Eleições 2020

Goura diz não haver tempo para 'frente progressista' em Curitiba no 1º turno

Goura (PDT): "Uma política de alianças neste momento não tem o tempo necessário para que seja construída de forma transparente"
Goura (PDT): "Uma política de alianças neste momento não tem o tempo necessário para que seja construída de forma transparente" (Foto: Dálie Felberg/Alep)

O deputado estadual e candidato do PDT à prefeitura de Curitiba, Goura Nataraj, afirmou hoje não haver mais tempo para a formação de uma “frente progressista”, unindo os partidos de oposição na Capital paranaense, mas deixou a porta aberta para uma união dessas forças em um eventual segundo turno da eleição. Desde sábado, quando foi escolhido para substituir o deputado federal e ex-prefeito Gustavo Fruet, como candidato do PDT, Goura vem sendo cotado para assumir a liderança de legendas que fazem oposição ao atual prefeito Rafael Greca (DEM), candidato à reeleição. Fruet desistiu no sábado alegando falta de recursos para a campanha. 

Segundo essa articulação de bastidores, a frente poderia reunir PDT, MDB, PT, PC do B e PSOL, como reposta à união de partidos de centro-direita em torno de Greca – após a desistência de Ney Leprevost (PSD), Luciano Ducci (PSB) e Luizão Goulart (Repub) em favor do atual prefeito, além da candidatura do deputado estadual Fernando Francischini (PSL), que conta com o apoio do PSDB. Na nota, porém, Goura afirma que essa união seria uma estratégia para fortalecer as forças progressistas que fazem oposição tanto a Greca, quanto aos governos Ratinho Jr e Jair Bolsonaro. Mas que como essa possibilidade só surgiu às vésperas do prazo final para as convenções, que termina na quarta-feira, não haveria viabilidade para compor essa coligação.

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