O rock em estado puro!

  • Longa-metragem conta história do maestro e cantor referência no Metal mundial

    Curitiba terá exibição exclusiva do documentário Andre Matos – Maestro do Rock

    Com informações da Assessoria de Imprensa

    Devido a grande procura dos fãs, o documentário Andre Matos – Maestro do Rock terá sessão extra em Curitiba, no dia 22 de outubro, sexta-feira, às 16h, na Cinemateca. A sessão das 19h está completamente esgotada.

    Os ingressos são gratuitos, mediante doação de um quilo de alimento não perecível. As entradas são limitadas, respeitando as determinações de controle da pandemia. O uso de máscara é obrigatório. Não será permitida a entrada após o início da exibição.

    O filme traça a trajetória de Andre Matos, do maior vocalista brasileiro de heavy metal de todos os tempos, que obteve renome mundial mesmo sendo uma pessoa discreta e avessa a fama.

    A cidade de Curitiba sempre teve estreita relação com Andre Matos, músico que faleceu em 2019. O vocalista se apresentou na capital poucos meses antes de sua partida, e a partir da década de 1990, realizou inúmeras apresentações na cidade, seja ao lado do Angra, Shaman, Viper ou com a banda solo.

    Andre Matos

    Formado em Regência e Composição Musical, Andre Coelho Matos nasceu em São Paulo no dia 14 de setembro de 1971 e fez parte de três das mais importantes bandas de rock pesado do país: Viper, Angra e Shaman. Era conhecido em todo o mundo como um dos melhores vocalistas do estilo e levou o nome do Brasil para muitos outros mercados, principalmente Europa e Japão.

    O documentário, dirigido por Anderson Bellini – que estará presente na sessão em Curitiba – foi feito a partir de uma entrevista de mais de cinco horas com Andre poucos meses antes de sua morte, na qual ele narra em detalhes toda a sua vida e carreira. Após inesperada partida do músico, em 08 de junho de 2019, surgiu a ideia de usar esse material como base para o documentário, que contou com o apoio da própria família do maestro, que cedeu mais de 150 fitas de acervo pessoal para a produção do filme.

    O filme Andre Matos – Maestro do Rock retrata detalhes toda a trajetória do vocalista e aborda todos os principais momentos de sua carreira, até os mais polêmicos, como a separação do Angra e do Shaman, dando voz a todos os envolvidos.

    SERVIÇO
    Andre Matos – Maestro do Rock (Sessão EXTRA)
    Exibição do documentário
    Local: Cinemateca
    Endereço: Rua Pres. Carlos Cavancanti, 1174 – Centro
    HORÁRIO: 16h
    Entrada gratuita mediante doação de 1 quilo de alimento não perecível
    Reserva de ingressos: https://www.sympla.com.br/documentario-andre-matos—maestro-do-rock-curitibapr-sessao-2__1384123
    Organização: Acesso Music

  • Plataforma de eventos promete transformações do mercado em que atua

    Opus Entretenimento é a nova administradora da Live Curitiba

    Com informações da Assessoria de Imprensa

    Uma nova parceria no mercado do entretenimento brasileiro promete levar o melhor da cultura nacional e internacional ao Paraná, revolucionando a volta aos shows em 2021. Neste dia 28 de setembro, a Opus Entretenimento, maior plataforma de entretenimento ao vivo do Brasil, fechou negócio e agora é administradora da consagrada casa de espetáculos Live Curitiba.

    Há mais de quatro décadas, a Opus produz cultura e grandes espetáculos em todo país. A empresa é responsável pelo gerenciamento e operação de importantes casas de shows nas regiões Nordeste, Sudeste e Sul do Brasil. São elas o Teatro Bradesco e o Teatro Opus (São Paulo/SP), o Teatro do Bourbon Country (Porto Alegre/RS), o Teatro Riachuelo (Natal/RN), o Teatro RioMar Recife (Recife/PE) e o Teatro RioMar Fortaleza (Fortaleza/CE).

    Além disso, agencia carreiras de grandes expoentes da música brasileira e do entretenimento, como Luccas Neto, EME Dj, Daniel, Maurício Manieri, Seu Jorge, Alexandre Pires, Hello Adele Tribute e Sinatra 1915 Tribute. Também é proprietária da plataforma Uhuu.com – conhecida como um canal de comunicação, venda de ingressos, produtos e serviços. Ao longo de 45 anos de atuação, foram mais de 14 mil eventos produzidos para um público de mais de 21 milhões de espectadores.

    Agora, a Opus desembarca na capital dos paranaenses para continuar a escrever a trajetória de sucesso da Live Curitiba. A história da casa de shows começou ainda antes de ser inaugurada, em 2016. Foi há quase 30 anos, em 1994, que o Coração Melão chegou à Rua Itajubá, no bairro Portão. O estabelecimento logo virou referência na noite de Curitiba.

    Em 1996, o local passou a se chamar Fórum, além de ter a capacidade de público duplicada e a incrementação de novos estilos musicais. Nesta época, a casa tornou-se o terceiro polo de shows do Brasil, com apresentação internacional da cantora Shakira.

    Já em 2005, trocou novamente de nome e se transformou no Curitiba Master Hall, com show de inauguração de Zé Ramalho.

    E, há cinco anos, uma reestruturação fez nascer a Live Curitiba, colocando novamente a cidade na rota de shows internacionais, além de receber atrações renomadas do cenário nacional. A casa possui uma moderna estrutura e capacidade para até cinco mil pessoas, sendo possível adequá-la a qualquer formato de evento.

    Nos últimos anos, a Live Curitiba recebeu um público de quase 1 milhão de espectadores. Ao todo, foram mais de 300 eventos realizados e aproximadamente 1.500 horas de muita música e diversão. Para cada evento produzido, foram necessários cerca de 500 profissionais envolvidos que trabalharam incansavelmente para proporcionar o encontro entre o fã e o artista.

  • Com áudio remasterizado, disco vêm com as faixas bônus “Inferno” e “Armadilha Remix”

    Banda Finis Africae lança álbum clássico da EMI nas plataformas digitais

    Com informações da assessoria de imprensa

    Nesta sexta-feira (24 de setembro), a Universal Music disponibiliza nas plataformas digitais o LP Finis Africae, com áudio remasterizado e e as faixas bônus "Inferno" e "Armadilha Remix".

    Lançado originalmente em maio de 1987, o primeiro LP da banda Finis Africae saiu pela EMI e teve o single “Armadilha” entre as trinta músicas mais executadas nas rádios brasileiras naquele ano. Produzido por Mayrton Bahia, o álbum vinha com 10 faixas e também teve as músicas “Máquinas” e “Deus ateu” com boa execução radiofônica.

    O disco vendeu mais de cinquenta mil cópias, o grupo foi banda revelação na revista Bizz e a canção “Armadilha” também entrou na trilha sonora do filme “Anjos da Noite”.

    Formado por Eduardo de Moraes nos vocais, Ronaldo Pereira na bateria e percussão, Neto Pavanelli no baixo e teclados e José Flores na guitarra, o Finis Africae trouxe a inusitada mistura da new wave britânica com a black music estadunidense para a cena dos anos 80 brasileira.

    Trajetória

    Surgido em Brasília em 1984, o grupo Finis Africae já se diferenciava bastante do som produzido pelas bandas da capital federal na época, apresentando para o público um rock mais melódico e dançante.

    Com o nome tirado do romance de Umberto Eco “O nome da rosa”, a banda lançou em 1985 duas musicas em uma coletânea e, em 1986, um EP pelo selo independente Sebo do Disco.

    Seu primeiro LP saiu em 1987 pela gravadora EMI ODEON.

    Com a boa vendagem do disco, o grupo excursionou por todo o pais emplacando os hits “Armadilha”, “Maquinas” e “Deus Ateu” nas rádios brasileiras.

    Em 2002 a banda retorna aos palcos e lança o seu primeiro CD ao vivo “Finis Africae Ao Vivo”.

    Celebrando 30 anos do lançamento de seu primeiro LP, o Finis Africae voltou a se reunir em 2017 para uma turnê comemorativa. Em 2020 a banda lançou dois singles inéditos, “Santa Julia” e “Abrolhos” e prepara material novo para lançar um EP em 2022.

  • Gastronomia nas Mercês

    Índia e Itália misturam sabores no Curry Pasta

    Ragu é uma das opções.
    Ragu é uma das opções. (Foto: Fernando Zequinão)

    Está aberto desde a segunda-feira (13/09) o Curry Pasta. Comandado pelo chef Rafael Lafraia, o novo espaço busca uma cozinha de fusão com influências do Oriente e Ocidente. 

    Serviço:

    Curry Pasta

    Endereço: Rua Manoel Ribas, 750 – Mercês

    Horário: Terça a Domingo - almoço

    Terça a Sábado - almoço e jantar

    Ter e Quarta – 11h30 às 22h

    Quinta, Sexta, Sábado – 11h30 às 23h

    Telefone de contato – (41) 99997-2053 

  • Artistas criam campanha para ajudar catadores de recicláveis a comprarem seus carrinhos

    Campanha vende poesia para ajudar catadores

    Com Assessoria de Imprensa

    Seis poetas de Curitiba uniram forças numa ação para doar carrinhos de recicláveis a catadores em situação de vulnerabilidade social. Lançada no último domingo (5), a Campanha Catadores de Poesia criou e pôs à venda seis modelos de camisetas cuja renda será revertida para catadores que ainda não tem o próprio carrinho para trabalhar. Em cada uma das camisetas, confeccionadas pela Laluz Brasil, há uma frase poética diferente sobre como é a vida nas ruas. Para participar da campanha acesse o site: https://laluzbrasil.com/

    As camisetas custam de R$ 79 a R$ 89, de acordo com o tamanho e é possível escolher o poema, a cor e modelo das camisetas que estarão disponíveis para venda pelo período de um mês, até o dia 6 de novembro. Segundo Fabiana Muranaka, designer da Laluz Brasil, todas as camisetas encomendadas serão produzidas sob demanda para reduzir custos, descartes, transporte e pegada de carbono durante o processo.

    “É uma tendência de moda sustentável superbacana, a gente só vai produzir o que realmente for necessário, não vai ter estoque”, explica

    De acordo com o cronograma da campanha, na primeira quinzena de novembro as camisetas serão entregues e, entre 15 de novembro e 15 de dezembro, os carrinhos serão comprados com os recursos arrecadados. A ideia da campanha é do músico e jornalista Mauro Mueller. Após atuar em outros projetos sociais durante a pandemia, ele sentiu que deveria ajudar os catadores de recicláveis.

    “Tenho parceria com a Laluz Brasil e pensei que podíamos reunir um grupo de artistas importantes para apoiar estas pessoas que ou usam o carrinho emprestado ou precisam pagar para alugar e muitas vezes não tem onde morar”, disse.

    Segundo Mueller, a meta inicial da campanha é comprar 10 carrinhos cujo preço médio de mercado é R$ 700. “Estamos, porém, em contato com fornecedores que possam fazer mais barato para comprar mais carrinhos”.

    Os textos nas camisetas são do próprio Mueller e dos escritores e músicos por ele convidados: Sergio Viralobos (Beijo AA Força) Jefferson Pinos (Fundação Elétrica) Edu Pizzatto (Sr. Banana). Marcelus dos Santos (Motoröcker), Franco Calgaro (Big Time Orquestra).

    Além do material desenvolvido pela Laluz Brasil, a campanha Catadores de Poesia conta com o apoio do projeto ReciclaAjuda que atua em Curitiba para dar visibilidade e criar fontes de renda aos catadores de recicláveis e atende mais de 2,5 mil pessoas.

    Consumo Consciente

    Fabiana conta que para cada camiseta vendida, uma calcinha ou cueca infantil serão doadas para crianças de comunidades em situação de vulnerabilidade social, confeccionada com os resíduos 100% algodão orgânico resultantes da produção das camisetas da campanha. As camisetas da Laluz Brasil são feitas com tecidos orgânicos e estamparia natural feitas de pigmentos naturais, da sobra de insumos da indústria de alimentos, óleo da casca da laranja, pigmento da casca da laranja, óleo da palha do arroz e bagaço da semente da uva.

    Cronograma da Campanha Catadores de Poesia:

    De 06/10 a 10/11: Venda e produção das camisetas;
    De 11/11 a 15/11: Entrega das camisetas
    De 15/11 a 15/12: Aquisição e doação dos carrinhos

  • O vídeo de “Depois de Amanhã” será veiculado em programa recém reformulado

    Dona Mag tem clipe exibido no Clip.com Brasil

    Com Assessoria de Imprensa

    O vídeo de “Depois de Amanhã” será veiculado em programa recém reformulado

    O grupo Dona Mag representa uma das forças do rock curitibano, que segue expandindo territórios para conquistar o Brasil. O videoclipe “Depois de Amanhã” será exibido no domingo, 22 de agosto, no programa Clip.com Brasil, transmitido via YouTube.

    A música é um dos grandes destaques do álbum Magna Carta. A banda, entretanto, segue na divulgação de seu mais recente trabalho, o EP The Last Day, que conta com duas canções autorais inéditas: “The Last Day” e “Can’t Breathe”. O material vem recebendo excelente retorno de público e crítica.

    O programa Clip.com Brasil é apresentado por Luciana Scudelari, com direção de Sergio Almada, e passou por uma reformulação de marca e cenário, que culminará com sua transmissão em um novo canal de TV, a ser anunciado.

    A Dona Mag foi fundada em 2002 na cidade de Curitiba, firmando um compromisso com o Rock and Roll, apostando em músicas com ritmo marcante e pesado, somados a letras que falam da vida. O grupo é capitaneado pelo guitarrista Osíris de Mico e pelo vocalista Rui Ventura.

    Assista o programa: http://www.youtube.com/clipcombrasil

  • Baixista Markus Grosskopf fala sobre bastidores da gravação de disco novo

    ENTREVISTA EXCLUSIVA: Helloween avalia novo álbum e planeja turnê de lançamento

    André Molina

    Desde que membros da formação clássica do Helloween retornaram ao grupo para fazer a turnê “Pumpkins United World Tour”, que os fãs de todo o mundo aguardavam a possibilidade do lançamento de um novo álbum. Em 2021, o desejo se tornou realidade e o lendário grupo do heavy metal alemão colocou no mercado o disco autointitulado “Helloween”, com Michael Kiske, Andi Deris e Kai Hansen, atualmente dividindo os vocais, pela primeira vez em quase 30 anos de trajetória da banda.

    A recepção não poderia ser outra. Desde junho, o trabalho já é celebrado como um dos principais lançamentos do gênero no ano. E animado para falar da nova formação, que uniu os músicos atuais, com antigos parceiros, o baixista e integrante da formação clássica, Markus Grosskopf, concedeu com exclusividade a seguinte entrevista:

    Quase todas as músicas do novo álbum têm apenas um compositor e todas as músicas se completam perfeitamente, como foi feita a divisão na composição?

    Markus: Não sei muito bem. Todo mundo que deu alguma ideia ou colocou algo na música que também está no álbum, foi mencionado como co-compositor [NOTA: apenas “Best Time” consta com dois autores: Andi e Sascha]. Se há alguém com ótimas ideias para a música e coisas como essas, sabe, nós só compartilhamos.

    Todas as composições foram feitas antes da pandemia, certo?
    Sim, sim. Começamos a trabalhar em estúdio logo antes disto começar. Portanto, pelo menos tivemos tempo de ficarmos juntos no estúdio por um mês inteiro, ou cinco semanas, pra fazer os arranjos, algumas demos e mexer com os arranjos e tudo mais, sabe? Isso foi legal, mas depois de umas quatro ou cinco semanas, a pandemia ficou tão cruel que não pudemos mais trabalhar juntos, não tínhamos permissão para voltar ao estúdio. Eram cerca de 10 pessoas, incluindo produtores e técnicos e tudo mais, então tivemos que nos separar e trabalhar em estúdios diferentes, o que já fizemos antes. Isso não foi uma novidade para nós. Então, Kai e eu trabalhamos em Hamburgo com Dennis Ward fazendo o baixo, algumas guitarras, e coisas assim, enquanto os outros estavam fazendo a parte de bateria em outro lugar, e o vocal foi feito na ilha de Tenerife, e algumas guitarras foram gravadas em Berlim. Foi bastante dividindo, e por isto ficamos enviando os arquivos uns para os outros.

    Ah, certo…
    Eu já vi isso antes, na verdade, está dando certo [risos]

    Então não há uma grande diferença em gravar como um quinteto ou com sete integrantes, certo?
    Bem, o arranjo foi muito diferente porque havia mais duas pessoas trazendo ideias para você o tempo todo, sabe como somos cabeças muito criativas, várias ideias surgem enquanto você está fazendo a música ou enquanto os arranjos são feitos. Levou um tempo para reunir tudo isso e escolher entre todas as ideias, porque muitas coisas são jogadas na sua cabeça, até ela explodir, no final das contas, foi muito trabalho, mas acho que o resultado valeu a pena.

    Você escreveu a faixa “Indestructible”. Qual foi a sua inspiração para a letra dessa música?
    Quando fizemos a turnê, tive esse sentimento para mim por que… Com os dois novos caras chegando, dois novos velhos caras, voltando para fazer os shows, havia tanta energia no palco, sabe, e nós também jogamos essa energia para o público, e o feedback foi incrível. A energia que recebemos do público foi grandiosa, e pensamos: “Meu Deus, isso é algo muito, muito especial”, e com os dois caras voltando… Cara, a gente nunca desistiu! Mesmo sem eles, e agora com eles novamente, faz eu me sentir meio que indestrutível, sabe. E essa foi a minha inspiração, então nem mesmo uma pandemia pode nos deter quando voltarmos em turnê.

    Algo que chama a atenção é que não há baladas nesse novo álbum. Vocês escreveram alguma balada que não entrou no disco?
    Sim, nós tínhamos uma balada, mas depois da mixagem decidimos não colocá-la no álbum, porque tínhamos diferentes ideias depois de feito, quando era tarde demais para usá-las, e não iríamos lançar uma música que não estava pronta, sabe… Nós só a seguramos e queremos trabalhar nela um pouco mais, talvez para o próximo, e torná-la ainda melhor. Sendo assim, pensamos: Certo, esse disco não vai ter uma balada. Vamos ver o que acontece.

    Este álbum tem algumas linhas de baixo que protagonizam a canção, como “Golden Times”, para citar apenas uma. Como foi especificamente o processo de gravação do baixo? As gravações foram feitas em fitas analógicas?
    A bateria definitivamente foi feita em fitas analógicas, isso é certeza, porque queríamos usar as máquinas antigas para o kit de bateria do Ingo (antigo baterista), que o Dani (atual baterista) usou para obter um pouco daquele espírito do Ingo que tínhamos ao vivo. Queríamos transportar isso para o estúdio, então usamos máquinas muito antigas, como gravadores analógicos, duas delas no mesmo estúdio onde Ingo tocou alguns discos conosco, e isso foi muito legal. Eu não sei como os outros foram gravados, eles fizeram suas gravações em Tenerife, Berlim ou sei lá onde eles fizeram. É como uma mescla de coisas analógicas com as coisas digitais. Isso dá uma sensação interessante, muito quente, eu acho.

    E como vocês recuperaram a bateria antiga do Ingo? Como vocês acharam?
    Alguém conhecia um cara que a estava comprando na época, e então perguntamos para ele se poderíamos usá-la no estúdio, e ele disse: ‘sim, por que não?’. Estamos orgulhosos por ter esta bateria de volta. Isso foi fácil [risos]. Dani se inspirou por isso também.

    Podemos notar isto no álbum, ele está tocando melhor que nunca, trazendo este feeling do Ingo de volta.
    Sim, isso que ele nos disse, que estava tentando dar um pouco daquele espírito em sua maneira de tocar, porque ele adorava o Ingo e o jeito que ele tocava. Ele não tentou tocar como ele, mas ter um pouco daquele espírito no desempenho.

    Falando sobre os shows da turnê Pumpkins United, que tiveram a duração de quase três horas. Para a próxima turnê, vocês já conversaram sobre a seleção das músicas?
    Um pouco, mas é um tema muito difícil, temos que sentar juntos e conversar um pouco mais sobre isso, pois temos um monte de músicas, como você pode imaginar. Também queremos tocar “Skyfall” e temos tantas outras músicas que são muito, muito longas. Você não pode gastar uma hora de show apenas tocando quatro músicas ou algo assim, você precisa tocar coisas diferentes. Então, estamos pensando o que podemos fazer sobre isso [risos]. E isso não vai ser fácil [risos]. Quanto mais músicas você tem, mais difícil para montar um set list, sabe.

    O Helloween vai resgatar algumas músicas antigas que raramente, ou nunca, são tocadas. Por exemplo, “Midnight Sun” nunca foi tocada ao vivo e a música é maravilhosa, ou “The time of the Oath” que há 20 anos não está no set list.
    É por isso que temos que sentar e escrever músicas que gostaríamos de tocar. Achamos que as pessoas gostariam de ouvir músicas antigas que realmente nunca tocamos. Vai ser uma luta difícil, eu acho, porque todo mundo tem ideias diferentes, sabe, que podem ser engraçadas, que naquele dia eu estou com medo [risos].

    O novo álbum se chama Helloween e é o mesmo nome do primeiro EP que vocês lançaram em 1985. Qual o significado desse nome? É algo que simboliza um novo começo para a banda ou algo assim? Sim, algo assim. É um renascimento. Sentimos que renascemos com os dois novos caras e o círculo está se fechando aqui. Não precisamos de nada além de “Helloween”, porque sentimos assim: este é o Helloween, não precisa de mais nada. Tivemos algumas ideias como Skyfall, que na verdade era para ser a faixa-título. Tínhamos ideias como… “Helloween’s Skyfall something blah blah blah”, ou algo assim. Mas no final pensamos: não precisa de mais nada além de Helloween. E sabemos que já usamos esse nome antes e outras bandas fizeram algo similar. Não reinventamos a roda ou algo assim, apenas sentimos que era a coisa certa.

    O Helloween tocou pela última vez no Brasil em 2019, Florianópolis e Rio de Janeiro. Vocês tocaram com o Scorpions. Como foi dividir o palco com essa lendária banda alemã? Foi legal, foram vários shows, eu assisti o Scorpions e o Judas Priest. Isso é ótimo. As pessoas pensam que nós saímos juntos o tempo todo porque somos duas bandas alemãs, mas a verdade é que nós mal nos vemos porque eles sempre estão em turnê e nós estamos em turnê. Desta forma, nunca conseguimos nos ver direito, mas dizer olá e assistir seus shows foi ótimo. O álbum Tokyo Tapes foi um dos meus primeiros de rock, sendo assim, eu gosto muito desta banda e o que eles fizeram, de abrir o mercado japonês para o rock. Fiquei muito orgulhoso de fazer parte desta turnê com o Scorpions. Além disto, tínhamos David Coverdale e seu Whitesnake naquela turnê também. Foi ótimo ver esses camaradas ainda tocando muito bem, eu adorei.

    Você acha que o Helloween angariou novos fãs com esta turnê?
    Espero que sim, talvez até novos fãs antigos, pois alguns me disseram que não gostaram tanto de um ou outro álbum, e que agora estão novamente acompanhando o Helloween. Também há muitos jovens indo aos shows, eu sei por que quando saio, alguns pais chegam me apresentando seus filhos e dizem que eles começaram há mais de 30 anos indo aos shows do Helloween e que continuam seguindo o Helloween desde então. E então, de repente, eles trazem seus filhos de 16, 17, 18 anos para os shows. Eu gosto de unir gerações.


    Colaboração e foto: Clovis Roman

  • Bar referência na cena rock n’roll de Curitiba está à procura de bandas e artistas solo

    Crossroads abre seletiva em busca de novos projetos musicais

    Com Assessoria de Imprensa

    Durante o período de isolamento, imposto pela pandemia causada pela COVID-19, muitos acabaram descobrindo, ou redescobrindo, habilidades que antes não haviam sido exploradas, seja na música, na gastronomia, na decoração, entre outros. Pensando nessas adversidades, que acabaram fazendo com que diversos projetos musicais ganhassem vida, o Bar Crossroads, que é referência na cena musical da capital paranaense há mais de duas décadas, deu início à seletiva Inspire The New Cross, uma seleção especial que tem o objetivo de conhecer novos artistas e sonoridades.

    “O rock é muito mais do que guitarras distorcidas e solos de overdrive. A música, assim como a forma de consumi-la, mudou e agora é difícil colocar tudo em rótulos e gêneros. As misturas inusitadas e a influência dos diversos movimentos musicais fizeram com que a autenticidade ganhasse cada vez mais força e é exatamente isso que estamos buscando, expressões artísticas autênticas”, comenta Alessandro Reis, fundador do Bar Crossroads.

    Sobre a seletiva – Artistas solo, duo, trios ou bandas interessados em participar, devem encaminhar seu material junto com o processo de inscrição até o dia 13 de agosto no link oficial. A seletiva abrirá espaço inclusive para discotecagem.

    Dos inscritos, ao menos 10 projetos serão selecionados, podendo ser autorais ou não, e que se apresentarão no palco do Bar Crossroads nas quartas-feiras, conforme o cronograma a ser disponibilizado pelas redes sociais. Os selecionados deverão ter um repertório de duração de cerca de 1 hora, e os áudios das apresentações no palco do Cross serão disponibilizados gratuitamente para os participantes com o objetivo de divulgar seus novos trabalhos e, quem sabe, conseguir novas apresentações no Cross.

    “Os selecionados não serão classificados com notas ou grau de prioridade. Queremos que todos eles tenham espaço para expor seus trabalho no nosso palco, além de motivá-los a dar continuidade a seus respectivos projetos, com direito ainda à gravação de suas apresentações. Os valores do cachê também serão acertados diretamente com os responsáveis de cada grupo”, finaliza Alessandro Reis.

    O regulamento completo da seletiva “Inspire The New” pode ser conferido no link.

    Serviço:
    Seletiva “Inspire The New” – Bar Crossroads
    Inscrições: Até o dia 13 de agosto pelo link
    Apresentações: Dias 18 e 25 de agosto; 1º, 8 e 15 de setembro;
    Realização: Bar Crossroads
    Regulamento oficial

  • Programação será do dia 13 a 18 de julho

    "Dia Mundial do Rock" será comemorado durante seis dias no Crossroads

    Informações com Assessoria de Imprensa

    Ao completar 24 anos de história na cena musical da capital paranaense, o Crossroads anuncia a nova edição do Festival Crossroads – Dia Mundial do Rock, trazendo uma programação presencial e dividida em seis dias, sendo de 13 a 18 de julho. A venda dos ingressos é por mesa, dando direito a quatro pessoas, e podem ser adquiridos pelo valor de R$200 +taxa pelo Sympla.

    “Em 2020, realizamos uma edição completamente online do Festival Crossroads, agora, com a devida evolução da vacinação e com as possibilidades que o decreto em vigência permite, anunciamos uma edição presencial, porém dividida em vários dias e apenas uma apresentação musical por noite. Os shows serão no palco do Cross, passando pelas principais vertentes do estilo musical e mostrando que, assim como o rock n’roll, a gente nunca se rende”, explica Alessandro Reis, fundador do Bar Crossroads, fazendo menção ao lema do festival, “Never Surrender”.

    O formato inédito e enxuto segue todas as orientações exigidas pelas autoridades de saúde, com capacidade limitada, mesas devidamente espaçadas, uso obrigatório de máscaras e medição de temperatura. Cada noite tem lotação máxima de 20 mesas.

    Programação musical:

    Terça-feira – 13 de julho, a partir das 20h - Abrindo a semana rock n’roll, o Crossroads traz o Crackerjack Trio com um emblemático repertório do Live Aid 85, quando foi instituída a celebração oficial do 13 de julho como Dia Mundial do Rock;
    Quarta-feira - 14 de julho – Uma celebração ao um dos maiores nomes do estilo musical, a banda Black Sabbath, com o grupo Caravan;
    Quinta-feira - 15 de julho – A banda The Elder promete uma noite especial com os grandes clássicos do rock e do Metal;
    Sexta-feira - 16 de julho – O Hard Rock ganha vida própria com o show da banda HeartSting e os maiores sucessos dos anos 80;
    Sábado - 17 de julho  – A noite de sábado é voltada à celebração do rock nacional com a apresentação do grupo Válvula Vapor relembrando os sucessos da década de 80 e 2000;
    Domingo – 18 de julho – Para encerrar a programação com chave de ouro, nada melhor do que reunir os sucessos de Red Hot Chilli Peppers, Audioslave e Foo Fighters, em um show especial com o Drive True;

    A compra do ingresso da edição 2021 dá direito a 4 lugares no show do dia escolhido, um kit especial para todos da mesa, um baldinho com 5 unidades de Budweiser e ainda ingresso garantido para a edição de 2022. "Apesar de ser uma edição de porte menor, compatível com o momento, será uma semana muito especial e carregada de emoção. Queremos presentear todos que nos apoiarem com a compra dos ingressos dessa edição com presença garantida para o ano que vem", afirma Reis. 

    Mais informações da nova edição do Festival Crossroads – Dia Mundial do Rock podem ser encontradas nas redes sociais oficiais: Instagram. Os ingressos são limitados e estão à venda pelo Sympla.

    Crossroads e o Festival Dia Mundial do Rock

    O Crossroads, localizado no bairro Água Verde, teve sua história iniciada há 24 anos e desde então, vem promovendo o encontro do público da capital paranaense com as variadas vertentes do rock n’roll e do Blues, apostando na apresentação de bandas covers e autorais. Durante sua existência, o Cross já conquistou inúmeros prêmios, como o Melhor Música ao Vivo, pela Revista Veja Curitiba, dando espaço não só a grupos locais, mas recebendo também grupos de renome nacional como Blues Etílicos e Celso Blues Boy, e até internacional, como Guy King, blues man de Chicago. Já o Festival Crossroads – Dia Mundial do Rock, apesar de ser realizado desde a fundação do Bar Crossroads, em 1997, se tornou um dos maiores festivais do estilo musical do Sul do Brasil em 2018. A edição marcante reuniu cerca de 8 mil pessoas, assim como a edição de 2019. Desde 2020, com o início da pandemia causada pela Covid-19, o Festival segue em formato especial, prezando não só pela segurança de todos os envolvidos, mas também por entregar entretenimento de qualidade ao público e mostrando que o show não pode parar.

    Serviço:
    “Festival Crossroads – Dia Mundial do Rock 2021”
    Data: 13 a 18 de julho
    Horário: 18h às 23h e 16h às 23h (no dia 18)
    Realização: Bar Crossroads
    Apoio: Budweiser
    Ingressos: Mesa com 4 pessoas – R$200 + taxa - https://www.sympla.com.br/festival-crossroads-do-dia-mundial-do-rock-2021__1271436
    Capacidade: 20 mesas por noite

  • Faixa integra disco exclusivo

    Semblant grava versão oficial de música do Lacrimosa a convite da banda

    Com informações da Assessoria de Imprensa

    A banda curitibana Semblant, que lançou seu mais recente álbum, Obscura, mundialmente no ano passado pela gravadora italiana Frontiers Records, fez uma versão oficial para a música “If the World Stood Still a Day” do Lacrimosa, a convite do próprio Tilo Wolff – legendário líder do veterano grupo alemão.

    A faixa faz parte do álbum Cover Up, que integra o box comemorativo de 30 anos de aniversário do Lacrimosa, 1990-2020 The Anniversary Box. Além do álbum de covers, a caixa possui também um CD com demos e versões inéditas de várias músicas, além do show ao vivo comemorativo de 25 anos da banda, captado em 2015.

    “Nem consigo mensurar a honra que foi receber um convite para participar desse disco, através do próprio Tilo Wolff, que se apresentou como um grande fã de nosso trabalho e inclusive, revelou ter comprado nossos discos e acompanhado nossa carreira através dos últimos anos. Mizuho e eu somos fãs antigos do trabalho do Lacrimosa, e escolher uma faixa junto de Tilo para fazermos uma versão com nossa essência e peso, foi uma experiência incrível”, revela o vocalista da Semblant, Sergio Mazul.

    A versão da Semblant para “If the World Stood Still a Day” foi gravada em Curitiba por Marcelo Gelbcke (Icon of Sin, Landfall) e mixada e masterizada pelo renomado produtor e músico italiano Alessandro Del Vecchio (Jorn, Hardline, Silent Force, Edge of Forever, Royal Hunt). Confira o tracklist completo do disco:

    1 – LORD OF THE LOST – “Bresso”

    2 – BLACK MOON SECRET – “Satura”

    3 – YENZ LEONHARDT – “Schakal”

    4 – LOVE LIKE BLOOD – “Copycat”

    5 – CANTERRA – “No Blind Eyes Can See”

    6 – ATROCITY – “Siehst Du mich im Licht?”

    7 – GLEIS 8 – “Ich verlasse heut‘ Dein Herz“

    8 – JP feat. ISABEL SOARES – “Senses“

    9 – LORD OF THE LOST – “Malina”

    10 – MONO INC. – “Lichtgestalt”

    11 – SEMBLANT – “If the World Stood Still a Day”

    12 – EVIL MASQUERADE – “Revolution”

    13 – LACRIMAS PROFUNDE’RE – “The Unknown Colour”

    14 – KARTAGON – “After the Storm”

    15 – LORD OF THE LOST – “Black Wedding Day“

    A banda segue se preparando para sua primeira turnê europeia como headliner em fevereiro de 2022 e comemora os resultados de Obscura que, apesar da pandemia, teve vendas globais expressivas e soma quase 3 milhões de visualizações entre os 4 vídeos lançados no YouTube para promover o material.

    Ouça:
    Spotify: https://open.spotify.com/album/6I723ptK5lqYJZdxJj9Vp0
    Deezer: https://www.deezer.com/en/album/120701802
    iTunes: https://music.apple.com/br/album/obscura/1489399214
    Tidal: https://tidal.com/browse/album/123689375
    Amazon Music: https://www.amazon.com/Obscura-Semblant/dp/B0821WWKR7

    Informações:
    Site oficial: http://www.semblant.com.br
    Instagram: https://www.instagram.com/semblantofficial
    Facebook: https://www.facebook.com/semblantband
    YouTube: https://www.youtube.com/SEMBLANTofficial

    Formação:

    Mizuho Lin – Vocal

    Sergio Mazul – Vocal

    Juliano Ribeiro – Guitarra

    Johann Piper – Baixo

    Thor Sikora – Bateria

    J. Augusto – Teclado

  • Músico grava terceiro trabalho

    Elian Woidello lança o novo álbum “Caminho Sem Volta”

    Informações com Assessoria de Imprensa

    Com novo conceito, mas sem perder a estética, Elian Woidello está de volta ao mundo da música. O cantor anuncia seu terceiro álbum de estúdio, “Caminho Sem Volta”. O nome, segundo E.W. tem a ver com todo o ciclo de vida coletivo vivido na pandemia. Um álbum que fala de perda e reconstrução, aborda temáticas mais filosóficas e existenciais sobre o cotidiano como a solidão nas grandes cidades, a morte como possibilidade de renovação e reconstrução.

    Nesse álbum, Woidello apresentará músicas que trazem referências às suas raízes do Sul do Brasil, pop dos anos 1990 e 2000, e ainda Rock misturado com milonga, Bob Dylan, Beach Boys e Beatles somado a letras densas e esperançosas que abordam assuntos como o luto e cabalah, politica e cultura.

    O álbum será lançado em agosto de 2021, foi gravado entre março e junho de 2020 em Curitiba no Estúdio Mylo, conta com a participação de grandes músicos como o baterista Endrigo Bettega, Marlon Siqueira ex-guitarrista da Djambbi e da Tribo de Jah, a cantora Gabriela Terzian, o artista multimídia Luiz Retamozzo e a produção em parceria com o baixista Jefferson Sassá entre outros.

    Ação nas redes sociais

    Aproveitando a esteira do novo disco, Elian também lançou a tag #caminhosemvolta que foi apoiada por muitas pessoas nas redes sociais, fazendo as mãos de cohen, ou a saudação vulcana com as duas mãos muitas pessoas subiram no mês de junho a nova tag. Para Woidello a saudação representa a direção rumo a um novo tempo de paz e coragem para todos e todas.

    O álbum Caminho Sem Volta será lançado em agosto de 2021 em todas as plataformas digitais.

    Acompanhe mais de Elian Woidello pelo link:

    https://linktr.ee/elianwoidello?fbclid=IwAR0zoEBGSBTTxu4r9z8_l8-dHfbx6wkqHXa6mYXCwyW189Lydd6QR7nmTu8

  • Música explora os múltiplos sentimentos provocados pelo isolamento social

    Banda virtual Estacas estreia vídeo “Estanque de Tormentas”

    Redação com assessoria de imprensa


    A canção “Estanque de Tormentas” composta pelas poetas Suzana Cano, Monica Berger, Sergio Viralobos, pelo compositor Luiz Antonio Ferreira, e com participação de Eduardo de Moraes (vocalista da banda brasiliense Finis Africae) ganha vida no videoclipe inédito, dirigido por Rapha Moraes. A história do amor “represado” em tempos de isolamento social conta com participações especiais da artista paraguaia Maria Paraguaya, da pianista Lilian Nakahodo e das musicistas da Orquestra de Câmara Carla Zago, Fer Koppe, Bruna Buschle e do violão flamenco solo de Jony Gonçalves com coreografia de Miri “Perlita” Galeano. A canção estará disponível no canal da banda a partir do dia 24 de junho.

    A inspiração da canção tem múltiplas referências da literatura e da música, como a poesia de Federico Garcia Lorca e as performances de Camarón de La Isla, o histórico artista do flamenco. Mas, as referências não param por aí, como menciona Sergio: “São muitos elementos, muitas citações subliminares. A inspiração do isolamento proporcionado pela pandemia e da fúria de uma paixão cigana com pitadas do drama “Gota D`Água”, de Chico Buarque e Paulo Pontes.”

    Sangue, areia, espuma, ciúme, vingança, perseguição, fuga, tudo gira em torno da música que é onde tudo começa, daí a dança e a guitarra flamenca, castanholas, palmas, sapateados e tudo levando a uma mistura que deságua no universo pop da banda/projeto ESTACAS. A ideia é misturar tudo isso com a música pop, acústica, sem ser, necessariamente, uma canção flamenca. Afinal, ESTACAS é um projeto de compositores de música pop, mas que se propõe tratar com o devido respeito a cultura cigana e a história da música flamenca.

    As imagens belíssimas do litoral paranaense mescladas a momentos da dança flamenca coreografada pela grande artista Miri “Perlita” Galeano ao som de Jony Gonçalves, “levam” o espectador para um lugar onde predomina a força das paixões e da beleza e, ao mesmo tempo, em que é preciso lidar com o peso da solidão. Sobre as imagens, o diretor Rapha explica como foi recriar essa atmosfera:

    “Quando o roteiro chegou até mim ele era uma história com mais linearidade e sentido racional, com começo, meio e fim. Ouvindo a música e absorvendo o que os artistas me passaram, propus desconstruirmos a linearidade do roteiro em busca de uma imersão mais sensorial das imagens. Para que conseguíssemos passar para o espectador a força do sentimento da canção em uma linguagem mais metafórica e subjetiva.

    Esse olhar sensível, delicado e baseado na fotografia foi o que me inspirou como diretor e diretor de fotografia do projeto, tanto nas imagens externas quanto internas.

    Algo que desde o início também me provocou foi a vontade de trabalhar em P&B com desenhos de luz muito bem definidos nas cenas internas, desconfigurando uma gravação em estúdio. Os desenhos de luz mais dramáticos contribuíram para que as cenas internas e externas tivessem um diálogo maior entre elas ao invés de uma sensação de separação.
    A locação da praia foi muito bem escolhida pelo Ferreira e Sérgio. Ela nos deu o cenário bucólico, que é característico do litoral paranaense em um dia nublado, entre barcos de pesca e aves marítimas”.

    A força dessa canção, para o compositor Luiz Ferreira, está nessa junção de múltiplas referências e talentos artísticos e principalmente, na capacidade que o videoclipe tem de se conectar com quem assiste, evocando os sentimentos que a maioria das pessoas teve durante o contexto da pandemia.

    “As imagens ficaram lindas, elevaram a canção a um patamar ainda mais refinado. Sabia que o Rapha faria algo de grande sensibilidade e bom gosto”.


    SERVIÇO:
    Estreia do videoclipe- 24 de junho no Canal da Banda Estacas no Youtube e também no site da rádio Transamérica Light FM Curitiba 95,1

  • Poetas paranaenses transcrevem obra do escritor

    Gerrit Komrij: uma invasão poética, 367 anos depois da retirada holandesa do Brasil

    Informações com Assessoria de Imprensa

    Que o Brasil já foi, ao menos em parte, e durante algum tempo, holandês, as escolas costumam ensinar, embora nem sempre com a devida contextualização. Mas, mesmo com esses parentescos históricos tão próximos e a presença de ativas colônias batavas com seus muitos descendentes no país, quase nada tem sido divulgado da cultura holandesa por aqui.

    Um exemplo dessa lacuna é a obra do poeta, escritor, dramaturgo e tradutor Gerrit Komrij (1944-2012) que, mesmo alcançando amplo reconhecimento em seu país, tendo inclusive recebido a distinção de Poeta da Pátria, ainda não tinha uma tradução em nosso país.

    Agora, graças aos esforços de um grupo de poetas do Paraná, Gerrit vai, finalmente, ter uma versão brasileira no ar, na forma de uma série de 18 vídeos produzidos pela equipe do Radiocaos, reconhecida pelas suas intensas contribuições em diversas áreas da cultura.

    A transcriação dos poemas ficou por conta dos poetas Roberto Prado, Sérgio Viralobos e Antonio Thadeu Wojciechowski, em colaboração com a tradutora Dara Van Dorn, que ajudou a verter os poemas dos originais em holandês e facilitar a adaptação da sua sonoridade para a devida aclimatação à estrutura do português.  Idioma, aliás, que Gerrit Komrij dominava, pois adotou Portugal para viver desde 1984 e ali permaneceu por 28 anos, até a sua morte em 2012, tendo se tornado, inclusive, um assíduo colaborador da imprensa local.

    O lançamento da série de vídeos, com a presença dos três poetas e da tradutora, será no dia 17 de junho, às 20 h. A data não foi obra do acaso, mas escolhida pelos organizadores por ser o dia de aniversário de Maurício Nassau, o mais célebre dos governantes do Brasil Holandês, conhecido pela sua grande paixão pela arte, ciência e urbanismo.


    INFORMAÇÕES ADICIONAIS

    Sobre Gerrit Komrij, um clássico ultramoderno


    Gerrit Komrij (Holanda/1944 – Portugal/2012) estreou em 1968 com o livro Maagdenburgse halve bollen en andere gedichten (Hemisférios de Magdeburgo e Outros Poemas), que atraiu logo a atenção pela poesia contra a corrente, rimada, em formas fixas e repletas de ironia e humor surrealista.

    No total, publicou cerca de 12 livros, reunidos mais tarde em Alle gedichten tot gisteren (Todos os Poemas até Ontem, 2004). Foi um crítico e colunista ímpar, compilador de antologias ‘definitivas’ de poesia holandesa e sul-africana, um tradutor produtivo (da obra dramática de Shakespeare, por exemplo) e autor de teatro, ensaio e romances.

    Em 1976, Gerrit Komrij foi um crítico impiedoso de televisão para o jornal NRC Handelsblad e as suas controversas críticas foram reunidas, em 1977, em Horen, zien en zwijgen (Ouvir, ver e calar). Enquanto crítico literário, sentia afinidade com o espírito da época, de procura da verdade e sarcasmo. Nas décadas de setenta e oitenta, ganhou sobretudo fama como ensaísta, não se esquivando de qualquer tema que fosse, do feminismo à arquitetura, da política à culinária.

    Recebeu diversos prêmios em vida, entre eles o prêmio nacional P.C. Hooft 1993 pelos seus ensaios. Foi o primeiro poeta laureado holandês, chamado de Poeta da Pátria, papel que desempenhou com muito brilho, sem abrir mão de seu jeito despojado e irreverente.

    Komrij viveu em Amesterdam até 1984, ano em que se mudou para Portugal, com seu companheiro Charles Hofman.  Moraram na Vila Pouca da Beira, onde viria a falecer em 2012.

    Gerrit Komrij conseguiu, com a sua alegria desenfreada, técnica apurada e grande perspicácia, criar um forte movimento e inspirar diversos novos talentos na paisagem literária holandesa e europeia.

    https://pt.wikipedia.org/wiki/Gerrit_Komrij

     

    Sobre o Radiocaos

    Após o lançamento, a série de vídeos será exibida no site radiocaos.com.br e no YouTube. Além disso, as suas gravações sonoras serão transmitidas na temporada 2021 do Radiocaos, que, atualmente, é retransmitido por uma ampla rede de emissoras do Brasil, Europa, África e América do Norte, entre elas, nas seguintes rádios: Rádio CultFM (RJ), 91ROCK  e Cultura 930kHz (PR), Rádio Zero (Portugal),  97.1FM (Moçambique), Rádio Universitária (Pernambuco), Internova (Sergipe), Rádio Nove Minutos (Nova Iorque), Rock In Love (São Paulo), UFOP (Minas Gerais), Morabeza (Cabo Verde).
    O site radiocaos.com.br ultrapassou as 500 mil visitas individuais em 2020.

  • Trabalho traz uma nova proposta dentro do cenário do metal alternativo

    Evil Politicians lança o disco de estreia “Indignation Army”

    Com Assessoria de Imprensa

    A banda de metal alternativo Evil Politicians está divulgando o primeiro álbum de estúdio, Indignation Army. O trabalho está disponível nas principais plataformas digitais de streaming, trazendo um som moderno, que une partes pesadas com vocais agressivos e passagens melodiosas e vozes limpas.

    Ouça o trabalho nas plataformas digitais: https://open.spotify.com/album/2Nj2ICOpBYpazn0HqexeTS

    O álbum Indignation Army contém 12 músicas autorais e uma cover de “Pisces”, do Jinjer. Entre as faixas próprias, nove são inéditas e três apareceram no EP No More Fear, lançado em 2020: “Dreams Can Be”, “The 3rd War” e a faixa-título.

    Indignation Army

    Sobre o conceito do trabalho da banda curitibana Evil Politicians, o vocalista e guitarrista Bruno Martins comenta: “A temática principal é a indignação com a forma com que as pessoas lidam com as atrocidades do mundo. Quando vemos tantas pessoas tendo visões cada vez menos humanitárias em relações a problemas mundiais, o que resta é a indignação”. Uma canção que condensa este tema é a faixa título: “Conta a jornada de um indivíduo que é influenciado por entidades, mostrando falta de controle sobre suas emoções. Ele acaba se tornando alienado aos propósitos significativos da vida, e precisa reencontrar seu caminho para a realidade”, complementa o músico.

    Em relação a gravação e expectativa com o trabalho: “Levou cerca de três meses, com o produtor Vitor Gorga, no estúdio dele aqui em Curitiba. Ele estuda produção musical com um dos produtores da banda Monuments, referência no metal, e já ganhou alguns prêmios de mixagem. Foram muitas e muitas horas de gravação. Utilizamos vários instrumentos. Esperamos alcançar um maior número de ouvintes. São músicas com ritmos pesados e a sonoridade com certeza vai agradar quem gosta do gênero”.

    Antes de o álbum ser devidamente lançado, a banda soltou alguns singles em formato digital, com ótimo retorno do público: “Estamos com feedbacks muito legais, o público está gostando do empenho que estamos colocando nas músicas. Isso é muito bom, traduz nosso enorme trabalho e investimento”, conclui Bruno.

    A Evil Politicians lançou em 2020 o EP No More Fear, seu primeiro registro oficial, que rendeu grande reconhecimento perante público e crítica especializada, entrando em listas de melhores discos do ano, inclusive recebendo uma excelente resenha na revista Roadie Crew (nº 259).

    O som do grupo explora as tendências atuais do metal, mesclando melodias marcantes com o peso do estilo. Como referências sonoras, o conjunto cita Disturbed, Hammerfall, Alter Bridge e Avenged Sevenfold. Essas influências são unidas para criar um som atualizado e com personalidade. A Evil Politicians é uma banda que olha para o futuro, sem desprezar o passado.

  • Data reconhece a trajetória de André Matos

    08 de junho de 2021: "Dia Estadual do Heavy Metal"

    Nesta terça-feira (08 de junho de 2021) completa-se dois anos da morte do cantor, compositor e maestro brasileiro André Matos. O falecimento deste expoente do heavy metal mundial, que contribuiu de maneira significativa com a fundação de grupos brasileiros como Angra, Shaman e Viper, comoveu os fãs e admiradores do estilo.

    Tal foi a comoção que inúmeros fãs assinaram um documento via internet pedindo que fosse criado o "Dia do Heavy Metal", a ser comemorado no dia 08 de junho, data da morte do cantor.

    O que poderia ter sido só uma ideia ou homenagem se tornou realidade. Ao reconhecer o papel de André Matos não só no heavy metal brasileiro como também mundial, alguns estados apresentaram projetos de Lei para criar a data comemorativa. Nunca é demais recordar que a música do maestro chegou em países europeus, Estados Unidos, Japão, da América do Sul e outros.

    No Paraná, por exemplo, o projeto se tornou Lei. De autoria do deputado estadual Douglas Fabrício (CIDADANIA), a proposta foi aprovada pela Assembleia Legislativa do Paraná e sancionada pelo governador Carlos Massa Ratinho Júnior, já com o número 20175 e  publicada no Diário Oficial no dia 08 de abril de 2020.

    Com a Lei, o "Dia Estadual do Heavy Metal" poderá ser comemorado no Paraná. Na justificativa do projeto, o estado reconhece a carreira vitoriosa de André Matos não só no Brasil como no exterior, levando a cultura nacional para os quatro cantos do mundo.

    É oportuno que a tal data seja comemorada no Paraná por ser um estado com muitos adeptos do estilo. Além de abrigar inúmeras bandas e músicos do gênero, o estado é rota dos maiores shows de heavy metal e de rock do mundo. A Pedreira Paulo Leminski, localizada em Curitiba, já emprestou seu palco para shows históricos como AC\DC, Ramones e Sepultura, Iron Maiden, Kiss, Black Sabbath, Motorhead, Judas Priest, Scorpions, Whitesnake, Europe, Bon Jovi, Guns 'n' Roses, Alice In Chains, Pearl Jam e outras.

    Algumas bandas internacionais já chegaram a gravar álbuns ao vivo na capital paranaense, como é o caso do Iron Maiden que registrou em 2008 a canção "The Clairvoyant" na Pedreira Paulo Leminski para o DVD "Flight 666" e o Nazareth, que gravou um show inteiro ao vivo para o DVD e CD, "Live In Brazil".

    Vale ainda dizer que a cena não é composta somente de grandes shows em grandes espaços. A capital do Paraná apresenta inúmeros bares e espaços culturais em que as pessoas podem prestigiar um bom heavy metal e um bom hard rock. Casas como Crossroads, Hard Rock Cafe Curitiba, Blood, Claymore Highway, Sebas, Sheridans Pub, Tork 'n' Roll, Hangar Bar, Bom Scotch Bar e outras recebem diversas bandas e realizam festivais durante todo o ano.

    Assim como o "Dia Internacional do Rock N Roll" que é comemorado em Curitiba no dia 13 de julho por diversos bares e casas noturnas, mobilizando os setores de gastronomia e turismo com inúmeros shows e eventos, o "Dia Estadual do Heavy Metal" também pode ser mais uma importante data no calendário cultural do estado.

    Apoios

    Vale mencionar que para o "Dia Estadual do Heavy Metal" se tornar lei no Paraná foram necessários apoios e mobilização de fãs e admiradores do estilo.  Após apresentar o projeto na Assembleia Legislativa em 2019, o deputado Douglas Fabrício participou das comemorações do "Dia Mundial do Rock" no Angra Friends, realizado no no dia 13 de julho de 2019 em São Paulo, a convite do então empresário Paulo Baron, do Angra e Shaman (ex-bandas do André Matos), onde conheceu o guitarrista Rafael Bittencourt (líder do Angra).

    Na ocasião, o parlamentar recebeu apoio dos músicos e do empresário, que destacou a importância da iniciativa para valorização do rock e da cultura brasileira.

  • Veja live de lançamento nesta quinta-feira (27)

    Livro “A Caverna dos Destinos Cruzados” estreia em série no IGTV

    Com Assessoria de Imprensa

    Nesta sexta-feira (28 de maio), às 9h00, estreia no IGTV a série “A Caverna dos Destinos Cruzados”, livro de poemas escrito por Mônica Berger e Sérgio Viralobos, que apresenta 22 poesias declamadas pela atriz Nena Inoue, ganhadora dos Prêmios Shell e Troféu Gralha Azul, e pelo artista Ricardo Nolasco, diretor, performer e colaborador dos coletivos Selvática e O Estábulo de Luxo.

    A série é uma adaptação audiovisual do livro de Monica Berger e Sergio Viralobos com a iconografia “apocalíptica” composta pelo escritor e tarólogo Leonardo Chioda. Publicado em 2019, pela editora paulista Demônio Negro, a “Caverna dos Destinos Cruzados” constrói, a partir das cartas do Tarô, narrativas poéticas sobre a jornada humana, sobre o fluxo da vida e as aflições que fazem parte de nossa trajetória.

    “A Caverna” explora as possibilidades imaginativas do texto poético em diálogos e monólogos, ora bem-humorados, ora dramáticos, com os 22 arcanos maiores do Tarô como O Louco, A Imperatriz, O Mago, O Diabo e outros. O texto é mesclado às belíssimas ilustrações de Chioda, também artista gráfico e poeta, que compõem um universo multidimensional e pop das cartas do Tarô.  A autora Monica Berger, especialista em Letras e no estudo do Tarô como linguagem visual interdisciplinar e artística, explicou de onde surgiu a ideia do livro.

    “Esse livro é fruto de uma ideia, que vinha sendo conversada lá por 2003. Eu estava com João Acuio, o astrólogo, em meio a uma entre muitas cervejas, quando essa ideia estalou no ar. Começamos a traçar relações das imagens arquetípicas dos arcanos maiores com personagens do nosso último século, representantes do império da decadência e da desilusão, retratos da degradação de modelos universais. Alguns anos depois, usei como tema para oficinas literárias o livro de Ítalo Calvino, O castelo dos destinos cruzados. Nele, o tarot ocupa o papel principal. Aí, pouco depois, surgiu o encontro com o poeta e amigo Sergio Viralobos para criarmos “A Caverna dos Destinos Cruzados”, junto com um bricoleur incrível, o Leonardo Chioda, que é fera do baralho filosófico e aventado antes de todos para entrar na Caverna. Deu tudo muito certo, era pra ser.”

    A produção audiovisual dessa obra ficou por conta da Trópico.TV e foi dirigida por Di Florentino. O trabalho criativo foi uma articulação de Di com Sergio Viralobos, produtor e um dos autores do livro. Dentre alguns desafios para essa construção estava a necessidade de recriar a atmosfera lúdica e a beleza que está presente no livro. Sobre isso, Sergio e Di comentam quais foram as escolhas que fizeram para que a visão criativa se somasse à visão da produção.  

    “Cientes de que o livro tinha uma grande carga imagética, eu e Monica achamos que seria possível produzir 22 pequenos filmes com a leitura dos poemas referentes a cada carta do Tarô do Fim do Mundo. Contatamos a grande dupla de atores Nena Inoue e Ricardo Nolasco, que toparam na hora o desafio. Nena indicou-nos a Trópico para dirigir a filmagem e estava armada a produção dessa nova visão da Caverna dos Destinos Cruzados.”

    “Gostamos muito de criar formatos para redes sociais e pensamos que poderia ser uma boa realizar essa série para IGTV. O universo imagético do Tarô e a força dos poemas de “A Caverna dos Destinos Cruzados” nos possibilitaram trazer cenas bem interpretadas com o trabalho de uma fotografia toda pensada para o canal, por exemplo, captando em janela 9×16. Eu queria uma locação que pudesse ter texturas e espaço para criação de atmosferas de luz, o resultado são vídeos de Nena Inoue e Ricardo Nolasco declamando poemas como se estivéssemos junto com eles. É uma experiência “virtual” que dialoga com os sentidos de estar frente a frente com os atores.”

    Os figurinos e adereços foram produzidos e caracterizados por Áldice Lopes a partir do acervo de Ronaldo Silvestre. Os vídeos que compõem a série “A Caverna dos Destinos Cruzados” dão vida e força às histórias dos personagens do livro homônimo. Essa série, inédita no IGTV, explora as possibilidades inventivas das linguagens como o Tarô, a poesia, o audiovisual e o teatro, em uma celebração da arte e da vida em todas as suas dimensões.

    Serviço: Assista a série  “A Caverna dos Destinos Cruzados” no perfil do Instagram. No dia 27/05, a partir das 19h00, os autores, Monica Berger e Sergio Viralobos participam de uma live de lançamento com o diretor Di Florentino, sobre como foi transpor a linguagem do livro de poemas para essa série no IGTV.

  • Cantora aprimorou técnica agressiva no vocal

    Vocalista pioneira de gutural participa de documentário sobre heavy metal em Curitiba

    Com Assessoria de Imprensa

    A cantora Tati Klingel é a precursora no vocal gutural feminino em Curitiba, e desenvolveu uma técnica específica para desempenhar este papel. Uma referência em vocal agressivo em âmbito nacional, há anos passou a lecionar aulas de canto, o que possibilitou que muitos outros pudessem se desenvolver e alcançar seus objetivos dentro do universo musical.

    Sua carreira como vocalista de bandas de metal e instrutora de técnica vocal será eternizada no documentário “Curitiba In Peso – A História do Metal Coré-Etuba”, material que conta a história da música pesada na capital paranaense. A artista gravou este mês sua participação, falando de maneira sincera sobre o cenário musical da cidade e suas conquistas neste meio.

    Tati dá aulas de vocal há sete anos, com o projeto A Arte de Berrar, o que vem alicerçando cada vez mais sua carreira. Além do acompanhamento dos aprendizes na parte musical, ela presta assessoria para o crescimento dos alunos como artistas em cima do palco. Uma das alunas de Tati Klingel é Fernanda Souza, que não tem banda mas tem como sonho integrar um grupo de Black/Doom Metal. Uma das recentes realizações de Fernanda foi aparecer em um vídeo ‘fan-contest’ da banda Crypta, interpretando a faixa “From The Ashes”.

    Assista ao video: https://youtu.be/goJehVsDDrg

    Realizações

    A jovem Fernanda conta como entrou no universo da música pesada: “Desde os 15 anos acompanhava bandas com mulheres com vocal extremo: Arch Enemy, Cadaveria, Kittie e Otep. Nunca achei que para o estilo existiria algum tipo de técnica como para o canto tradicional”. Em uma conversa com um amigo, acabou desmotivada pela falta de uma orientação técnica para esta modalidade vocal: “Lembro como se fosse hoje, há mais de 10 anos, de comentar com um amigo que tinha banda e cantava gutural: ‘um dia quero cantar assim’. A resposta foi: ‘cante limpo, não faça isso com sua voz, machuca’”.

    O fato postergou seu aprendizado, sonho retomado recentemente: “Durante a pandemia comecei a pensar em realizar alguns sonhos antigos. Procurei professores de gutural e canto extremo de forma geral e me surpreendi com a quantidade de pessoas qualificadas para falar do tema, sobretudo quando pensamos no público feminino, já que esse tipo de canto sempre foi visto como ‘para homens’”. E quando Fernanda encontrou Tati Klingel, a sintonia foi imediata: “Eu tinha uma meta: fazer aula com alguém que eu ouvisse e falasse ‘mano, olha essa voz, pago um pau!’. Isso aconteceu com a Tati! Comecei a ver ela cantando, dando aula, a energia, o método, e sobretudo a paciência, e me joguei”, explica.

    A relação criada entre as duas não foi apenas de instrutora/aluna: “Comecei as aulas extremamente empolgada, mas [tive] uma crise de refluxo, seguida por uma gastrite. Fiquei parada uns dois meses, dei uma desanimada, mas a Tati com toda paciência do mundo deu todas as dicas, não desistindo dos alunos. Posso dizer que o canto tem sido terapêutico na minha vida, em momentos tão difíceis para nós atualmente”, relata.

    Toda a dedicação de ambas as partes foi coroada com a aparição no vídeo da Crypta: “Não esperava esse boom de aparecer no clipe de fãs do Crypta. Isso foi insano. Mandei despretensiosamente, achei que não rolava! Quando vi minha carinha ali, do lado de gente foda em suas performances, eu cai de cara. Mandei na hora pra Tati, e o mais legal é que ela vibra com a conquista dos alunos, como se tivéssemos passado em uma grande universidade”. Apesar do reconhecimento, Fernanda não pensa em parar por aí: “Depois de ter meus segundos de fama no clipe, estou com um novo gás para continuar estudando mais ainda vocais extremos. Sobre ter banda? Música não é minha profissão, mas com certeza o gutural é minha paixão. Então, eu super participaria de uma banda”, finaliza. Conheça mais a história de Fernanda Souza em seu Instagram: https://www.instagram.com/_dendropheels.

    Histórico

    A carreira de Tati Klingel como vocalista de metal extremo começou há cerca de 15 anos, quando integrou o Diagora, grupo de tributo ao Arch Enemy. Posteriormente, a cantora, que cursa música na UFPR, teve marcante presença na lenda do thrash metal Mercy Killing, com a qual gravou o álbum Euthanasia, de 2015.

    Atualmente integra a Hokmoth, que lançou em 2019 o EP Neophytvs. Outra banda que Tati faz parte é a Divine Pain, de Danilo Coimbra (Malefactor), com quem gravou o single – e compôs a letra – “Scarlet”.

    Tati dá aulas de vocal há oito anos, com o projeto A Arte de Berrar, se tornando uma referência nacional sobre as técnicas de canto agressivo. Além do acompanhamento dos aprendizes na parte musical, Tati presta assessoria para o crescimento dos alunos como artistas em cima do palco.

    Em março último, ministrou uma série de workshops e masterclasses voltados ao ensino da técnica vocal às mulheres, atendendo tanto iniciantes quanto quem já tem alguma experiência com o canto.

    Informações: www.tatiklingel.com

  • Banda curitibana aposta em Rock and Roll despojado

    Dona Mag anuncia lançamento de single em inglês

    Com Assessoria de Imprensa

    A banda curitibana Dona Mag anunciou o lançamento de um single duplo contendo as músicas “Can’t Breathe” e “The Last Day” para o mês de maio. As composições são as primeiras gravadas pelo grupo em inglês. Em junho, a Dona Mag colocará no mercado outro single inédito.

    Este ano a Dona Mag já havia lançado vários vídeos em seu canal no YouTube, mostrando que o Rock and Roll não pode parar. Um dos grandes destaques foi a releitura acústica que o quarteto fez para a canção autoral “Do Sujo Ao Correto”, uma das mais conhecidas de seu repertório.

    https://www.youtube.com/watch?v=MqgATKUpT5o

    Dona Mag

    A Dona Mag é uma banda de Curitiba fundada em 2002, firmando um compromisso com o Rock and Roll. Músicas com ritmo marcante e pesado, somados a letras que falam da vida, a Dona Mag aplica sua identidade única em suas composições, seguindo a trilha clássica do rock. Atualmente o grupo é formado por Rui Ventura (vocal), Osíris de Mico (guitarra), Alex Magrão (baixo) e Camilo Parizotto (bateria).

    O primeiro álbum da banda, Magna Carta, conta com 10 faixas autorais, incluindo os sucessos “Litro de Rum” e “Do Sujo ao Correto”, com alta rotatividade nas grandes rádios de Curitiba e região. Outro destaque do trabalho é “Depois de Amanhã”, música que possui videoclipe no YouTube.

    Em seu repertório ao vivo, a banda também apresenta tributos a grandes nomes do rock nacional e internacional, como Bon Jovi, Deep Purple, Judas Priest, Ramones, Kiss, Metallica, Raimundos, Matanza, entre tantos outros.

    Foto: Nay Klym

    Ouça

    https://open.spotify.com/artist/4r4w8hSCzHpAD3S8yZP9TI

    https://itunes.apple.com/br/album/magna-carta/id1153240657

    https://www.deezer.com/en/artist/10999334

    Informações

    http://www.donamag.com/

    https://www.facebook.com/donamag

    https://www.instagram.com/donamagrock/

    Formação

    Rui Ventura – Vocal

    Osiris de Mico – Guitarra

    Alex Magrão – Baixo

    Camilo Parizotto – Bateria

  • Longa-metragem conta a história da música pesada com as principais bandas da cena local

    Child O’ Flames participa do documentário Curitiba In Peso


    Com Assessoria de Imprensa

    Em fase avançada de produção de seu novo single, a banda Child O’ Flames registrou sua participação no documentário Curitiba In Peso – A História do Metal Coré-Etuba. O filme contará a história da cena da música pesada na capital paranaense, por meio de depoimentos dos principais grupos que ajudaram a escrever estes capítulos.

    “Ficamos muito honrados com o convite para participar deste projeto que valoriza a cena do metal curitibano, reforçando sua importância em âmbito nacional”, comenta o guitarrista Cesar Augusto, que gravou seus depoimentos com a equipe de produção do documentário.

    A Child O’ Flames lançará em breve um single inédito, para marcar a estreia de sua nova formação. Um dos mais importantes nomes da cena metal de Curitiba, o quinteto passou recentemente por uma reformulação, com as entradas do vocalista Thiago Acantara e do guitarrista Luis Ferraz. A Child O’ Flames em 2021 é formada pelos remanescentes Felipe Borges (bateria), Cesar Augusto (guitarra), Felipe Gusinski (baixo), além de Thiago e Luis.

    O último álbum da Child O’ Flames é A New Rising, de 2020, que figurou em listas de melhores lançamentos do ano. De nova cara, a banda de Curitiba foca em seu próximo disco, que já está sendo composto pelos músicos. Siga as redes sociais para acompanhar as novidades e se inscreva no canal do YouTube.


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  • "A Bigger Bang: Live On Copacabana Beach" terá edição em LP, CD, DVD e Blue Ray

    Gravado no Brasil, show com maior público dos Rolling Stones será lançado em álbum

    “A Bigger Bang: Live On Copacabana Beach” será finalmente lançado na íntegra no dia 09 de julho nos formatos DVD, Blue Ray, LP e CD, com som remixado, reeditado e remasterizado.

    Para quem esteve em Copacabana no dia 18 de fevereiro de 2006 nesta apresentação gratuita junto a aproximadamente 1,5 milhão de pessoas, este lançamento representa várias lembranças e o sentimento de ter participado de um dia histórico para o Rock ‘N Roll mundial.

    Além do álbum, um EP digital de 5 faixas será lançado no dia 28 de maio e, como parte do primeiro lançamento do Record Store Day, uma edição limitada de 10 ”em disco de fotos será lançado no dia 12 de junho – com Rain Fall Down (ao vivo na Praia de Copacabana) e Rough Justiça (viva em Salt Lake City).

    Vale dizer que em 2007 foi lançado o DVD “The Biggest Bang” com o show de Copacabana, mas com cortes. Neste edição especial dedicada somente para a apresentação de Copacabana, o álbum contará a gravação na íntegra.


    Números de Copacabana


    As estatísticas do público que esteve no concerto dos Rolling Stones variaram entre 1,2 milhão e 1,5 milhão de pessoas. Cerca de 10 mil policiais foram destacados para a segurança no período. O show custou US$ 2,5 milhões.

    O palco tinha 24 metros de altura, por 70 metros de largura. Havia 16 torres de som entre Copacabana e o Leme. Em sete delas foram colocados telões. Foi o maior público da trajetória dos Rolling Stones, desde 1964. O segundo maior público foi o lendário show no Hyde Park de Londres em 1969, para 500 mil pessoas. Além do público, o show marcou história porque o guitarrista original da banda, Brian Jones tinha morrido há dois dias. Foi a primeira apresentação do jovem substituto de 20 anos de idade, Mick Taylor, que antes de Brian morrer tinha acabado de assumir o posto.


    Assista ao trailer:
    https://youtu.be/gt-5STCnVd0

    Pré-venda:
    https://mercury-studios.lnk.to/TheRollingStonesABiggerBang

    Set List do show

    Infelizmente a banda não incluiu a canção “Gimme Shelter”. Grande ausência considerada por muitos fãs.

    – “Jumping Jack Flash”
    – “Its Only Rockn Roll”
    – “You Got Me Rock”
    – “Tumbling Dice”
    – “Oh no not you again”
    – “Wild Horses”
    – “Rain fall down”
    – “Midnight rambler”
    – “The night time is the right time”
    – “This place is empty”
    – “Happy”
    – “Miss You”

    – “Rough Justice”
    – “Get off of my cloud”
    – “Honky Tonk Woman”
    – “Sympathy For The Devil”
    – “Start Me Up”
    – “Brown Sugar”
    – “You Can’t Always Get What You Want”
    – “(I Can’t Get No) Satisfaction