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Curitiba terá primeiro curso completo sobre o mercado PET

Maurício Penteado, coordenador do curso
Maurício Penteado, coordenador do curso (Foto: Divulgação)

Hotéis, creches, alimentação natural e até mesmo cervejas especiais para cães e gatos são itens que já fazem parte da rotina de quem tem um animal de estimação. O mercado PET é um dos que mais cresce no Brasil, com aumento de 30% mesmo durante a pandemia. O país é o segundo com maior número de pets (cães e gatos) no mundo, com 141 milhões de animais, atrás apenas dos Estados Unidos. 

Acompanhando as necessidades do mercado, o Centro Europeu - maior escola de profissões da América Latina – está lançando o curso “Mercado PET”.  O curso é destinado para pessoas que já atuam na área, como por exemplo, banhistas, lojistas, tosadores, cuidadores (pet sitters), passeadores (dog walkers), adestradores, alunos de medicina veterinária, médicos veterinários e outros e também para empreendedores ou futuros empreendedores do mercado pet.

 “É um curso - com carga horária de 124 horas/aula - ideal para quem quer empreender de forma inovadora e para profissionais que já atuam na área e querem se aprofundar  em outros segmentos do mercado PET”, explica Maurício Penteado, coordenador do curso.

Entre as disciplinas estão bem estar animal, pesquisa de mercado, legislação e terceiro setor, gestão veterinária, eventos e gastronomia, criadores, pet shops e serviços pets, fábricas e distribuidores, tecnologias e startups. Os 26 professores  que integram o curso são profissionais experientes e bem sucedidos em suas áreas de atuação, muitos são empresários e empreendedores do setor. 


Engenheira cria tijolos de plástico reciclado mais duros que concreto 

A engenheira, Nzambi Matee, pesquisou maneiras de reaproveitar o plástico que ela via poluindo Nairóbi,  capital do Quênia onde ela vive.

Decidida a oferecer soluções ela criou tijolos feitos de resíduos plásticos e areia que são até 7 vezes mais fortes que concreto. Ela também desenvolveu todo o maquinário usado na fabricação dos tijolos e fundou a Gjenge Makers, startup que reaproveita resíduos.

Os resíduos vem de empresas que iriam descartar plástico de polietileno de baixa e alta densidade. O material é levado a fornos de altas temperaturas e depois de aquecido, o polímero é misturado com areia e esta mistura é moldada com uma máquina hidráulica, produzindo uma variedade de tijolos usados para pavimentação. Além de reduzir a poluição o projeto de Nzambi já está gerando 100 novos postos de trabalho. 


Setor de orgânicos cresce 30% em 2020

  

O interesse da população brasileira por alimentos orgânicos segue em alta, aponta a Organis (Associação de Promoção dos Orgânicos). Importante para garantir a segurança alimentar e a saúde da população, a alimentação livre de agrotóxicos é uma tendência que vai contra a maré de incentivos fiscais às empresas que comercializam os pesticidas.   

“Fechamos 2020 com um crescimento aproximado de 30%, movimentando cerca de R$ 5,8 bilhões”, revela Cobi Cruz, diretor da Organis. A comparação é em relação à 2019, quando o setor de produtos orgânicos faturou R$ 4,6 bilhões.

Segundo Cruz, essa aceleração repentina do mercado que, inclusive, rompeu os limites dos grandes centros e chegou às cidades do interior do país, foi importante, também, para provar que os produtores orgânicos estão preparados para suprir esse e outros aumentos da demanda.  


Capacitação via WhatsApp oferece apoio a catadores de recicláveis

Um projeto piloto de capacitação de catadores de recicláveis por meio do WhatsApp conta com 40 alunos de todo o País em uma iniciativa de educação e troca de experiências e ideias.

O objetivo é a inclusão e valorização de catadores de materiais recicláveis pelo Brasil, além de subsidiar a categoria com conhecimento e informações que os auxiliem a ampliar a geração de renda.

Ao longo da capacitação são abordados temas como qualidade de vida, saúde e segurança, cidadania e direitos e é estabelecida uma rede de comunicação com troca de experiências para ampliar o olhar sobre o dia a dia desse público.

A iniciativa é uma parceria entre Nestlé e a ONG Pimp my Carroça, que faz a curadoria de conteúdo com o Sebrae. São quatro eixos temáticos: saúde e segurança do trabalho; empreendedorismo e profissionalização; tecnologias sociais e sustentabilidade; e cidadania e direitos. 


Importância do combate à erosão em municípios da região do Arenito

 

Tubos de concreto para construção de galerias pluviais e implantação de parques urbanos são soluções repassadas pelo Governo do Paraná aos municípios localizados no Noroeste do estado, para combate à erosão do solo. A iniciativa é da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Sustentável e do Turismo.

O Noroeste está entre as regiões mais impactadas pelos efeitos da erosão, devido às características do solo, com forte presença de arenito.A erosão causa danos à infraestrutura urbana, como ruas, guias, sarjetas, redes de água e esgoto, e assoreamento dos reservatórios e leito dos rios.