• 18/06/2018

    Ações criminais tiram Gleisi e sete deputados paranaenses do 'Oscar da Política'

    Ações criminais tiram Gleisi e sete deputados paranaenses do 'Oscar da Política'
    (Foto: Moreira Mariz/Agência Senado)

    Os senadores Alvaro Dias (PODE) e Roberto Requião (MDB), assim como 22 dos 30 paranaenses na Câmara Federal, integram a lista prévia de parlamentares aptos a receberem votos para o prêmio conhecido como o “Oscar da política brasileira”.

    Foi divulgada nesta segunda-feira (18) a lista preliminar dos deputados e senadores aptos a serem votados no Prêmio Congresso em Foco. Para estar na lista, os parlamentares precisam ter exercido mandato neste ano por ao menos 60 dias e não podem responder a acusações criminais. Foram excluídos da relação os congressistas denunciados pelo Ministério Público ou que sejam alvo de ações penais e inquéritos em andamento. 

    A lista final será divulgada no próximo dia 25. O processo de votação pela internet se dará entre 1º e 31 de julho. Os vencedores serão anunciados na cerimônia de premiação em 13 de agosto.

    Entre os paranaenses, não estão aptos a receber votos, por envolvimento em inquéritos, os deputados Alex Canziani (PTB), Alfredo Kaefer (PSL), Luiz Nishimory (PR), Nelson Meurer (PP), Osmar Bertoldi (DEM), Takayama (PSC) e Zeca Dirceu (PT), além da senadora Gleisi Hoffmann (PT).

    O deputado Dilceu Sperafico (PP) está fora da lista por estar licenciado da Câmara enquanto exerce função de secretário da Casa Civil do governo do Paraná. 

    Pela primeira vez serão levados em conta, além dos procedimentos em tramitação no Supremo Tribunal Federal (STF), investigações remetidas a instâncias inferiores em razão do novo entendimento sobre o foro privilegiado.

    Estão aptos para participar da disputa por prêmios 400 congressistas. São 41 senadores (50% dos integrantes do Senado) e 359 deputados (70% dos membros da Câmara).

    Conforme o regulamento, o parlamentar que não figurar na relação terá cinco dias, a contar de hoje, para solicitar a inclusão de seu nome. Para isso, deverá apresentar ao site documentação que comprove que não têm mais contas a prestar à Justiça e que exerceu o mandato pelo período mínimo pré-estabelecido.

    Já estão na lista os senadores Alvaro Dias e Roberto Requião e os deputados Aliel Machado (PSB), Assis do Couto (PDT), Christiane Yared (PR), Fernando Francischini (PSL), Diego Garcia (PODE), Edmar Arruda (PSD), Enio Verri (PT), Evandro Roman (PSD), Giacobo (PR), Hermes Parcianello (MDB), João Arruda (MDB), Leandre (PV), Leopoldo Meyer (PSB), Luciano Ducci (PSB), Luiz Carlos Haully (PSDB), Nelson Padovani (PSDB), Osmar Serraglio (PP), Reinhold Stephanes (PSD), Rubens Bueno (PPS), Sandro Alex (PSD), Sergio Souza (MDB) e Toninho Wandscheer (PROS).

    Pesquise por nome ou passe o cursor sobre as listas abaixo para ver a relação preliminar de todos parlamentares aptos ao Prêmio Congresso em Foco 2018:

     
     

     

  • 18/06/2018

    Preso, Lula estreia como comentarista da Copa do Mundo. Veja o programa

    Preso, Lula estreia como comentarista da Copa do Mundo. Veja o programa
    (Foto: Divulgação/ Roberto Stuckert)

    O ex-presidente Lula, estreou hoje (18) como comentarista da Copa do Mundo da Rússia. A atuação é para o programa do jornalista José Trajano na TVT, do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC. Lula envia comentários para o programa por meio de cartas, direto da Superintendência da Polícia Federal, em Curitiba. Preso em uma sala equipada com uma televisão, o ex-presidente consegue assistir aos jogos da Copa.

    Com isso, ele escreve as impressões pessoais sobre os jogos e a produção do programa coloca uma legenda na tela com aspas. Um locutor lerá os comentários para os telespectadores. O programa “Papo com Zé Trajano” vai ao ar de segunda a sexta-feira, ao vivo, de 18h15 às 19h, na TVT e na rádio Brasil Atual.

    "O Brasil entrou em campo com o que tem de melhor. A Suíça também. Pelo histórico das seleções, o Brasil teria de vencer, afinal é a única seleção pentacampeã e, portanto, amplamente favorita. A Suíça também queria ganhar e tinha duas opções: jogar melhor ou não deixar o Brasil jogar. E foi o que fez", disse Lula. 

    "Também não deixou o Neymar jogar, fazendo faltas e faltas. Além disso, o Neymar tentava sem êxito carregar a bola, e não conseguiu". Para Lula, que é corintiano e entusiasta do futebol, o Brasil não foi bem. "Sinceramente, o fato é que não jogamos bem". Para o próximo jogo, contra a Costa Rica, o petista pediu que o Brasil não menospreze a Costa Rica: "Afinal, todos sabem que, um dia, o pequeno Davi venceu o gigante Golias".

    No fim, Lula elogiou Cristiano Ronaldo, de Portugal. "Duas coisas ficaram provadas na primeira semana da Copa: a Alemanha não é invencível e, entre os maiores craques, só o Cristiano Ronaldo fez por merecer. O resto é conversa pra mesa de bar", opinou o ex-presidente.

    Lula está preso em Curitiba desde o dia 7 de abril. Ele cumpre o início da pena de 12 anos e 1 mês de prisão pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro. O petista foi condenado pelo juiz Sergio Moro por favorecimento à construtora OAS em contratos com a Petrobras. Em troca, receberia da empresa um tríplex no Guarujá, no litoral paulista.

     

     

  • 18/06/2018

    Vereador se ofende com vídeo de colega e pede investigação

    Vereador se ofende com vídeo de colega e pede investigação
    (Foto: Divulgação/ Roberto Stuckert)

    O vereador Tico Kusma (Pros), um dos protagonistas de um vídeo divulgado pelo vereador Goura (PDT), em que a Mesa Diretora da Câmara Municipal aparece dando sequência acelerada à votação de Regime de Urgência de projetos, pediu nesta segunda-feira (18) que a Corregedoria da Casa investigue a edição das imagens.  

    “Não podemos manipular áudios, vídeos, documentos, votações. Nós temos o decoro [parlamentar]. Somos lideranças e influenciamos pessoas, temos que ser exemplo. Não podemos ser honestos só da boca para fora", disse Tico Kuzma em plenário. Ele acusa o vereador Goura de ter manipulado no vídeo as imagens gravadas na sessão do dia 12 junho.

    Na ocasião, Kuzma, que é o 1º vice-presidente do Legislativo, e o 4º secretário, Cristiano Santos (PV), conduzem a votação dos requerimentos da 2ª parte da ordem do dia.

    Na pauta estavam dois pedidos de urgência, aprovados sem debate pelo plenário – auxílio alimentação a servidores públicos e a delegação à Urbs do gerenciamento do EstaR. No dia, Goura foi um dos vereadores que reclamaram em plenário de não ter havido debate. Depois, em vídeo atribuído ao mandato dele, é comparada a leitura dos requerimentos a uma corrida de cavalos."Foram tirados segundos importantes, isso para simular que a votação foi feita apressada", acusou o vereador Tico Kuzma (Pros).

    Veja a edição do video: 

    Kusma chamou a ação de "ataque à instituição" e disse que "não teve sacanagem" no dia da votação das urgências.

    Goura disse que vai se manifestar em plenário nesta terça-feira sobre a acusação do colega. Ao Bem Paraná, o pedetista disse que não houve manipulação dos fatos. "O mais grave é não olhar para o que está sendo apontado. Temos um legislativo a serviço do prefeito. São cerca de 30 regimes de urgência (desde o ano passado), a imensa maioria (de projetos) do prefeito. O refime de urgencia tira do vereador o poder de fiscalização", critica. 

    "O vídeo sem nenhuma manipulação para mostrar o que acontece. Não teve acelaração de fala. Teve uma edição colocando cavalos correndo apra de forma irôinca, tem um jump cut (corte), que de 38 segundos ficou em 30 segundos. A ordem de todas as falas foram mantidas. A Câmara aprovou dois regimes de urgência em 38 segundos. É um direito dele querer levar isso para a Corregedoria. Amanhã vou me pronunciar no grande expediente", diz Goura.

    Na sessão plenária, apenas a vereadora Professora Josete (PT) manifestou-se publicamente em solidariedade a Goura. "Foram feitas acusações graves, que se manipulou uma gravação. Isso não é verdade. Tem que tomar cuidado para não fazer acusações que não são reais", disse a parlamentar.

  • 18/06/2018

    Justiça suspende tramitação do projeto `Escola sem Partido` na Câmara de Curitiba

    Justiça suspende tramitação do projeto `Escola sem Partido` na Câmara de Curitiba
    (Foto: Chico Camargo/CMC)

    O juiz substituto Thiago Flôres Carvalho da 2ª Vara da Fazenda Pública de Curitiba concedeu liminar, nesta sexta-feira (15), suspendendo a tramitação do projeto de lei (proposição 005.00275.2017), que cria o “Programa Escola Sem Partido" no sistema municipal de ensino de Curitiba, com a proibição de se incluir em pauta ou se iniciar a votação, até o julgamento e sentença do mandato de segurança. A medida é resultado do trabalho conjunto do escritório Advocacia Social, Sismmac (Sindicato dos Servidores do Magistério Municipal de Curitiba) e dos vereadores Goura, Professora Josete, Professor Euller e Marcos Vieira.

     

    O juiz argumentou que a proposição possui vício de inconstitucionalidade formal orgânica, porque proposto por autoridade absolutamente incompetente para proposições que versem sobre a matéria; ainda, que viola a competência legislativa da União ao disciplinar diretrizes gerais da educação e normas obrigacionais de Direito Civil. Também citou decisões do Supremo Tribunal Federal (STF) dos ministros Gilmar Mendes, Teori Zavascki e Roberto Barroso para sustentar a decisão.

     

    “O projeto Escola Sem partido viola o devido processo legislativo e possui vício de inconstitucionalidade, pois fere a competência privativa da União para legislar sobre diretrizes e bases da educação nacional”, disse Goura. “O projeto também fere os princípios e diretrizes do sistema educacional da liberdade de ensinar e do pluralismo de ideias”, declarou.

  • 18/06/2018

    Ratinho divide agenda entre pressionar Cida e reunir lideranças

    Ratinho divide agenda entre pressionar Cida e reunir lideranças
    (Foto: Divulgação / Ratinho Jr)

    Depois de passar o dia dedicado em mobilizar sua bancada para adiar a votação de cinco projetos que preveem reajuste de 2,76% para os servidores do Tribunal de Justiça, Tribunal de Contas, Ministério Público, Defensoria Pública e da própria Assembleia Legislativa, o deputado Ratinho Junior, pré-candidato ao governo do Paraná, mantém sua agenda de pré-campanha paralela ao trabalho de parlamentar. Na noite desta segunda-feira, Ratinho Jr. se reúne com integrantes de associações de bairros da região do Cajuru, em Curitiba. 

    Durante a tarde, em mais um movimento de pressão contra o governo Cida Borghetti (PP), pré-candidata à reeleição, Ratinho Junior, anunciou que só votará o reajuste para os demais poderes se ele for estendido a todos os servidores, incluindo os do Executivo. Sua posição foi apoiada por servidores que acompanharam a sessão desta segunda-feira na Assembleia. 

      

  • 18/06/2018

    Em Curitiba, Osmar reúne grupo técnico para elaboração de plano de governo

    Em Curitiba, Osmar reúne grupo técnico para elaboração de plano de governo
    (Foto: Divulgação )

    Nesta segunda (18) e terça-feira (19), o ex-senador Osmar Dias (PDT), pré-candidato ao Palácio Iguaçu, se reúne com grupo técnico para estruturar seu plano de governo. 

    Osmar, que iria para o Interior do Paraná no fim de semana, teve que cancelar a viagem para a região Noroeste por problemas no voo que o levaria.

    O pedetista teve de adiar encontros com lideranças marcados para sexta. Osmar visitaria Maringá, Mandaguaçu, Nova Esperança, Paranacity, Colorado, Centenário do Sul e Porecatu.

    "Companheiros, o voo que me levaria nesta quinta-feira (14 de junho) a Maringá infelizmente foi cancelado. A única opção dada pela companhia aérea me obrigaria a fazer uma conexão em São Paulo. Com isso, eu acabaria chegando na região Noroeste na sexta (15 de junho) após às 15 horas, prejudicando toda a agenda de encontros com lideranças já marcados. Meu primeiro compromisso seria uma entrevista à rádio CBN de Maringá, às 7h30. Ainda passaria por Mandaguaçu (9 horas), Nova Esperança (10h30), Paranacity (13h30), Colorado (15h), Centenário do Sul (17h) e Porecatu (18h30). Peço a compreensão de todos. Já solicitei à minha equipe para marcar uma nova ida à região em breve".

    Essa foi a segunda vez na pré-campanha em que Osmar teve que adiar uma viagem. A primeira foi quando caminhoneiros deflagraram greve em maio, o que inviabilizou sua viagem ao Oeste do Estado. 

  • 18/06/2018

    Juiz volta a autorizar uso de força policial para remover barracas da Vigília Lula Livre

    Juiz volta a autorizar uso de força policial para remover barracas da Vigília Lula Livre
    (Foto: Reprodução / Facebook / Lula)

    O juiz Jailton Juan Carlos Tontini, da 3ª Vara da Fazenda Pública, voltou autorizar o uso de força polícial para retirar barracas da chamada "Vigília Lula Livre" montadas por apoiadores do ex-presidente Luiz Inacio Lula da Silva nos arredores da Polícia Federal (PF), no bairro Santa Cândida, em Curitiba, onde o ex-presidente está preso em Curitiba desde o dia 7 de abril. A decisão foi expedida sexta-feira (15). (Leia o mandado expedido ao oficial de Justiça)

    No fim de maio, o desembargador Fernando Paulino da Silva Wolff Filho, do Tribunal de Justiça do Paraná, havia derrubado decisão anterior de Tontini, mas limitado as ocasiões e imposto restrições para reuniões públicas nas ruas do bairro. As manifestações e reuniões, favoráveis ou contrárias, podem ser feitas apenas a cada 15 dias, aos finais de semana (sábado e domingo), por períodos de seis horas, entre 9 horas e 19 horas.

    O juiz, no entanto, voltou a determinar que oficial de Justiça verifique se a manutenção das estruturas descumpre ordem anterior da Justiça, “em caso negativo, com o auxílio da forma policial já deferida, remova quaisquer barracas, tendas, estruturas ou similares que estejam nas vias públicas”, determinou.

    De acordo com a Procuradoria-Geral do Município (PGM), todas as regras vêm sendo descumpridas no Santa Cândida. Para o juiz, a vigília mantém ocupação das vias públicas e não respeita a periodicidade imposta pela Justiça.

    A decisão do juiz vem três dias após alguns moradores do bairro protestarem contra a presença dos apoiadores do ex-presidente. Os descontentes queimaram pneus, alegando que não conseguem ter uma vida normal por conta da presença dos manifestantes. Os organizadores da vigília disseram que foram atacados durante o ato.

    Em alguns momentos da manifestação o clima esquentou e manifestantes de ambos os lados chegaram a bater boca, mas foram contidos por policiais militares da Rotam do 20º Batalhão. Após a queima de pneus e entulhos, o Corpo de Bombeiros foi chamado para apagar o fogo. No dia seguinda, outros moradores, mas que apoiam o movimento, participaram de um dos atos nas ruas e divulgaram carta de apoio à vigília.

    Preso em Curitiba, Lula cumpre o início da pena de 12 anos e 1 mês de prisão pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro. O petista foi condenado pelo juiz Sergio Moro, e teve a pena confirmada por três desembargadores do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por favorecimento à construtora OAS em contratos com a Petrobras. Em troca, receberia da empresa um tríplex no Guarujá, no litoral paulista.

  • 18/06/2018

    Assembleia adia votação de reajuste de servidores públicos estaduais de novo

    Assembleia adia votação de reajuste de servidores públicos estaduais de novo
    (Foto: Sandro Nascimento/Alep)

    Os deputados estaduais decidiram hoje adiar, pela segunda vez consecutiva, a votação de cinco projetos que preveem reajuste de 2,76% para os servidores do Tribunal de Justiça, Tribunal de Contas, Ministério Público, Defensoria Pública e da própria Assembleia Legislativa. As propostas chegaram a entrar em pauta o último dia 11, mas tiveram a votação adiada por uma semana, por pressão dos servidores do Executivo – que estão com os salários congelados desde 2016 – e cobram a reposição da inflação dos últimos doze meses também para a categoria. A votação deveria ser retomada hoje, mas até agora, o governo não definiiu se vai ou não propor o aumento para seus servidores. Diante do impasse, os parlamentares decidiram por um novo adiamento, desta vez por cinco sessões. Com isso, os projetos voltam à pauta no próximo dia 26. 

    Na semana passada, a governadora Cida Borghetti (PP) anunciou que pediu à Secretaria de Estado da Fazenda um estudo sobre a possibilidade de pagamento do reajuste ao funcionalismo. A estimativa de custo é de R$ 530 milhões a mais ao ano. 

    Além dos servidores, o governo sofre pressão de sua própria base. A bancada do PSD do deputado estadual e pré-candidato ao governo, Ratinho Júnior, anunciou que só votará o reajuste para os demais poderes se ele for estendido a todos os servidores, incluindo os do Executivo.

    Hoje, para ganhar mais tempo, deputados da base governista apresentaram um requerimento pedindo a retirada de pauta dos projetos por dez sessões. Já a oposição e o chamado “bloco independente”, junto com os parlamentares do grupo de Ratinho Jr, propuseram o adiamento por três sessões. “Se for por dez sessões, vai levar lá para julho, e aí vai entrar o recesso e não vai ter reajuste”, avaliou o deputado Nereu Moura (MDB). No final, oposição e governo chegaram a um meio termo, adiando as matérias por cinco sessões. 

    Pelo regimento interno, os deputados estaduais entram em recesso no próximo dia 17 de julho e só retomam as votações no início de agosto, às vésperas do período eleitoral, quando a maioria dos parlamentares deve disputar a reeleição ou outros cargos. O líder do governo Cida Borghetti na Assembleia, Pedro Lupion (DEM), porém, anunciou a intenção de cancelar o recesso, deixando para votar a proposta de Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para 2019, somente após as eleições de outubro. 

  • 18/06/2018

    Assembleia instala novo sistema de votação e já prevê gastar mais R$ 832 mil com informática

    Assembleia instala novo sistema de votação e já prevê gastar mais R$ 832 mil com informática
    (Foto: Sandro Nascimento/Alep)

    A Assembleia Legislativa começou a instalar os novos equipamentos para registro de presença e votação em plenário, que incluem monitores “touch scream” para cada um dos 54 deputados e Mesa Executiva. E já lançou outro edital para a aquisição de novo sistema (hardware) para armazenamento de dados e programas, a um custo de até R$ 832 mil.

    Em julho de 2016, a Assembleia chegou a publicar um edital que previa o investimento de até R$ 2,3 milhões na compra de um novo painel eletrônico e sistema de votação do plenário, com terminais individuais para os deputados. Após a divulgação da licitação, porém, ela foi cancelada sob a alegação da necessidade de “ajustes técnicos”. Desde então, a Casa passou a “fatiar” o investimento, dividindo em vários editais.

    Em julho do ano passado, foi adquirido o novo painel, por R$ 634 mil, com monitores videowall – semelhantes aos telões utilizados em shows e grandes eventos. Em março do mesmo ano, foram gastos outros  R$ 246.440,00 com o novo sistema de cabeamento de rede.

    No caso dos equipamentos que estão sendo instalados agora, que incluem além dos monitores, sistema de votação biométrico com identificação através de impressões digitais, o custo foi de R$ 384 mil.

    Somados esses três itens, o investimento já chega a mais de R$ 1,2 milhão. Com o novo edital, cuja licitação é prevista para o próximo dia 26, o gasto pode passar de R$ 2 milhões. A justificativa da Assembleia para essa nova licitação é de que a infraestrutura de Tecnologia de Informação (TI) da Assembleia  possui um hardware de armazenamento de dados (Storage) defasado tecnologicamente, sem garantia, com limitações de desempenho e de espaço para suprir a crescente demanda de sistemas de informação”.

    Com os novos monitores em instalação, os deputados poderão a acessar diretamente a Ordem do Dia (pauta de votação), a consultar a íntegra dos projetos  e dos pareceres das comissões técnicas, além de acompanhar as inscrições e a sequência dos oradores inscritos para utilizar a tribuna, e os requerimentos protocolados ainda no curso da sessão plenária. O controle será feito pela Mesa Executiva, enquanto os deputados poderão visualizar com detalhes as matérias que serão apreciadas. O sistema também permite a consulta ao Regimento Interno, à Constituição Estadual e à Constituição Federal.

    O presidente do Legislativo, deputado Ademar Traiano (PSDB), alega que a mudança nos equipamentos é atender a necessidade de modernização da Casa, uma vez que os atuais aparelhos já estão tecnologicamente defasados.

    O sistema e a base de dados disponibilizada aos parlamentares são interligados com os demais setores da Assembleia, especialmente com a Diretoria Legislativa e a Diretoria de Assistência ao Plenário. “Teremos mais rapidez no trabalho, porque tão logo o projeto entre em pauta, ou mesmo um requerimento seja protocolado, em tempo real ele já estará disponível para acesso pelo deputado. A própria ata das sessões também será feita de imediato, em menor tempo. Ou seja, é uma ferramenta que vai auxiliar muito os parlamentares”, avaliou o diretor Legislativo, Dylliardi Alessi.

  • 18/06/2018

    ‘Fake news é embate entre direita e esquerda’, diz Francischini

    ‘Fake news é embate entre direita e esquerda’, diz Francischini
    (Foto: Sandro Nascimento/Alep)

    Deputado federal por dois mandatos, o delegado federal Fernando Francischini (PSL-PR), ex-comandante da Rondas Ostensivas (Rone) da Polícia Militar do Paraná, entrevistado desta segunda-feira (18) da série do Bem Paraná com pré=candidatos ao Senado, conta que encontrou no deputado Jair Bolsonaro (PSL-RJ), pré-candidato à presidência da República, um amplificador de seus discursos.

    Confira a entrevista na íntegra aqui e saiba o que pensa Francischini sobre segurança pública, impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT), e quais outras propostas pretende defender no Senado.

     

  • 15/06/2018

    Ex-diretor do DER confirma delação e fala sobre esquema de propina em pedágios

    Ex-diretor do DER confirma delação e fala sobre esquema de propina em pedágios
    (Foto: Jorge Woll/DER/Divulgação )

    O ex-diretor-geral do Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER-PR) Nelson Leal Junior fechou acordo de colaboração premiada com a Justiça Federal. Ele foi preso na 48ª fase da Operação Lava Jato, deflagrada no fim de fevereiro de 2018.

    A delação foi homologada em 1º de junho pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), em Porto Alegre (RS). A homologação foi assinada pela desembargadora Cláudia Cristina Cristofani, relatora no TRF-4. (Veja o despacho). O advogado Tracy Reinaldet, que defende Nelson Leal Junior, afirmou que seu cliente continuará colaborando com a Justiça e esclarecendo os fatos, que são objeto do processo, e apresentando provas de corroboração.

    Dois depoimentos do ex-diretor - o 25 e o 27 - nos quais não são citadas pessoas com foro privilegiado, foram obtidos pela reportagem. O processo está em sigilo. Em um deles, Leal Junior afirmou que "havia uma associação criminosa entre agentes públicos, operadores financeiros, empresários que mantinham contrato com o DER-PR, inclusive concessionárias de pedágio para solicitar vantagens indevidas em prol desses agentes públicos". (Veja o termo 25)

    Esse esquema teria funcionado no órgão entre 2011 e 2014. O Grupo Triunfo, que controla a Econorte, "manteve relacionamento de pagamentos indevidos com o governo até recentemente", diz trecho do depoimento.

    Leal Junior diz ainda que o então presidente da Econorte, Hélio Ogama, integrava a organização criminosa e "que o DER-PR tinha conhecimento do superfaturamento dos itens unitários de insumos das tabelas das propostas comerciais das concessionárias".

    Deflagrada em fevereiro deste ano, a Operação Integração resultou na prisão, entre outros envolvidos, de Nelson Leal Júnior, acusado de receber dinheiro de empresas ligadas as concessionárias de pedágio em troca de aditivos contratuais e aumento das tarifas do pedágio. Leal Júnior foi solto no último dia 28, mediante uso de tornozeleira eletrônica, depois de iniciar a colaboração premiada com o Ministério Público Federal. 

    Moro abre mão

    Na última terça-feira, pela primeira vez desde 2014, quando a Polícia Federal deflagrou a Operação Lava Jato, o juiz federal Sergio Moro, titular da 13ª Vara Federal de Curitiba, espontaneamente abriu mão por ofício de um processo derivado da investigação, sem que tenha sido imposição de cortes superiores.

    A ação da 48ª fase foi remetida à 23a Vara Federal de Curitiba. O responsável pelo processo será o juiz federal Paulo Sergio Ribeiro. Sergio Moro justificou que a ação penal não tem como objeto contratos da Petrobras, foco da Lava Jato. Ele também indicou uma sobrecarga de trabalho da 13ª Vara, onde atua. “O número de casos é elevado, bem como a complexidade de cada um, gerando natural dificuldade para processamento em tempo razoável”, despachou o juiz.

  • 15/06/2018

    PT pode lançar chapa pura com Anaterra Viana na vice de Rosinha

    PT pode lançar chapa pura com Anaterra Viana na vice de Rosinha
    (Foto: Reprodução / PT Paraná )

    A secretária de Política para Mulheres do PT do Paraná, Anaterra Viana, que já foi candidata a deputada federal e a vereadora de Curitiba, pode entrar como vice na chapa do ex-deputado Doutor Rosinha (PT), pré-candidato ao governo do Paraná. Rosinha ainda negocia com o PCdoB para composição de aliança, mas há correntes no partido que apoiam a chapa pura. O PT do Paraná deve lançar oficialmente neste sábado (16), no diretório estadual, em Curitiba, a pré-candidatura de Rosinha.

    O lançamento indica, segundo o próprio Rosinha, que o senador Roberto Requião (MDB) tentará reeleição em outubro. O emedebista já se colocou como pré-candidato ao governo e, mais recentemente, à presidência da República, mas a tendência é que dispute novo mandato para o Congresso.

    Anaterra, que é vice-presidente do PT de Curitiba, da operativa da Frente Brasil Popular, afirma que sua participação na chapa ajudaria Rosinha na campanha.

    "O PT, que retoma força na atuação da juventude, precisa  dialogar com essa parcela da sociedade que, refresca a participação popular, mesmo num cenário de ataques da mídia e da direita conservadora. Falar com a juventude, na prática, com uma candidatura identificada com as pautas e anseios, de uma geração que mantém viva nossa crença numa sociedade livre de preconceitos e ódios.", defende.

    A reunião deste sábado também deve definir se o partido irá lançar um ou dois candidatos ao Senado em outubro.

  • 15/06/2018

    Promotor que abriu investigação contra Ricardo Barros leva R$ 120 mil do Nota Paraná

    Promotor que abriu investigação contra Ricardo Barros leva R$ 120 mil do Nota Paraná
    (Foto: AEN)

    Um promotor de Justiça, que já abriu uma investigação contra o deputado federal Ricardo Barros (PP), marido da governadora Cida Borghetti (PP), em 2017, ganhou nesta sexta-feira (15) um prêmio de R$ 120 mil do sorteio de junho do Programa Nota Paraná. Ele levou o segundo maior prêmio do mês, que foi entregue em cerimônia pela própria governadora e também pelo deputado, na Associação Comercial e Empresarial de Maringá (Acim). 

    Coincidentemente, o promotor de Justiça Nivaldo Bazot assinou em 2017 um procedimento preparatório para averiguar a compra, pelo então ministro da Saúde, Ricardo Barros, de metade de um lote de R$ 56 milhões no município, em 2014.

    Segundo reportagem do jornal Folha de S. Paulo, Barros declarou à Justiça Eleitoral, no mesmo ano da aquisição, um patrimônio total de R$ 1,8 milhão, bem abaixo dos R$ 56 mi utilizados na compra do terreno. O ministro disse que, para fechar o negócio, tomou empréstimo de R$ 13 milhões de sua sócia na transação, uma empresa do setor imobiliário chamada Paysage. Para comprar sua parte, Barros usou duas empresas, em nome dele e de Cida.

    Meses depois, quitou o empréstimo ao repassar as duas  empresas para a Paysage. A partir da transferência das empresas, Barros passou a aparecer não como proprietário, mas como fiador do negócio.

    Em nota, Barros disse na época que "não há improbidade" na aquisição do imóvel em Marialva (PR). "O acordo entre a prefeitura de Maringá e o Dnit [departamento nacional de trânsito] para a construção do contorno Sul de Maringá foi firmado em 2009, cinco anos antes da compra do terreno", afirmou. "Ou seja, a eventual valorização deste terreno já teria ocorrido. A obra é de interesse coletivo, tendo recebido emendas por vários anos. Finalmente, a construção do contorno Sul de Maringá sequer foi iniciada.".

    Nota Paraná

    A governadora Cida Borghetti, pré-candidata à reeleição, entregou os três maiores prêmios do 31º sorteio do Programa Nota Paraná em solenidade realizada nesta sexta-feira (15), em Maringá, seu principal reduto eleitoral. Os vencedores dos dois maiores prêmios, a empresária e estudante de direito Karina Silveira Marsola, que ganhou R$ 200 mil, e o promotor de Justiça Nivaldo Bazoti, contemplado com R$ 120 mil, são de Maringá. Por isso, segundo o governo, o evento de premiação foi na Associação Comercial e Empresarial de Maringá (Acim).

    Rodrigo Rodrigues Monteiro, supervisor de logística, de Campo Largo, foi o vencedor do terceiro prêmio, de R$ 80 mil. No mês dos namorados, os valores dos prêmios principais foram multiplicados por quatro.

    Levar a premiação a Maringá, disse Cida à Agência Estadual de Notícias, foi uma forma não só de homenagear os contemplados, mas também de valorizar a participação no programa. “Contribuintes de todo o Estado participam do Nota Paraná, mas desta vez o destaque é Maringá, com dois ganhadores. Isso mostra que os cidadãos priorizam a nota fiscal, o que contribui para aumentar a arrecadação com transparência e lisura no serviço público e no comércio”, afirmou a governadora.

    A reportagem entrou em contato com a assessoria do Ministério Público, mas não conseguiu retorno do promotor  Nivaldo Bazot para que ele comentasse a coinscidência. Também procuradas, as assessorias de Ricardo Barros e Cida Borghetti ainda não enviaram resposta. 

  • 14/06/2018

    Acampamento pró-Lula denuncia ataque de moradores vizinhos

    Os organizadores do acampamento em apoio ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas proximidades da sede da Polícia Federal, em Curitiba, onde o petista está preso desde 7 de abril, divulgaram um vídeo no qual denunciam um suposto ataque de moradores vizinhos. Segundo a denúncia, um grupo de manifestantes contrários ao acampamento teria colocado fogo em pneus, na noite de ontem, e xingado participantes da vigília. “Eles nos xingam de porcos, eles nos xingam de fascistas e os policiais nada fazem. É o estado se posicionando a favor da burguesia”, diz um homem que gravou o vídeo.

    Segundo eles, policiais militares assistiram a tudo sem reação. E o fogo teria atingido fios de alta tensão, colocando em risco os manifestantes que participam da vigília.

    Em nota, os organizadores repudiaram a ação. “As organizações que estão na Vigília Lula Livre há quase setenta dias, de forma pacífica, respeitando os acordos com a Secretaria de Estado de Segurança Pública e demais autoridades, repudiam a ação de indivíduos de extrema-direita que na noite de ontem (14), atacaram, ofenderam e proferiram frases preconceituosas contra integrantes da Vigília”, afirma a nota. “Sem respeitar o interdito proibitório, esses indivíduos se colocam de forma agressiva na mesma região onde está concentrada a Vigília, sendo que os protestos contrários devem ocorrer no lado aposto do prédio da Polícia Federal, conforme decisão judicial”, afirma o texto.

    O grupo diz que a vigília tem respeitado os horários de manifestação, das 9 horas às 19h30. “O agrupamento de ontem, ao contrário, por conta de sua ação violenta, inclusive queimando pneus, acabou gerando forte barulho até depois da 1 hora da madrugada, desrespeitando o direito ao descanso e prejudicando os moradores”, afirma a nota.

    “Da nossa parte, respeitamos o direito à manifestação, assim como os moradores que não apoiam o nosso movimento. Frequentemente, buscamos ter contato e encontrar uma melhor condição de convivência para todos e todas. Ao mesmo tempo, reafirmamos e agradecemos a solidariedade de vários outros moradores da região. Denunciamos também que moradores que nos apoiam têm sofrido ameaças”, alegam os manifestantes.

     

     

  • 14/06/2018

    Lideranças do setor  empresarial se integram ao grupo de Ratinho Junior

    Lideranças do setor  empresarial se integram ao grupo de Ratinho Junior
    (Foto: Narley Resende)

    Na manhã desta quinta-feira, Piana e Campagnolo já participaram da reunião semanal que a equipe de Ratinho faz com os diferentes núcleos da campanha e se integraram em definitivo ao projeto. Os dois estão licenciados das entidades que presidem para se dedicar exclusivamente  à pré-campanha de Ratinho Júnior ao governo do Paraná.                                           
    Campagnollo, que deixou a Fiep, disse é uma honra fazer parte desse projeto e que aceitou no convite de fazer parte da equipe porque sentou confiança na determinação de Ratinho Júnior e de todo no grupo que apoia o projeto. 
    O presidente licenciado da Fecomércio também destacou a segurança e a confiança em Ratinho Júnior. "Na minha idade não me permite aventuras. O fato de eu estar aqui hoje é porque minha decisão foi baseada em pessoas e projetos sérios". 
    O Conselho reúne outros nomes com grande experiência em gestão pública como o ex-secretario estadual da Agricultura, Norberto Ortigara, e o economista Reinhold Stephanes, quatro vezes ministro, da Agricultura, do Trabalho e da Previdência.

  • 14/06/2018

    Osmar Dias (PDT) participa de reuniões com lideranças da região Norte do Estado

    O pré-candidato ao governo Osmar Dias (PDT) participará de uma série de encontros com lideranças em sete municípios da região Norte Central do Estado, nesta sexta (15) e sábado (16). Osmar vai a Maringá, onde se reúne com o prefeito Ulisses Maia, Mandaguaçu, Nova Esperança, Paranacity, Colorado, Centenário do Sul e Porecatu.
    “A alta carga tributária do país tem prejudicado empresários e trabalhadores. O enfraquecimento da economia também afeta Maringá e municípios próximos, que sofrem com a queda nos níveis de industrialização naquela região. O ajuste fiscal promovido pelo governo do Estado, que na realidade foi um arrocho, contribuiu muito com esta crise, que provoca desemprego e diminui a oferta de vagas no mercado, principalmente para os jovens”, afirma Osmar. “Precisamos discutir e buscar um novo modelo para o Estado. Acredito que as cooperativas e o agronegócio podem contribuir ainda mais no desenvolvimento da região de Maringá e do Paraná.”
    Segundo Osmar, o Estado precisa cortar despesas, já que a antecipação de repasses do ICMS, que iriam entrar nos cofres públicos no próximo ano e em 2020, vai deixar o próximo governo com menos dinheiro para investimentos e obras. “O governo atual antecipou repasses do ICMS para fechar as contas. Para isso, concedeu um deságio de 50%. Dos cerca de R$ 3,4 bilhões que o Estado tinha direito, entraram nos cofres públicos aproximadamente R$ 1,7 bilhão. O próximo governador terá de arrumar a casa para o Paraná voltar a crescer”, afirma Osmar. 
    Infraestrutura
    A economia do Estado também patina por causa da infraestrutura rodoviária ruim, que atrapalha o escoamento das safras e o transporte de mercadorias manufaturadas. “O próximo governador vai receber um Estado com uma séria crise financeira, mas terá que enfrentar questões primordiais como a duplicação da PR-323, lançar um novo edital para a concessão de pedágios nas rodovias paranaenses e a recuperação da malha rodoviária”, diz Osmar.

  • 13/06/2018

    Ratinho Junior critica veto do governo e firma posição contra Cida na Assembleia

    Ratinho Junior critica veto do governo e firma posição contra Cida na Assembleia
    (Foto: Reprodução / TV Assembleia )

    O deputado estadual Ratinho Junior (PSD), pré-candidato ao governo do Paraná, criticou o veto da governadora Cida Borghetti (PP) a um projeto que concederia isenção de impostos a geração microgeradores e minigeradores no estado. O pré-candidato aproveito o tema para firmar posição contrária à Cida. 

    Na sessão desta quarta, os deputados mantiveram o veto total nº 11/2018, do Poder Executivo, ao projeto de lei nº 378/2015, do deputado Ademar Traiano (PSDB), presidente da Assembleia, que instituiria benefícios relativos ao ICMS para incentivar a geração de energia elétrica. 

    De acordo com o governo, para que as isenções de ICMS sejam dotadas de eficácia jurídica, é necessária sua aprovação por meio da celebração de convênios ratificados pelos Estados e pelo Distrito Federal, como condição prévia para sua implementação na legislação local.

     

  • 13/06/2018

    Osmar vai a Maringá e retoma roteiro da pré-campanha pelo Interior do Paraná

    Osmar vai a Maringá e retoma roteiro da pré-campanha pelo Interior do Paraná
    (Foto: Divulgação )

    O ex-senador Osmar Dias (PDT), pré-candidato ao governo do Parana, retoma sua agenda de viagens pelo Interior do Paraná após uma série de encontros em Curitiba. Nesta quinta-feira, o pedetista vai para Maringá, Noroeste, onde se encontra com o prefeito da cidade, Ulisses Maia. Depois, viaja por outras seis cidades - Mandaguaçu, Nova Esperança, Paranacity, Colorado, Centenário do Sul e Porecatu - no fim de semana. É o início de uma agenda cada vez mais acelerada da pré-campanha. 

  • 13/06/2018

    Ex-diretor-geral da Assembleia, Bibinho é condenado a 255 anos de prisão

    Ex-diretor-geral da Assembleia, Bibinho é condenado a 255 anos de prisão
    (Foto: Reprodução/TV)

    A 4ª Vara Criminal de Curitiba condenou o ex-diretor-geral da Assembleia Legislativa, Abib Mighel, o “Bibinho”, a 255 anos e seis meses de prisão e ao pagamento de multa de cerca de R$ 1,5 milhão, por lavagem de dinheiro. Bibinho – que está preso em Curitiba – foi acusado pelo Ministério Público de comandar um esquema de desvio de dinheiro do Legislativo, através da contratação de funcionários “fantasmas”, no caso que ficou conhecido como “Diários Secretos”, revelado por uma série de reportagens da Gazeta do Povo/RPC.

    Segundo o MP, os fatos envolvem 59 atos de lavagem de dinheiro reconhecidos, ocorridos de 2000 a 2010 e realizados por organização criminosa comandada pelo ex-diretor. Dos 11 denunciados, outros sete foram condenados, dois foram absolvidos e um morreu durante o processo. As penas de todos os réus, somadas, passam de 637 anos.

    Os oito condenados também estão proibidos de exercer cargo ou função pública. A sentença decretou ainda o ressarcimento dos prejuízos ao erário e a perda de bens do ex-diretor-geral, de suas empresas e de terceiros envolvidos nos fatos. Foi decretada a perda de 114 imóveis, 70 veículos, maquinários e valores em dinheiro. A maioria dos bens está registrada em nome do ex-diretor-geral, de familiares e de empresas criadas por ele. Cabe recurso da decisão.

    Segundo o MP, entre 1997 e 2014, Bibinho comandou um esquema que teria desviado cerca de R$ 260 milhões da Assembleia, em valores atualizados, com a utilização de 97 “fantasmas”. De acordo com a investigação, o ex-diretor-geral, além de outros diretores já condenados, pagou para que algumas pessoas cedessem seus nomes para figurarem como funcionários. Outros nomes foram inseridos nas folhas de pagamento com o uso de documentos obtidos irregularmente, sem o conhecimento dos envolvidos.

    Os salários desses funcionários fantasmas eram desviados pelo ex-diretor-geral, que transferia os valores para contas pessoais suas e de parentes e amigos, além de usá-los para pagamento de despesas e investimentos. Parte do dinheiro desviado era destinado à compra de propriedades rurais, cuja exploração gerava renda com aparência lícita apresentada para dissimular a origem do dinheiro desviado.

     

  • 13/06/2018

    PT acusa Moro de 'blindar' tucanos ao abrir mão de julgar processo sobre o pedágio no PR

    PT acusa Moro de 'blindar' tucanos ao abrir mão de julgar processo sobre o pedágio no PR
    (Foto: Gibran Mendes/PT/divulgação)

    O PT do Paraná acusa o juiz federal Sérgio Moro de “blindar” tucanos ao abrir mão de julgar o processo referente à Operação Integração, 48º fase da operação Lava Jato, que investiga suspeitas de fraude e superfaturamento no pedágio do Paraná. Na segunda-feira, Moro se declarou incompetente para julgar o caso, alegando que ele não tem relação com o esquema de corrupção na Petrobras e afirmando estar sobrecarregado de trabalho. É a primeira vez que o juiz abre mão de um processo oriundo da Lava Jato. 

    O presidente do PT paranaense, ex-deputado federal Dr Rosinha, divulgou vídeo no qual contesta as alegações do magistrado. “De acordo com o site Conjuris, desde 2015 ele (Moro) não recebe nenhum novo projeto”, diz Rosinha, sobre o argumento de Moro de que estaria sobrecarrecado. “Ele tem viajado pelo Brasil e pelo mundo e posado ao lado de famosos tucanos. João Dória, Aécio Neves, Pedro Taques. E, de acordo com a imprensa, para essas viagens ele usa dois dias úteis de cada mês”, afirma o dirigente.

    O petista também contesta alegação de que a investigação sobre o pedágio não tem relação com o escândalo na Petrobra. “Hora. O triplex que ele diz que é do Lula tampouco faz parte do processo da Petrobras. No entanto, ele julgou”, lembrou.

    Segundo Rosinha, Moro usa “pesos e medidas diferentes”, o que comprovaria sua parcialidade. “Julgar a operação da 48º da Lava Jato para ele seria inadmissível, pois ele teria que julgar o tucano Beto Richa”, afirmou.

    Deflagrada em fevereiro, a Operação Integração investiga suspeitas de pagamento de propina a autoridades por empresas ligadas às concessionárias de pedágio, em troca de aditivos contratuais e aumento de tarifas. Entre os alvos da operação estão o ex-diretor do Departamento de Estradas de Rodagem (DER/PR), Nelson Leal Júnior, que foi preso sob a acusação de receber dinheiro das concessionárias para firmar “com as concessionárias de pedágio do Paraná inúmeros termo de ajuste sem amparo técnico em que foi acordada a retirada de obras e o incremento das tarifas”, segundo o Ministério Público Federal. Ele era subordinado à Secretaria de Estado da Infraestrutura, comandado até abril por José Pepe Richa, irmão do ex-governador Beto Richa, e foi demitido quando o caso veio à tona. 

    Leal Júnior foi solto no mês passado, com uso de tornozeleira eletrônica, após iniciar negociação para acordo de delação premiada. 

    As investigações apontam indícios de superfaturamento nas despesas e simulação de contratos para repasse de vantagens indevidas. A investigação, que começou na Vara Federal de Jacarezinho (PR), chegou às mãos de Moro em 2017, quando disse ter encontrado “pontos de conexões probatórias óbvios” no uso de atividades dos operadores Rodrigo Tacla Duran e Adir Assad – nome recorrente em acusações de desvios em obras públicas envolvendo governos do PSDB em São Paulo.

     

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