto. 

    A chamada "rolha" é paga pelo food truck ao organizador do evento, no caso o Jockey, no valor de 10% do que ele comercializa no dia. Isso é normalmente compravado via PDF de caixa e acertado ao fim do evento. 

    Se no Festival do GP Brasil passaram 25 mil pessoas durante o fim de semana, com um ticket médio de R$ 25,00 por frequentador (estimativa baixíssima). Um evento deste nível - novamente afirmo que não sei como foram feitas as negociações, estou usando apenas como um exemplo - geraria R$ 62 mil reais limpos para o clube. 

    Isso em uma média bem baixa. Porque o chopp mais barato custava R$ 10,00 e os alimentos em média R$ 15,00. Mas este valor só é possível de arrecadar se tiver público dentro do clube. 

    Agora imagine se esta estrutura estivesse disponível no próximo fim de semana. Iria fidelizar quem começasse a frequentar. Fazendo isso, além de conquistar novos apostadores iria transformar o Jockey em um "point". Se você tem um público fiel de três mil pessoas por reunião, automaticamente todo o espaço se valoriza. Fora isso, você arrecada R$ 30 mil mensais só da "rolha".

    O restaurante que hoje paga pouco, com o aumento do movimento vai ter que pagar mais pelo espaço, porque vão ter outros "na fila" para assumirem seu lugar. Os food trucks, que hoje o clube tem que ligar para pedirem que venham, procurarão o Jockey para querer participar. Farão fila, desde que tenha público para eles atenderem. E a lei da "oferta e procura" vai inflacionar o preço do espaço, gerando ainda mais fundos para o clube.

    Chegará um ponto em que o clube parará de trazer "prestadores de serviço" e ele mesmo tocará o restaurante, os bares do clube e os principais quiosques de chopp e alimentação. Aí o lucro não será apenas os "10% da rolha", e sim 100% de tudo que é vendido. 

    Se o Jockey vira um ponto de encontro aos domingos, com espaço para as crianças brincarem, famílias se divertindo, jovens vindo para tomar seu chopp com os amigos, exatamente como acontece em diversos parques da cidade, você tem um produto espetacular para vender mídia. Você não vai mais precisar comprar. 

    Um exemplo claro é os fundos do MON - Museu Oscar Niemeyer, em Curitiba. Ele tem como pano de fundo o Museu, mas o local que lota é um terreno gramado de fundos para ele. Nem a vista do belo museu em forma de olho é vista do lado de lá. Você pode passear com seu cachorro, aproveitar os bares no entorno e os food trucks dentro dele. Sem pagar nada. 

    Para se ter uma ideia do sucesso que o famoso "parcão" faz, neste fim de semana ele foi locado pela prefeitura para o Festival de Jazz. Os pontos de bares do entorno custam mais de R$ 150 mil cada. E empresas de telefonia, concessionárias, empresas de tecnologia e start ups compram o espaço para fazer diversas ações/ativações no local. 

    Se o Jockey conseguir atingir este público e transformar suas dependências em um "parque de entetenimento", a médio prazo isso será um "poço" e novas rendas. Sem falar na comercialização dos espaços no entorno. Quanto custa um outdoor dentro de um shopping? 

    E esse é um dos principais modelos para manter os Jockeys Clubs. Receita adicional. Mas para isso precisamos colocar público dentro do Jockey. Se você tem um clube cheio, você não precisa fazer com que todas aquelas pessoas joguem nos cavalos. Você rentabiliza em cima do público. Do que ele necessita para passar uma tarde agradável. 

    E este sim é um modelo inédito no turfe brasileiro. Porque a PMU fez um excelente trabalho na gestão de apostas, marketing para a venda de apostas e divulgação do turfe. No entanto, o foco eram as apostas. E como dissemos acima, é muito difícil sustentar um clube só com as apostas. 

    Como trazer este público?

    O primeiro passo para atrair o grande público para dentro do clube e desmistificar que o Jockey é um "clube de rico", um "jogo de azar", que "os cavalos são maltratados" e que aqui é "lugar de viciado". Queira ou não, esta é a imagem que está atrelada ao turfe. 

    Para se afastar deste rótulo é necessário ações que hoje são admiradas pela sociedade. Feiras de adoção de cães e gatos, ações com crianças carentes, divulgar os trabalhos que já são feitos em relação a equoterapia e etc.  

    Também precisamos nos aproximar da grande mídia. Criar notícias. Hoje é praticamente impossível - e agora falo como jornalista - conseguir colocar uma matéria em um jornal impresso ou em um portal grande com manchetes como "Dez páreos e Betting acumulado em R$ 50 mil". Isso ninguém vai publicar, acreditem. Ninguém!

    A imprensa tem como um de seus pilares publicar serviços para o público. Então se você divulga através de assessoria uma manchete como "Jockey promove Festa Junina com entrada e estacionamento gratuitos", TODAS as mídias vão publicar. Porque este tipo de notícia viraliza e nenhum veículo quer ficar para trás. Além do mais, isso é "serviço" que a imprensa tem como "obrigação" divulgar.

    Este tipo de notícia, ou um "Jockey promove passeio de pôneis gratuitos" também tende a viralizar nas redes sociais. Porque as pessoas começam a marcar amigos e compartilhar a notícia, fazendo com que os algoritimos das redes sociais expandam cada vez mais aquela matéria.

    Para o veículo de imprensa é bom porque gera "page views" e para o clube é espetacular, pois se trata de propaganda gratuita. Quem não tem dinheiro para comprar mídia, tem que atacar neste modelo de divulgação. Mas para ele funcionar é extremamente necessário que em cada reunião tenham atrações para o público. 

    Depois que você estiver com o público lá dentro, divulgar o próximo evento via panfletagem é essencial. Para quem estiver ali saber que não é um evento único. Que no próximo fim de semana ou dali quinze dias ele pode se programar para voltar que a festa será a mesma. Comunicação visual dentro do clube através de banners divulgando as próximas corridas também deve ser uma ferramenta obrigatória. 

    Por fim, a excelência no atendimento. Fazer com que estas pessoas que estão ali se sintam especiais. Ter gente para atendê-los, ensinar a apostar com paciência e mostrar que eles dentro do clube são importantes. Desde o que vai jogar dez reais durante a reunião e vai tomar uma casquinha de sorvete até quem vai estar na Tribuna de Honra apostando R$ 500,00 por páreo. 

    Ainda existem mais formas de conseguir verbas. Os Jockeys são enormes, com diversas áreas que poderiam - e em muitos clubes são - exploradas fora dos dias de corrida. A realização de shows (como o Outubro Rosa, da Rede Massa no Tarumã), eventos de outras raças de animais, feiras têxtis (que hoje são feitas em barracões) e principalmente feirões de automóveis, podem render receitas para não somente equilibrar as contas do clube, como também para elevar nossos hipódromos a outro patamar.

    É uma visão com seus 10% de utopia? Sim. Entretanto, transmissões ao vivo de corridas já foramm uma utopia, simulcasting já foi uma utopia, os drones filmando provas de cima cima já foram uma utopia. E se 10% é utópico, vamos trabalhar em cima dos 90% que são realizáveis.   

     

  • São Paulo

    André Luiz Silva vence três na tarde de hoje

    André Luiz Silva vence três na tarde de hoje
    (Foto: Site JCSP por Porfirio Menezes)

    Um jóquei muito conhecido no Paraná foi o destaque das corridas de hoje em Cidade Jardim. André Luiz Silva, que vem montando em trânsito em praticamente todas as corridas do Tarumã, venceu três carreiras na reunião. 

    Há duas semanas ele já havia consquistado feito semelhante, quando levou quatro das nove carreiras do dia 1° de junho. Desta vez ele venceu com Baita Blade, Earthquake e Soft Hat. 

    Das três vitórias a mais difícil foi com Earthquake, no terceiro páreo. Largando por fora no quilômetro gramado, assistiu La Victoria Square assumir a ponta e abrir vantagem. Experiente, esperou a hora certa para dar a partida final e vencer a prova. 

    Nas outras duas carreiras ele venceu com verdadeiros "galopes". Tanto Baita Blade, no primeiro páreo, quanto Soft Hat, no quinto, chegaram com mais de 5 corpos de vantagem. 

    Outro piloto que vem se dando bem no Tarumã e que teve destaque na tarde de hoje foi Marcos Ribeiro. Ele venceu duas provas na tarde de turfe paulista.

    A primeira foi com o ótimo Sédulos na sexta prova da programação. Logo em seguida, na sétima prova, nova vitória, desta vez com Quick Hillie.

    Ambos estarão montando na festa do Derby Paranaense, que acontece no dia 23 de junho. Na principal prova da programação, o Clássico Derby Paranaense (Listed), Marcos Ribeiro monta Trem Bala e André Luiz Silva pilotará Make No Mistake.

  • Recorde

    Reunião do dia 23 apresenta número recorde de inscrições

    Reunião do dia 23 apresenta número recorde de inscrições
    (Foto: Site JCPR por Estéfano Lessa)

    A reunião turfística do dia 23 de junho no Jockey Club do Paraná apresentará um dado interessante. A Comissão de Corridas recebeu número recorde de inscrições aproveitadas em 2019. 

    No total serão dez páreos, o que já havia acontecido antes. No entanto, o que chama a atenção são o número de participantes em cada corrida.

    Tirando o Clássico Derby Paranaense (Listed), o Prêmio Oribe Marquez e o Prêmio Câmara de Comércio Brasil - Portugal, que contam com nove participantes, todos os páreos restantes contam com ao menos dez animais. 

    O segundo, o terceiro e o décimo páreo contam com treze animais inscritos. No total a reunião do dia 23 apresentará 108 animais nos dez páreos do programa, uma média espetacular para o Jockey Club do Paraná. 

    E os números não param por aí. Segundo o informativo de "inscrições não aproveitadas" publicado no site do clube, mais 26 animais foram inscritos em provas que não conseguiram o número mínimo para formação. Assim, tivemos um total de 131 inscrições para a reunião do dia 23. 

    Ainda vale como registro que alguns animais saíram do Jockey Club do Paraná para correrem em trânsito no Jockey Club Brasileiro, por ocasião do Festivval do GP Brasil na última semana.

    Sendo assim, as expectativas aumentam para que em um futuro próximo - com a adição de novas receitas - tenhamos a terceira reunião mensal, vontade antiga da Diretoria do Jockey. 

    Com os rumores de proprietários trazendo seus animais de volta para o Tarumã e a possibilidade do Hipódromo de Uvaranas voltar a dar corridas no mês que vem, a força do turfe paranaense só tende a aumentar, o que é ótimo para o turfe brasileiro. 

  • Copa ABCPCC

    Valores de ADDED da Copa ABCPCC Regional já disponíveis

    Valores de ADDED da Copa ABCPCC Regional já disponíveis
    (Foto: Divulgação JCRGS)

    A Associação Brasileira dos Criadores e Proprietários de Cavalos de Corrida - ABCPCC anunciou os valores de ADDED para a Copa ANPC Regional (Listed), que será disputada no dia 07 de julho no Jockey Club do Paraná. 

    A prova abre o Festival da Copa ABCPCC, que terá sua conclusão em São Paulo no mês de agosto. O ADDED da carreira, que será disputada em 1.600 metros é de R$ 2.221,00. A primeira parcela, de R$ 667,00 (30%), deverá ser paga até as 16h do dia 19/06/2019. Esse valor não será devolvido caso o produto não tenha sua inscrição confirmada.

    A segunda parcela com o valor restante (R$ 1.554,00) deverá ser paga até as 16 horas do dia 26/06/2019. Nesta data também serão recebidas as penalidades, que serão aplicadas aos animais inscritos que não tiveram seu reprodutor inscrito ou por falta de pagamento da taxa universal. 

    Para cada uma destas penalidades o valor a ser pago é de R$ 4.442,00. Os pagamentos tanto poderão ser realizados presencialmente, na sede da ABCPCC, em São Paulo, quanto via transação bancária. Para a segunda opção, deverão ser observados os seguintes dados: Associação Brasileira dos Criadores e Proprietários do Cavalo de Corrida (favorecido), Banco Bradesco, AG: 1322, C/C: 66999-7, CNPJ: 61.993.028/0001-61.

    Que ficará responsável por receber as inscrições definitivas é a Comissão de Corridas do Jockey Club do Paraná, já que a prova aconetce no Tarumã. As inscrições desta prova serão recebidas até às 10 horas da manhã do dia 27 de junho. 

    Havendo no mínimo seis inscrições, a previsão de premiação é de R$ 30.291,00 ao primeiro colocado, R$ 9.087,00 ao segundo, R$ 6058,00 ao terceiro, R$ 3.029,00 ao quarto e R$ 1.514,00 ao quinto. Aos criadores será destinado 10% do montante de R$ 3.665,00 e aos profissionais o valor de R$ 9.530,00. Totalizando uma bolsa de R$ 63.176,00. 

  • Impresso

    Paranaenses protagonizam no 1° Seminário do Turfe Brasileiro

    Paranaenses protagonizam no 1° Seminário do Turfe Brasileiro
    Seminário aconteceu no Rio de Janeiro (Foto: Leopoldo Scremin para o Bem Paraná)

    Na última segunda-feira (10) aconteceu no Jockey Club Brasileiro o 1° Seminário do Turfe Brasileiro. Diversos convidados falaram sobre o que pensam em suas respectivas áreas e, no momento mais esperado, os presidentes dos quatro maiores hipódromos do Brasil, juntamente com o presidente da ABCPCC se uniram para falar sobre turfe.

    Três paranaenses foram escolhidos para dissertar a respeito do de suas respectivas áreas. O presidente Roberto Belina deu um panorama sobre o Jockey Club do Paraná. O jornalista Leopoldo Scremin, colunista do Jornal Bem Paraná, falou sobre estratégias de mídia e publicidade e o comissário de corridas Tiago de Mattos Leão deu seu panorama sobre o turfe.

    O primeiro dos paranaenses a falar foi Leopoldo Scremin, ainda pela manhã. Em pauta o “Marketing no Turfe”.  Adriene Trunco, Diretora da PMU Brasil foi sua companheira de debates, onde passou um pouco do que a empresa multinacional que está deixando o Brasil fez em relação a visibilidade do Hipódromo da Gávea.

    Depois foi a vez e Leopoldo, que fez questão de citar a disparidade do poder de compra de mídia da PMU/Gávea com o caixa que hipódromos brasileiros restantes possuem. Ele explicou como é articulada a relação do Jockey Club do Paraná com a grande mídia paranaense. A “bandeira” a ser defendida dentro dos hipódromos é o entretenimento da família, para depois pensar em formar apostadores.

    “Nós temos que parar de comparar o turfe dos anos 70 com o momento atual. A concorrência que o turfe enfrenta hoje para atingir as novas gerações é absurda”, disse Leopoldo durante sua apresentação. “Temos que trabalhar com o entretenimento para atrair um público novo (…) hoje muitos filhos de criadores e proprietários não se interessam pelo turfe. Nós temos que focar em atrair os netos dos grandes proprietários para dentro do hipódromo, porque os filhos nós já perdemos por não investir nesta área há 20 anos.”

    Após o almoço foi a vez de o Presidente Roberto Belina falar. Ao lado de Benjamin Steinbruch (JCSP), Luiz Alfredo Taunay (JCB), José Vecchio Filho (JCRGS) e Antonio Quintella (ABCPCC). Com o intenso crescimento do Jockey Club do Paraná, o presidente do Jockey Club do Paraná teve um dos discursos mais positivistas da tarde.

    E não é para menos. Uma vez que além de estar financeiramente acertado, a inauguração do Jockey Plaza Shopping Center, a instalação da pista de grama e outras novidades realmente estão colocando o Hipódromo do Tarumã em outro patamar.

    “Nosso panorama financeiro hoje é uma conta simples. Temos cerca de R$ 500 mil em receitas e gastamos R$ 500 mil em contas”, comentou Belina. “Pagamos todos os impostos, funcionários, contas e distribuímos o restante da verba em prêmios. Acabamos de inaugurar um shopping, reformamos a escola de aprendizes para formar novos profissionais e estamos construindo uma pista de grama.”

    Por fim, no encerramento do seminário foi a vez dos proprietários falarem a respeito do que enxergam do turfe. Tiago de Mattos Leão (Stud AML) teve um curto espaço devido aos atrasos no congresso. Mesmo assim conseguiu em pouco tempo sintetizar o que ele vê de necessário para o crescimento do turfe.

    “Eu acredito em um turfe forte se o proprietário for forte. O criador precisa ter alguém para vender e o proprietário precisa de um prêmio forte para poder investir alto”, discursou Tiago. “O Jockey Club do Paraná está em franca ascensão, teremos nossa pista de grama no ano quem vem, mas precisamos do Jockey Club de São Paulo também forte para termos um turfe brasileiro forte.”

  • Congresso

    Congresso de Turfe Brasileiro: o que os presidentes falaram

    Congresso de Turfe Brasileiro: o que os presidentes falaram
    Presidentes falaram sobre o turfe brasileiro

    Na última segunda-feira aconteceu o primeiro Congresso de Turfe Brasileiro. A iniciativa tinha como propósito debater a atividade turfística e acima de tudo pregar a união por um esporte mais forte no país. 

    E um fato deixou claro que este caminho é extremamente possível. Pela primeira vez em muitos anos tivemos em uma mesma bancada respondendo perguntas ao público os presidentes dos quatro maiores Jockeys Clubs do Brasil e ainda o presidente da Associação Brasileira dos Criadores e Proprietários de Cavalos de Corrida - ABCPCC. 

    Antonio Quintella, Luiz Alfredo Taunay, José Vecchio, Roberto Belina e Benjamin Steinbruch falaram a respeito da situação de seus clubes para os mais de cem presentes ao seminário e outros tantos que acompanharam a transmissão ao vivo. Muitas verdades foram ditas e a situação de cada clube foi exposta, deixando claro que existe a possibilidade de uma coalisão total entre estas frentes. 

    Vecchio e a recuperação do Hipódromo do Cristal: 

    O primeiro a falar foi José Vecchio Filho, presidente do Jockey Club do Rio Grande do Sul. Com austeridade e muit simpatia, o presidente gaúcho deixou claro algumas posições e situações importantes em relação ao JCRGS. 

    A primeira delas foi a respeito de sua gestão e o pagamento de dívidas antigas. Vecchio relatou como foi entregue o caixa, o quanto o clube vem trabalhando para pagar o REFIS e outras dívidas antigas. 

    Explicou a razão do JCRGS trabalhar com duas pedras, a do simulcasting com a Gávea e a do simulcasting com Cidade Jardim. Segundo ele, o clube tem uma dívida de gratidão herdada de gestões antigas e quer fazer de tudo para ajudar o clube paulista. 

    Também se mostrou favorável a uma pedra única, desde que o hipódromo realizador das carreiras fique com o volume de apostas e pague a comissão às agências dos outros hipódromos. Para Vecchio "não é justo o clube ter todo o ônus da realização da reunião e receber de outras praças apenas 7 ou 8 % e comissão sobre o que foi jogado". 

    Belina e a gestão centrada do JCPR:

    Após ele foi a vez do presidente Roberto Belina, do Jockey Club do Paraná. Belina fez questão de lembrar de todos os desafios que a gestão Paulo Pelanda, da qual ele e sua atual diretoria fizeram parte, em conseguir recuperar a carta patente em definitivo. 

    Este discurso terminou com o conselho para os outros clubes para que "não deixem isso acontecer com eles, pois para reverter a situação é muito difícil". Belina também falou de como está sendo feito o turfe no Paraná. 

    Para Belina a conta é simples: "Com entradas de cerca de R$ 500 mil mensais, o JCPR está pagando contas, dívidas herdadas de outras gestões e funcionários em dia e, com o restante, promovendo reuniões quinzenais". Existe uma ótima perspectiva futura para aumento de prêmios e de reuniões mensais, desde que com caixa para isso.

    Steinbruch e uma palavra animadora para o turfe paulista:

    Benjamin Steinbruch foi a grande surpresa - positiva - do congresso. Com uma situação dificílima, ir ao evento e "abrir a caixa preta" do Jockey Club de São Paulo realmente foi admirável. 

    Ele começou contando como foi sua eleição, uma vez que nunca havia se envolvido em outras gestões. Chegou para tentar salvar o clube, no entanto, não imaginava "nem em seus piores pensamentos" o quão endividado estava o JCSP.

    Para se ter uma ideia, a gestão anterior - segundo ele relatou - demitiu cerca de 242 funcionários e não pagou os direitos trabalhistas. Só dos processos que já foram julgados e estão em fase de execução geram uma dívida de R$ 15 milhões, gerando ao todo - entre os ainda não julgados - R$ 30 milhões. 

    São mais R$ 20 milhões em dívidas com proprietários e outros R$ 250 milhões - estes sub-júdice - com a prefeitura de São Paulo. O presidente Steinbruch ainda relatou cerca de mais R$ 50 milhões em dívidas diversas. 

    Ele não quis culpar gestões anteriores, acredita que o Jockey Club de São Paulo está nesta situação pela "falta de um norte nos últmos 20 ou 30 anos". Relatou que toda a receita que entra no clube é penhorada para pagar as dívidas trabalhistas e o clube hoje não tem receita quantitativa. 

    Assim fica "engessado" em relação aos funcionários atuais. O que entra fica para os antigos funcionários. E como o Jockey se encontra em "regime de greve", ele não consegue contratar nem demitir ninguém, sofrendo com as ameaças de greve. Ele acredita que em um curto espaço de tempo esta situação será resolvida, mesmo porque o clube tem receitas que podem liquidar até o fim do ano esta dívida trabalhista (explicado mais abaixo).

    No entanto, Benjamin deixou claro que - mesmo nunca em sua vida como gestor tendo visto situação tão alarmante - o JCSP tem solução e sua equipe está lá para isso. Disse que ao contrário de outras gestões não vai liquidar patrimônio para pagar as contas, como foi feito anteriormente com a Chácara do Ferreira e o prédio do Centro. 

    Como "notícias boas" ele repassou dívidas que a cidade de São Paulo tem com o Jockey. Dos R$ 250 milhões citados acima como dívidas, R$ 100 milhões já estão julgados e transitados em favor do JCSP (a dívida não existe mais). Outros R$ 100 milhões desta dívida são de ISS, que também está ajuizada e "não cabe" ainda como uma dívida computada. Dos R$ 50 milhões que sobram, R$ 8 milhões são uma dívida real e os outros R$ 42 milhões em discussão na justiça, que também ainda não pode ser cobrada. 

    Entre as boas notícias uma é espetacular. Existe um projeto adiantado para que no Centro de Treinamento de Campinas seja instalado - sem liquidar o patrimônio - um centro de logística para o Aeroporto de Viracopos. Com isso o clube pode levantar em um curto espaço de tempo R$ 150 milhões. 

    O Jockey de São Paulo também tem cerca de R$ 200 milhões em Títulos de Potencial Construtivo, referentes a um tombamento. O clube pode colocar 10% para venda ao ano gerando mais R$ 20 milhões em receitas. 

    A prefeitura de São Paulo deve R$ 30 milhões em precatórios referentes a uma desapropriação de 30 anos atrás. O Jockey entrou no programa "fast track", diminuindo o valor em 30% para receber mais rápido. O valor já foi pago, mas o clube não consegue receber. Isso deve ser resolvido em um curto espaço de tempo desde que turfistas que são juristas ou advogados se envolvam.  

    Por fim, mais duas notícias que dão algum alento para quem realmente torce para que as corridas em Cidade Jardim continuem. A primeira é que o Jockey negocia a possibilidade de um cessão de espaço dentro de uma área do clube - semelhante ao que salvou o Jockey Club do Paraná - para um empreendimento grande e que pode render um valor substancial.

    E a segunda, esta sim imediata, é que Cidade Jardim deve aumentar o prêmio pago antecipadamente para cerca de R$ 4.500,00 nos mesmos moldes do que é feito hoje com os R$ 3.000,00. O presidente deixou claro que "isto parece até uma gorjeta, mas está sendo muito difícil de fazer devido aos problemas citados". Para ele, muito mais que o valor "irrisório" este é um gesto de demonstração de boa vontade para com os proprietários. 

    Encerrou seu discurso mostrando fé de que o clube estará em uma situação muito melhor ao fim do ano. Também deixou claro que está unido com os outros presidentes para fortalecer o turfe através de suas influências políticas. 

    *Assista o Seminário completo (Presidentes a partir da 7h30min)

    Quintella e o crescimento na criação: 

    O presidente da ABCPCC, Antonio Quintella, comemorou os avanços de tecnologia no Stud Book Brasileiro. Melhorando o sistema das plataformas para busca e informações, a utilização de micro chips de identificação e outras modernidades técnicas, sem aumento da emulação para os sócios.

    Quintella enalteceu a aproximação com os criadores e proprietários de animais direcionados à cancha reta. Fez questão de deixar claro a importância deste segmento para a criação do cavalo PSI no país. Agradeceu Chico Ávila e a Associação Brasileira de Cancha Reta pela associação à ABCPCC. 

    O presidente Quintella também lembrou que "o turfe está crescendo". Provou em números que nos últimos anos a criação de cavalos PSI de corrida estão aumentando e fez questão de agradecer o engajamento dos criadores nacionais. 

    Por fim, falou a respeito do Festival da ABCPCC deste e dos próximos anos. Confirmou que em agosto o festival será em São Paulo, também anuncindo que em 2021 o Festival da ABCPCC contará com mais três provas, totalizando sete.

    Antonio Quintella fez questão de declarar apoio incondicional ao Jockey Club de São Paulo, deixando claro - e até indagando os presentes - sobre a importância do hipódromo paulistano para um turfe nacional mais forte. 

    Taunay e a gestão carioca: 

    Como anfitrião, coube ao presidente Luiz Alfredo Taunay encerrar este encontro espetacular que a organizão do Congresso de Turfe Brasileiro proporcionou aos presentes e a quem quis acompanhar com transmissão ao vivo pela TV Leilão. 

    O mandatário carioca começou falando a respeito do seu modelo de gestão, que está conseguindo aumentar gradativamente o caixa do clube. Ele assumiu o Jockey Club Brasileiro com um caixa de R$ 5 milhões e hoje, segundo relato está em R$ 25 milhões. 

    Como estratégia houve o corte de gastos não só no hipódromo, como também na estrutura do clube. O quadro associativo do JCB está fazendo a diferença e viabilizando o turfe, além de espaços que estão sendo comercializados em regime de locação, que geram uma renda importante. 

    Taunay falou a respeito da importância da união entre os clubes. Exemplificou com um fato ocorrido, no qual o presidente Roberto Belina o ajudou através da interlocução com senadores paranaenses para o bem do turfe. Mostrou estar alinhado com o JCPR, com o JCRGS e pretende estreitar ainda mais os laços com São Paulo.

    Terminou sua participação falando - como não poderia ser diferente - sobre o término da parceria com a PMU. Explicou que foi um corte da empresa através da matriz francesa em diversos países, lamentando o ocorrido. Tanto a PMU quando o JCB estão trabalhando incessantemente para uma melhor transição. 

    As corridas estrangeiras continuarão a ser transmitidas para o Brasil com apostas. Resta agora saber se a PMU - através da PMU Brasil - vai continuar ajudando na gestão das mesmas ou se tudo ficará a cargo do clube. Sobre encontros com outras empresas de apostas do mesmo porte, disse estar aberto a contatos e de olho no mercado.

  • GP Brasil

    Sábado espetacular na Gávea

    Sábado espetacular na Gávea
    (Foto: Sylvio Rondinelli)

    O sábado no Jockey Club Brasileiro foi espetacular. Tanto dentro quanto fora da pista a festa cariaco surpreendeu e causou fortes emoções nos turfistas presentes. 

    Dentro da pista foi a consagração deHappy Bryan e de Midsummer Rain, duas éguas que não eram favoritas e levaram o GP Major Sukow e o GP Roberto e Nelson Grimaldi Seabra, respectivamente. 

    Fora da pista a festa foi enorme, reunindo muita gente. O sábado no Jockey recebeu muito público, e quando dizemos "muito" não estamos exagerando. Realmente o hipódromo estava cheio. Hoje as dependências devem lotar. 

    Abrindo a tarde tivemos a Prova Especial Mesageiro Alado, para machos em 1.000 metros. E que venceu foi Goldzilla, do Stud Happy Again. A crioula do Haras Santa Maria de Araras contou com o preparo de Christiano Oliveira para derrotar Eccedente, Helianto, Ouro Preto e Harvard. 

    Na versão feminina da prova, que receu a nomenclatura de "Prova Especial Requebra", foi a vez de Sunset Shimmer ir para a foto da vitória. Field Trip foi a segunda. Guapa Loca, Silent Passion e Eniandra completaram o marcador.

    Depois destes aperitivos foi a vez da maior prova de velocidade do Brasil. O GP Mjor Sukow (G1) colocava na pista diversos animais com condição de vitória, o maior deles era Efetivo Bull.  

    Mas Marcelo Gonçalves teve uma direção infeliz com o castanho do Stud Happy Again.Fez tanta questão de ficar com a baliza 1 que quase derrubou ao menos três adversários, o que causou revolta nos jóqueis, treinadores e proprietários presentes. 

    Há pelo menos 20 anos uma prova de Grupo 1 não tinha tantas batidas de sino após a chegada. Óbvio que Efetivo Bull foi desclassificado, dando a vitória a Happy Bryan. Em terceiro chegou Jardim de Outono, com Don Arlindo e For Finish competando o placar. 

    Treinada por Ronaldo Lima, a tordilha é filha de Wired Bryan e Sexy Italian (Dodge). Foi pilortada por Waldomiro Blandi, que chegou a comemorar no disco tamanha a certeza da desclassificação do rival. O tempo foi de 56"61 para o qilômetro gramado. 

    No GP Roberto e Nelson Grimaldi Seabra (G1), uma atropelada espetacular decidiu a prova. Midsummer Rain, do Stud V.Jabor, venceu de forma maravilhosa a prova com uma condução de Carlos Lavor digna de aplausos. 

    Em segundo chegou Grandeza, que ponteou praticamente todo páreo. Grand Amiga, Pineapple Pie e Allez-Piaf completaram o placar. Midsummer Rain é de criação do Stud Chesapeake e foi apresentada por Luis Esteves. Mais um filho de Setembro Chove a vencer uma prova de Grupo 1. 

    Festa Pronta e Perigoosa fecharam as disputas de provas clássicas, com vitórias no Clássico OSAF (Listed) e Prova Especial Tirolesa. Hoje tem mais, com corridas a partir das 13 horas.

  • Gávea

    El Bacan, Wind of Change e Lady Angel abrem festival carioca

    El Bacan, Wind of Change e Lady Angel abrem festival carioca
    (Foto: Site JCB por Sylvio Rondinelli)

    Começou a grande festa do Jockey Club Brasileiro. Com oito páreos já realizados, três animais se destacaram por vencerem as primeiras provas clássicas do festival. 

    E Bacan e Wind of Change venceram as provas que homenagearam os Jockey Clubs do Paraná e Rio Grande do Sul. Lady Angel venceu a que homenageava a imprensa. Muita disputa na pista de areia nas distância de 1.200, 1.400 e 1.600 metros. 

    El Bacan atropela forte: 

    El Bacan é um cavalo muito qualificado. Demostrou isso no ano passado ao perder por diferença de cabeça para o ganhador de Grupo 1 Schweinsteiger na prova de velocidade do Tarumã. 

    E parece que o defensor das cores do Stud Parente Sobral gosta do turfe paranaense. Há pouco, no Clássico Luiz Gurgel do Amaral Valente – Taça Criação e Turfe Paranaense (Listed), o filho de Amigoni e Aracélia (Dodge) atropelou firme para vencer bela carreira. 

    A prova saiu uma "penca". Espirutus e Luna Baluna brigaram pela ponta nos primeiros metros, abrindo de cara três corpos de vantagem para o restante do pelotão. Super Academy e Penelope Charming vinham a seguir, com American Bull na quinta colocação. 

    E este foi o perfil do páreo até a entrada da reta. No replay é possível ver que Wesley Cardoso - sabendo que o percurso é na variante - dá uma partida forte em El Bacan já no início da grande curva. 

    Luna Baluna dominou Espiritus, porém o cavalo do Haras Sweet Carol voltou por dentro, não dando folga para a defensora do Stud Red Rafa. E eis que por fora começou a avançar com muita ação El Bacan. 

    Nos últimos metros Luna Baluna conseguiu se desvencilhar de El Bacan, mas seu esforço foi insuficiente para se defender dos ataques do crioulo do Haras Cifra, que livrou pouco mais de meio corpo para se sagrar vencedor. 

    Adelcio Menegolo apresentou o paranaense de seis anos. A seguir chegaram Luna Baluna, Espiritus, Golden Cat e Super Academy. O tempo foi de 1'13"40 para os 1.200 metros na areia variante. 

    Wind of Change vence Clássico Breno Caldas (Listed):

    Na vez do turfe gaúcho ser homenageado, em ocasião do Clássico Breno Caldas - Taça Criação e Turfe Gaúchos (Listed), Wild of Change mostrou muita categoria. Enfrentando 10 competidores, o filho de Forestry e Academia Real (Banker's Gold) mostrou muita categoria. 

    Na largada vários animais buscaram a primeira colocação. Entre eles Wind of Change, que logo tomou a dinateira. Symbolus era o segundo, com Memory of Love, Lasting Colony e Jardim Olímpico. 

    E assim foi a primeira metade do percurso. Na curva Lasting Colony passou para segundo, com Memory of Love por dentro em terceiro. Em primeiro floreava Wind of Change, que entrou à reta com dois corpos de vantagem para os demais adversários. 

    Nos 300 finais Gogo Boy apareceu pelo lado de fora em busca da primeira colocação. Mas o defensor do Stud Pixote foi abrindo cada vez mais diferença, vencendo por larga margem. 

    Em terceiro ficou Jardim Olímpico, com Memory of Love e Natural Champion. O crioulo do Haras São José da Serra foi apresentado por Julio Cesar Sampaio, muito bem pilotado por Waldomiro Blandi e assinalou 1'38"95 para milha na areia. 

    Lady Angel é a melhor no Clássico Imprensa - Jornalista Léo Batista (Listed):

    Na prova que homenageou a imprensa brasileira, Lady Angel venceu com muita categoria. Conhecida dos paranaenses, onde venceu na estreia, a potranca do Haras Guamiranga se reabilitou em grande estilo de seu fracasso na pista de grama. 

    Antes temos que louvar a iniciativa do Jockey Club Brasileiro em homenagear este ícone do jornalismo chamado Léo Batista. Antes da prova ele compareceu na cabine de transmissão da TV Turfe para um excelente bate papo com Celson Afonso. 

    Na prova a protranca demonstrou muita velocidade. Encarando os machos, abriu vantagem desde os primeiros metros e só foi receber ataques na reta final. Elm Wood até que tentou, mas a filha de Dubai Dust e Angel Carina (Elusive Quality) se defendeu bem dos ataques e  conseguiu manter a primeira colocação. 

    Em terceiro chegou Bons Ventos, com Mas Que Nada e Napoleon a seguir. Treinada por Luiz Esteves, a crioula do Stud TNT recebeu a direção de Vagner Borges. O tempo da prova foi de 1'28"22 para os 1.400 metros na pista de areia.

    O Festival do GP Brasil 2019 continua amanhã e o Blog Bem no Jockey estará in loco fazendo uma cobertura completa.  

  • Pets

    Feira de Adoção acontece amanhã na Farmácia do Jockey

    Feira de Adoção acontece amanhã na Farmácia do Jockey

    A Farmácia Veterinária da Associação dos Criadores e Proprietários de Cavalos de Corrida do Paraná - ACPCCP, que fica localizada na entrada da Vila Hípica do Jockey Club do Paraná, promoverá amanhã a partir das 9 horas uma feira de adoção de animais de pequeno porte. 

    Com o intuito de conseguir adoções conscientes para pets que foram abandonados, a Farmácia da ACPCCP estará com diversas atrações para quem comparecer ao evento. 

    Para o público presente serão distribuídos pipocas e doces, brindes dos laboratórios veterinários parceiros e ainda diversas promoções exclusivas para o evento. 

    Além disso, a Feira de Adoção da Farmácia ACPCCP é uma forma de aproximar a comunidade local do estabelecimento, já que muita gente ainda acredita que ela tem apenas produtos para cavalos e só atende os sócios do Jockey, o que não é verdade. A Farmácia está aberta para o público em geral. 

    Então fique atento para os horários e não perca este evento. A Feira de Adoção da ACPCCP acontece amanhã (08) das 9 as 17 horas. Entrada e estacionamento gratuitos. Ela fica na Rua Konrad Adenauer, 911, Tarumã, na entrada da Vila Hípica do Jockey Club do Paraná, em frente ao Cemitério Vertical. 

  • Turfe

    Primeiro Seminário de Turfe Brasileiro é atração no Rio de Janeiro

    Primeiro Seminário de Turfe Brasileiro é atração no Rio de Janeiro

    Participar de um fim de semana do GP Brasil é sempre muito interessante para prfissionais, proprietários e turfistas em geral. Mas quem for ao Jockey Club Brasileiro este fim de semana terá uma atração a mais na segunda-feira (10). 

    Acontecerá na salão de eventos da Tribuna C do Hipódromo da Gávea o Primeiro Seminário de Turfe Brasileiro. O evento tem o intuito de debater soluções para o turfe brasileiro a curto, médio e longo prazo. 

    Serão quatro temas centrais que serão debatidos. O relacionamento das instituições com os poderes governamentais, apostas, marketing no turfe e exportação vs importação. 

    Para dar início aos trabalhos, José Carlos Fragoso Pires Junior irá abrir o seminário falando um pouco da situação do turfe no país e no mundo. Em seguida um dos assuntos mais importantes será debatido: as relações institucionais com as autoridades governamentais. 

    Para debater sobre este assunto estarão na mesa Fábio Câmara, Flávio Obino Filho, Ana Cristina Reis (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento do Rio de Janeiro) e Camila Cortês Firmino, também do MAPA - RJ. O mediador será Luiz Octavio Figueiredo. 

    Em seguida mais um tema de suma importância para a atividade turfística: apostas. Serão discutidos vários temas sobre o assunto. Estarão na mesa Marcelo Beloch e Sérgio Barcellos, com mediação de Jacob Licht. 

    Depois será a vez de falar de Marketing e Turfe. Adriene Trinca, Diretora de Marketing da PMU Brasil e Leopoldo Scremin, coordenador de comunicação do Jockey Club do Paraná estarão na mesa de debates. O mediador será Richard Ávila. 

    Após o almoço será a hora dos presidentes falarem. Luiz Alfredo Taunay (JCB), Robertol Belina (JCPR), José Vecchio Filho (JCRS), Benjamin Steinbruch (JCSP) e Antonio Quintella (ABCPCC). O mediador desta converça extemamente qualificada será Armando Burlamaqui. 

    O tema exportação vs importação também será discutido no evento. Renato Gameiro e José Carlos Vaz Guimarães estarão na mesa, que será mediada por Gilberto Gama. 

    Por fim, será a vez de alguns proprietários fazerem suas considerações finais a respeito do que será debatido durante todo o dia. Paulo Brown Meira, Claudio Miragaia Perri, Tiago de Mattos Leão e Luiz Oswaldo Leite estarão na mesa de debates. 

    A entrada para o seminário é gratuita. Para maiores informações e inscrições pode-se usar os seguintes canais: seminariodeturfe@gmail.com.br ou 21 99371 7240 (WhatsApp). O evento começará às 8h30 e tem previsão de término às 17h30. Tempo suficiente para os participantes se preparem para as corridas noturnas de segunda-feira.

  • Turfe

    Um marco para o turfe brasileiro

    Um marco para o turfe brasileiro
    (Foto: Divulgação Jockey Plaza)

    Na manhã de ontem (05) começou uma nova etapa na história do Jockey Club do Paraná. Depois de quase oito anos de espera – desde as primeiras reuniões - foi concluído o Jockey Plaza Shopping Center, empreendimento que o clube tem participação.

    Ao olhar do público em geral se trata de apenas mais uma opção de lazer e compras em Curitiba. No entanto, para o turfe ele simboliza um ponto de ignição para o futuro do esporte.

    O turfe não consegue manter-se apenas das apostas. Os hipódromos brasileiros que tentam viver apenas dos jogos nos cavalos comprovadamente não conseguem se sustentar. No Hipódromo da Gávea, no Rio de Janeiro, por exemplo, o quadro social é o grande alicerce juntamente com a comercialização de pontos para restaurantes e eventos.

    Lá o Rio Open de Tênis e outros eventos importantes geram uma receita satisfatória, que somada ao valor arrecadado com o quadro associativo transforma o Jockey Club Brasileiro no maior do país, promovendo quatro reuniões semanais.

    Se olharmos para nossos vizinhos da América do Sul o mesmo se repete. Com a legalização das apostas em cassinos, a estrutura por trás das corridas de cavalos é muito maior. Os cassinos sustentam os hipódromos, que com receitas garantidas podem realizar eventos e pagar prêmios melhores para os proprietários de cavalos de corrida.

    E como no Brasil as apostas desta modalidade, chamada coloquialmente de “jogos de azar” ainda não é liberada, o turfe precisa encontrar alicerces para continuar vivo. E é aí que o Jockey Plaza Shopping Center e obras deste tipo entram.

    O Jockey Club do Paraná é o primeiro clube de corridas a ter participação em um empreendimento deste porte, que gerará uma renda “vitalícia” ao clube. Enquanto houver shopping, o Hipódromo do Tarumã terá esta receita que chega para sanar dívidas antigas de gestões fraudulentas e servir como aporte para investimentos futuros, tanto na estrutura do clube (pista, arquibancadas, cocheiras) quanto na realização de eventos, investimento em marketing e etc.

    Além disso, o sucesso que o Jockey Plaza vai alcançar servirá de espelho para investidores de todo o Brasil. Tanto na funcionalidade do modelo de negociação quanto no atrativo “a mais” para o público. Um grande exemplo é o Jockey Club de Pelotas, que em moldes parecidos receberá duas grandes lojas que salvarão o hipódromo do interior gaúcho.

    Agora a expectativa fica para o dia 23 de junho, quando será realizado o Festival do Derby Paranaense. Pela primeira vez o shopping estará aberto em dia de corrida, o que dará uma dimensão do quão espetacular uma parceria dessas pode ser. Ontem, na abertura, já foi visto grande público se aproximando dos decks para ter a vista do hipódromo ao fundo. Com as corridas acontecendo, a aglomeração e o interesse pelo turfe só tendem a aumentar.

    Líder inconteste:

    No último domingo (02) começou o Meeting de Inverno e com ele o Clássico Criadores – Criterium Paranaense (Listed). E uma potranca de dois anos mostrou que tem muita qualidade, mantendo-se invicta. Art Dollar, do Stud Ajato, venceu de forma brilhante os machos e se tornou líder inconteste da geração 2016.

    Já havia vencido o criterium das potrancas, em 1.400 metros e agora repetiu a atuação em 1.600 metros. Com a direção impecável de Marcos Ribeiro e o ótimo preparo de Dilson Antunes, a filha de Billion Dollar tem dois caminhos a seguir: o GP Barão de Piracicaba (G1) ou a preparação para o GP Paraná 2019, que acontece em setembro. 

    *Foto: Divulgação JCPR por Erick Cunha. 

  • GP Brasil

    Paranaense Jet Lag fora do GP Brasil

    Paranaense Jet Lag fora do GP Brasil

    O cavalo Jet Lag é a primeira baixa anuncida do GP Brasil 2019. O vencedor do GP Cruzeiro do Sul (G1), o Derby Carioca teve contratempos após seu apronto e não se apresentará no domingo. 

    O treinador do crioulo do Haras Palmerini, Valter dos Santos Lopes foi aprontar o alazão para a grande prova, quando o mesmo sentiu uma lesão. Com isso, Valter não acredita que o representante das sedas de Alberto Juarez Tiellet Miorim poderá competir. 

    Jet Lag venceu o Derby Carioca de maneira inconteste. Muito voluntarioso, ponteou a prova durante todo o percurso, se defendendo muito bem dos ataques finais de Galaxy Runner. 

    Com isso, não teremos nenhum vencedor de Derby Carioca inscrito no GP Brasil. O vencedor da versão paulista, o também paranaense Halston foi exportado no fim de 2018. 

    O campo da principal prova do país conta com Agassi, Avião Sureño, Deep Dream, Devil Cat, Gaivina, Galaxy Runner, Garrison, George Washington, Leviatan, Olympic Hollywood, Olympic Icecream, Or Noir, Taksim e Tanto Riso. 

    As informações sobre a lesão e virtual forfait de Jet Lag são de Juliana Dias e Fernando Lopes, do site do Jockey Club Brasileiro. 

  • Gávea

    GP Brasil: Confira o campo das principais provas

    GP Brasil: Confira o campo das principais provas
    (Foto: Site JCB por Sylvio Rondinelli)

    Hoje o Jockey Club Brasileiro encerrou a primeira parte do pagamento do ADDED para o Festival do GP Brasil. Assim, temos o campo - pré-inscritos - das principais provas. 

    O GP Brasil (G1) conta com 15 animais pré-inscritos: 

    AGASSI STUD VERDE
    AVIÃO SUREÑO NEVERENDING STUD
    DEEP DREAM OITAVO STUD/HARAS PRINCESA DO SUL
    DEVIL CAT MAURICIO RORIZ DOS SANTOS
    GAIVINA HARAS SANTA MARIA DE ARARAS
    GALAXY RUNNER HARAS SWEET CAROL
    GARRISON STUD PEDUDU
    GEORGE WASHINGTON STUD HAPPY AGAIN
    JET LAG ALBERTO JUAREZ TIELLET MIORIM
    LEVIATAN STUD ETERNAMENTE RIO
    OLYMPIC HOLLYWOOD HARAS REGINA
    OLYMPIC ICECREAM HARAS REGINA
    OR NOIR HARAS DOCE VALE
    TAKSIM CARLOS DOS SANTOS
    TANTO RISO  STUD SÃO FRANCISCO DA SERRA

    O GP Presidente da República (G1), a milha internacional conta com 16 pré-inscritos:

    BOLD RETRIEVER STUD SANTA TEREZA
    CÉU DE BRIGADEIRO EDSON ALEXANDRE / LUIZ ALBERTO DANIELIAN
    DOLCE GUSTO STUD JULIANA E LUIZ GUILHERME
    DOWNS DO JAGUARETÊ STUD JAGUARETÊ
    ESPION NOIR STUD PEBBLE BEACH
    FARROUPILHA BOY HARAS SWEET CAROL
    GARBO TALKS HARAS DO MORRO
    GLORY BOY STUD JULIANA E LUIZ GUILHERME
    GO TO RIVIERA HARAS SANTA MARIA DE ARARAS
    GRAN CRU HARAS VALENTIN
    JOURNAL DU SOIR COUDELARIA FANTASTIC
    KRIS FIVE STUD MENDONÇA
    LAWCOURT HARAS TUTA
    OLYMPIC IMPACT  HARAS REGINA
    SUPER BOLD STUD SANTA TEREZA
    TIRO AO ALVO STUD O NACIONAL

    O GP Roberto e Nelson Grimaldi Seabra (G1), dedicado às éguas conta com pré-14 inscritas: 

    ALLEZ-PIAF STUD HOLE IN ONE
    EASIEST WAY HARAS SANTA MARIA DE ARARAS
    ESCALERA REAL STUD GRENOBLE
    FLY FIRST CLASS COUDELARIA ARARAS
    GRAND AMIGA HARAS CIFRA
    GRANDEZA HARAS SANTA MARIA DE ARARAS
    LELE BUCHECHA HARAS FIGUEIRA DO LAGO
    MIDSUMMER RAIN STUD V.JABOR
    NAOMI BROADWAY HARAS DO MORRO
    OKIE DOKIE STUD VAIL VALLEY
    PER-PIACERE HARAS RIO IGUASSU
    PINEAPPLE PIE HARAS DOCE VALE
    RAY GRASS STUD BEST FRIENDS
    SOCIETY GIRL JORGE CELESTINO BUSO

    O GP Major Sukow (G1), prova de velocidade do festival conta com 14 pré-inscritos: 

    AMULETTO HARAS RIO IGUASSU
    BLACK CELLO STUD B L
    DON ARLINDO ATHAYDE LOPES
    EFETIVO BULL STUD V.JABOR
    FAÇA MELHOR STUD GOLDEN HORSES
    FOR FINISH PAULO FERRAZ DE ANGELIS
    GALAXINA HARAS SANTA MARIA DE ARARAS
    HAPPY BRYAN STUD PEDUDU
    HISTORIETA STUD SNOB
    ISOLA DI FIORI HARAS DO MORRO
    JARDIM DE OUTONO STUD BLUE MOUNTAIN
    NEXT KOWBOY HARAS FRONTEIRA P.A.P./STUD EMBALAGEM
    SCHWEINSTEIGER HARAS RIO IGUASSU
    ULTRAFORTE STUD CORAZON DE LEON

    O GP Jockey Club Brasileiro (G1), dedicado aos potros de 2 anos conta com 15 pré-inscritos: 

    ASCARIS STUD V DE VILLELA
    CAPITÃO BARBOSA STUD ETERNAMENTE RIO
    FEROCITY STUD BLUE MOUNTAIN
    HECTOR GOLD HARAS ANDERSON
    HUMMER STUD PRIMEIRO NO DISCO
    JOLIE OLÍMPICA HARAS REGINA
    MAPA MUNDI HARAS FIGUEIRA DO LAGO
    MENTE BRILHANTE STUD V.JABOR
    MONDRAGON HARAS FIGUEIRA DO LAGO
    NÃO DA MAIS HARAS PHILLIPSON
    NO SOUND HARAS PHILLIPSON
    OLYMPIC JOLTEON HARAS REGINA
    PETRUS STUD INSTANTE MÁGICO
    THE STAR STUD BEST FRIENDS
    UCAYALI HARAS ESTRELA NOVA


    E por fim, o GP Francisco Villela de Paula Machado (G2) conta com 10 potrancas pré-inscritas: 

    ESTRELLA DEL SUR STUD BEST FRIENDS
    HONEST GIRL STUD PEDUDU
    ISOLDA CRESTA STUD DOCE ILUSÃO
    KINETIC POWER HARAS SPRINGFIELD
    LA SONATA STUD SÃO FRANCISCO DA SERRA
    MAIS QUE BONITA STUD ETERNAMENTE RIO
    NAMASSE HARAS PHILLIPSON
    NEW SCHOOL HARAS PHILLIPSON
    OLYMPIC JULIET HARAS REGINA
    QUICK’N EASY HARAS DOCE VALE

    O Festival do GP Brasil começa na sexta-feira, dia 07 de junho. Estas provas acontecerão nos dias 08 e 09 de junho, sábado e domingo. O Blog Bem no Jockey, do Portal Bem Paraná estará lá repercutindo tudo. 

  • Recuperação

    Nada de traumatismo: Ricardinho sofre lesão em costelas e vértebras

    Nada de traumatismo: Ricardinho sofre lesão em costelas e vértebras
    (Foto: Divulgação Hipódromo San Isidro)

    Um alívio para todos os fãs e admiradores de Jorge Ricardo: ele não corre risco de morte. Ontem notíciamos que ele sofreu um grave acidente - leia aqui - com mais três profissionais no 14° páreo de San Isidro. 

    A queda foi realmente feia e Ricardnho aparentou ficar desacordado na pista. No entanto, uma comoção nos grupos de WhatsApp surgiu e diversos amigos do jóquei entraram em contato conseguindo mais informações sobre o estado de saúde dele. 

    O que mais havia preocupado era a primeira notícia divulgada pelo Hipódromo de San Isidro. Lá dizia que Ricardinho havia sofrido um "traumatismo de craneo" e um "traumatismo na face". Mal interpretada, a notícia de que o jóquei sofreu um "traumatismo craniano" deixou muitos fãs desesperados. 

    Logo o jornalista Marcos Rizzon (Jornal do Turfe) publicou em um grupo de WhatsApp informações que desmentiam isso, de fontes que se encontravam no hospital. O que foi confirmado pela redação do site do Jockey Club Brasileiro, inclusive relatando o contato do próprio Jorge Ricardo com Roberto Solanés e familiares. 

    Ricardinho sofreu uma pancada (trauma) no rosto, que resultou em uma fratura no nariz. A difculdade respiratória se dava por uma lesão no torax que fissurou duas costelas do atleta e fraturou duas vértebras (terceira e quarta). 

    Ele não precisará passar por cirurgia nas vértebras. Passou a noite na Unidade de Tratamento Intensivo do Hospital de Trinidad onde ficou em observação. Estas notícias vêm para acalentar os fãs e tranquilizar familiares e amigos. 

    Agora resta ao recordista mundal de vitórias se recuperar para alcançar as 13 mil vitórias, que devem selar sua aposentadoria. Atualmente ele possui 12.967 vitórias. 

  • Queda

    Jorge Ricardo sofre grave acidente em San Isidro

    Jorge Ricardo sofre grave acidente em San Isidro
    (Foto: Site Todo Galope)

    Aquela notícia que ninguém gosta de ler (muito menos escrever): o brasileiro Jorge Ricardo, recordista mundial de vitórias sofreu um grave acidente no 14° páreo da noite de hoje em San Isidro. 

    Além dele Pablo Falero, Brian Henrique e Martin La Palma se envolveram no acidente, que aconteceu na segunda metade da grande curva. 

    O número 4, Cuervo Campeón, pilotado por Brian Enrique rodou e o cavalo Vacation Seattle, pilotado por Jorge Ricardo tropeçou nele indo ao solo também. No video dá para ver que Ricardinho bate direto com a cabeça no chão. 

    Depois vieram as demais quedas. O brasileiro foi o único que não levantou após a queda, visivelmente ficando desacordado. Os outro jóqueis que conseguiram se levantar vão na direção do brasileiro para prestar socorro antes que a imagem corte. O acidente foi tão feio que o narrador começou a narrar com um tom de preocupação.

    Traumas: 

    As informações ainda são poucas em relação a saúde dos jóqueis, uma vez que a Argentina se encontra em greve geral e um parlamentar foi assassinado, fatos estes que estão ocupando todos os espaços na mídia.

    O jornaista Marcos Rizzon (Jornal do Turfe) publicou um e-mail que recebeu da assessoria de imprensa do Hipódromo de San Isidro. Nele consta as seguintes informações: 

    Jorge Ricardo: trauma na cabeça, com perda parcial dos sentidos, já restabelecida. Também um trauma na face e uma lesão no torax, que estava lhe causando dificuldades respiratórias. 

    Brian Enrique: Trauma no ombro, possível fratura na clavícula. 

    Pablo Falero: Diversos traumas, mas em estado satisfatório. 

    Martin La Palma: Não sofreu nenhuma lesão. 

    No boletim de San Isidro informa que os jóqueis estão sendo atendidos no Hospital de La Trinidad e que logo dariam mais informações. 

    Já no Todo Galope (www.todogalope.com) o boletim é um pouco mais animador. Segundo o site Jorge Ricardo sofreu um trauma no peito, que o deixou com dificuldades respiratórias. Também sofreu um corte na boca. O boletim do Todo Galope também cita que Ricardinho ficou desacordado, mas que já recuperou a consciência. 

    Desde já fica toda nossa energia positiva e torcida para que este acidente seja apenas mais um "obstáculo passageiro" na carreira deste campeão. Que ele se recupere o mais rápido possível. 

    Estaremos de plantão e seguiremos informando a cada nova notícia de Jorge Antonio Ricardo. 

     

  • Jockey

    Bem Paraná receberá homenagem do Jockey no domingo

    Bem Paraná receberá homenagem do Jockey no domingo

    As corridas de domingo no Jockey Club do Paraná voltam a acontecer neste dia 02. Com nove páreos, o clube de corridas da capital paranaense presta uma homenagem especial à imprensa e mais especial ainda ao Jornal Bem Paraná.

    Único veículo impresso de circulação diária do Brasil a manter uma coluna semanal de turfe, o Bem Paraná foi agraciado com o nome da sétima prova da programação. O “Prêmio Bem Paraná - O Jornal do Estado” será corrido às 16h30 e conta com nove competidores.

    São eles: Tio Lino, Mixador, Valente Belo, Mutlu San, La Esperanza, Flying Filly, Fangio, Rumbled e Queensferry. Será disputado na pista de areia em 1.300 metros.

    Um páreo antes, o sexto da programação é o Clássico Criadores – Criterium Paranaense (Listed). Disputado em 1.600 metros, ele contará com cinco competidores disputando a liderança da geração 2016.

    Entre os competidores um duelo especial. Xonado, vencedor do Clássico ABCPCC (Listed) e a potranca Art Dollar, que ganhou o Clássico Alô Ticoulat Guimarães (Listed) se enfrentam para decidir quem é o melhor potro/potranca de dois anos. Ainda estão nesta disputa Lord Hill, Tel e King Three.

    Mais homenagens:

    Como se trata do dia do Jockey homenagear a imprensa, três cronistas que marcaram a história – e a contaram – também terão seus nomes em provas neste domingo. Edson Rulk, narrador que deixou saudades em todos os turfistas será um deles. Fernando Paulino da Silva Wolff e Ivo Chiarello também receberão esta justa homenagem.

    O segundo páreo mais um homenageado de respeito, Guido Irineu Pelada. Turfista apaixonado, Guido deixou em seu legado – além do amor pelo turfe – uma família que é das maiores incentivadoras das corridas de cavalo, tanto em hipódromos quanto em cancha reta.

    Por fim, no quinto páreo da reunião, a imprensa do Paraná em geral será lembrada através do “Prêmio Imprensa”, que será corrido em 1.200 metros contará com sete competidores. Destaque para o cavalo Gulliver, que vem de vencer com extrema facilidade.

    Atrações:

    Além das nove provas, o Jockey Club do Paraná ofertará gratuitamente ao púbico uma experiência diferente: a arqueria. A Escola Pa-Kua Curitiba irá montar um stand em que os interessados possam ter a experiência de atirar com arco e flecha.

    Com toda a segurança necessária e disponibilizando diversos instrutores, esta experiência diferente promete atrair a atenção de quem estiver presente no intervalo das provas. Também terá vasta quantidade de food trucks, opções de lanchonetes e o Cartolas Jockey Club, que apresentará um cardápio de sopas diferenciado.

    O Jockey Club do Paraná fica na Avenida Victor Ferreira do Amaral, 2299, Tarumã, em frente ao Estádio do Pinheirão. A entrada e o estacionamento são gratuitos.

    Indicações:

    1° Páreo: n°02 Parelha 02 – n°05 Gato Preto – n°07 Herford

    2° Páreo: n°04 Hopper – n°02 Just Speaker – n°03 Kihale

    3° Páreo: n°01 Parelha 01 – n°02 Frozen – n°04 Le Parc

    4° Páreo: n°07 Coy Love – n°02 Avvocato Adriano – n°04 Joe Bird

    5° Páreo: n°01 Gulliver – n°07 Ziphion – n°03 Jane Fonda

    6° Páreo: n°03 King Three – n°05 Art Dollar – n°01 Xonado

    7° Páreo: n°03 Mutlu San – n°05 Fangio – n°01 Parelha 01

    8° Páreo: n°07 Bebê Belo Brummel – n°03 Noble Wells – n°01 Fúria Indomita

    9° Páreo: n°07 Ganache – n°09 Homeopata – n°04 Uno Prospector

  • Blogs

    Brutus do Haras Rio Iguassu vence GP Baluartes da Cancha Reta

    Brutus do Haras Rio Iguassu vence GP Baluartes da Cancha Reta

    Foram necessários apenas mil metros, quinhentos na seletiva e quinhentos na grande final para o potro Brutus se consagrar no Jockey Club de Carazinho, no Rio Grande do Sul. 

    Depois de derrotar no terno seletivo Imperador da Serra e By Messenger, coube ao representante das sedas do Haras Rio Iguassu vencer com muita facilidade - assim como na seletiva - a grande final, realizada há pouco.

     

    Na final eram cinco animais, porém Nantucked não foi apresentado. Os vencedores das cinco seletivas foram Nantucked (Stud Michael), Borduna Thunder (Haras Ponta Porã/Stud Illuminati), Balaço Certeiro (Milton Thome), Qllercia (Coudelaria Intenacional) e Brutus (Haras Rio Iguassu). 

    Brutus venceu a final com cerca de dois corpos e meio, com seu jóquei em pé no animal nos últimos 100 metros. Borduna Thunder acabou na segunda colocação, com Balaço Certeiro finalizando em terceiro e Qllercia chegando na quarta colocação. 

    Filho de Tiger Heart e Pera Manca (Grand Slam), Brutus e de criação do Haras Old Friends. Foi preparado por Ivo Oliveira, tratado pelo veterinário Maurício Pontarollo e contou com a condução de Valmir Rocha. 

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