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Tecladista do Ozzy Osbourne esteve na capital

Adam Wakeman lança álbum Jazz Sabbath em Curitiba

O tecladista do Black Sabbath e do Ozzy Osbourne, Adam Wakeman, esteve na capital paranaense na última sexta-feira (06 de março) para acompanhar o guitarrista do Jethro Tull, Martin Barre, em show no Tork ‘n’ Roll. O evento em homenagam aos 50 anos de trajetória da banda inglesa contou também com a tecladista Dee Palmer.

Filho do lendário tecladista Rick Wakeman, que tocou na fase clássica do Yes, Adam aproveitou o dia para lançar o álbum de seu novo projeto: Jazz Sabbath, que conta com releituras do Black Sabbath no formato jazz.

Fruto de uma brincadeira, o disco conta com versões instrumentais de canções consagradas do Black Sabbath como “Fairies Wear Boots”, “Evil Woman”, “Rat Salad”, “Iron Man”, “Hand of Doom”, “Changes” e “Children of the Grave”.

No release de divulgação, Adam Wakeman utiliza o pseudônimo “Milton Keanes” argumentando que as canções fazem parte de um álbum lançado em 13 de Fevereiro de 1970, antes do grupo formado por Ozzy Osbourne, Tony Iommi, Geezer Butler e Bill Ward lançar o disco de estreia. Segundo Milton Keanes, que teria sofrido um infarto, grande parte do que fez a carreira da banda teria sido “roubada” do lendário Jazz Sabbath. Uma piada para ilustrar como Adam Wakeman imagina como seriam as músicas do Black Sabbath no formato jazz.

Milton Keanes ainda promete provar suas acusações após 50 anos, diz a piada:

“Formado em 1968, o Jazz Sabbath era considerado por muitos a vanguarda do novo movimento jazz que saía da Inglaterra naquela época. O aguardado álbum de estreia estava destinado a nunca ser lançado. Até agora. O álbum foi cancelado quando surgiu a notícia de que o membro fundador e pianista Milton Keanes foi hospitalizado com um ataque cardíaco massivo que o deixou lutando por sua vida. A gravadora decidiu engavetar o álbum e cancelar o lançamento programado por compaixão e devido à incerteza financeira de lançar um álbum de estreia de uma banda sem seu líder musical. Quando Milton foi finalmente liberado do hospital em Setembro de 1970, ele descobriu que uma banda de Birmingham, convenientemente chamada ‘Black Sabbath’, havia então lançado dois álbuns com versões metal do que ele afirma serem as suas músicas”.

Em seguida, na piada de Adam, as gravações do Jazz Sabbath foram perdidas em um incêncio e, 50 anos depois, foram encontradas as faixas originais e remixadas.

Prometido para estar disponível oficialmente no mercado no mês de abril, o álbum foi lançado pessoalmente por Adam no Tork ‘n’ Roll no quiosque de merchandising do show de Martin Barre. Na ocasião, Adam autografou o disco e conversou com fãs.

Vale mencionar que Adam Wakeman teve a autorização do Black Sabbath para realizar tal projeto. O músico é muito amigo do guitarrista Tony Iommi, participou de turnês com o Black Sabbath e, como músico de apoio, gravou o disco ao vivo da banda “The End”.

Ao ouvir o Jazz Sabbath chega-se a conclusão de que o trabalho deverá agradar mesmo quem gosta do estilo e tem afinidade com jazz. Não espere guitarras distorcidas e sim muito piano.


Foto: Adam Wakeman em Curitiba por Angela Missawa

Mais informações no www.sinnersrockbeer.com.br

email: heavymol@hotmail.com

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