• 19/10/2018

    Oriovisto doa à própria campanha mais do que receberá em 8 anos de salário no Senado

    Oriovisto doa à própria campanha mais do que receberá em 8 anos de salário no Senado
    (Foto: Franklin Freitas )

    Para repor o montante de R$ 3,37 milhões que declarou ter doado à própria campanha eleitoral, o senador eleito Oriovisto Guimarães (PODE-PR), fundador do Grupo Positivo, terá que comprometer todos os 96 salários (subsídios) mensais que receberá em 8 anos de mandato no Congresso Nacional. Oriovisto foi eleito com 2.957.239 votos. 

    Um senador da República hoje recebe um salário bruto de R$ 33,76 mil mensais. Somados todos os pagamentos daqui até o fim de 2026 (sem contar eventuais reajustes), Oriovisto receberá R$ 3,24 milhões. Ainda faltaria R$ 130 mil para que recuperasse o “investimento”. Isso sem contar o que deixaria de render os R$ 3,37 milhões que gastou na campanha.

    Se deixasse o dinheiro parado na poupaça, considerado o investimento com menor rendimento, Oriovisto ganharia R$ 1,2 milhão no período.

    Conforme registrou o jornalista Rogério Galindo, no Blog Caixa Zero, as doações do próprio Oriovisto responderam por 98% do que ele arrecadou na campanha (Veja a declaração). E só não teria entrado mais dinheiro porque o teto imposto pela lei não permite. O máximo estipulado para a disputa do Senado no Paraná em 2018 era de R$ 3,5 milhões.

    Com patrimônio declarado de R$ 239,7 milhões, Oriovisto é o político mais rico do Congresso Nacional.

    Esta é a primeira eleição geral em que os candidatos estão proibidos de arrecadar dinheiro de empresas para custear as campanhas. Apenas pessoas físicas podem realizar doações, ainda assim limitadas a 10% do rendimento do ano anterior. No entanto, os próprios candidatos foram autorizados a bancar a totalidade de seus gastos, por meio do chamado autofinanciamento, até o limite para cada cargo em disputa. A regra beneficia os candidatos mais ricos.

     

  • 19/10/2018

    Prefeitos do MDB se viram contra Requião e rejeitam apoio a Haddad

    Prefeitos do MDB se viram contra Requião e rejeitam apoio a Haddad
    (Foto: Eduardo Matysiak)

    Prefeitos e vereadores do MDB do Paraná enviaram nota nesta sexta-feira (19) para demonstrar rejeição ao apoio do senador Roberto Requião, presidente estadual do MDB, ao candidato à presidência Fernando Haddad (PT). Em um apoio velado ao candidato Jair Bolsonaro (PSL), na carta, os emedebistas manifestam indignação com a tentativa de Requião de levar o partido a aderir em peso à campanha do PT nesta reta final do segundo turno.

    A carta, publicada inicialmente pelo prefeito de Capitão Leônidas Marques, Cláudio Quadri, um dos líderes do MDB no Oeste do estado, protesta contra a visita de dirigentes petistas à sede do diretório paranaense do MDB em Curitiba em busca de apoio a Haddad. 

    O grupo de prefeitos é o mesmo que apoiou o lançamento da candidatura própria do MDB João Arruda ao governo do Paraná. Apesar disso, Arruda não assina a carta dos correligionários contra seu tio Requião. 

    Veja a íntegra da carta:

    "PT não, Requião

    A visita de petistas a nossa sede do MDB estadual nos desagrada. Não achamos que tenha sido uma ocasião adequada para que pessoas que agrediram o MDB muito recentemente sejam recebidas. 

    Tivemos o candidato ao governo do MDB, João Arruda, atacado pelo candidato Dr. Rosinha - de quem o senador Requião se fez anfitrião. 

    As temáticas das agressões contra o MDB na campanha perfizeram os caminhos do impeachment, do arquivamento temporário de uma denúncia contra o presidente da república, das reformas. Golpes baixíssimos.

    O PT do Paraná é arrogante tal qual o nacional. Um partido obstinado. O que não se espera, porém, do MDB do Paraná.

    O MDB do Paraná não pode se confundir com o PT. Muito menos dar aos representantes do PT a impressão de que os dois partidos estão alinhados, porque não estão. 

    —Assinam
    Prefeitos do MDB do Paraná
    Vereadores do MDB do Paraná
    Dirigentes de diretórios do MDB do interior do Paraná"

  • 18/10/2018

    Urnas contestadas representam apenas 0,02% dos votos no Paraná

    Urnas contestadas representam apenas 0,02% dos votos no Paraná
    (Foto: Franklin Freitas)

    Em uma audiência pública realizada hoje (18) na sede do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) em Curitiba, o desembargador Gilberto Ferreira, corregedor eleitoral, informou que 800 reclamações foram registradas por suspeitas de problemas em urnas eletrônicas no primeiro turno das eleições deste ano. Somadas, as reclamações representariam problemas em urnas que somaram apenas 0,02% do total de votos. 

    A audiência foi convocada para explicar como funcionará uma auditoria em urnas eletrônicas impugnadas no Estado. O evento, aberto ao público, com participação de integrantes da Ordem dos Advogados do Brasil, da Procuradora Regional Eleitoral, de partidos políticos e outros representantes da sociedade civil, começou às 14 horas desta quinta-feira (18). A audiência antecede a auditoria das urnas eletrônicas de quatro seções eleitorais no Paraná que está marcada para amanhã (19), também na sede do TRE, a partir das 8 horas.

    De acordo com o desembargador, a auditoria será apenas para provar a origem das dúvidas levantadas pelos autores das denúncias. "Os auditores deverão responder a uma pergunta muito simples: os problemas apontados pelos eleitores foram recorrentes de algum tipo de prova? O resultado será dado o mais breve possível para o esclarecimento da população", afirmou. 

    A auditoria foi solicitada pela Comissão Provisória do Partido Social Liberal, o PSL, do candidato à presidência Jair Bolsonaro. A verificação, autorizada pelo corregedor regional eleitoral deve ocorrer nas urnas das seções 311, que não teve a zona eleitoral indicada no pedido; 292, da 9ª Zona Eleitoral de Campo Largo, na Região Metropolitana de Curitiba; 654 e 664, da 1ª Zona Eleitoral de Curitiba. O pedido foi feito após relatos de que as urnas concluíram o processo de votação “imediatamente após a digitação dos dois números para candidato à presidência da República, supostamente sem que o eleitor digitasse a tecla confirma”.

    Em meio à onde de “fake news” que tomou conta do país no período eleitoral, o TRE destaca que a auditoria é importante provar a lisura do processo eleitoral. Representantes da Procuradoria Regional Eleitoral e presidentes das comissões de Auditoria da Votação Eletrônica e de Segurança Permanente, além da OAB, também devem acompanhar a auditoria.

    O procedimento vai verificar se os sistemas instalados nas urnas são os mesmos que foram lacrados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), se as urnas estavam em perfeitas condições de uso e funcionamento e se há indícios de fraude no sistema.

  • 17/10/2018

    Partidos lançam frente pró-Haddad no Paraná

    Partidos lançam frente pró-Haddad no Paraná
    (Foto: Cláudio Kbene / Haddad Oficial)

    Representantes de sete partidos políticos, além do PT, entidades sindicais, movimentos sociais, religiosos, e outros, lançaram nesta semana no Paraná a “Frente Suprapartidária pela Democracia”, em apoio à candidatura de Fernando Haddad (PT) à presidência da República. Os grupos devem realizar uma Plenária nesta quinta-feira (18), a partir das 19 horas, na sede do MDB Paraná, na Rua Vicente Machado, 988, em Curitiba. A plenária é aberta a qualquer pessoa que queira participar.

    A frente de partidos que se somam ao PT na campanha de Haddad no Estado é liderada pelo senador Roberto Requião (MDB), que não conseguiu se reeleger nas eleições deste ano, apesar de ter recebido 1,5 milhão de votos. Requião deve coordenar a frente no Estado junto com ex-deputado Angelo Vanhoni (PT) e com a senadora Gleisi Hoffmann (PT), eleita deputada federal.

    Também compõe a frente integrantes do PDT, como o candidato ao Senado Nelton Friedritch, que ficou em sétimo lugar na disputa, com 269 mil votos. Expoentes do partido, como o ex-prefeito de Curitiba Gustado Fruet, entretanto, ainda não se posicionaram. Fruet foi eleito deputado federal neste ano, com 113 mil votos, e declarou ser oposição a qualquer um dos dois candidatos que for eleito presidente no segundo turno. 

    Nacionalemente, também integram a Frente Suprapartidária o PSB, PCdoB, PSOL, PCB, PCO e PROS, junto com as centrais sindicais CUT, CTB, Força Sindical, Conlutas, e movimentos das Mulheres, LGBTI, Negros e Negras, Juventudes, MST e MTST.

  • 17/10/2018

    PSL promove evento suprapartidário pró-Bolsonaro em Curitiba 

    PSL promove evento suprapartidário pró-Bolsonaro em Curitiba 
    (Foto: Reprodução / Facebook Delegado Francischini)

    O PSL do Paraná deve promover na próxima terça-feira (23) um encontro suprapartidário com prefeitos, deputados estaduais e federais eleitos, e demais lideranças políticas do Paraná, em apoio ao candidato à presidência da República Jair Bolsonaro, que disputa o 2º turno com Fernando Haddad (PT). Um dos convidados é o governador eleito do Paraná Ratinho Júnior (PSD) que recebeu o apoio de Bolsonaro no 1º turno. 

    “A intenção com o evento é aumentar ainda mais a votação do Bolsonaro no Paraná e mostrar para ele o grande apoio de políticos de diversos partidos que juntos vão ajudar a colocar o país nos trilhos”, disse o deputado estadual eleito Fernando Francischini, um dos coordenadores da campanha de Bolsonaro.

  • 17/10/2018

    Gleisi repercute reportagem do Bem Paraná e culpa Bolsonaro por violência de seguidores

    Gleisi repercute reportagem do Bem Paraná e culpa Bolsonaro por violência de seguidores
    (Foto: reprodução/Facebook)

    A presidente nacional do PT e senadora Gleisi Hoffmann repercutiu hoje, em discurso na tribuna do Senado, reportagem do Bem Paraná sobre os mais de 100 casos de agressões e ameaças por motivação registrados pelo “Mapa da Violência Eleitoral” desde o início de outubro. Segundo Gleisi, ao contrário do que diz Bolsonaro, ele seria responsável pelos atos de seus seguidores.

    “Os seus seguidores matam gritando o seu nome. Os seus seguidores marcam com suásticas paredes de instituições públicas gritando seu nome. O senhor tem responsabilidade, sim”, afirmou Gleisi.

    “O senhor está abrindo as portas da violência e da agressão no Brasil. Agora são os homossexuais, os gays, as mulheres. Daqui a pouco serão os mais pobres, os que divergem de suas ideias”, afirmou a senadora.

    Segundo levantamento feito pelo Bem Paraná com base nas denúncias recebidas pelo Mapa da Violência Eleitoral e em notícias divulgadas nas últimas semanas pela imprensa, já são 104 casos de agressões de todo o tipo (verbal, física e sexual) no Brasil, sendo que 10 dessas ocorrências foram registradas no Paraná.

    A grande maioria dos casos (84,6% ou 88 casos) são de eleitores de Jair Bolsonaro ou então de antipetistas agredindo eleitores de esquerda e, principalmente, homossexuais. Além disso, há seis registros de agressões contra eleitores do candidato do PSL (5,8%). Em outras 10 ocorrências o posicionamento ideológico e eleitoral dos agressores não fica claro, mas sete desses casos foram perpetrados contra homossexuais.

    Os números consideram as ocorrências registradas desde o dia 1º de outubro, semana que antecedeu o primeiro turno do pleito e também a data em que entrou no ar o Mapa da Violência Eleitoral. Ou seja, considerando apenas os casos em que as vítimas resolveram denunciar as agressões, teríamos uma média de aproximadamente sete registros por dia no país.

    Com relação ao sexo das vítimas, 58,7% (ou 61 das vítimas) são mulheres, 40,4% (42) são homens e houve ainda um relato, no Paraná, de uma mulher trans. Quando analisada a orientação sexual, o público LGBT aparece como principal alvo das agressões (56,7%, sendo 17 ocorrências contra bissexuais, 27 contra gays e 15 contra lésbicas). Os héteros somam 43,3% das vítimas (45 casos de violência, sendo 31 deles contra mulheres).

    Leia a matéria completa aqui.

    Assista o vídeo com o discurso da senadora abaixo:

     
    Plenário do Senado

    #AOVIVO | Plenário do Senado

    Posted by Gleisi Hoffmann on Wednesday, October 17, 2018

     

  • 17/10/2018

    General pede prisão de Gilmar Mendes por soltar Beto Richa e outros políticos

    General pede prisão de Gilmar Mendes por soltar Beto Richa e outros políticos
    (Foto: reprodução/twitter)

    Eleito deputado federal pelo PSL - partido do presidenciável Jair Bolsonaro - no Rio Grande do Sul, o general Eliéser Girão Monteiro Filho, defendeu o impeachment e a prisão de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) responsáveis pela libertação de políticos acusados de corrupção, como ox ex-governadores do Paraná, Beto Richa (PSDB) e de Goiás, Marconi Perillo (PSDB) e o ex-deputado José Dirceu (PT). De acordo com reportagem do Estadão, Monteiro Filho alega que isso faria parte de um "um “plano de moralização das instituições da República”.

    “Não tem negociação com quem se vendeu para o mecanismo”, escreveu o general em sua conta no Twitter, em referência à série da Netflix sobre a Lava Jato. “Destituição e prisão”, defendeu. Ele confirmou as declarações ao Estadao. “É isso. O Senado tem de cumprir o papel dele”, afirmou. 

    Por lei, o impeachment de ministros do Supremo depende de votação pelo Senado e de aprovação de dois terços da Casa e pode ser deflagrado em caso de crime de responsabilidade, como proferir julgamento quando suspeito na causa ou exercer atividade político-partidária.

    Girão teve 86 mil votos no Rio Grande do Norte. Integrou a turma de 1976 (Turma 31 de Março) da Academia Militar das Agulhas Negras e é próximo ao general Augusto Heleno Pereira. Está na reserva desde 2009. “O Brasil é um país onde a lei tem de ser respeitada por todos. Só porque alguém é presidente, ele deve responder apenas quando deixa a Presidência?”, questionou o militar, referindo-se ao presidente Michel Temer.

    Monteiro Filho citou especificamente o caso dos dois ex-governadores tucanos soltos por Gilmar Mendes. “Aí o cara é solto pelo ministro do Supremo. E você sabe que não manda soltar por acaso”, disse. Ele defendeu ainda que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva seja transferido de sua cela na Superintendência da Polícia Federal (PF) em Curitiba para um presídio comum.

    Richa foi preso em 11 de setembro último, na operação Rádio Patrulha, que investiga suspeitas de fraude em licitações para obras em estradas rurais. Ele foi solto quatro dias depois por Gilmar Mendes, sob a alegação de que o Ministério Público Estadual teria pedido sua prisão como forma de burlar a proibição das conduções coercitivas. O ministro é o relator de ação no STF que questiona a legalidade desse tipo de medida cautelar. 

     

  • 16/10/2018

    Eleitores já podem solicitar certidão de quitação pela internet

    Eleitores já podem solicitar certidão de quitação pela internet
    (Foto: Agência Brasil )

    Eleitores que precisam de uma certidão de quitação eleitoral já podem fazer a solicitação do serviço pela internet. O serviço estava indisponível até o último domingo (14) por causa da atualização do Cadastro Nacional de Eleitores decorrente da realização do 1º turno das Eleições 2018.

    Para ter acesso à certidão, o eleitor pode fazer o processo através do site do Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR) em “Serviços ao eleitor”, “Quitação Eleitoral”. Outra opção para emissão de Certidão de Quitação Eleitoral é o aplicativo e-Título, que substitui o título impresso e, no caso de eleitor que já passou por recadastramento biométrico, dispensa a apresentação de documento oficial com foto no momento da votação.

    O usuário que ainda não tem o e-Título baixar o aplicativo em seu celular ou tablet, na App Store e no Google Play. Para validá-lo, é preciso inserir o nome do eleitor e o de sua mãe, a sua data de nascimento e o número do título. Caso não saiba o número do título, deve acessar o site do TRE-PR, www.tre-pr.jus.br, em Eleitor e Eleições, Título e Local de Votação, e inserir seu nome, o nome da mãe e a data de nascimento para assim verificar o seu número de inscrição.

  • 16/10/2018

    Cida anuncia substituta de Fernanda Richa na Secretaria da Família

    Cida anuncia substituta de Fernanda Richa na Secretaria da Família
    (Foto: Jonas Oliveira/AEN/divulgação)

    A governadora Cida Borghetti anunciou hoje durante reunião com o secretariado no Palácio Iguaçu, Nádia Oliveira de Moura como a nova secretaria de Estado da Família e Desenvolvimento Social. Ela vai substituir Fernanda Richa, esposa do ex-governador Beto Richa (PSDB), que pediu demissão do cargo no início de agosto. 

    “Trouxemos para equipe uma pessoa com muita experiência, que vai dar sequência ao bom trabalho que o governo estadual faz na área social. Nádia dará grande contribuição para que possamos seguir levando programas e projetos de qualidade para as pessoas que mais necessitam do apoio do Estado”, destacou a governadora.

    A nova secretária atuava na Prefeitura de Londrina, onde era responsável pela pasta municipal de Assistência Social, da Mulher e do Idoso, desde janeiro de 2017. Nádia diz que ficou surpresa ao receber o convite da governadora, mas que recebeu o desafio com responsabilidade e alegria.

    “É uma honra poder participar destes 75 dias que restam do Governo Cida Borghetti. Participei da construção da política de assistência social no Estado, já venho há muito tempo neste trabalho. Trago comigo essa experiência como assistente social, como técnica e como gestora”, diz a nova secretária.

    Criada em 2011, a Secretaria da Família e Desenvolvimento Social conta com 22 escritórios regionais em todo o Estado, e é responsável pelas políticas de assistência social e garantias de direitos da criança, do adolescente, do idoso e da mulher. A pasta também coordena o programa Família Paranaense, principal estratégia do Governo do Estado para erradicação da pobreza no Paraná.

    “É uma secretaria com excelentes profissionais, que trabalham a política de assistência social que já é referência no país”, diz Nádia.

    PERFIL - Nádia Oliveira de Moura é formada em Serviço Social pela Universidade Estadual de Londrina (UEL) e pós-graduada. Com ampla experiência na área, atuou no Departamento de Serviço Social da Prefeitura de Londrina e na Companhia de Habitação de Londrina. No Governo do Estado, foi chefe regional da extinta Secretaria de Estado da Criança e Assuntos da Família e fez parte do Conselho Estadual de Assistência Social.

    Em Ibiporã-PR, foi secretária de Assistência Social, presidiu os conselhos municipais da Assistência Social (CMAS) e dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA), além de coordenar o Fórum Regional de Assistência Social.

    Na área privada, foi avaliadora de projetos sociais da Fundação Itaú Social, numa parceria com a Unicef, para toda a Região Sul.

  • 16/10/2018

    'Fake news': 7,2 milhões de votos nulos não indicam fraude

    'Fake news': 7,2 milhões de votos nulos não indicam fraude
    (Foto: TSE/divulgação)

    Não é verdadeira a informação de que os 7,2 milhões de votos nulos (6,2% do total de votos) nestas eleições são prova de fraude nas urnas eletrônicas.

    Esses votos foram anulados pelos próprios eleitores que digitaram um número inexistente e confirmaram o voto. A checagem da notícia foi realizada pelo Projeto Comprova.

    Uma corrente que viralizou no WhatsApp afirma equivocadamente que os 6,2% de votos nulos nas eleições de 2018 comprovam mau funcionamento e fraude nas urnas.

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