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Investigação

Assassino de Layane diz ter matado a jovem com um mata-leão

(Foto: Reprodução/ Facebook)

O assassino confesso da jovem Layane Aparecida da Silva Czervinski, de 19 anos, prestou nesta quinta-feira (23 de janeiro) mais um depoimento à Polícia Civil, que investiga o caso e agora trabalha para elucidar todos os pontos sobre o que teria acontecido entre a noite de sábado, quando ela foi vista pela última vez com vida, e a manhã de segunda-feira, quando foi encontrada morta em uma chácara em São José dos Pinhais, na região metropolitana de Curitiba, com hematomas e marcas de queimaduras. 

Na manhã de hoje, a casa onde o suspeito morava, em São José dos Pinhais, amanheceu pichada. A mensagem escrita foi "Layane Eterna".

O homem de 24 anos disse que havia se encontrado com Layane numa casa para os dois consumirem álcool e cocaína juntos na noite do crime. Ele também revelou que era casado, mas que Layane não sabia disso - embora tenha dito aos investigadores que não tinha intenção de manter relações sexuais com a jovem, mas que apenas queria companhia para usar drogas e passar a noite.

Em seu mais novo depoimento, o suspeito disse ter discutido com Layana ao lado do muro da residência onde aconteceu o crime. Durante a briga, o homem aplicou um mata-leão na mulher, que teria desmaiado. Ele então jogou o corpo em um matagal próximo, deixando-o esticado no chão. O homem afirma que até então acreditava na possibilidade da jovem acordar e ir embora sozinha. Como isso não aconteceu, começou a pensar em como faria para esconder o corpo.

A polícia chegou até o suspeito após conseguir abrir um arquivo de rede social da jovem onde ela marcava o encontro. Ele é morador de um bairro vizinho à de Layane e é casado. As mensagens trocadas estavam no celular da mãe de Layane, que entregou o aparelho na tarde de terça para os policiais que investigam o caso.

Ao conseguir abrir os arquivos e ver a conversa entre Layane e o suspeito, os investigadores fecharam o quebra-cabeça e foram prender o homem.

Ainda no seu depoimento, ele disse que não praticou violência sexual contra a jovem, e que o fato dela estar semi-nua quando foi encontrada aconteceu quando ele arrastou o corpo até o local onde foi encontrado, mas não explicou as marcas de violência e de queimaduras no corpo da jovem.

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