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Política em Debate

Condenado

Condenado
(Foto: Arquivo/Bem Paraná)

O ex-deputado federal pelo PT, André Vargas,  e o irmão dele, Leon Vargas, o empresário Marcelo Simões e a ex-contadora de Alberto Youssef, Meire Poza, foram condenados por lavagem de dinheiro na Operação Lava Jato. A condenação é em primeira instância e foi emitida pelo juiz federal Sérgio Moro. Segundo Moro, eles ocultaram R$ 2,4 milhões oriundos de um contrato entre a Caixa Econômica Federal e a empresa IT7 Sistemas, de Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba.

Lava Jato
Vargas foi preso na 11ª fase da Lava Jato, em abril de 2015, e, atualmente, está no Complexo-Médico Penal (CMP) em Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. Essa é a terceira condenação dele na Lava Jato.

Contra corrupção
O candidato do Podemos ao Senado, professor Oriovisto Guimarães, participou, no domingo, em Curitiba, do ato público “Unidos Contra a Corrupção”. Oriovisto se tornou o primeiro candidato a senador a aderir ao movimento e assumir o compromisso público de lutar para combater a corrupção no país. A campanha é promovida por uma coalizão de organizações e movimentos da sociedade civil, sem vínculos partidários, composta pela Transparência Internacional e outras entidades: Contas Abertas, Instituto Cidade Democrática, Instituto Ethos, Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE) e Observatório Social do Brasil.

Pacote
O objetivo é que os candidatos se comprometam publicamente com a pauta e, caso eleitos, levem o pacote das “Novas Medidas Contra a Corrupção” adiante no Congresso. O pacote é formado por 70 propostas legislativas (projetos de lei, propostas de emenda constitucional e resoluções), elaborado com a participação de 373 instituições brasileiras, redigidas e revisadas por mais de 200 especialistas. Para participar da campanha, os políticos precisam se enquadrar em ao menos dois critérios: ter a “Ficha Limpa” e compromisso com a democracia. 

Taxistas
Com a presença de taxistas em plenário, a Câmara Municipal de Curitiba (CMC) decidiu ontem adiar, por 15 sessões, a votação de sugestão para que a prefeitura permita, no transporte individual privado de passageiros, o credenciamento de veículos emplacados em outras cidades. A questão emplacamento foi um dos itens levantados no final de junho, quando o plenário acatou outra proposta para alteração no decreto municipal que regulamenta os aplicativos de transporte, como o Uber. Na ocasião, a ideia era permitir o cadastro de veículos com até 10 anos de fabricação – o prazo atualmente é de 5 anos, com exceção aos carros híbridos, elétricos ou adaptados à pessoa com deficiência. 

Emplacamento
Para o autor das sugestões, vereador Bruno Pessuti (PSD), os aplicativos de transporte são uma opção contra o desemprego, mas muitos motoristas residem na região metropolitana e com a regra do emplacamento teriam dificuldade para prestar o serviço na capital. Também há os casos em que os carros são alugados. 

Isonomia
“A água que bebemos não vem de Curitiba. O lixo que produzimos vai para a região metropolitana. O aeroporto fica em São José dos Pinhais. O presídio, em Piraquara”, lembrou. Pessuti lembrou que, segundo o presidente da Urbs, Ogeny Pedro Maia Neto, Curitiba tem 12 mil motoristas de aplicativos cadastrados, número quatro vezes maior que o de motoristas de táxi. “Não somos contra aqueles regularizados. Queremos isonomia. Os taxistas têm cursos, você sabe quem está trabalhando”, disse Jairo Marcelino Jairo Marcelino (PSD).

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