• Cidade Jardim

    George Washington e Olympic Impact são os grandes nomes do Grande Prêmio São Paulo 2020

    George Washington e Olympic Impact são os grandes nomes do Grande Prêmio São Paulo 2020
    Site Jockey Club Brasileiro por Sylvio Rondinelli

    Com o calendário sendo alterado este ano, teremos em 2020 um campo muito interessante para o Grande Prêmio São Paulo (G1), que acontecerá no dia 25 de outubro. No total, foram 16 animais pré-inscritos, com destaque para o segundo e o terceiro colocados no Grande Prêmio Brasil (G1), que aconteceu no mês passado. 

    Provavelmente se o calendário habitual fosse utilizado, com o Grande Prêmio São Paulo no fim de abril e o Grande Prêmio Brasil em junho, tanto Olympic Impact quanto George Washington não seriam inscritos, ficando na Gávea para se prepararem para a prova máxima do calendário turfístico brasileiro. Contudo, os turfistas brasileiros poderão ver este ano, em Cidade Jardim, estes animais e mais alguns outros nomes bem interessantes brigando pela vitória. 

    Estão inscritos Filho de Campeão, a tordilha Força, He's Gold, Head Office, Hierro I Fuego, Mañana Poderosa, O Sole Mio, Olympic Icecream, Olympic Impact, Rasgado de Birigui, Rei do Caviar, Zezé Corredor, Coração Sureño, George Washington, Nhoquin e Noblesse You. 

    Chamam a atenção, além dos cariocas citados acima, o "especializado" na milha - e que volta aos 2.400 metros - Olympic Icecream, do Stud BL Regina, além de Head Office, grande nome do turfe paulista na distância que defende o Stud Alessio & Naela, do jogador peruano Paolo Guerrero. 

    Demais provas: 

    Nas demais provas temos alguns destaques pontuais. No Grande Prêmio ABCPCC (G1), o cavalo Consul American pode se tornar o cavalo mais velho do turfe brasileiro a ganhar esta prova. Nantucket, hoje um dos melhores animais em atividade na distância do quilômetro é outro destaque no campo. O campo completo conta com Consul American, Geluve, Inevitable, Itagiba, Nantucket, Newark, Nice Lady, Tácio, Texport, Ulrich Ralph, Yes Champion, Icelandic e No Way José. 

    Ainda no sábado, no Grande Prêmio Osaf (G1), todos os olhos estarão em Hevea, recentemente comprada pelo Haras Santa Maria de Araras. Tweet, que vem conseguindo recuperar a velha forma, além de Lixivia e a carioca Olympic Jackie, são animais que chamarão a atenção dos apostadores. O campo completo é composto por Doppio Shanghai, Força, Gyoza, Hevea, Honorável Bisca, Intensa Bela, Karol King, Lixivia, No Nay Never, Nocate, Olympic Jackie, Pavlova, Terra de Campeões, História da Arte e Magia Negra.

    Por fim, na única prova deste festival que perdeu a graduaçção de Grupo 1, o Grande Prêmio Presidente da República (G2), teremos o empolgante embate entre Olympic Jhonsnow e Eron do Jaguarete. O primeiro vem de vencer a prova homônima (só que de graduação máxima), que foi disputada na Gávea mês passado. Porém, o defensor do Stud Jaguaretê "joga em casa" e vem de atuações maravilhosas. Além deles, há pré-inscrições de Campelanda, Fantastic Boy, Homer Screen, Luckysiri, Marlin Azul, No Sound, Olympic Ipswich, Olympic Impeachment, Ouro da Serra, Set Ton e Seu Moreira.

  • Cidade Jardim

    Chegada espetacular na segunda prova da Coroa de éguas

    Chegada espetacular na segunda prova da Coroa de éguas

    Em uma chegada simplesmente espetacular, In Society foi a forra de Fast Jet Court e venceu o Grande Prêmio Henrique de Toledo Lara (G1), segunda prova da Quádrupla Coroa Paulista de fêmeas. 

    Depois de dominar a carreira nos 200 metros finais, a vencedora da primeira prova da Coroa e defensora do Haras Cima não conseguiu segurar o tropel simplesmente espetacular de In Society, que em uma direção "mágica" de Marcos Ribeiro, "matou" a favorita no último pulo. 

    Dada a largada, a "faixa" Nova Zelândia fez o ritmo da prova, juntamente com Flory do Jaguarete. Depois, bem longe, vinham as demais. E as colocações não mudaram até a entrada da reta. 

    Com as "coelhas" cansando, começaram a aparecer as demais adversárias. E com muita ação a candidata a Quádrupla Coroa, Fast Jet Court, não precisou de muito para dominar a carreira. Life is Beautiful era a segunda, tentando descontar para a ponteira. 

    Contudo, depois de virar na penúltima colocação, a vencedora da Taça de Prata começou uma atropelada sensacional pelo externo da pista. E com "Mágico Ribeiro" tocando até o disco, a representante do Bet Gold Stud livrou focinho para conquistar mais uma carreira de Grupo 1. 

    Na segunda colocação chegou Fast Jet Court, com Life is Beautiful, Regal Lavínia e Fiona do Jaguarete a seguir. Festa para os irmãos Jairo e Jariel, além de Luis Felipe Pelanda, titulares do Bet Gold Stud. 

    Filha de Put It Back e Cinderela (Van Nistelroy), In Society é de criação do Haras Santa Maria de Araras. O treinamento é de Antenor Menegolo Neto e o tempo foi de 1'42"510 para os 1.800 metros na pista de grama macia. Tanto In Society quanto Fast Jet Court ainda têm chances de se tornarem Tríplice Coroadas, uma vez que em Cidade Jardim acontece a Quádrupla Coroa. 

  • ÍDOLO

    TREZE MIL VEZES JORGE RICARDO

    TREZE MIL VEZES JORGE RICARDO

    E o grande momento do turfe mundial chegou! Pela primeira vez na história um jóquei chega ao número mágico de 13 mil vitórias na carreira. Estamos falando do ídolo máximo do turfe brasileiro, Jorge Antônio Ricardo!

    E o nome do animal, que era a segunda força da primeira prova da programação, poderia muito bem ressaltar a carreira do brasileiro: GLORIOSA Negra. Largando e tomando a ponta desde os primeiros metros, Ricardinho não deu chances aos adversários. Uma vitória tranquila, muito pela qualidade de seu jóquei. 

    Nascido no dia 30 de setembro de 1961, ele teve forte inspiração de seu pai, Antônio Ricardo. Aos 16 anos estreou como aprendiz no Hipódromo da Gávea, conquistando sua primeira vitória no dia 16 de novembro do mesmo ano, com o cavalo Taim. 

    Seu primeiro Grande Prêmio Brasil veio com Falcon Jet, depois de dois anos batendo na trave. Logo após, teve em sua vida o campeão Much Better, com o qual realizou o feito inédito de vencer as quatro principais carreiras da América do Sul em um único ano, 1994 (Grande Prêmio Brasil, Grande Prêmio São Paulo, Gran Premio Latinoamericano e Grand Premio Carlos Pellegrini). No mesmo ano montou Much Better no Grand Prix L'Arch du Triomphe. 

    Montando na Argentina conquistou diversas vitórias, se aproximando do recorde mundial. Superou um linfoma e diversas fraturas antes de, no dia 05 de fevereiro de 2018, pilotando Jubiléia igualar o recorde mundial. 

    E coincidentemente, coube ao narrador Thiago Guedes narrar a vitória de Jubiléia e também a de hoje, com Gloriosa Negra. Ricardinho recebeu uma placa em homenagem do Jockey Club Brasileiro e deu uma entrevista muito emocionado. 

    "Como você disse foram muitos anos de sacrifício em minha profissão, que eu abracei desde que nasci", falou Ricardo na entrevista após o páreo. "Eu fui crescendo e o amor aos cavalos de corrida foram aumentando até hoje. Muitos me perguntam porque eu continuo montando. Eu continuo montando porque as corridas de cavalo são minha vida. E o dia mais triste da minha vida será o dia que eu me aposentar."

    Jorge Ricardo ainda montará em todo o Festival do Grande Prêmio Brasil, que acontece de hoje até segunda-feira. Na principal prova do turfe nacional ele montará Olympic Ipswich, do Haras do Morro. Na Milha Internacional ele também possui uma ótima montaria, o animal Ultimate Runner, do Haras Mabruk. 

    Momento de alegria e de emoção para todos os turfistas, que - muitos deles - cresceram vendo Jorge Ricardo montar e têm a honra de acompanhar - e relatar - um momento tão especial como este. Ricardinho é o Pelé do turfe! 

     

  • Cidade Jardim

    Dois vareios nas preparatórias para o Festival do GP São Paulo

    Dois vareios nas preparatórias para o Festival do GP São Paulo
    Head Office surge como força para o GP São Paulo 2020 (Foto: Site JCSP por Porfirio Menezes)

    O calendário mudou devido ao Covid-19 e o turfe brasileiro está tendo que encavalar provas para cumprir o calendário clássico. Então nesta sexta-feira (25), o Hipódromo de Cidade Jardim teve que realizar as últimas preparatórias para o Festival do Grande Prêmio São Paulo, que acontece no próximo mês. 

    Três provas foram disputadas, o Grande Prêmio Conde Silvio Álvares Penteado (G2), o Grande Prêmio Ministério da Agricultura (G2) e o Grande Prêmio Proclamação da República (G2). 

    E em duas das três provas assistimos uma supremacia impressionante dos vencedores. Na carreira destinada às éguas, o Grande Prêmio Conde Silvio Álvares Penteado, Hevea mostrou porque vale R$ 240 mil, valor pelo qual foi arrematada no Leilão do dia anterior. 

    Defendendo agora as sedas do Haras Santa Maria de Araras, correu próxima à ponteira e, mesmo com a tordilha Tweet tentando algo, assumiu a ponta na entrada da reta e mostrou toda sua categoria, emplacando a quinta vitória consecutiva, sexta nas últimas sete atuações. Pilotagem de Nelson Alexandre Santos e treinamento de Valter dos Santos Lopes. 

    Depois foi a vez de Head Office "passar por cima" dos adversários. O cavalo do atacante Paolo Guerrero não sabe o que é perder na milha e meia. Deixou o "Derby Winner" Jet Lag florear na ponta, porém na hora que foi exigido tomou a primeira colocação para vencer "a trote". Treinamento de Emerson Garcia e pilotagem de Valdir Souza para o vencedor do Grande Prêmio Ministério da Agricultura.

    A única carreira clássica que teve emoção foi o Grande Prêmio Proclamação da República, já que Tássio e Itagiba disputaram a vitória até o fim. Melhor para o defensor do Stud Scudeler, que no fim livrou vantagem para o valente Itagiba, que recentemente foi vendido em leilão. Pilotagem de José Severo e treinamento de J.Paulielo. 

  • Turfe

    Opinião: De hoje não passa

    Opinião: De hoje não passa
    (Foto: Site JCB por Sylvio Rondinelli)

    Nunca fui fã de acordar cedo (na verdade não confio em quem diz gostar - sic), porém o jornalismo sempre me fez sair da cama antes das sete da manhã. Desde a semana passada, devido ao novo Jornal da Cidade, estou tendo que levantar as 5 da manhã, o que já alterou meu metabolismo. 

    E hoje, domingo, quando poderia sair da cama mais tarde, me pequei acordado às antes das 5. Entre um sonho que me faz matar as saudades do falecido Seu Nilson, meu pai, e outras preocupações cotidianas, um pensamento me veio a cabeça: "De hoje não passa". 

    Isso mesmo, dentre tantas pautas relacionadas a minha vida, está a vitória de número 13 mil de Jorge Antonio Ricardo, um dos maiores baluartes da história do esporte brasileiro. Como poucos, Ricardinho é o maior de todos os tempos, afinal, foi o que mais venceu. Difícil olhar para outras modalidades esportivas e ver um brasileiro com tanto protagonisco. 

    Jorge Ricardo é um dos maiores ídolos do esporte argentino, mesmo sendo brasileiro. Recebeu homenagem na França e em outros países após bater o recorde mundial e entrar para o Guinness Book. Semana passada estava sendo entrevistado por um canal australiano, hoje um dos países mais "emergentes" em relação às corridas de cavalo. 

    No padoque é nítido ver o brilho nos olhos dos jóqueis quando entram na pista junto à ele. Todos se espelham e sonham em um dia fazer um terço do que o Ricardinho já fez. A admiração é tanta, que dias atrás a joqueta Victoria Mota postou em uma rede social um vídeo dela e Ricardinho emparelhados brigando pela quarta colocação. Enfim, ele é o ídolo de todos os jóqueis do Brasil. 

    Como profissional ainda é mais incrível e os números falam por sí. Além disso, fora das pistas ele é o grande exemplo. Único a utilizar a máscara de proteção antes e após os páreos, mostra o caráter de quem sabe que pode e deve dar exemplo à sociedade, uma vez que vivemos uma pandemia. 

    Em relação a imprensa, sempre foi extremamente solícito, tratando todos da mesma forma. Inclusive tive o prazer de levá-lo para ajudar a divulgar o Grande Prêmio Paraná do ano passado nas rádios. Postura perfeita, atenciosa e, mesmo em um ambiênte de futebol, foi tratado como o ídolo que é pelas equipes esportivas da Rádio CBN e da Transamérica Sports. 

    Mas voltando aos meus pensamentos das 5 da manhã, comecei a lembrar do dia que Ricardinho igualou o recorde mundial com a Jubileia. A expectativa era dele atingir a marca no domingo, inclusive toda a festa estava programada para aquele dia. Porém, a marca só veio na segunda-feira. 

    Confesso que ainda me emociono quando ouço a narração de Thiago Guedes - e vou até deixar o replay abaixo - pois o Ricardinho e o Juvenal foram dois grandes ídolos de infância. Lembro também que, ao noticiar o grande feito de Jorge Ricardo na abertura de uma jornada esportiva (acho que era um jogo do Coritiba pelo Campeonato Paranaense de 2018), também me emocionei e tive que chamar o intervalo para poder me recompor. 

    E não é para menos tanta emoção. A história de Jorge Ricardo não passa apenas por vitórias e números. Ele se superou diversas vezes para continuar montando, venceu doenças, fraturas, a idade e, hoje, pode novamente voltar a emocionar este fã que ele tem em Curitiba. Só de imaginar o grande momento das 13 mil vitórias os olhos já começam a marejar...

    E como diz o título dessa matéria, de hoje não passa. Ele monta em seis dos oito páreos e, após a vitória de ontem com Nova Zelândia, só faltam duas para a sonhada vitória de número 13 mil. 

    Ele não monta aquelas chamadas "barbadas", porém tem sim montarias que podem vencer. E uma coincidência pode ser o diferencial: ele monta dois animais do Haras Sweet Carol, o mesmo dono da Jubileia, do inesquecível dia 05 de fevereiro de 2018.

    Que Ricardinho vai alcançar o "número mágico" eu não tenho dúvidas. Porém, estou acreditando que será neste dia 20 de setembro que poderemos nos emocionar novamente. E como é bom se emocionar com coisas boas!

    *As corridas do Hipódromo da Gávea começam às 14h48min e você pode assistir pelo canal 188 da Net/Claro no Paraná ou pelo YouTube, no canal TV Turfe. 

    ASSISTA O PROGRAMA TURFE NA CIDADE DESTE DOMINGO: 

  • Turfe

    Tarumã anuncia cinco reuniões e anima turfistas

    Tarumã anuncia cinco reuniões e anima turfistas
    (Foto: Porfirio Menezes)

    Mesmo com a crise do Covid-19 ainda afetando as principais receitas do Jockey Club do Paraná, a diretoria do clube anunciou cinco reuniões no intervalo de 60 dias. 

    As reuniões estavam sendo mais espaçadas desde que o Brasil começou a sofrer com a pandemia do Covid-19, porém com a aproximação do festival do Grande Prêmio Paraná 2020, as corridas retornam ao fluxo quinzenal até o da 05 de dezembro. 

    A primeira delas já estava agendada e acontecerá no dia 1° de outubro. Depois acontecem sucessivamente no dia 15 de outubro, 05 de novembro, 19 de novembro e dia 05 de dezembro, a última a data do maior festival do estado. 

    Neste dia acontecerão as principais provas do estado, como o Clássico Primavera (Listed), Clássico Ciro Frare (Listed), Clássico Governador do Estado (Listed), Pegasus Brasil 2020 e claro, o Grande Prêmio Paraná (G3). 

    No dia 1° de outubro teremos algumas chamadas para preparatórias do festival, desde os 1.200 metros (PE Bento Munhoz da Rocha/Raphael Munhoz da Rocha), passando pela prova exclusiva das éguas (PE Moysés Lupion), uma carreira dedicada aos pretendentes do Clássico Governador do Estado (PE Heitor Valente), além da PE Homero Pinhatari Oliva, preparatória paa o Grande Prêmio Paraná. 

    As inscrições para a reunião do dia 1° de outubro acontecem no dia 21 de setembro, até as 10 horas da manhã. Os compromissos de montaria devem ser entregues no dia 22 de setembro, também às 10 horas. 

  • Tríplice Coroa

    Deu Lionel The Best na no Grande Prêmio Ipiranga

    Deu Lionel The Best na no Grande Prêmio Ipiranga

    "O Doutor José Cid Campêlo Filho é um dos maiores entusiastas do turfe e das mídias que o divulgam. Então quando o programa Turfe na Cidade lançou a produção de moletons personalizados, ele pediu alguns com a foto de um potro que havia vencido na estreia. Seu nome: Lionel The Best

    Passou alguns dias e eu - Leopoldo Scremin - fui entegá-los em seu escritório, quando depois de ser muito bem recepcionado, recebi a confissão/premonição do Dr. Cid: 'Leopoldo, vamos ganhar o Ipiranga com ele'. O tempo passou e hoje - para a nossa alegria - o fato se consumou."

    Vários animais muito bons no campo do Grande Prêmio Ipiranga (G1), Primeira Prova da Tríplice Coroa Paulista, porém os mais badalados eram - com todo o merecimento - Dashing Court e Urso de Birigui. Ainda tinhamos ótimos nomes na carrreira, como Captain My Captain, Zabar's e Wil Myers, que fora levado por Dilson Antunes no "último furo". 

    Dada a partida Urso de Birigui assumiu a primeira colocação. Saindo da baliza 08, Dashing Court acompanhava o ponteiro dois corpos atrás, o que causou certa estranheza. Na curva o restante do pelotão alcançou o até então líder da geração, que logo em seguida foi parado por seu piloto ao sofrer uma hemorragia (segundo informações do Serviço Veterinário do JCSP). 

    Veio a reta final e, sem Dashing Court, parecia que a vitória de Urso de Birigui seria consumada em sua primeira apresentação na grama. Contudo, na altura dos 300 metros finais surgiu Lionel The Best - aquele da "premonição" - para em poucos metros dominar a prova e sair tirando vantagem para os demais. 

    Wil Myers, que largou mal e Zabar's vieram disputando a dupla até o fim da prova, com Zabar's levando vantagem e ficando com o segundo posto. Urso de Birigui e Intergaláctico completaram o placar remunerado. 

    Filho de Christine's Outlaw e Richezza Estrelada (Wild Event), Lionel The Best foi um dos potros mais caros do Leilão Criação Nacional de 2019, porém foi devolvido. Renegociado pelo Haras Palmerini - seu criador - defende as sedas do Stud My Hero Dad.

    A pilotagem foi mais uma vez de Valmir Rocha, que já havia vencido a prova das potrancas com Fast Jet Court. O treinamento é de outro profissional exemplar e extremamente vencedor, Márcio Ferreira Gusso. O tempo foi de 1'33"160 para os 1.600 metros na grama leve. 

  • Trílplice Coroa

    Potrancas: Fast Jet Court passou por CIMA

    Potrancas: Fast Jet Court passou por CIMA

    Uma potranca que estreou demonstrando muita categoria, se tornou líder de geração, venceu Grupo 1, só perdeu para sua companheira de cocheira Got Court e que depois de não correr o Grande Prêmio Margarida Polak Lara - Taça de Prata (G1) havia perdido a condição de líder da geração. Foi assim que entrou na raia hoje a craque Fast Jet Court para disputar o Grande Prêmio Barão de Piracicaba (G1), primeira etapa da Tríplice Coroa Paulista. 

    No cânter ela já mostrava estar tinindo, já que quando virou na direção do disco saiu aos pulos e corcoveadas antes de, dominada por Valmir Rocha, empregar lindo galope de apresentação. 

    Porém, ela tinha diversas adversárias de primeira categoria. In Society, que vencera a Taça de Prata, Life Is Beautiful, Che Bella Martini e a representante carioca - e muito cotada como craque - Idle Ways, do Haras Santa Maria de Araras. 

    Dada a largada, quem assumiu a primeira colocação foi Moonrise, livrando grande vantagem para Life Is Beautiful, que acompanhava na dupla. A seguir vinham Idle Ways, Fast Jet Court, In Society e as demais. 

    Veio a reta final e o panorama não mudava até os 500 metros finais, quando Life Is Beautiful e Idle Ways ultrapassaram Moonrise. Porém, todos os olhares estavam no externo da pista, já que Fast Jet Court e In Society começavam a atropelada. 

    E o que se viu foi mais um show da representante do Haras Cima, que se não fosse Got Court em uma carreira passada, estaria invicta em seis atuações. Um verdadeiro show desta alazã paranaense que, sem sombra de dúvidas, é a grande líder da geração 2017. 

    Life Is Beautiful ficou com a dupla (3/4 de corpo), com Idle Ways e In Society a seguir. Menção mais que necessária a Valmir Rocha, que há pouco venceu batalha contra um linfoma e hoje deu uma verdadeira aula de direção, trazendo "na mão" Fast Jet Court para mais uma vitória de Grupo 1. 

    Filha de Courtier e Trefiori (Flatter), Fast Jet Court é de criação e propriedade do Haras Cima, sendo treinada em Curitba pelo competente Olívio Zantedeschi. O tempo para os 1.600 metros na pista de grama foi de 1'35"910. 

  • Turfe

    Tarsílio confirma favoritismo na Prova Especial Duque de Caxias

    Tarsílio confirma favoritismo na Prova Especial Duque de Caxias
    (Foto: Divulgação Jockey Club do Paraná por Felipe Neves)

    Considerado por muitos como uma das grandes cravas da reunião, o cavalo Tarsílio acaba de vencer a Prova Especial Duque de Caxias, disputada nesta tarde (03) no Jockey Club do Paraná na distância de 1.600 metros. 

    Com cinco competidores, a carreira não mostrou tantas nuances quanto o esperado. Logo na partida Tarsílio buscou a ponta pelo externo da reta oposta, acompanhado por Band Ship, que forçava por dentro. 

    Após fazer a diagonal, Tarsílio se manteve na primeira colocação, seguido pelo alazão do Haras Cima. Pilotado com muita tranquilidade por Vicente Paiva, o castanho entrou na reta aumentando a diferença, comprovada no disco final com vantagem para o restante da tropa. 

    A emoção ficou por conta do placê. Muito bem redeado por André Luis Silva, Motivo de Glória "acossou" Band Ship e por muito pouco não ficou com a dupla. Completaram o placar Frozen e Lord Trick. 

    Filho de Tiger Heart e Inny (Pulpit), Tarsílio é de criação do Haras Santarem e de propriedade de Jamil Name Filho. Foi apresentado por Marcos Decki e pilotado por Vicente Souza Paiva. O tempo da principal prova desta quinta-feira (03) no Hipódromo do Tarumã foi de 1'42"10.

  • Tríplice Coroa

    Invasão paranaense no Grande Prêmio Ipiranga 2020

    Invasão paranaense no Grande Prêmio Ipiranga 2020
    (Foto: Site JCSP por Porfirio Menezes)

    Está chegando o inicio de setembro e com ele as primeiras etapas da Tríplice Coroa Paulista. Marcada por consagrar animais posteriormente exportados, suas primeiras provas para potrancas e potros já receberam as pré-inscrições, que devem ser confirmadas no fim desta semana. 

    E no Grande Prêmio Ipiranga (G1), primeira prova da Tríplice Coroa Paulista de machos, teremos uma "invasão paranaense" em Cidade Jardim. Serão seis animais treinados no Hipódromo do Tarumã que provavelmente disputarão a prova. 

    Entre os pré-inscritos estão os dois líderes da geração, o da pista de grama e o da pista de areia. Dashing Court é o grande nome até o momento, uma vez que está invicto em cinco atuações, sendo que três vitórias são clássicas, duas em provas de graduação máxima. 

    Outro paranaense que chega invicto é Urso de Birigui, que já demonstrou muito talento na pista de areia. Mesmo sendo considerado um arenático, se trata de um filho de Kará de Birigui - que venceu o Grande Prêmio Ipiranga (G1) - na Helena de Birigui, vencedora do Grande Prêmio Independência (G3) também na pista de grama. 

    Ainda teremos mais alguns animais com colocações clássicas, como Zabar's e Limoncello. Wil Myers já correu em Cidade Jardim, porém sua única vitória em três atuações foi no Clássico Criadores - Criterium Paranaense (Listed). Completa a "tropa paranaense" Lionel The Best, animal muito cotado e que venceu duas vezes em atuações impressionantes. 

    Para defender "a casa", teremos provavelmente quatro animais treinados em São Paulo. O ótimo Captain My Captain; o primeiro líder da geração, Full do Jaguarete; além de Intergaláctico e It's A Prince. 

    ASSISTA O RESUMO APOSTA TURFE DESTA SEGUNDA-FEIRA:

  • Cidade Jardim

    Mais um show de Takashi na pista de areia

    Mais um show de Takashi na pista de areia
    (Foto: Site JCSP por Porfirio Menezes)

    Mais uma vez o "japonês voador" entrou na pista de areia e deu um show. Takashi, que perdeu sua invencibilidade apenas na nona atuação e na grama, venceu mais uma prova especial em Cidade Jardim na tarde deste sábado. 

    Na última, mesmo na grama, o crioulo do Haras Santarém não fez feio. Havia sofrido prejuízo na largada da Copa ABCPCC Velocidade - Maio Belmonte Moglia e chegou em quinto à 4 1/2 corpos de Nantucket. 

    Hoje a história foi diferente. Mesmo com o bom Davy Jones na prova, o filho de Pioneering não tomou conhecimento dos adversários. Demorou 100 metros para assumir a ponta e, mesmo recebendo ataques de Davy Jones, livrou 3 1/2 corpos para sua nona vitória em dez apresentações. 

    Na segunda colocação, por "raspa de focinho"de Soft Hat, chegou Davy Jones. Completaram o placar da Prova Especial Vicente Romano Set Ly e Dolce Gusto.

    Filho de Pioneering e Iced Whisky (Redattore), Takashi é de criação do Haras Santarém e de propriedade do Stud Forza 3. Foi apresentado por A.F.Correia e pilotado por Antônio Mesquita, para assinalar o ótimo tempo de 1'08"382 e ficar a pouco mais de 6 décimos do recorde de Wenzel Blade. 

  • Cidade Jardim

    Royal Forestry e Novello vencem provas especiais em distâncias semelhantes

    Royal Forestry e Novello vencem provas especiais em distâncias semelhantes

    Desde que foi anunciada oficialmente a transferência de pista no Jockey Club de São Paulo, duas provas especiais acabaram se mostrando idênticas em distância e pista. A primeira, já previamente na areia e contando com os ótimos Ultra Bom e Royal Forestry, e a segunda, que marcada em 1.800 metros na grama se transformou em uma carreira de pista de areia em 1.900 metros. 

    A diferença passou a ser a distância, já que a Prova Especial Kigrandi foi corrida em 2.000 metros. Obviamente os animais da primeira prova da programação são melhores na areia, o que foi constatado no tempo. 

    Na pista, pudemos ver um ótimo reaparecimento de Ultra Bom, que não corria desde o fim de 2019. Porém a vitória ficou com Royal Forestry, que mesmo tendo em Ultra Bom um adversário duro, livrou 1 1/4 corpos de vantagem para vencer. 

    Criado pelo Haras Belmont e de propriedade do Stud Fenômeno, o irmão materno de Royal Ship (que estreia neste domingo nos Estados Unidos), assinalou 2'01"715. Contou com o treinamento de Júlio Cesar Moura Rosa e pilotagem de André Luis Silva. 

    Como dito acima, a Prova Especial Duque de Caxias foi corrida na areia, abrindo diversas possibilidades dentro da mesma. E o segundo "azarão" da prova (atrás nas apostas apenas de Pit Stop) acabou surpreendendo. 

    Com campanha até então apenas em provas de turma, Novello se mostrou um bom arenático e levou com muita categoria a vitória para Curitiba, em uma chegada que distanciou o primeiro do quinto colocado em apenas 2 3/4 corpos. 

    Filho de Salto e Istrana (Impression), Novello é de criação e propriedade do Stud Magenta. Foi apresentado por Luiz Roberto Feltran e pilotado por André Luis Silva para assinalar a marca de 1'55"753. Destaque na carreira para a volta de Jet Lag, vencedor do Grande Prêmio Cruzeiro do Sul (G1) em 2019. 

  • Jorge Ricardo

    Ricardinho planeja voltar ao Brasil no fim de agosto

    Ricardinho planeja voltar ao Brasil no fim de agosto
    (Foto: Arquivo Internet)

    A vida dos jóqueis brasileiros não está sendo fácil na Argentina. Indo para o quinto mês sem corridas nos grandes hipódromos, só agora Palermo voltará a dar carreiras, a partir do dia 28 deste mês. 

    E devido às incertezas de quantas reuniões serão dadas por semana, assim como a aceitação das apostas online pelo público turfista, o recordista mundial de vitórias Jorge Ricardo deu uma entrevista a Revista Palermo, falando sobre a situação da volta das carreiras. Porém, o título da matéria - e seu conteúdo - "aqueceram" o coração dos brasileiros: Jorge Ricardo tem a intenção de passar um período montando no nosso país até que chegue o Grande Prêmio Brasil, no fim de setembro. 

    E esta parece ser a condição do recordista mundial: ter uma montaria com chances de vencer o Grande Prêmio Brasil. Na entrevista dada ao jornalista Héctor Raúl Torres, Jorge Ricardo disse que "só não havia vindo ao Brasil antes por achar que a paralisação na Argentina duraria cerca de dois meses"

    Segundo a matéria, a ideia de Ricardinho - caso tenha uma montaria boa para o Grande Prêmio Brasil - é vir para o Brasil no fim do mês, para poder montar o maior número de páreos possíveis, afim de recuperar o ritmo competitivo para chegar ao Festival do Grande Prêmio Brasil na melhor forma. 

    Ricardinho deve montar em Palermo no dia 28, já que estão abertas as chamadas para a reunião. Agora é aguardado que o craque brasileiro acerte uma montaria para o Grande Prêmio Brasil e, a partir disso, venha buscar as 8 vitórias que faltam para ele chegar ao icônico número de 13 mil vitórias na carreira. 

    Sobre a possível quarentena que deva enfrentar ao chegar ao Brasil, Ricardinho disse apenas que "se for para ganhar o Grande Prêmio Brasil, passarei a quarententa muito feliz". 

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  • Cristal

    Mugurusa e Casanova Thunder vencem principais provas do Cristal

    Mugurusa e Casanova Thunder vencem principais provas do Cristal

    Assim como aconteceu ontem (13) no Hipódromo do Tarumã, hoje tivemos provas para definirem os grandes líderes da geração 2017. Os critérios para potros e potrancas foram realizados em 1.600 metros e os grandes favoritos hoje não venceram. 

    Quem acompanhou a Copa ABCPCC Regional (Listed) há 15 dias, imaginava que após a "dobradinha" de Fera do Manno e Fuego Enlas Patas ambos venceriam as provas de hoje para potros e potrancas, porém não bem assim que aconteceu. 

    No Clássico José Herculano Machado, Fuego Enlas Patas e a também muito corredora Bianca Light protagonizaram uma linda briga na primeira metade do percurso, livrando quatro corpos para as demais adversárias. Porém na reta, a "conta" veio. 

    Brigando até os 300 metros finais pela ponta, as duas viram Ohana Girl por dentro e Muguruza por fora com muito mais ação. Ambas ultrapassaram as ponteiras e vieram brigar pela ponta. No final, Muguruza, que havia feito uma estreia maravilhosa e depois perdido rendimento, voltou a demonstrar categoria e superou Ohana Girl para vencer o Criterium Gaúcho para potrancas. 

    Filha de Alcorano e Pontallmagne (King Charlemagne), Muguruza é de criação de Luiz Fernando Cirne Lima e propriedade do Stud Vicente Garbin Obino. Foi apresentada por Luciano Arias e pilotada por Marcelo Souza. 

    Depois foi a vez dos machos no Clássico Jockey Club do Rio Grande do Sul. E Fera do Manno era o dono de todas as atenções. Ele até chegou a vencer dentro da pista, após linda disputa com Casanova Thunder. No entanto, um delito de raia na entrada da reta, que lembrou as corridas de Nascar, causou sua desclassificação. Vitória para o representante da farda "verde e amarela" de Marco Izzo. 

    Filho de Desejado Thunder e Festa I Festa (Spring Halo), Casanova Thunder é de criação do Haras Ponta Porã e de propriedade do Stud Indian Joe. Treinamento de G.Fernandes e pilotagem de Antony Renan. 

  • Turfe

    Wil Myers dá o bicampeonato do Clássico Criadores ao Stud Ajato

    Wil Myers dá o bicampeonato do Clássico Criadores ao Stud Ajato
    (Foto: Divulgação Jockey Club do Paraná por Felipe Neves)

    Nesta tarde de quinta-feira (13) foi disputado o Clássico Criadores (Listed), criterium para a geração 2017 no Jockey Club do Paraná. E a prova marcou o bicampeonato da farda "pistache e rosa" do Stud Ajato. 

    Logo na largada, Long Journey buscou a primeira colocação, tentando fazer um ritmo mais forte na prova. Pelo externo da pista se apresentou Wil Myers, seguido por Barry More Court, Oakland Bay, Najar do Iguassu e Lord Trick. 

    No fim da reta aposta, Wil Myers fez a diagonal e assumiu a segunda colocação muito próximo ao ponteiro, mostrando que antes mesmo da reta final tentaria assumir a primeira colocação. E foi isso que aconteceu. 

    Na entrada da reta, o crioulo do Haras LLC já assumia a ponta, com Barry More Court conseguindo boa passagem por dentro e passando para o segundo posto. Porém, ao invés da esperada briga pela ponta, a partir dos 300 metros finais o potro do Stud Ajato começou a abrir mais e mais vantagem. 

    Vindo do fundo do pelotão, Najar do Iguassu conquistou a segunda colocação, seguido por Lord Trick, Barry More Court e Oakland Bay. Long Journey, que fez carreira para Lord Trick, acabou chegando na última colocação. 

    Filho de Kodiak Kowboy e Magic Carolina (Torrential), Wil Myers repetiu a vitória de Art Dollar, também do Stud Ajato na edição de 2019 do Clássico Criadores (Listed). Ele defende as sedas do Stud Ajato e foi criado pelo Haras LLC. Treinamento de Dilson Antunes e pilotagem de Marcos Ribeiro. O tempo foi de 1'41"40 para os 1.600 metros na pista de areia macia.

    Na Taça, Kopenhagen passeou: 

    O melhor animal e atividade no Tarumã venceu mais uma. Estamos falando de Kopenhagen, que levou a Taça Jockey Club do Paraná a "petit galop" na tarde de hoje. Em 2.000 metros, a carreira servia como primeira preparatória para o Grande Prêmio Paraná (G3), que este ano acontecerá em dezembro. 

    O cavalo do Haras Springfield correu na ponta por boa parte do percurso, sendo superado na reta oposta por Energy Secret. Na entrada da reta final ele já era o ponteiro novamente e, quando Band Ship começou a melhorar pelo externo da pista, Michel Platini ajustou as rédeas para que o filho de Midshipman abrisse mais e mais vantagem. 

    Na segunda colocação chegou Band Ship, com Trick Step, Grand Mago e Energy Secret a seguir. Filho de Midshipman e Left Handed (Vettori), ele é de criação e propriedade do Haras Springfield. O tempo para os 2.000 metros foi de 2'11"80. 

  • Turfe

    Jockey realiza corridas sem público nesta quinta-feira

    Jockey realiza corridas sem público nesta quinta-feira
    (Foto: Site JCPR por Felipe Neves)

    Assim como vem acontecendo há alguns meses, o Jockey Club do Paraná volta a realizar corridas na tarde desta quinta-feira (13). 

    Localizado na Avenida Victor Ferreira do Amaral, o centenário clube de corridas está se adequando as medidas de prevenção do Covid-19, permitindo que apenas os profissionais necessários para a realização das provas estejam presentes. 

    Máscaras, álcool em gel e distanciamento entre as pessoas são os meios necessários para que as provas aconteçam. A nessecidade da realização das mesmas está totalmente atrelada ao bem estar dos animais, além da necessidade dos profissionais - em sua grande maioria comissionados - de continuar exercendo sua profissão. 

    Dentro da pista serão oito provas, com destaque para o tradicional Clássico Criadores (Listed), principal prova para potros. Ela normalmente aconteceria em junho, quando os animais ainda tivessem dois anos. Porém, devido as paralisões devido ao novo coronavírus, o calendário do Hipódromo do Tarumã foi alterado. 

    Também acontece na tarde de hoje a Taça Jockey Club do Paraná, em 2.000 metros. Esta prova serve de preparatória para o Grande Prêmio Paraná, que acontece no início de dezembro. 

    As corridas começam às 13h15 minutos e são transmitidas pela TV Turfe, canal 188 da Net/Claro. A transmissão também acontece pelo YouTube. Para apostar de casa, é necessário se cadastrar no Tele Turfe, no telefone 41 3025-2112. 

    INDICAÇÕES: 

    1° Páreo: Eroina Clara (02) - Galã (04)

    2° Páreo: Prêmio Certo (05) - Queen (04)

    3° Páreo: Tiberius (06) - Opera Cause (08)

    4° Páreo: Kopenhagen (04) - Band Ship (02)

    5° Páreo: Najar do Iguassu (05) - Barry More Court (03)

    6° Páreo: Inevitable (05) - Warung (01)

    7° Páreo: Bela Le Belle (06) - Xeque-Mate (05)

    8° Páreo: Motivo de Glória (04) - Juan Acteon (09)

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  • Gávea

    Surgem nomes fortes para o Festival do Grande Prêmio Brasil

    Surgem nomes fortes para o Festival do Grande Prêmio Brasil
    (Foto: Site JCB por Sylvio Rondinelli)

    A beleza dos grandes festivais está no mix de provas que eles oferecem, não somente na carreira principal. Já vimos isso este ano no Festival da Copa dos Criadores, quando no Grande Prêmio Margarida Polak Lara (G1) e Copa ABCPCC Velocidade - Mario Belmonte Moglia tivemos chegadas espetaculares. 

    E com a chegada de setembro, aumentam as expectativas para o festival do Grande Prêmio Brasil, principalmente quando estamos tendo as últimas preparatórias para as principais carreiras desta festa. E hoje, tivemos duas provas derradeiras que colocaram nomes fortes tanto para o Grande Prêmio Major Suckow (G1) quanto para o Grande Prêmio Roberto e Nelson Grimaldi Seabra (G1), principais carreiras do sábado do festival. 

    No quarto páreo de hoje no Hipódromo da Gávea, tivemos o Grande Prêmio Costa Ferraz (G3) para éguas de 3 e mais anos. Na carreira, a até então "atual" melhor velocista da Gávea, Nice Lady; Gata Y Flor, que vinha de uma carreiraça na Copa ABCPCC Velocidade - Mario Belmonte Moglia (G3) e Happy Bryan, atual campeã do Grande Prêmio Major Suckow (G1). 

    Porém, quem venceu e colocou seu nome como grande força da prova que acontecerá em setembro é justamente uma filha de uma vencedora do "Suckow", In Essence. A filha da saudosa craque Requebra, vencedora do prova em 2008, mostrou que corre muito, já que teve problemas na partida, correu no fundo do lote até o fim da variante para nos 100 metros finais avançar com muita categria e derrotar Gata Y Flor por 1 corpo de vantagem.

    Além da vencedora, Gata Y Flor mostrou estar em sua melhor fase. Nice Lady, que chegou na terceira colocação, parece ter sentido a repetição de inscrições com pouca margem de tempo, mesmo assim chegou em terceiro. Genuve chegou com boa ação final, contudo, um pouco longe. Happy Bryan, que largou da pior baliza possível não confirmou as expectativas e chegou descolocada. 

    Filha de Wild Evente e Requebra (Put It Back), In Essence é de criação e propriedade do Haras Santa Maria de Araras. Foi pilotada por Marcelo Gonçalves e apresentada por Christiano Oliveira, assinalando o bom tempo de 55"86 para os 1.000 mtros na pista de grama leve com 7 metros de cerca móvel. 

    Nos dois qulômetros, deu Hacienda: 

    Depois de "endurecer" para Mais Que Bonita há um mês, Hacienda entrou na relva cariaca para mostrar se era de carreira ou não, e claro, se poderíamos colocá-la na "prateleira das favoritas" para o Grande Prêmio Roberto e Nelson Grimaldi Seabra (G1), que acontece no sábado do Festival do Grande Prêmio Brasil. 

    Porém, a favorita era Helquis, égua levada em alta conta pelo Haras Santa Maria de Araras e que possui diversas colocações em provas grupadas. Enfim, com o campo do Clássico Armando Carneiro (Listed) montado, era a hora de saber quem chegaria ao "Brasil das éguas" mais cotada. 

    E em uma direção perfeita, contando com a "ajuda" de uma adversária, Hacienda novamente surpreendeu, porém desta feita não perdeu como na última. A chegada foi apertada, uma vez que Helquis corria muito no final, assim como Kim Besinger, que surpreendeu à todos com um ótimo terceiro lugar. 

    A "ajuda" citada acima não foi intencional. Porém, com certeza ajudou no resultado da prova. Hacienda e Gyoza dividiram a primeira colocação até os 500 metros finais, quando pelas balizas 1 e 3 disputavam a prova. Contudo, na entrada da reta, quando as duas viraram na ponta, Little Bad Girl forçou o terceiro posto ao lado delas, deixando a favorita Helquis mal por dentro. 

    E como Gyoza não abria, ainda disputando a ponta, mesmo com mais ação, Helquis ficou metade da reta encerrada atrás de Hacienda e Gyoza, não conseguindo atacar a ponteira. Com isso, Hacienda conseguiu abrir vantagem até que Gyoza cansasse e Helquis conseguisse a tão sonhada passagem. No final, a diferença foi de paleta, muito pelo "atraso" que a representante do Araras teve na reta final. 

    Filha de Wild Event e After Road (Northern Afflet), Hacienda agora chega como uma das favoritas para o Grande Prêmio Roberto e Nelson Grimaldi Seabra (G1). Ela é treinad pelo "mago" Luis Esteves e contou com a sempre ótima piilotagem de Henderson Fernandes. A crioula do Haras Santa Maria de Araras defende as cores do Stud Verde e assinalou 2'04"27 para os 2.000 metros na grama leve com 7 metros de cerca móvel. 

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  • Cidade Jardim

    Jobster alcança batismo na Prova Especial Giant

    Jobster alcança batismo na Prova Especial Giant

    Em uma prova que homenageava o craque Giant, um cavalo paranaense acabou levando a melhor e finalmente confirmando as expectativas de seu staff. 

    Estamos falando de Jobster, que após quatro carreiras nas provas mais graduadas de sua geração, conquistou sua primeira vitória na tarde desta sexta-feira (07), disputando a Prova Especial Giant, em 1.800 metros na pista de grama. 

    Com apenas quatro competidores após a retirada de Duck Dancer, o primeiro a assumir a ponta foi Grande Kiko. Logo a seguir Rock Marciano corria em segundo, seguido por Jobster e Ultimate Warrior, todos muito próximos. 

    E assim o páreo seguiu até a entrada da reta, quando pela baliza três, André Luis Silva trouxe Jobster para brigar pela ponta. Não demorou muito para o crioulo do Haras Cifra assumir a primeira colocação, seguindo com tranquilidade até o disco. 

    Na segunda colocação, 4 corpos atrás, chegou Grande Kiko. Em terceiro chegou Rock Marciano, com Ultimate Warrior completando o placar. 

    Filho de First American e Victory Now (Know Heights), Jobster é de criação do Haras Cifra e de propriedade do Stud Galope. Foi apresentado por Maurício Oliveira, pilotado por André Luis Silva e assinalou 1'50"575 para os 1.800 metros na pista de grama macia.

     

  • Gávea

    Corrida Maluca: teve de tudo na vitória de Olympic Impact no GP João Borges Filho

    Corrida Maluca: teve de tudo na vitória de Olympic Impact no GP João Borges Filho
    (Foto: Site JCB por Sylvio Rondinelli)

    Uma dupla exata que pagou R$ 415,50 para cada real apostado dá o tom do que foi a principal prova de hoje (02) no Hipódromo da Gávea, o Grande Prêmio João Borges Filho (G2), preparatória para o Grande Prêmio Brasil (G1). 

    Para quem esperava um embate entre Pimper's Paradise, George Washington e Adu Dhabi, teve que se contentar em ver o Stud Habeas Corpus vencer sua primeira vitória clássica com Olympic Impact. E teve mais, na dupla Galaxy Runner, que estava devendo uma boa atuação há algum tempo. E os favoritos? É o que a gente conta apartir de agora. 

    Com um campo de animais fundistas, era esperado que Olympic Impact ou American Dream corressem na ponta, já que o estilo dos demais competidores era o de correr acomodado na primeira parte do percurso. Porém, como ninguém se apresentou para pontear a prova, em um ritmo extremamente lento Galaxy Runner assumiu a primeira colocação. 

    Quem o vigiava em segundo era Pimper's Paradise, que costumeiramente corre mais atrás, principalmente nos 2.400 metros. Contudo, com a grama pesada ninguém estava querendo se arriscar a florear na frente ou correr para uma atropelada longa.

    Chegando aos 1.600 metros finais, o jóquei de American Reason decidiu ir para cima do representante do Haras Sweet Carol, que hoje se apresentou de antolhos. Em terceiro muito perto corria Pimper's Paradise, com He's Gold, Olympic Impact, Abu Dhabi, George Washington e Mstraubarry. A diferença do primeiro para o último não chegava a seis corpos. 

    E se você acha que Galaxy Runner correndo de ponta é estranho, não perde por esperar o que vai acontecer. O "Derby Winner" atropelador Abu Dhabi hoje estava novamente com um jóquei diferente, já que Valdinei Gil encontra-se lesionado e Maykel Mesquita não foi muito bem na última. 

    O jovem Will Xavier, piloto dele hoje, deve ter pensado: "já que ninguém vai, vou eu tomar a ponta e ganhar o páreo aqui". Dando uma partida em Abu Dhabi na seta dos 1.300 metros finais e tirando três corpos dos rivais na primeira colocação. Essa atitude mudou o ritmo da prova e deixou os demais jóqueis meio perdidos, com Pimper's Paradise e He's Gold indo atrás do ponteiro. 

    Assim, os demais animais também adiantaram suas partidas lá para a metade da grande curva, afinal, ninguém queria deixar os favoritos "sumirem" na frente. Entraram à reta Abu Dhabi e He's Gold, com Pimper's Paradise ficando no "meio do sanduíche". Depois vinham Amercan Reason, George Washington e, os dois que estavam na ponta na primeira passagem pelo disco - Galaxy Runner e Olympic Impact, sobravam para a sexta e sétima colocações respectivamente. 

    Dali em diante começou a briga entre Pimper's Paradise, o grande favorito e Abu Dhabi, a segunda força da prova. Porém, muito bem trazido por Acedenir Gulart, Galaxy Runner encontrou passagem e veio brigar com os dois. Pelo meio de raia vinha George Washington tentando embalar, enquanto mais por fora, Olympic Impact começava uma atropelada até então improvável. 

    Nos 100 metros finais Galaxy Runner livrou cabeça de vantagem para Pimper's Paradise, o que já seria uma grande "zebra". Entretanto, o que ninguém imaginava aconteceu. Ao invés da atropelada de George Washington pelo externo de raia, quem surgiu foi Olympic Impact, que no último pulo desbancou o pensionista de Adelcio Menegolo - e também grande parte das poules deste páreo. 

    Na terceira colocação, bem próximo, finalizou Pimper's Paradise. Depois chegaram George Washington e He's Gold. O - agora - "ponteador" Abu Dhabi chegou na sexta colocação, com American Reason e Mstraubarry, este com uma reta muito esquisita, com o jóquei trazendo-o pela baliza 49, chegaram a seguir. 

    Filho de Redattore e Our Charm (Spend A Buck), Olympic Impact é de criação do Haras Regina e de propriedade do Stud Habeas Corpus. Foi pilotado pelo ótimo Henderson Fernandes e apresentado pela "máquina" Luis Esteves. O tempo foi de 2'35"82 para os 2.400 metros na pista de grama pesada. 

    Dupla brilhou também na milha: 

    Tem uma dupla brilhando intensamente no Hipódromo da Gávea. Quando os apostadores veem no programa Luis Esteves e Henderson Fernandes no mesmo cavalo, já começam a apostar sem olhar para o retrospecto. E se foi assim no Grade Prêmio João Borges Filho (G2) com Olympic Impact, o mesmo aconteceu nno Grande Prêmio Mario de Azevedo Ribeiro (G3). 

    Ultimate Warrior nem de perto era o principal nome da prova, contudo, com uma ótima atuação conseguiu assumir a ponta nos metros finais. O favorito Olympic Icecream ainda tentou levar a terceira consecutiva, porém não alcançou o representante do Haras Mabruk.

     

    Filho de Quick Road e Coupole (Tsunami Slew), deixou a seguir Vale-Brinde, Don Bizarro e Guaruman. Como dito acima, foi pilotado por Henderson Fernandes e apresentad por Luis Esteves, assinalando 1'37"92 para os 1.600 metros na pista de grama pesada. 

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  • Turfe

    Dobrada do Miorim na Copa ABCPCC Regional 2020

    Dobrada do Miorim na Copa ABCPCC Regional 2020

    Ter "estrela" é um adjetivo vago quando falamos das corridas de cavalo. Assim como em tudo na vida, "ter sorte" é válido. Porém, quando os resultados são extremamente expressivos, a competância de uma equipe é bem maior que qualquer outro adjetivo. 

    E começamos assim a matéria da Copa ABCPCC Regional 2020 (Listed) exatamente para enaltecer a competência da equipe do proprietário Alberto Tiellet Miorim. Depois de ser  tricampeão do Grande Prêmio Bento Gonçalves (G2) com Ilustre Senador, ser Tríplice Coroado com Etê Kaluanã e vencer as duas Taças de Cristal (fêmeas e machos) deste ano, hoje seu staff colocou a "cereja no bolo". 

    Em uma prova contando com ótimos nomes, os melhores entre os potros da geração 2017 no Cristal, além de dois ótimos nomes oriundos do Paraná, Alberto Tiellet Miorim venceu de dobradinha a prova que pagou mais de R$ 80 mil e que encerrou o Festival da Copa dos Criadores. 

    Mas não foi só uma dobradinha do proprietário, afinal, o criador de Fera do Manno e Fuego Enlas Patas é o Stud Itaara. Ambos recebem o treinamento do atual campeão das estatísticas, Luciano Arias. 

    A prova: 

    Comet Winner foi o primeiro a pular na ponta, seguido de perto por Fuego Enlas Patas. Não demorou muito para a potranca assumir a ponta, entrando na reta oposta na frente. Depois vinham Campeão D'América, Quick Gold, Limoncello, Comet Winner, Fera do Manno e bem afastado Oakland Bay, que não teve uma boa largada. 

    Veio a curva e o panorama não mudava. Vale ressaltar que Limoncello ficou colocado bem próximo a cerca interna, enquanto os "gaúchos" começam a buscar o externo da pista. Comet Winner e Fera do Manno estavam emparelhados, enquando a potranca Fuego Enlas Patas entrava a reta na ponta. 

    Contudo, os que esperavam que Fuego Enlas Patas cansasse, já que supostamente estaria fazendo carreira para eu "faixa", se enganaram. A filha de Bold Start continuava dominando a prova, enquanto via Fera do Manno avançando pelo externo. 

    Por dentro, Limoncello tentava descontar a diferença, enquanto quem demonstrava uma grande ação final era Oakland Bay, que virou a reta na última colocação. Os "paranaenses" até tentaram, mas não conseguiram alcançar a parelha de Alberto Miorim. No final, Fera do Manno dominou Fuego Enlas Patas, repetindo a dobradinha do ano passado, que teve Campelanda e Mestre do Iguassu chegando nas duas primeiras colocações. 

    Fera do Manno é um filho de Alcorano e Twice So Nice (Wild Event), de criação do Stud Itaara e treinado por Luciano Arias. Fuego Enlas Patas também é de criação do Stud Itaara, conta com o mesmo treinador e é filha de Bold Start e Queen Porã (Romarin). Completaram o placar remunerado Limoncello, Oakland Bay e Quick Star.

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