• Banda com expoentes do rock curitibano lançará novo videoclipe. Confira o trabalho!

    A Usina de Criação da Orquestra Sem Fim

    A Usina de Criação da Orquestra Sem Fim

    Há cerca de três anos um grupo de músicos e compositores paranaenses começaram a ensaiar e, após os primeiros encontros, elaborou um novo repertório de canções. Eles são Rodrigo Barros (vocal e guitarra), Sérgio Viralobos (vocal), Walmor Douglas (baixo), Marcelo Sandmann (teclados), Miguel Zattar (guitarra) e Carlos Alberto Lins (bateria). São oriundos de grupos seminais da cena musical curitibana como Contrabanda, Opinião Pública, Beijo AA Força, Maxixe Machine e ZiriGdansk

    No ano de 2018, gravaram e mixaram as novas músicas no estúdio Ponto Z. O material será lançado , em breve, em rádios e canais da Internet. Neste período, fizeram alguns shows e a aceitação motivou os músicos a formar uma nova banda: a Orquestra Sem Fim.

    Além de montarem um show com uma pegada mais madura, agressiva e romântica. Durante o ano de 2019 tocaram em lugares como a Biblioteca Pública do Paraná e os bares Jokers e 92 Degraus. Para maio deste ano já tinham agendado dois shows no Teatro Paiol, com Mário Bortolotto como convidado. Tinham também apresentações marcadas no Rio de Janeiro e São Paulo, além de uma negociação avançada para tocar na Europa. No entanto, o surgimento da pandemia do coronavírus obrigou a banda a adiar tais compromissos.

    “A pandemia não pode conter o furor criativo deste coletivo de artistas. Como não podemos nos encontrar ao vivo, resolvemos fazer videoclipes das músicas já gravadas no estúdio Ponto Z, cada um filmando da sua residência, naturalmente”, argumenta o compositor Sergio Viralobos.

    Dirigida por Rodrigo Barros, histórico e folclórico personagem do underground curitibano, a Orquestra Sem Fim já lançou os clips de ATIVEI MEU AVATAR (https://www.youtube.com/watch?v=9Gs72YITLPg list=PLCgUenXpBcY6MogWPiVgwr6n4Q2FGTgY1&index=7&t=0s ),


    BASEMENT BOOKS (https://www.youtube.com/watch?v=Jgpvw0SCtEQ&list=PLCgUenXpBcY6MogWPiVgwr6n4Q2FGTgY1&index=3)


    e A MARCA DO ANEL NO DEDO (https://www.youtube.com/watch?v=qqpOmuca3ZU&list=PLCgUenXpBcY6MogWPiVgwr6n4Q2FGTgY1&index=1).


    No dia 10 de setembro (próxima quinta-feira) está prevista a estreia do novo vídeo da Orquestra Sem Fim: GANÂNCIA GANHARÁ. “Aproveitem enquanto não inventam uma vacina para isto”.

    Mais informações: www.sinnersrockbeer.com.br

    heavymol@hotmail.com

  • Apresentação seria em outubro deste ano

    Show de Doro Pesch em Curitiba só em 2021

    Show de Doro Pesch em Curitiba só em 2021

    Por causa da pandemia do Coronavírus, a turnê latino-americana da cantora alemã de heavy metal, DORO PESCH, que seria no próximo mês, foi oficialmente adiada para 2021. As novas datas estarão entre os meses de Agosto e Setembro do próximo ano, e os ingressos adquiridos previamente para as apresentações permanecem válidos.

    Em Curitiba o show foi marcado para o dia primeiro de setembro no CWB Hall. Anteriormente estava marcado para o dia 14 de outubro deste ano. Com quase 40 anos de trajetória, Doro fez parte da banda Warlock e atualmente divulga o álbum “Forever Warriors, Forever United”, de 2018.

    Confira as datas atualizadas da tour

    28/08/21 – Foro Indie Rocks – Cidade do México (México)
    29/08/21 – Café Iguana – Monterrey (México)
    01/09/21 – CWB Hall – Curitiba (Brasil)
    03/09/21 – Armazém – Fortaleza (Brasil)
    05/09/21 – Bar da Montanha – Limeira (Brasil)
    07/09/21 – Carioca Club – São Paulo (Brasil)

  • Bar procura outras alternativas para atuar na pandemia

    Crossroads cria coleção exclusiva de camisetas que refletem o momento atual

    Crossroads cria coleção exclusiva de camisetas que refletem o momento atual

    Informações com Assessoria de Imprensa

    Estampas trazem combinação de humor, arte e conscientização. Camisetas já estão disponíveis por tempo limitado

    O Bar Crossroads, referência na cena rock n’roll da capital paranaense, apresenta sua linha exclusiva e limitada de camisetas, em uma coleção com estampas originais e que combinam criatividade, coragem e arte com conscientização e bom humor.

    A iniciativa tem o objetivo de amenizar as consequências econômicas trazidas pelo momento atual. “O Cross sempre buscou tratar as situações com bom humor. O momento é delicado, mas precisamos ter coragem para enfrentar este momento e ter esperança de que tudo vai melhorar. A nossa coleção exclusiva traz estampas divertidas, que combinam pitadas de informação, como sobre a utilização de máscaras e a importância da quarentena, com elementos que remetem à nossa identidade”, comenta Alessandro Reis, fundador do Bar Crossroads.

    Os modelos estão disponíveis em todos os tamanhos pelo valor de R$79,90 e podem ser encomendados pelo Whatsapp (41) 3243-3711.

    Alternativas durante a pandemia

    Desde o início do período da quarentena, o Bar Crossroads vem trazendo alternativas de entretenimento, prezando pela segurança do público e da equipe. Drive Thru de bebidas e gastronomia, shows com transmissão online, rifas, arrecadações coletivas voltadas a músicos e famílias em vulnerabilidade são algumas das ações que vem sendo realizadas frequentemente.

    Mais informações: www.sinnersrockbeer.com.br

    heavymol@hotmail.com

  • LVNA Fest II: evento online acontece dia 29 de agosto

    Bandas com mulheres da música pesada em festival beneficente no Youtube

    Bandas com mulheres da música pesada em festival beneficente no Youtube

    Informações com Assessoria de Imprensa

    Além de ser organizado por mulheres, todas as bandas do cast contam com mulheres em sua formação

    A segunda edição do festival LVNA FEST vai acontecer online, dia 29 de agosto (sábado), no canal do YouTube do LVNA Art. O cast do evento reúne grandes nomes da música pesada nacional e a atração internacional BloodHunter, da Espanha. A vocalista do grupo é Diva Satanica, atual frontwoman da Nervosa. Todas as bandas participantes desta edição contam com mulheres na sua formação.

    Em 2020 nasceu um novo espaço para exaltar a potência feminina no heavy metal/underground nacional e internacional. O LVNA Art, que teve sua origem com um festival que aconteceu em Curitiba/PR no mês de fevereiro, é um time de duas mulheres apaixonadas por música e arte em geral, e também admiradoras de bandas com mulheres na formação. Nesse espaço, promovido nas mídias sociais, encontram-se divulgações de bandas, artistas em suas mais variadas manifestações, playlists e muito mais!

    Essa segunda edição do festival, acontecerá de forma online e será beneficente, em prol da ONG Mulheres da Luz, um coletivo que busca promover cidadania e garantia de direitos humanos para mulheres em situação de prostituição na cidade de São Paulo, realizando desde 2013 atividades relacionadas à educação, cultura, saúde, cidadania e acesso a direitos sociais. Assim como inúmeros grupos sociais, as mulheres contempladas pela ONG se encontram em situação ainda mais vulnerável por conta da pandemia.

    O intuito do festival é, além de promover um momento de entretenimento para os interessados e aficionados em música pesada, prestar auxílio para o coletivo.

    Na foto a banda de Diva Satanica, agora no Nervosa.

    SERVIÇO
    Data: 29 de agosto de 2020 (sábado).
    Local: Online – YouTube LVNA Art – www.youtube.com/lvnaartfest
    Horário: 20h00.
    Doações para a ONG Mulheres da Luz: Durante o fest as doações poderão ser feitas através do direcionamento ao PicPay da ONG por QRCode, mas, além disso, serão disponibilizadas outras formas de doação, como transferências bancárias e outras disponibilizadas no site https://www.mulheresdaluz.com.br/
    Cast: ABLE TO RETURN, ABSTRACTED, ANAMA, BLOODHUNTER, BRIGHTSTORM, DARK VALLEY, DIVINE PAIN, FENRIR’S SCAR, FINAL DISASTER, FLOWERLEAF, FLOWERS TO THE GROUND, HAMEN, INRAZA, LASTING MAZE, LIA KAPP, NO ONE SPOKE, QUANTUM, SACRIFICED, SINAYA, VOCCATUS.
    Apoio: Acesso Music, Garotas do Front, Headbangueira, LVNA VOX Studio, O Subsolo.

    Página do festival: https://www.facebook.com/lvna.art/
    Evento: https://www.facebook.com/events/1556475684557400/
    Instagram: https://www.instagram.com/lvna.art/
    Realização: LVNA Art

  • Tattooed On My Brain é o primeiro disco com o vocalista Carl Sentance

    Nazareth consegue renovação em novo álbum

    Nazareth consegue renovação em novo álbum

    A banda Nazareth, que sofreu uma das principais perdas de sua história com a saída do carismático vocalista Dan McCafferty em 2013, demonstra que segue renovada com o novo álbum “Tattooed On My Brain”. Vale mencionar que o cantor original foi substituído por muito pouco tempo por Linton Osborne, que não chegou a esquentar a cadeira e, em seguida, deixou o posto para Carl Sentance. Infelizmente Dan deixou a banda devido ao agravamento de sua Doença Obstrutiva Pulmonar Crônica (DOPC), após quase 50 anos no posto.

    Com Carl Sentance, que gravou o álbum “Round 13” no Krokus, a banda entrou em estúdio em 2018 para o novo trabalho. Ao anunciar um segundo vocalista para o lugar de Dan muitos fãs expressaram desconfiança. Várias críticas foram emitidas nas primeiras apresentações, mas não foi o que aconteceu quando a banda soltou o disco novo.

    Lançado internacionalmente pela Frontiers Records, o 24º álbum de estúdio do Nazareth que chegou recentemente ao Brasil exibe o mais autêntico e cru hard rock setentista ao começar pela faixa título e reafirmar o estilo em faixas como “Never Dance with the Devil” e “State of Emergency”.

    Porém, fãs podem reclamar que o estilo tem pouca semelhança com o desenvolvido pelo Nazareth, desde a década de 1970. Mas isso não pode ser avaliado como um defeito. A banda demonstra renovação com o novo vocalista, que por exibir personalidade até dificulta a comparação com o antecessor Dan McCafferty. Vale mencionar que os discos mais recentes “The Newz” (2008), “Big Dogz” (2011) e “Rock ‘n’ Roll Telephone” (2014) exibem bons momentos, mas pediam renovação.

    Ao nos conceder entrevista em Curitiba pouco antes de show da turnê de lançamento do álbum em outubro de 2019, o baixista e fundador do Nazareth, Pete Agnew, falou sobre o trabalho, que na época ainda estava sendo absorvido pelos fãs.

    “Tudo valeu a pena e você pode ouvir isso em nosso novo álbum, “Tattooed On My Brain”, que é provavelmente um dos melhores álbuns do Nazareth já gravados e, de fato, recebeu as melhores críticas de qualquer álbum em toda a nossa carreira! Então agora sabemos que estamos em posição de ser uma banda com uma história orgulhosa que está gravando e tocando concertos com a emoção de uma nova banda”.

    Agnew também comentou o entrosamento com o novo vocalista.

    “O melhor de Carl é que ele é completamente diferente de Dan em sua abordagem de nossas músicas, e isso deu a todo material uma nova vida e tornou-se renovado novamente. Muitas pessoas que buscam preencher a posição de Dan enviaram gravações para ouvirmos onde a maioria era “imitadores de Dan” e definitivamente não queríamos isso. Nós pensamos que, se decidíssemos continuar como uma banda, não seria apenas uma roupa tentando recriar o passado, mas algo comemorando um presente emocionante com vista a um futuro criativo”.

    E ao ouvir “Tattooed On My Brain”, as palavras de Pete Agnew se confirmam nas canções.


    Foto: Ilustração capa do álbum

  • Vazaram conversas do músico com fã adolescente

    Baterista é oficialmente desligado da banda CPM 22

    Baterista é oficialmente desligado da banda CPM 22

    O vocalista do CPM 22, Fernando Badauí, utilizou as redes sociais da banda para confirmar o afastamento definitivo do baterista Ricardo Japinha. No mês de junho passado, o músico foi afastado depois do vazamento de uma conversa realizada em 2012 com uma fã de 16 anos.

    As conversas do baterista com a fã adolescente tiveram repercussão nacional e foram publicadas em um site em que mulheres denunciam, anonimamente, supostos assédios e abusos sexuais.

    “BOM DIA FÃS E AMIGOS!!!
    Por favor, leiam atentamente como se eu tivesse falando e olhando no olho de cada um de vocês!!
    Em 1995 o Wally me chamou pra montar o CPM que depois se tornaria CPM22. Desde então, isso passou a ser a minha razão de viver, assim como a oportunidade de poder expôr meus ideais, o que acredito, o que me incomoda, o que me deixa feliz, as frustrações, o amor… A banda se tornou profissional, caímos na estrada, foi e está sendo a realização de um sonho, mas com isso, mesmo sendo algo sensacional, vem o desgaste, a convivência e as divergências. Isso é normal, desde que não ponha em risco o principal motivo de estarmos aqui, o CPM22. Cada integrante que saiu da banda, saiu por alguma razão e estamos passando de novo pela mesma situação. Depois de sermos surpreendidos com o teor das questões relacionadas ao nosso baterista Ricardo Japinha, tentamos entender realmente o que significava isso tudo e chegamos à conclusão que esse tipo de conduta NÃO condiz com o que acreditamos e com o que a banda defende. Dito isto, venho aqui comunicar que, após uma conversa franca, entre nós, olho no olho, o Japinha está sendo desligado do CPM22. Nossas decisões sempre foram e sempre serão tomadas para o melhor da banda, como instituição. Todos cometemos erros, mas alguns, infelizmente comprometem uma relação!! Agradecemos de coração e o desejamos sorte!! Quem quiser seguir com o CPM22, vamo com tudo!! Eu amo essa porra, essa banda faz parte de mais da metade da minha vida e às vezes temos que tomar decisões difíceis. Se não tivéssemos enfrentado cada situação, boa ou ruim, com seriedade, não estaríamos completando 1/4 de século de existência!! Bom, é isso, aguardem as novidades!!! Fiquem em paz!! Beijos e abraços!!
    Badaui”

  • Apresentação será no mês de agosto

    Confirmada mudança de data do show do A-ha em Curitiba para 2021

    Confirmada mudança de data do show do A-ha em Curitiba para 2021

    O show da banda norueguesa A-ha que estava marcado para acontecer em Curitiba no dia 08 de setembro (terça-feira), no Teatro Positivo, foi transferido, como antecipado pelo o blog Sinners Rock Beer, para o segundo semestre de 2021. Adiado em decorrência da pandemia de Covid-19, a apresentação acontecerá no dia 24 de agosto de 2021 no mesmo local.

    A turnê mundial que celebra o aniversário de 35 anos do álbum de estreia do grupo norueguês A-HA, “Hunting High AndLow”, tem novas datas também nas outras cidades do Brasil. Os demais shows vão acontecer em 14 de agosto, na Arena Fonte Nova, em Salvador, 18 de agosto no Expominas, em Belo Horizonte, 19 de agosto na Jeunesse Arena, Rio de Janeiro e 21 de agosto no Espaço das Américas, em São Paulo.

    A turnê que celebra 35 anos do álbum de estreia do A-ha apresenta hits como “Take On Me”, “Love Is Reason”, “The Sun Always Shines on TV”, “Train of Thought” e a faixa-título, além de outros sucessos.

    A turnê nacional do A-ha é uma realização da Move Concerts.

    Mais informações: www.sinnersrockbeer.com.br


    heavymol@hotmail.com

  • "Uma noite com Bruce Dickinson" ganha data em Curitiba

    Bruce Dickinson do Iron Maiden fará palestra na Ópera de Arame em 2021

    Bruce Dickinson do Iron Maiden fará palestra na Ópera de Arame em 2021

    O aguardado evento especial “WHAT DOES THIS BUTTON DO? UMA NOITE COM BRUCE DICKINSON” – programado para acontecer no mês de agosto desta ano em São Paulo, e adiado devido à pandemia da COVID-19 – está confirmado para o 11 de dezembro de 2021, no Tom Brasil, em São Paulo. Os ingressos já adquiridos serão válidos para a nova data e novos ingressos estão à venda pela Livepass.com.br.


    Além da apresentação paulista, Curitiba também receberá Bruce Dickinson no dia 12 de dezembro de 2021, na Ópera de Arame. A data de abertura da venda de ingressos e preços serão anunciados em breve.

    Além de ser um dos artistas mais famosos e aclamados da atualidade, por conta de sua carreira como vocalista do Iron Maiden, Bruce Dickinson também tem uma vida singular fora dos palcos, sendo piloto e capitão de uma companhia aérea, empresário da aviação, cervejeiro, roteirista de cinema, romancista e autor de best-sellers, apresentador de rádio, ator de televisão, esgrimista internacional, comentador de esportes e palestrante motivacional

    A publicação em 2017 de sua autobiografia best-seller do New York Times e UK Times, “WHAT DOES THIS BUTTON DO?” fez com que Bruce fosse convidado para uma série de leituras pelos cinemas do Reino Unido, surgindo daí a palestra “WHAT DOES THIS BUTTON DO? UMA NOITE COM BRUCE DICKINSON”, que acabou por se tornar um verdadeiro “one-man” show, onde o artista entretém por mais de duas horas o público que vem lotando teatros mundo afora, incluindo uma apresentação esgotada no Edinburgh Festival Fringe, considerado um dos maiores festivais de artes do mundo.

    Dividida em duas partes, sendo a primeira metade uma visão com muito humor da verdadeira montanha russa que é sua vida, onde Bruce conta suas incríveis histórias, algumas inclusive que foram cortadas da edição final do livro, vividamente ilustradas com fotografias exclusivas.

    Já a segunda metade da noite é dedicada a uma sessão de perguntas e respostas, onde perguntas extravagantes, francas e muitas vezes totalmente loucas são muito bem recebidas e respondidas invariavelmente por Bruce, o que torna o evento sempre muito aplaudido e extremamente divertido, tornando-se uma oportunidade imperdível para testemunhar um dos maiores ícones da história da música mundial em um ambiente totalmente íntimo.

    Mais informações: www.sinnersrockbeer.com.br

    heavymol@hotmail.com



    Foto DIVULGAÇÃO

     

  • Banda brasiliense dos anos 80 mantém a tradição do pós punk

    Em nova fase, Finis Africae lança o segundo single “Abrolhos”. Escute!

    Em nova fase, Finis Africae lança o segundo single “Abrolhos”. Escute!

    Bem ao estilo pós-punk da segunda metade da década de 1980 e sem querer inventar (trata-se de um elogio), a banda brasiliense Finis Africae divulga nesta semana, nas plataformas digitais, o single “Abrolhos”.

    Lançado e distribuído pela CopaSoul Discos e IMusics, a canção é fiel ao estilo que consagrou o grupo, que faz parte da segunda geração do rock de Brasília. Vale dizer que em janeiro deste ano, o Finis lançou o primeiro single “Santa Júlia” (https://www.youtube.com/watch?v=ZIHxuUU7RnM)

    Na retomada das atividades, o Finis Africae programou lançar uma série de canções durante o ano de 2020 nas plataformas digitais.

    Confira a nova canção: https://www.youtube.com/watch?v=xAl8W3M4QI0



    Foto: Divulgação.

  • Filme aborda ressurreição da banda inglesa

    Netflix disponibiliza documentário que expõe a história de Adam Lambert no Queen

    Netflix disponibiliza documentário que expõe a história de Adam Lambert no Queen

    Ao navegar pela Netflix é possível encontrar um documentário musical muito interessante para os admiradores de rock clássico e, também, às novas gerações que começam a tomar gosto pelo estilo. Trata-se de “The Show Must Go On: The Queen + Adam Lambert Story”.

    Intitulado com uma consagrada canção da banda de Freddie Mercury gravada no último álbum de estúdio “Innuendo”, o filme conta com depoimentos do guitarrista Brian May, do baterista Roger Taylor e do cantor Adam Lambert; além dos pais de Adam, Simon Cowell, o ator Rami Malek, que ficou conhecido no papel de Freddie Mercury no premiado filme “Bohemian Rhapsody”, entre outros.

    O trabalho também conta com cenas raras de shows e imagens inéditas dos bastidores desde o ano em que Adam se juntou a banda, em 2011, além de imagens do cantor aos 10 anos de idade, sua adolescência e sua trajetória na música desde criança.

    O principal mérito do documentário é demonstrar como o Queen conseguiu escalar um cantor revelação sem comprometer sua história e, principalmente, sem arranhar a obra de Freddie Mercury.

    O grupo que estava há muito tempo adormecido conseguiu agregar uma legião de fiéis fãs a um público renovado, formado por uma nova geração. Fato visível nos inúmeros shows, que compõem suas atuais turnês, realizadas por todo o mundo.

    O processo de revelação de Adam Lambert no reality show “American Idol” até o convite para reviver a obra de Freddie Mercury é exposto no filme. É facilmente perceptível que o processo de entrosamento entre os membros remanescentes do Queen e o cantor foi rápido e os antigos fãs não demonstraram resistência a Adam, percebendo que não se tratava de uma substituição a Freddie Mercury.

    O documentário é cuidadoso para expor esta nova fase da banda. Tanto Brian May como Roger Taylor estavam aposentados e não esperavam levar este novo projeto tão longe. Vale a pena conferir este documento. Dá para arriscar que em relação ao conteúdo informativo é mais produtivo que o filme “Bohemian Rhapsody”, que foi de grande importância para arrebatar novos fãs, mas pecou na quantidades de erros, apesar de ser uma cinebiografia e não um documentário.

    Mais informações: www.sinnersrockbeer.com.br

    heavymol@hotmail.com

    Foto: Divulgação

  • Líder do Renato e Seus Blue Caps não resiste a cirurgia cardíaca

    Rock Brasileiro perde Renato Barros

    Rock Brasileiro perde Renato Barros

    A filha do músico Renato Barros, Erika Barros, informou em suas redes sociais que o vocalista e guitarrista da icônica banda Renato e Seus Blue Caps morreu aos 76 anos nesta terça-feira (28 de julho).

    "O problema é saber o que fazer com a saudade... agora definitivamente meu pai é uma estrela e eu tenho certeza que estará olhando sempre por mim, minha irmã e suas netas. Vai ser difícil acostumar ficar sem você pai. Mas Deus sabe de todas as coisas. Te amo muito, você foi o melhor pai do mundo", informa a publicação.

    O cantor estava internado desde o dia 17 de julho, em um hospital no Rio de Janeiro, por ter sofrido problemas cardíacos. Ele foi submetido a uma cirurgia para tratar uma dissecção na aorta, lesão na camada mais interna da artéria aorta.

    Vale dizer que o músico foi fundador de uma das primeiras bandas de rock do Brasil, expoente do movimento chamado Jovem Guarda. Fundado em 1960 no Rio de Janeiro, o grupo revelou o icônico Erasmo Carlos.

    Na época, o grupo utilizava a fórmula de fazer versões do rock britânico e norte-americano em português.

  • Dias antes de ser internado, o lendário músico que se recupera de AVC concedeu entrevista

    Oswaldo Vecchione completa 53 anos de rock com Made In Brazil

    Oswaldo Vecchione completa 53 anos de rock com Made In Brazil

    Na última semana o mundo do rock foi surpreendido pela triste notícia de um AVC sofrido pelo lendário Oswaldo Vecchione, um dos maiores roqueiros de nossa história e líder do Made In Brazil.

    Dias antes, Oswaldo concedeu uma entrevista para o jornalista Rômulo Cardoso, especial para o SINNERS e que seria publicada no Dia Mundial do Rock. Em respeito ao músico e familiares, e pelo momento delicado, estamos publicando a entrevista somente agora. Que os deuses do ROCK mantenham sempre a garra e energia de Oswaldo! Já sabemos que está se recuperando e nada melhor que isso para colocarmos no ar.

    A seguir, os melhores trechos da entrevista, feita pelo roqueiro old school  e amigo Rômulo Cardoso:

    Desenrolei um papo na sexta-feira (10), via internet, com o lendário Oswaldo Rock Vecchione, o grande líder, desde sempre, da também histórica Made in Brazil. Por certo a banda de rock mais longeva em atividade, ininterrupta, no país. Desde o ano de 1967, quando deram os primeiros acordes.

    De sua casa, Oswaldo falou sobre o festejado Dia Mundial do Rock, comemorado ainda com entusiasmo no Brasil.

    O lendário roqueiro é a personificação da contracultura, da resistência e também um entusiasta, pois nunca deixou de manter a máquina ligada. O Made in Brazil, desde os primeiros dias, sempre fez questão de permanecer literalmente ativo, ao levar rock e rhythm n blues em todos os rincões, palcos grandes, bares pequenos, apertados, sem nunca esmorecer.

    Oswaldo considera importante celebrar o chamado Dia Internacional do Rock, principalmente para até “lembrarem” que o movimento está vivo, como brincou. Ressalta, ainda, a importância da data na valorização das bandas que se preocupam em fazer a boa música. “Sem se preocupar em ganhar dinheiro. Tem aqueles que se preocupam em apenas fazer barulho, sem se preocupar com a poesia”, crítica, com propriedade.

    Oswaldo, sempre que teve espaço, compôs e cantou de forma livre. Se considera um rebelde, no alto dos 72 anos de idade. Também ressalta que as bandas, devido ao atual momento político do País, estão perdendo a importância. Opina, também, que o movimento dos anos 1980 “fugiu” do rock na essência e esteve voltado ao mercado. “Eu sempre me considerei um rebelde, em pensamento e tentei levar isso para algumas letras, desde o primeiro disco. Lógico, o rock também é diversão e também gravamos e tocamos para divertir e fazer as pessoas dançarem. Mas quando vou escrever uma letra, eu fico afetado pelo momento. E hoje em dia está meio “punk”, não é? Estou tendo um certo cuidado na composição das novas músicas, pois estamos vivendo um momento muito triste, por esse governo e como ele tem afetado o País”, aponta.

    Valvulado – Oswaldo é da essência, do disco de vinil. Tem grande apreço por bandas seminais, como The Rolling Stones e os mestres do blues. Tem tatuado o icônico Chuck Berry no braço e parte do seu clássico contrabaixo – instrumento em formato de estrela.

    “Eu brinco que sou um valvulado, eu adoro escutar um disco em LP. Eu gosto de comprar um LP e ver as informações na capa, eu acho que o CD perdeu muito na arte, na valorização da capa, como arte, o impacto era muito maior”, disse.

    O músico também faz as vezes de empresário no “Made”. Motivo que faz o tempo ficar pouco para ouvir novidades, boas bandas em atividade, muitas vezes apresentadas por amigos. Para o futuro, ele crava um disco novo, muito em breve. Também quer colocar todo o material da banda nas plataformas digitais. “Estamos comemorando 53 anos sem apoio da mídia. O Made sempre foi uma banda underground, o que nos mantem na estrada foi a qualidade da nossa música, do nosso show, não gravamos discos todo ano pois  é muito caro, os últimos sete ou oito discos, eu produzi com meu dinheiro”, contou.


    Mais informações: www.sinnersrockbeer.com.br

  • Músico fez carreira nos Estados Unidos

    Guitarrista paranaense do Paul Stanley (KISS) faz live. Confira!

    Guitarrista paranaense do Paul Stanley (KISS) faz live. Confira!

    Nesta sexta-feira (17 de julho), às 20 horas , a ONG Médicos Do Mundo (World Doctors) promoverá uma live com o guitarrista Rafael Moreira, que é membro oficial da banda solo do Paul Stanley (cantor e guitarrista do Kiss) e integrante do Magnético.

    Nascido em Cambará, o paranaense radicado nos Estados Unidos participou de reality shows musicais onde despertou o interesse de estrelas do rock e da música pop. Moreira já trabalhou com P!nk, Christina Aguilera, Steven Tyler (Aerosmith), Stevie Wonder e Sheryl Crow. Adquiriu destaque entre os fãs do Kiss ao participar da banda solo do Paul Stanley e foi capa da renomada revista norte-americana, Guitar Player.

    A live será sem fins lucrativos. A instituição que promove foi fundada em 2012 e tem sede em São Paulo, atendendo pessoas em situações de vulnerabilidade, além de manter mil voluntários atuantes na área da saúde.

    Para a apresentação, o paranaense focará tanto em sua carreira solo quanto em músicas do Magnético e trará composições inéditas de ambos os trabalhos.

    Para acompanhar a transmissão, basta acessar os perfis oficiais do artista:

    Facebook:
    https://www.facebook.com/rafaelmoreira

    YouTube:
    https://www.youtube.com/user/musicmagnet10

    E confira outros canais oficiais:

    Rafael Moreira:
    https://www.rafaelmoreira.com/

    ONG Médicos Do Mundo:
    https://www.medicosdomundo.org.br/


    Foto: EM&T

  • Em quarentena, músicos do Finis Africae e Beijo AA Força compõem nova música

    Projeto ESTACAS lança segundo vídeo clipe no youtube. Confira!

    Projeto ESTACAS lança segundo vídeo clipe no youtube. Confira!

    Novamente utilizando a temática da pandemia do Coronavírus, o projeto ESTACAS lançou nesta quarta-feira (14 de julho) a nova canção “Cabaré Corona”, composta no período de quarentena, em Curitiba.

    Formada pelos músicos Eduardo de Moraes, da banda brasiliense Finis Africae, Luiz Antônio Ferreira (Beijo AA Força e Maxixe Machine), o poeta Sergio Viralobos, o ESTACAS contou nesta canção com a participação especial do guitarrista Kadu Lambach (cofundador da Legião Urbana) e do jornalista André Molina.

    Como de costume, a canção “Cabaré Corona” começou a receber os primeiros rascunhos no bar “Gostinho da Tete”, o famoso Bar da Tete do Alto da XV, pouco antes do lock down decretado há 15 dias na capital, e foi finalizada nas residências dos envolvidos.

    Vale dizer que no início da pandemia, o grupo lançou a canção ESTACAS, que deu nome ao projeto VIDEO ESTACAS 1

    Com as atividades ainda paralisadas no Bar da Tete, o jeito foi fechar a nova canção novamente em casa, com troca de arquivos pelo computador e smartphone. Vale destacar que o grupo já prepara uma terceira canção para o projeto CLÁSSICOS DA QUARENTENA.

    Confira a NOVA MÚSICA DESTE NOVO MUNDO: CANÇÃO CABARE CORONA

    CABARÉ CORONA

    (Sérgio Viralobos, Eduardo de Moraes, André Molina e Luiz Ferreira)

    TIRE SUA MÁSCARA
    VOLTEMOS AO PÓ
    VENHA PARA MIM, JÁ NÃO ESTOU TÃO SÓ
    TEM MUITA GENTE OLHANDO ATRAVÉS DO MEU CORPO
    SEM SABER QUE SÓ, SOU OSSO
    ME DÊ A MÃO E VEM CASAR COMIGO
    DANCE NO SALÃO SORRINDO PRO INIMIGO
    MERGULHAREMOS NUM LABIRINTO
    A VERDADE É QUE EU SÓ MINTO
    SÓ VOCÊ SABE COMO ME SINTO

  • Rolando Castello Júnior fundou a Patrulha do Espaço ao lado de Arnaldo Baptista, dos Mutantes

    Pioneiro do Hard Rock Brasileiro analisa estilo e o “Dia Mundial do Rock”

    Pioneiro do Hard Rock Brasileiro analisa estilo e o “Dia Mundial do Rock”

    Construir uma sólida e longa carreira no Rock ‘N Roll não é uma tarefa fácil no Brasil. Ainda mais ser pioneiro de uma das vertentes mais pesadas: o Hard Rock. Então… Nada mais justo do que no “Dia Mundial do Rock”, comemorado neste 13 de julho, conversar com o baterista Rolando Castello Júnior, que está na ativa desde o início da década de 1970.

    Considerado o terceiro “melhor baterista do Brasil de todos os tempos” pela renomada revista Roadie Crew em 2015, Júnior estreou no primeiro álbum do Made In Brazil. O famoso disco da banana, de 1974. Também participou da banda Aeroblus na Argentina e da fundação do cultuado grupo “Patrulha do Espaço” ao lado do ex-líder dos Mutantes, Arnaldo Baptista. Após a saída de Arnaldo, decidiu manter as atividades da Patrulha, que desenvolveu um som mais pesado e se tornou pioneira do Hard Rock no Brasil, gravando Lps importantes na década de 80 de maneira independente, além de realizar inúmeras turnês.

    Entre as lembranças que gosta de recordar, destaca os shows de abertura da Patrulha do Espaço na única turnê brasileira realizada pelo consagrado Van Halen, em 1983.

    Sobre o “Dia Mundial do Rock”, não está otimista por causa da pandemia do coronavírus, que atingiu em cheio a área cultural. Porém, ele não para. O músico promove relançamentos, monta novas bandas e mantém a carreira no Brasil e na Argentina. Agora em 2020, divulga o novo grupo CaSch e comemora o aniversário de 40 anos do clássico álbum preto da Patrulha do Espaço.

    Nesta segunda-feira (13 de julho) é o “Dia Mundial do Rock”. Você como expoente do rock brasileiro desde a década de 1970, com gravações de álbuns clássicos com Made In Brazil, Arnaldo Baptista e a Patrulha do Espaço, como avalia as comemorações?

    Neste momento de pandemia mundial e que no Brasil somos testemunhas de um total desgoverno e falta de gestão efetiva contra essa doença e com dezenas de milhares de mortos, não há como comemorar o Dia Mundial do Rock, as comemorações serão pífias, como o atual governo. É um péssimo momento para a música em geral.

    Acha que é uma data para refletir sobre o Rock Nacional? Pois o estilo foi bem mais prestigiado no Brasil na década de 1980.

    Sem dúvida pode se dizer que a nível história, reconhecimento massivo, e da mídia, para muitos o rock nacional começa nos anos 80, o que é uma mentira e uma injustiça, o que nada me surpreende, já que definitivamente somos um país sem memória. A reflexão fica por conta que na verdade o rock nacional dos anos 80 consagrou em sua grande maioria bandas pops e não de rock, estabelecendo um padrão meio equivocado do que é rock, fato este que, lamentavelmente, perdura até os dias de hoje.

    Inclusive aproveitamos para citar que na década de 1980 a Patrulha do Espaço fez os shows de abertura do Van Halen no Brasil. Gostaria que você recordasse para nós como era a cena na época, pois o Van Halen fez um dos primeiros shows internacionais de Hard Rock no Brasil. Como foram estes shows?

    A cena na época era difícil, mas já havíamos conquistado nosso espaço principalmente em São Paulo, capital e interior, o que facilitava e muito nosso trampo. Também tínhamos uma forte base de fãs no Rio Grande do Sul, três discos independentes e muitíssimos shows e estrada na bagagem da banda. Então foi uma consagração para a banda abrirmos o Van Halen em Sampa e uma vitória do movimento de rock nacional naquele momento, pois representávamos todas as bandas que tanto batalharam e que não conseguiram seu lugar ao sol. Os shows foram ótimos a nível ‘performance’ da banda e resposta do público, mas ao mesmo tempo foram tensos, pois era um momento que tínhamos quase todo nosso equipamento em manutenção e havíamos desmobilizado nossa equipe técnica, então, fomos pegos totalmente desprevenidos, ainda que meses antes me tivessem dito que abriríamos o Van Halen, não acreditei nessa possibilidade e muito menos que os caras viriam, então só recebemos a confirmação mesmo dessa gig um dia antes, o que nos pegou nesse despreparo que comento, mas enfim, fomos lá com a cara e a coragem e deu tudo super certo.

    A Patrulha foi uma das primeiras bandas em São Paulo e no Brasil a investir no Hard Rock?

    Sem dúvida. Sempre gostei de rock pesado e meus companheiros de banda também, mas antes de nós houve outras bandas que também investiram nessa corrente do rock e que não tiveram o reconhecimento merecido, pela dificuldade que era tudo por aqui, fora que algumas dessas bandas acabaram amolecendo seu som por mil motivos. Já para nós sempre foi e será nosso estilo e assim mantemos isso até os dias de hoje, senão não teria sentido continuar com a banda.

    Que eu saiba seu primeiro álbum foi a estreia do Made In Brazil. Um clássico do rock nacional. Como você ingressou na banda e como foram as gravações deste importante álbum?

    Eu já conhecia o Made desde 1968, era amigo dos caras. Em 1969 fui morar no México, onde considero que foi meu mestrado em rock. Quando retornei ao Brasil, em 1973, fiz diversos trampos na música, até que em 1974, antes de gravar seu primeiro disco o Made me convidou, pois precisavam de um batera, digamos mais consistente. A gravação foi meu batismo de fogo. A gravadora RCA tinha um baita estúdio e tivemos o que melhor havia em termos de estrutura técnica e artística para a gravação desse disco, adoro esse trampo. Depois fizemos muita televisão e entrevistas na época e centenas de shows. Naquele momento acho que éramos a banda que mais trabalhava. Foram quase dois anos de muitíssimo trabalho, tipo 24 horas por dia, sete dias da semana de disponibilidade para banda, até que em um momento quis tocar outras coisas e me mandei.

    Em seguida você foi tocar com o Arnaldo Baptista (Ex-Mutantes) e então surgiu a Patrulha do Espaço?

    Na verdade, depois do Made montei um trio, sempre os trios, que misturava hard rock e progressivo, tivemos alguns nomes, mas nunca um em definitivo e só existimos em nossos exaustivos ensaios. No Made tocava uma bateria mais reta, quadrada como falamos no meio, e nessa outra banda os tempo eram intrincados e as canções tinham mil partes, algo típico do progressivo, ainda que nunca tocamos ao vivo. Graças a esse trampo árduo para armar essas músicas, acabei me preparando para minha próxima aventura musical que foi o Aeroblus na Argentina, sem dúvida um ponto alto em minha carreira, tanto que essa banda me abriu as portas para que hoje eu tenha uma carreira bastante criativa e gratificante na Argentina. Então, só depois do Aeroblus é que rolou isso de tocar com o Arnaldo. Na verdade eu estava meio de férias no Brasil, quando o Kokinho, baixista, me convidou para Patrulha. Um convite semi irrecusável. Ademais, eu estava cansado da repressão na Argentina, então, aceitei o convite e acabei ficando por aqui.

    Algum fato interessante que você não se esquece de ter vivido com o Arnaldo Baptista na gravação do álbum?

    O lance mais interessante é que gravamos o disco ao vivo, inclusive a voz. Tocamos como num ensaio e gravamos tudo, como estávamos super bem ensaiados foi tudo muito fácil. O detalhe é que esse disco nunca foi propriamente mixado, pois as negociações não avançaram, então, o que escutamos é uma mixagem grosseira feita como uma referência para os músicos, ainda assim, o disco é bom pacas. Imagina se tivéssemos mixado corretamente.

    Após a saída do Arnaldo, a Patrulha do Espaço se tornou uma banda pioneira do hard rock brasileiro gravando diversos álbuns de forma independente. Era muito difícil começar a fazer som pesado no Brasil? Como você analisa os álbuns da Patrulha do Espaço gravados na década de 1980?

    Sim. Foi tudo muito difícil. Produzir um disco e prensá-lo era caríssimo. Havia muito mais dificuldade do que facilidade, portanto era muito difícil fazer os discos, mas tínhamos uma vantagem, nossos fãs, e graças a eles pudemos manter uma produção de um disco por ano. Isso somado ao forte trampo de estrada. Foi o sustentáculo da banda naqueles tempos de ditadura e de uma mídia adversa. Os álbuns foram todos gravados e mixados em 30 horas, cada um, ou seja, em muito pouco tempo. Isso se deve ao fator financeiro. Os estúdios também eram caríssimos. Então, só conseguimos fazê-los nesse tempo porque íamos muito bem preparados para o estúdio. Hoje quando os ouço, vejo que na verdade não gravamos discos, fizemos milagres.

    Você teve passagem também no rock argentino na banda Aeroblus. Como você construiu sua carreira lá? Até hoje vejo que você promove eventos naquele país.

    Fiquei décadas sem voltar para Argentina depois do Aeroblus, em 1976/1977. Foi no começo do século. Lá pelos 2000, que comecei a notar que havia uma forte demanda pelo som do Aeroblus. Isso no Brasil. Nem ideia de que na Argentina era igual ou mais forte ainda esse imenso interesse pela banda, mas isso eram ecos em minha mente, estava totalmente absorto com o retorno da Patrulha à estrada, naquele novo século que começava. Só em 2010 foi que retornei a Argentina, e falar em “retorno triunfal” seria a expressão da verdade, desde então, tenho ido várias vezes ao ano para lá, onde toco com bandas que armo com amigos, tocamos também com a Patrulha e CaSch, shows espetaculares e também gravo muito por lá, com grandes nomes do rock argentino e outros nem tanto. Mas promissores talentos, resumindo em uma palavra. Minha carreira por lá é muito “intensa” de verdade, deveria ter voltado em março passado para mais shows e gravações, mas como todos sabemos o planeta parou.

    Quando esteve em Curitiba produziu a coletânea “Cemitério de Elefantes” no fim da década de 80, que revelou importantes bandas paranaenses. Como foi a gravação deste álbum?

    Sim. Foi muito bom produzir e participar desse disco. A cena em Curitiba era riquíssima, mas desconhecida. Poder dar uma movimentada nisso foi demais e muito gratificante, mas minha dedicação e interação com a cidade foi muito maior do que com o disco “Cemitério de Elefantes”. Por aí produzi um disco da Relespublica, que são uns gênios esses caras; posso dizer que dei uma boa força ao Blues, levando o André Christovam para tocar varias vezes em Curitiba. Também levei e trabalhei com o Terço e Golpe de Estado, na capital e interior do Paraná. Produzi três históricos eventos chamados Encontros de Bateristas em Curitiba, enfim, tenho uma ligação muito forte com Curitiba e o Paraná, até os dias de hoje, estou sempre produzindo, tocando e gravando por aí. Adoro Curitiba. Tenho muitos bons amigos por aí e músicos admirados. E tudo isso começou lá por 1978, com nossa amizade com o grande Ivo Rodrigues e o não menos grande, Carlão Gaertner, da saudosa banda Chave.

    E atualmente quais trabalhos você vem fazendo? Tem a banda Cash, que é mais pesada.

    Era para estarmos fazendo uma pequena tour em cinco capitais, em comemoração aos 40 anos de lançamento do primeiro disco da Patrulha do Espaço, que dizem ser o primeiro disco de rock independente do país, junto com os lançamentos de CD e vinil comemorativos. Só o CD saiu e não vai rolar a tour, já o vinil assim que a fábrica voltar a funcionar, irá sair. Quanto ao CaSch, lançamos o CD no ano retrasado e o vinil no ano passado. Foi prensado e cortado nos USA e está demais. Fizemos um show de lançamento, em janeiro deste ano, em São Paulo. Já os shows estão suspensos.
    Na Argentina, como falei acima, tinha shows e gravações, em março, que não rolaram, mas em dezembro de 2019 gravamos um trabalho novo que se chama Rompenubes, outro trio, que era para um vinil ser lançado primeiramente no Peru, também parou tudo, o lançamento e uma tour por Argentina, Chile e Peru.

    Foto: Facebook

  • Bares de Curitiba promoverão evento no youtube

    “Dia Mundial do Rock” terá comemoração on line no Crossroads e Hard Rock Cafe

    “Dia Mundial do Rock” terá comemoração on line no Crossroads e Hard Rock Cafe

    Informações com assessorias

    Duas casas tradicionais de rock ‘n roll em Curitiba não vão deixar passar em branco as comemorações do “Dia Mundial do Rock” em 2020 devido a pandemia do Coronavírus que paralisou as atividades culturais desde o mês de março.

    O Crossroads anunciou que promoverá o “Festival Crossroads do Dia Mundial do Rock 2020” no próximo domingo (12 de julho) no canal do Youtube do @barcrossroads a partir das 18 horas. Neste ano o festival contará com Lenhadores da Antártida , AFOOstic – Foo Fighters Cover , Punkake , República Pine , Banda F4T , Válvula Vapor , RedLine e Baile Brasa, por enquanto.

    “No ano em que completa 23 anos de existência, e com a energia que nos resta depois de sermos atropelados pelo cenário de caos, o Crossroads tem muito orgulho de anunciar que haverá edição do festival. Mas vai ser diferente, porque o rock, mais do que nunca, precisa dar o exemplo, ser solidário e ajudar a transformar, conscientizar, ao mesmo tempo que continua levando alegria para o mundo”, comunicou o bar nas redes sociais. O Festival Crossroads do “Dia Mundial do Rock 2020” terá transmissão pelas redes sociais: bit.ly/camarotevirtualfestivalcrossroads

    Campanha

    O bar informa que “vai ter campanha para dar fôlego pro Cross. Não vai ser uma simples rifa: o Cross é de vocês também, levem um pedacinho pra casa, e ajudem a gente a ficar em pé no meio dessa tempestade”, informa a casa.

    Hard Rock Cafe Curitiba

    O Hard Rock Cafe que em 2019 realizou uma grande festa de celebração do “Dia Mundial do Rock” também vai promover evento on line de acordo com as possibilidades.

    A casa recorda que a data se originou de uma ideia do cantor britânico Bob Geldof, em fazer um evento para arrecadar fundos para a crise de fome das famílias da Etiópia na África. O evento foi realizado no dia 13 de julho de 1985 e foi denominado como Live Aid. Foi um evento simultâneo com shows em 4 continentes, onde se apresentaram os maiores nomes da música do planeta da época como Paul McCartney, Queen, The Who, Sting, U2, David Bowie, Dire Straits entre tantos outros. Desde então a data se tornou o “Dia Mundial do Rock”, um dia de celebração e solidariedade, que em diversas cidades do Brasil é comemorado.

    Seguindo essa filosofia, “o HRC de Curitiba, que representa a marca que é um templo dedicado ao gênero com grande destaque internacionalmente, concebeu um evento, um dia inteiro de shows e atividades para fomentar a cultura musical da cidade, brindar o curitibano com boa música e diversão para todas as idades e promover e dar voz e palco as bandas independentes. Nesse ano, o evento será totalmente online. De casa mesmo, quem assistir poderá curtir boa música por meio de uma live no canal do youtube”.

    Vale mencionar que será um evento voltado para arrecadar fundos para os artistas locais que estarão se apresentando nesse dia 12 de julho de 2020 das 15 às 21h.


    Na foto: Live Aid em 1985

  • Pandemia do Coronavírus motiva adiamento

    Show do A-ha em Curitiba deverá ser transferido para 2021

    Show do A-ha em Curitiba deverá ser transferido para 2021

    O show da banda norueguesa A-ha que está marcado para acontecer em Curitiba no dia 08 de setembro (terça-feira), no Teatro Positivo, deverá ser transferido para o primeiro semestre de 2021. A informação é do jornalista José Norberto Flesch.

    Fora Curitiba, a banda deveria se apresentar ainda em São Paulo (no Espaço das Américas), Rio de Janeiro (na Jeunesse Arena), Belo Horizonte (na Expominas) e Salvador (na Arena Fonte Nova), como parte da turnê de execução na íntegra do álbum "Hunting High And Low".

    Como não poderia deixar de ser a turnê deverá ser adiada em decorrência da pandemia do novo coronavírus. Ainda não há datas específicas.

    A turnê que celebra 35 anos do álbum de estreia do A-ha apresenta hits como "Take On Me", "Love Is Reason", "The Sun Always Shines on TV", "Train of Thought" e a faixa-título, além de outros sucessos.

    Mais informações: www.sinnersrockbeer.som.br

    heavymol@hotmail.com

  • The Troops of Doom resgatará clássicos e apresentará novas canções

    Primeiro guitarrista do Sepultura monta banda para recordar estilo inicial do grupo

    Primeiro guitarrista do Sepultura monta banda para recordar estilo inicial do grupo

    Informações com divulgação

    Com o nome da canção clássica “The Troops Of Doom” que foi gravada no álbum “Morbid Visions” do Sepultura em 1986, o primeiro guitarrista do grupo, Jairo “Tormentor” Guedz, decidiu montar uma banda de death metal que busca resgatar a essência do estilo feito na época.

    “A ideia é explorar uma sonoridade mais primitiva, que transporte o ouvinte para aquela época quase de forma nostálgica”, explicou o guitarrista original em material de divulgação.

    Junto a ele uniram-se ainda o vocalista e baixista Alex Kafer , o baterista Alexandre Oliveira e o guitarrista Marcelo Vasco no projeto. A banda já trabalha no EP de estreia “The Rise of Heresy”, com seis faixas e lançamento previsto para o segundo semestre por meio da Blood Blast, subsidiária digital da gravadora alemã Nuclear Blast.

    “O direcionamento e o estilo de composição são típicos do que faziam nos anos 80, com linhas que remetem a músicas como ‘Bestial Devastation’ e ‘Morbid Visions’. O EP trará quatro músicas autorais e duas regravações – ‘Bestial Devastation’ e ‘Troops of Doom’, adiantou Guedz sobre dois clássicos da época em que o Sepultura iniciava carreira em Belo Horizonte, gravando pela Cogumelo Records.

    Mais informações: www.sinnersrockbeer.com.br

    heavymol@hotmail.com

  • Iniciativa conta com diversos apoiadores

    Motorocker em live no Tork ‘n Roll

    Motorocker em live no Tork ‘n Roll

    Informações com Motorocker

    Em parceria com o grupo “Família Camisa Preta”, a banda Motorocker fará uma Live nesta quinta-feira (25 de junho) destinada a arrecadação de alimentos, produtos de limpeza e higiene, em benefício do movimento #salveagraxacwb.
    O #salveagraxacwb, idealizado e organizado pelo grupo “Família Camisa Preta” é um movimento voltado para ajudar os profissionais que trabalham nos bastidores de bandas e grandes eventos de Curitiba e região, como roadies, técnicos de som, luz, vídeo e outros, que em tempo de pandemia e isolamento social, estão sem serviço e sem renda fixa.
    A live será transmitida direto do Tork’n’Roll, pontualmente às 20h do dia 25 de junho e com transmissão exclusiva pelo canal oficial do Motorocker no YouTube.

    www.youtube.com/MotorockerBrasil

    Você pode ajudar as famílias dos profissionais, antes, durante e depois da Live Motorocker. Para maiores informações sobre doações para o Movimento #salveagraxacwba “Família Camisa Preta”, entre em contato pelos telefones/whats

    abaixo:

    Marcio Henryke: 41 – 99828-4295
    Lauro Oliveira – Presidente FCP-CWB/Appte-Pr: 41 – 99577-9856
    Link para doações(dinheiro) via Vakinha:
    http://vaka.me/967358
    Endereço para doações de alimentos, produtos de limpeza e higiene:Live Curitiba – Av Republica Argentina, 4044 (Horário comercial)
    Agradecimento especial a todos os apoiadores:
    Grupo “Familia Camisa Preta”

    https://www.facebook.com/groups/1733022230280057/

    Coice da Mula
    Musica Center
    Rock na Roça Festival
    Nutriterge
    Tork ‘n Roll
    Irmãos Marios
    Live Curitiba
    Mundo Livre FM
    Orion Cymbals
    Ahead Drumsticks & Accessories

    *Atendendo ao decreto 774/2020, o estabelecimento estará fechado ao público na data da transmissão. Todos os cuidados referentes ao Covid-19, serão tomados.

    www.instagram.com/motorocker
    www.youtube.com/MotorockerBrasil
    www.facebook.com/BandaMotorocker

  • Banda mais tradicional do rock paranaense revisita música do estado

    Blindagem prestigia autores paranaenses em novo CD

    Blindagem prestigia autores paranaenses em novo CD

    “Rock Pinhão” é o nome do novo álbum da banda curitibana Blindagem. No CD o grupo valoriza a obra de autores paranaenses como João Lopes e Tatara, que faleceram neste ano, Lápis, Cabelo, Nascimento, Nhô Belarmino e tantos outros, chegando até a Paranauê, de domínio público, em ritmo de rock.

    Com a bela ilustração de Ademir Paixão, o CD já está disponível numa plataforma digital, onde pode ser adquirido. Mas muitas novidades ainda virão, adaptadas a este momento de pandemia em que estamos vivendo.

    Acesse o link https://youtu.be/OpXojo6tMOg. No endereço, os fãs da banda vão conhecer um pouco do novo trabalho.

    E aproveite para fazer a inscrição no canal do youtube da Banda Blindagem para se manter informado.

    “O projeto é uma homenagem. Uma forma de agradecer toda a receptividade que tivemos em mais de 40 anos de banda, falando sobre o Paraná”, argumenta Paulo Juk, baixista do Blindagem.



    Com informações de Luiz Augusto Juk

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