• 15/12/2018

    Lula e Bolsonaro, os sacaneados pela mídia

    O ex-presidente Lula virou réu hoje mais uma vez!
     
    Agora sob a acusação de ter recebido um milhão de reais para intermediar negócios com o governo da Guiné Equatorial.
     
    Ele já responde a nem sei quantos processos por corrupção e outros crimes. Perdi a conta.
     
    E já foi condenado também, como é público e notório.
     
    Condenado pela ninharia de um tríplex que não é dele (coisa do Moro, que fez isso para ganhar um ministério no governo Bolsonaro).
     
    Lula é vítima da mídia golpista, que inventou um monte de mentiras sobre ele. E se cala sobre os milhões, bilhões desviados por Aécio Neves de Furnas e FHC da Petrobras.
     
    Jair Bolsonaro está sob a artilharia da mídia esquerdopata por causa de uma “movimentação atípica” de míserro R$ 1,2 milhão na conta de um ex-assessor do filho Flávio na Assembleia Legislativa do Rio.
     
    O Coaf, antro de petistas que fecharam os olhos para os crimes praticados pelos chefes do partido, e poupou também os tucanos, apontou que a mulher de Bolsonaro recebeu um cheque de R$ 24 mil do tal assessor.
     
    O que são um milhão de reais e um tríplex (que nunca foi dele) que teriam sido destinados a Lula diante de tanto bem que ele fez ao país?
     
    O que são os R$ 24 mil reais depositados na conta de Michelle Bolsonaro comparados aos bilhões que o PT e os tucanos roubaram e do que Bolsonaro vai fazer de bom para o país?
     
    Injustiçados ambos, pois de nada sabiam!
     
    A mídia, golpista ontem, esquerdopata hoje, não poupa os que fazem sacrifícios de toda ordem, a começar por suas reputações, para melhorar a vida dos pobres e permitir um futuro melhor para todos os brasileiros!
  • 11/12/2018

    O desvio sem volta de Beto Richa

    O ex-governador Beto Richa protocolou hoje no TRE a renúncia ao comando do PSDB no Paraná.

    Coincidentemente, três meses atrás  eram presos Richa, seu irmão Pepe, a esposa Fernanda, o assessor Ezequias, herdado do velho pai José,  que foi deputado federal, prefeito de Londrina, governador e senador e teve papel decisivo no processo de redemocratização do país após o regime militar.

    Presos também foram seu ex-chefe de Gabinete, secretário de Comunicação e pau para toda obra Deonilson Roldo. E o empresário Jorge Atherino, amigo de Beto. 

    Todos caíram no âmbito da investigação de pagamento de propina no programa Patrulha do Campo - aluguel de máquinas para manutenção de estradas rurais -, mais um capítulo da série de acusações que recaem sobre o ex-governador e seu entorno, que inclui o "primo distante" Luis Abi Antoun. 

    Com exceção de  Deonilson e Atherino, os demais estão livres e soltos – por enquanto, pois a PGR recorreu – graças à incontinência do ministro Gilmar Mendes em libertar presos notórios.

    O rol de acusados de corrupção inclui Maurício Fanini e Nelson Leal, "amigos" do ex-governador que fecharam acordo de delação. Tony Garcia, outro “amigo”, delatou o esquema da Patrulha do Campo.

    Não bastassem as coincidências, no dia em que Beto foi preso seu pai completaria 84 anos.

    José Richa construiu uma biografia brilhante como homem público. Beto,  que tinha tudo para ser maior que o pai, perdeu-se pelo caminho, é o que indicam as investigações. O desvio que tomou, se confirmado, não tem volta.

  • 10/12/2018

    Investigar os Bolsonaro, o primeiro desafio de Moro

    O Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) constatou “movimentação atípica” de R$ 1,2 milhão na conta de Fabrício Queiroz, no período de janeiro de 2017 a janeiro de 2017, quando ele assessorava na Assembleia Legislativa do Rio Flavio Bolsonaro, o filho “01” de Jair.
     
    PM aposentado, Queiroz demitiu-se em 15 de outubro e no mesmo dia sua filha, que trabalhava no gabinete do deputado Jair Bolsonaro, também pediu exoneração. O PM era íntimo dos Bolsonaro e sua mulher e outra filha também também trabalharam para a família.
     
    “Movimentação atípica”, esclarece o Coaf, não equivale a dinheiro sujo, mas a movimentação irregular. No caso de Queiroz, muito acima de seus rendimentos no período.
     
    Chama a atenção, no entanto, que um cheque de R$ 24 mil emitido por Queiroz tenha sido depositado na conta de Michelle, esposa do presidente eleito. Bolsonaro explica: trata-se de pagamento de parte de um empréstimo que ele, Jair, fez ao PM no valor de R$ 40 mil. Empréstimo que, segundo Bolsonaro pai, foi quitado em dez parcelas.
     
    Como assim, dez parcelas, se o cheque detectado equivale a seis parcelas? E por que na conta de Michele? Bolsonaro pede desculpas à futura primeira-dama por envolvê-la na história. E se penitencia: “Se errei, arco com as consequências”. Uma delas será explicar ao Fisco porque omitiu o empréstimo ao ex-assessor do filho, sobre o qual deveria pagar imposto.
     
    Flavio, por sua vez – ele se elegeu senador -, disse confiar plenamente” no ex-assessor e que ele deu “explicações plausíveis” sobre a origem do dinheiro. Seu irmão Eduardo sentenciou: “Ninguém sabe o que aconteceu” com a conta do ex-assessor.
     
    Detalhes à parte – entre eles a utilização da conta como “casa da mão joana” por outros assessores de “01” -, é inevitável que se investigue a origem e a destinação do dinheiro movimentado por Queiroz.
     
    Como diz o ditado, “a mulher de César não basta ser honesta, tem de parecer honesta”. Um presidente que se elegeu prometendo uma cruzada contra a corrupção não pode permitir que se duvide de sua conduta e de sua família. Pois o episódio permite temer que conta do ex-assessor era uma lavanderia de dinheiro dos Bolsonaro!
     
    Eis o primeiro grande desafio - e missão - de Sergio Moro quando assumir o superministério da Justiça, que terá sob seu controle o Coaf: usar toda a sua expertise no combate à corrupção e lavagem de dinheiro para investigar a conta do ex-assessor.
     
    O Brasil, que tanto padeceu sob o governo corrupto do PT, não pode conviver com essa dúvida cruel! 
     
  • 05/12/2018

    E onde está a solidariedade dos petistas aos cubanos?

    Artistas cubanos estão sendo presos por se rebelar contra decreto do governo que submete apresentações públicas à autorização do governo (ver detalhes abaixo).

    O decreto é de julho.

    E até agora Chico Buarque e Caetano Veloso não fizeram nenhum show em solidariedade aos colegas cubanos. E nem o PT emitiu qualquer nota de repúdio à censura prévia imposta pelos companheiros cubanos...

    E o Boulos, a Manuela D’Ávila, por onde andam?

    Só para lembrar: os petistas caíram de pau, impedindo-a de falar, e até de se movimentar livremente, quando a blogueira Yoani Sanchez veio ao Brasil, em 2013, para defender a liberdade de expressão em Cuba.

    ARTISTAS CUBANOS SÃO DETIDOS

    Vários artistas foram detidos em Havana ao tentarem organizar um protesto contra um novo decreto que, segundo eles, poderá restringir a criatividade e aumentar a censura da cultura em Cuba. A artista Tania Bruguera (foto), conhecida internacionalmente por suas instalações e performances públicas, foi detida por agentes ao sair de casa na manhã de segunda-feira. Segundo a mãe dela, Argelia Fernández, a detenção ocorreu antes de a filha ir ao Ministério da Cultura do país, local marcado para a manifestação.

    Publicado em julho, o texto proíbe artistas, sejam eles músicos ou pintores, de "oferecer os seus serviços" em espaços públicos, incluindo casas de espetáculo privadas, sem autorização governamental. Tania, que já havia sido detida no passado por criticar publicamente o governo socialista, foi liberada na noite de segunda-feira, segundo Fernández. A artista decidiu ir direto para o ministério em protesto contra a detenção de colegas.

    "Tudo o que posso fazer é mostrar solidariedade", escreveu Bruguera no Facebook ao posar para um foto com uma camisa de estampa: "Não ao Decreto 349". "Se me detiverem, entrarei em greve de fome e sede."

    A artista foi detida novamente na noite do mesmo dia, segundo Iris Ruiz, atriz e coordenadora da campanha contra o decreto, um dos primeiros textos legislativos a serem assinados pelo sucessor de Raúl Castro no comando de Cuba, Miguel Díaz-Canel, que assumiu o poder em abril.

    "À noite Tania publicava esta mensagem. Pouco tempo depois, era presa por policiais a poucos passos do Ministério da Cultura de Cuba. Não sabemos onde (ela) se encontra. Começam a passar reportagens na televisão nacional a 72 horas de implantar como lei o Decreto 349 e, da mesma maneira, começam os atos difamatórios contra os artistas que discutem esse decreto. Seguem sem dialogar e seguem os artistas presos", lê-se em publicação na rede social de Tania. (O Globo com agências)
     

  • 04/12/2018

    Socorro: dormi "fascista" e acordei "comunista"!

    Este blog está para completar onze anos de existência*, o que acontecerá no final de janeiro

    Passei esse tempo recebendo todo tipo de xingamento dos petralhas por causa de minhas críticas ao partido e seus líderes - que estão recebendo a merecida punição da Justiça, e o que temos até o momento é apenas o começo. Livrei-me dos xingamentos porque ou eles me excluíram (atitude que agradeço por ter me poupado trabalho) ou excluí. 

    Entre os xingamentos publicáveis estavam os de "coxinha", "golpista" e por fim “fascista” por tomar posição contra a candidatura de Haddad, marionete de Lula.

    Os xingamentos impublicáveis são aqueles que encontramos em portas de banheiro de rodoviária.)

    (Abro parêntese para registrar que não foram somente xingamentos que recebi dos petralhas, mas ameaças e perseguições no trabalho.)

    E eis que a vitória de Bolsonaro me proporcionou novos epítetos porque tenho ousado – ó crime inafiançável, ó blasfêmia, ó pecado mortal! – criticar algumas de suas posturas e de seus filhos boquirrotos: agora sou “esquerdopata” e “comunista” (os xingamentos não publicáveis são os mesmos das portas de banheiro).

    Muitos dos que agem assim comigo agora são os mesmos aplaudiam calorosamente minhas críticas ao PT.

    O Brasil saiu de um drama doloroso, que foi o lulopetismo, temporariamente sem a menor perspectiva de retomada do poder (alvíssaras!), o que fez os ânimos exaltarem. Os petistas refugiaram-se na sua versão mentirosa dos fatos. Parte de seus opositores encontraram reciprocidade na destemperança verbal de Jair Bolsonaro – que chegou à presidência numa campanha sem precedentes no método e conteúdo, pois vioilentou todos os manuais de marketing político e até agora não sabemos o que ele pretende fazer quando assumir.

    A esperança de dias melhores, da qual compartilho, está em sua equipe de governo, gente de primeira qualidade, com as exceções de praxe.

    Voltando ao tema: livramo-nos do jugo de um grupo sectário que cultua incondicionalmente Lula e seus métodos e caímos sob o patrulhamento do grupo sectário que cultua sem restrições o “mito” Bolsonaro” e se dispõe a linchar os que o contestam ou criticam seus atos.

    Fernando Henrique, oiado tanto por petralhas como por bolsonalhas - ódio recíproco do qual passo a partilhar -, afirmou que não há mais espaço no Brasil para a “sensatez”. De fato, não há mais liberdade de pensar com a própria cabeça. De emitir opinião sem ser agredido (por enquanto, apenas com palavras...) De contestar com argumentos.

    Socorro!
     

    * Refiro-me ao blog original, acessível em www.josepedriali.com.br

  • 03/12/2018

    Os adoradores do “mito” e uma bolsa de colostomia

    Os discípulos do “mito” Bolsonaro imitam o procedimento dos petralhas em relação ao seu líder Lula quando criticado: atacam sem dó quem ousa fazer qualquer ressalva ao presidente eleito e seus filhos boquirrotos.
     
    E tudo o que o “mito” faz ou deixa de fazer, recebe elogios ardorosos desse exército de deslumbrados. Assim como fazem os petralhas com Lula.
     
    A ida de Bolsonaro a um caixa eletrônico (coisa que fez três vezes numa só semana pouco depois de ter sido eleito), óh, merece elogios orgásmicos da turma à sua “simplicidade” – quando o correto seria manifestar preocupação, pois o eleito demonstrou incrível incapacidade de previsão orçamentária ou de controle de gastos,. Um lanche, servido na garagem de sua casa ao assessor de segurança do presidente Trump, com um cardápio simplório e disposição caótica sobre a mesa, e óh, como ele é “maravilhoso”, “espontâneo”, “despojado”.
     
    Seus filhos podem falar as maiores asneiras, que essa turma se encanta com a “sapiência” dos brothers. O filho mais velho usou nos Estados Unidos boné de apoio à reeleição de Trump? Que “maravilha”: Trump é dos nossos, e o filho do presidente eleito, mesmo contrariando a tradição diplomática brasileira, DEVE expressar o apoio do papai a um candidato de país soberano... Além do mais, que “boné mais bonitinho” O filho mais novo disse que a “morte do pai interessa a pessoas próximas”, meu Deus, é verdade, o “mito” está cercado de traíras!
     
    Do jeito como o encantamento desse pessoal está evoluindo (ou involuindo), não é de se estranhar que, quando o “mito” retirar a bolsa de colostomia, disputem a relíquia a tapa (ou a tiro, pois esta parece ser a preferência deles na solução de conflitos) para sorver seu conteúdo como o “néctar dos deuses”.
  • 29/11/2018

    Continência de Bolsonaro enfurece esquerda que se ajoelhou diante de ditadores

    Reproduzo comentário do blog BR18, do Estadão, e comento em seguida:
     
    Até quando fica de boca calada, Jair Bolsonaro provoca a ira da esquerda. A última do presidente eleito que enfureceu as hostes do PT e seus aliados foi ter prestado continência ao encontrar o assessor de Segurança Nacional dos EUA, John Bolton. Entre os que estão reclamando da suposta “subserviência” do presidente eleito ao americano, estão Guilherme Boulos, Manuela D’Ávila, Lindbergh Farias, Ivan Valente, Humberto Costa, dentre outros.
     
    Pois bem: Bolsonaro tem mesmo essa mania, herdada dos tempos de quartel, de bater continência a um interlocutor ilustre. Procedeu assim ao encontrar-se com a procuradora-geral Raquel Dodge. Deve fazer o gesto ao acordar, deitar, olhar-se no espelho, etc.
     
    É um gesto espontâneo, que em algumas ocasiões não pega bem. Como hoje, ao receber o secretário de Segurança dos EUA.
     
    Mas a esquerda não tem motivo para censurá-lo. Melhor seria ter se calado para evitar a comparação: o governo do PT ajoelhou-se diante das ditaduras da África e América Latina e financiou-as com dinheiro público subsidiado em troca de propina.
     
    Evo Morales confiscou as refinarias e postos de distribuição da Petrobras, e Lula se calou. No último dia de seu governo desastroso, Dilma Rousseff vendeu os ativos da Petrobras na Argentina a preço de banana.
     
    A lista é longa!
     
    É melhor, portanto, ter um presidente que comete o pecado venial de bater continência do que um que dilapida o patrimônio público para obter vantagens para o seu partido e si próprio.
  • 28/11/2018

    Eduardo, o aspone do papai Jair

    Uma das inovações mais esdrúxulas do PT (a maior foi organizar metodicamente o saque amplo, geral e irrestrito aos cofres públicos) foi a criação do cargo de “assessor especial da presidência para assuntos de política externa”. O cargo foi dado ao professor da USP e secretário de Relações Internacionais do PT Marco Aurélio Garcia.
     
    (Sergio Lima/AFP)
    Esdrúxula porque a função de assessor o presidente da República em assuntos da área compete ao ministro das Relações Exteriores – assim como os de economia ao ministro de Economia, saúde ao ministro de Saúde, etc.. E também porque enquanto vigorou tal cargo, a função de chanceler foi de fato exercida por Garcia, submetendo-se o ministro de fato e o Itamaraty a uma situação de constrangimento sem precedente na história brasileira.
     
    O presidente eleito Jair Bolsonaro, pelo visto, está disposto a seguir o procedimento do PT, embora de maneira informal: seu filho mais velho e deputado federal Eduardo está fazendo as vezes de Garcia, agindo e falando como se fosse o futuro chanceler.
     
    E por falar em chanceler, Renato Araújo foi indicado pelo pretenso filósofo Olavo de Carvalho, seu tutor ideológico – assim como da família Bolsonaro -, mas quem deu a palavra final foi Eduardo. E competiu a ele, o primogênito Bolsonaro, realizar a primeira viagem ao exterior representando o papai.
     
    Ele esteve (ou ainda está) nos Estados Unidos, onde conversou com a equipe do presidente Donald Trump, membros do Conselho de Segurança Nacional e do Congresso. Em entrevista à imprensa, assegurou que a mudança da embaixada brasileira de Tel Aviv para Israel acontecerá a qualquer custo, faltando definir apenas a data. E que o futuro ministro da Justiça Sergio Moro terá, entre suas funções, a de “aumentar a pressão” sobre o governo ditatorial de Nicolás Maduro (outra coisa esdrúxula, já que toda iniciativa na área internacional tem sido até agora de responsabilidade do Itamaraty...)
     
    Eduardo consolida-se, assim, na função de aspone do papai Jair e sinaliza que é ele, em nome do papai presidente, que dará as cartas para o futuro chanceler colocar na mesa. Chanceler que, por suas declarações e escritos, propõe para a nossa política externa uma mudança radical, submetendo os interesses nacionais à ideologia professada por ele e pela família Bolsonaro.
     
    Assim como fez o PT em relação a seus ideais e interesses financeiros por meio de Garcia e os chanceleres que lhe disseram amém.
     
    Como a esperança é a última que morre, resta torcer para que, uma vez empossado, Bolsonaro coloque ordem na casa e determine que quem conduz a política externa é o chanceler e que essa política nãos e afastará da venerável tradição brasileira de colocar os interesses da Nação acima de quaisquer outros.
  • 26/11/2018

    Mais Médicos: a farsa e o crime de lesa-pátria do PT

    A resposta contundente dos médicos brasileiros ao edital do Ministério da Saúde para preencher as vagas deixadas por mais de oito mil cubanos do programa Mais Médicos fulmina o principal argumento do governo de Dilma Rousseff – no qual os petistas ainda insistem - de que seu objetivo era compensar o desinteresse dos profissionais locais em atender a população carente.


    Em cinco dias, 97,2% das vagas foram preenchidas. As inscrições estão previstas até 7 de dezembro 

     

    Dilma instituiu o programa na esteira das gigantescas manifestações de 2013, que, entre outras coisas, exigiam mais investimentos em saúde. As manifestações foram utilizadas malandramente pelo governo petista para deflagrar um acordo que vinha sendo costurado por iniciativa da ditadura cubana: a contratação de profissionais de saúde daquele país, escolhidos pelo governo daquele país e de acordo com as regras impostas pelo governo daquele país, para atender os pobres brasileiros em troca de bilhões de dólares que, além de financiar a ditadura comunista, seriam utilizados para pagar a dívida que aquele país contraía, a juros camaradas, junto ao BNDES (que fianciava obras de empreiteiras brasileiras que, por sua vez, pagavam propina ao PT e seus líderes, incluindo Lula).

     

    Um crime de lesa-pátria de dimensões dantescas: a saúde de brasileiros foi utilizada como mercadoria para um negócio aviltante, pois, entre outras barbaridades, incluía o trabalho semiescravo dos cubanos – sabe-se lá qual o nível de preparo deles, jamais avaliado pelo governo brasileiro, impedido por contrato de tomar essa iniciativa. Esses profissionais ficavam com pequena parte do salário, já que a fatia do leão era destinada ao governo de seu país, e não tinham sequer o direito de trazer seus familiares ou constituir família no Brasil.

     

    Parêntese: o contrato inicial previa a destinação total do salário dos médicos à ditadura cubana, que repassava uma ninharia aos seus semiescravos. A reação da opinião pública brasileira impôs a alteração. Fecha parêntese.

     

    A troca de telegramas entre os governos cubano e brasileiros, divulgada na semana passada pela Folha de S.Paulo, é um atestado contundente da tramoia, da submissão do governo petista às imposições dos companheiros cubanos – todas elas foram aceitas, exceto o valor do salário, que ficou em torno de quatro mil dólares, metade do exigido pelos comunistas -, de sua capacidade ilimitada de mentir e de trair os interesses nacionais em benefício próprio e dos companheiros de ideologia.

     

    O rompimento do contrato, unilateral e de efeito imediato pelo governo cubano após a vitória de Jair Bolsonaro, que defendia a revisão de seus termos draconianos,  mostra também que Cuba, ao contrário da “solidariedade” que diz praticar, quer é grana que suas brigadas de mão de obra barata levanta para financiar a ditadura moribunda. 

     

    E revela, mais uma vez – e de forma acachapante – a contradição e o cinismo dos petistas, que se insurgiram contra a reforma trabalhista do governo Temer, que flexibilizou a legislação mas manteve os direitos básicos do trabalhador, e defendem mão de obra semiescrava explorada pelo companheiros comunistas.

     

     

  • 23/11/2018

    Vélez-Rodriguez: o cara certo, na hora certa para a coisa certa

    O futuro ministro da Educação, Ricardo Vélez-Rodriguez, é uma das escolhas mais sábias do presidente eleito Jair Bolsonaro.

    Vélez-Rodriguez foi confirmado depois que a bancada evangéllica vetou o nome de Mozart de Souza, educador respeitadíssimo. Os evangélicos não gostaram de sua independência ideológica e o seu não alinhamento ao movimento "Escola sem partido".
     
    A escolha de Vélez-Rodriguez, indicado por Olavo de Carvalho, mentor ideológico de Bolsonaro, apazigua os evangélicos, mas não lhes dá poder de mando sobre o futuro ministro - que, ademais, é católico.

    Vélez-Rodriguez construiu uma carreira acadêmica sólida, iniciada na Universidade Pontifícia Javeriana de Bogotá, onde nasceu há 73 anos. Formou-se em filosofia nessa instituição, a mais conceituada da Colômbia, e quatro anos depois em teologia pelo Seminário Conciliar de Bogotá. Atingiu TODOS os graus acadêmicos em universidades do Brasil e exterior.
     
    É autor de uns trinta livros sobre filosofia e pensamento político brasileiro e articulista dos principais jornais brasileiros, entre eles o Estadão. E leciona desde quando concluiu o bacharelato: primeiro na Colômbia, depois no Brasil, onde chegou em 1979. Trabalhou em São Paulo, depois em Londrina (UEL) na década de 1980, onde se destacou pela erudição, capacidade de trabalho e companheirismo. Transferiu-se para a Universidade Estadual do Rio de Janeiro e em seguida para a federal de Juiz de Fora (trabalhou também na federal do Rio de Janeiro). Dirigiu o Centro de Estudos Estratégicos da Universidade de Juiz de Fora, pela qual se aposentou, retornando há cinco anos a Londrina. Continua lecionando...
     
    Vélez-Rodriguez é um conservador e antipetista convicto – uma de suas obras mais recentes é “A grande mentira – Lula e o patrimonialismo petista”. Tem posições firmes, mas os cinquenta anos de magistério lhe ensinaram a moderação e a conciliação.
     
    Ele é o cara certo, na hora certa e no lugar certo, pois a educação – e a brasileira está entre as piores do mundo - tem de ser tratada como ferramenta de aprimoramento humano e não de doutrinação ideológica. É o que ele se propõe fazer.

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