Primeiro Tratado de Medicina Regenerativa é lançado pelos comitês da SBRET

As ciências regenerativas estão posicionadas para transformar a prática clínica e expor ao profissional da saúde a importância de utilizá-las desde o início do tratamento. “Este campo promissor veio para preencher um vazio na ciência, uma vez que auxilia e estimula os meios naturais e fisiológicos na resolução de processos patológicos ou sequelares”, explica Renato Luiz Bevilacqua de Castro, presidente da Sociedade Brasileira de Regeneração Tecidual (SBRET).

Segundo o médico, cerca de 60% dos pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) no Brasil poderiam ser tratados com métodos da Regeneração Tecidual. “A ciência de boa qualidade é de difícil acesso em um mundo cada vez mais corporativo no mercado da doença. O currículo médico está em descompasso com o acelerado progresso da ciência básica, necessitando de reformas”, afirma o médico.

Lançamento do Primeiro Tratado de Medicina Regenerativa

Atentos a esta ciência inovadora, autoridades brasileiras em Medicina Regenerativa, pertencentes aos comitês da SBRET, lançam o Primeiro Tratado Brasileiro de Medicina Regenerativa. O livro aborda, em 24 capítulos, a ciência básica atualizada para pesquisa e aplicação clínica, os novos meios diagnósticos, as terapias que já são utilizadas para o tratamento das patologias musculoesqueléticas, além das comprovações das evidências científicas, essenciais para a segurança do paciente.

Publicada pela Editora Martins Fontes, a obra será lançada no dia 1 de outubro, às 19h, no Hotel Royal Palm Plaza, em Campinas-SP, e estará disponível nas principais livrarias dos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Paraná.



Website: http://sbret.com.br/