Bom de Dica de Corrida

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Corridas internacionais: Seattle e Vancouver (parte 2)

Como já falamos no post anterior, junho foi o mês de corrermos duas meias maratonas internacionais: a Rock’n’Roll Seattle e a ScotiaBank Vancouver. A prova de Vancouver aconteceu mais para o final das férias, dia 24 de junho (leia-se mais gordos, pesados e sem treinos regulares somado ao real início do verão norte-americano).

A retirada do kit aconteceu no Canadá Place, um lugar lindo que fica quase no meio do mar, entre o porto e o Stanley Park. Diferente da grande expo de Seattle, em Vancouver a retirada do kit foi mais discreta: camiseta, número e uma barra proteica. Sem sacola, sem patrocinadores ou muitas pessoas (para não dizer que não tinha nada, a Asics e a marca da barra proteica estavam lá).

 

Para essa prova chegamos com bastante antecedência, pois fomos de táxi. Não tinham muitas informações sobre como chegar ou disponibilidades de ônibus, e a estrutura também era menor que a prova americana (proporcional ao número de participantes: 18 mil em Seattle e 7 mil em Vancouver). Uma curiosidade dessa prova: os brasileiros estavam em terceiro lugar no número de inscritos, atrás somente dos canadenses e mexicanos!

Hora da largada, nos separamos (ele lá na frente, eu lá atrás), mas dessa vez ela aconteceu simultaneamente. Mesmo assim, com as divisões de paces, não rolou estresse. Cada um no seu ritmo, bonitinho.

O percurso de Vancouver é lindo, lindo, lindo! Belas paisagens, um céu azul bem aberto. Pouca gente na rua, mas o suficiente para animar e incentivar (com gritos, palmas ou mangueiradas). A hidratação com isotônico estava boa, a de água era preciso pegar mais de um copinho para satisfazer (beber, molhar a boca e jogar na cabeça).

No final, o sol apertou. Após a ponte, já na parte final do percurso, o Vini, que finalizou em 1:41:45, apareceu para me buscar e dar aquele empurrãozinho maneiro. Eu estava cansada, esbaforida e, mesmo assim, deu boa: 2:36:41.

O pós-prova de Vancouver era tão farto quanto o de Seattle: água, fruta, bagle doce e salgado, cookies, iogurte, suco. E um medalhão, que chega a pesar no pescoço!

Já estamos montando o calendário com as próximas provas, locais, nacionais e internacionais... Tem alguma prova para indicar? Manda ae!

Quem faz o blog

Vinicius Boreki – É jornalista e descobriu a corrida de rua como forma de perder peso e virou paixão. Minhas primeiras provas foram em 2011, ainda com 5 e 10 quilômetros. Parti para os 21 km em 2013 e permaneci nesta distância até 2015. Em 2016 e 2017, concluí os 42 quilômetros da Maratona de Curitiba. Meu propósito é finalizar uma maratona por ano a partir de agora. Maria Fernanda Takahashi – Formada em jornalismo, começou a correr em 2011 – contrariando a orientação dos médicos devido à uma protusão discal. Seguiu fazendo provas de 5 e 10 km até concluir suas primeiras meias maratonas no Rio de Janeiro, em São Paulo e na maratona de Curitiba, em 2017. Sofre com o cardio, não tem a pretensão de correr uma maratona, mas quer levar a corrida para a vida toda.

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