Segundo informou o Cepea/HfBrasil, para o ano de 2022, a oferta de cenoura no primeiro semestre tende a ser menor que a do ano passado

CENOURA

Segundo informou o Cepea/HfBrasil, que para o ano de 2022, a oferta de cenoura no primeiro semestre tende a ser menor que a do ano passado. Assim, se espera que os preços fiquem acima dos de 2021, quando a rentabilidade foi bastante afetada pelo alto volume de produtos no mercado. Para a segunda metade do ano, a estimativa inicial indica manutenção de área plantada frente a 2021. Com os bons resultados do ano, caso a expectativa de estabilidade de área se confirme, a tendência é de preços acima dos custos em 2022.

MILHO

O Governo Federal publicou Lei, que institui o Programa de Venda em Balcão (ProVB), com o objetivo de promover o acesso do pequeno criador de animais aos estoques públicos de milho. De acordo com a norma, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) poderá comercializar o produto para o criador que tenha a Declaração de Aptidão ao Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (DAP-Pronaf) ativa, ou outro documento que venha a substituí-la.


TRIGO/CEPEA

A safra nacional de trigo atingiu produção recorde em 2021, mesmo com adversidades climáticas durante o desenvolvimento da lavoura. E, apesar da maior disponibilidade de trigo no mercado interno, a importação seguiu em alta no segundo semestre do ano passado, e esse contexto deve continuar sendo verificado em 2022. Segundo pesquisadores do Cepea, o Brasil ainda é dependente das importações do cereal para abastecer o mercado interno, negociando principalmente com a Argentina. 

ECONOMIA


O governo federal teve importante resultado nos bem-sucedidos leilões, negociados pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), para a compra de produtos que formarão as cestas de alimentos distribuídas a famílias indígenas em situação de insegurança alimentar e nutricional em diversos estados do país. A ação, que também incluiu os materiais e serviços operacionais envolvidos no processo, teve mais de 98% dos lotes comercializados, e a diferença entre o preço teto e o valor de fechamento levou a uma economia de R$ 48,1 milhões aos cofres públicos. 

INAUGURAÇÃO


Principal produtor de proteína animal do País, com destaque para as carnes de frango, porco, peixes, leite e ovos, o Paraná avança também no abate de cordeiro e gado de corte. Com apoio das linhas de crédito e programas fiscais do Governo do Estado, o novo projeto da CooperAliança Carnes Nobres, que prevê abater, entre os diferentes animais, 345 cabeças/dia. O investimento total é de R$ 83 milhões, com a geração 219 empregos diretos.

ESTIAGEM


A crise hídrica, que já se estende de forma mais severa desde meados de 2019 no Paraná, somada à temperatura ambiente e de solo excessivamente elevada, ampliou a estimativa de perdas para o setor agrícola do Estado. Um levantamento preliminar aponta que o valor nas três principais culturas do período – soja, milho e feijão - está em torno de R$ 24 bilhões, com tendência de aumento.

AMPLIAÇÃO

Em 2021, a Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento ampliou as ações que beneficiam a população vulnerável e, ao mesmo tempo, garantem a comercialização dos produtos da agricultura familiar. Iniciativas como o Leite das Crianças, Compra Direta Paraná e Programa de Aquisição de Alimentos (PAA); e as ações do Banco de Alimentos da Ceasa são alguns exemplos.

ORGÂNICOS

Em 2021, o Paraná se destacou em quantidade de agricultores orgânicos certificados, ficando à frente de estados com maiores áreas territoriais, como São Paulo, Bahia e Maranhão. Somando 3.752 produtores certificados, o Estado fica atrás somente do Rio Grande do Sul, com uma diferença de 192 certificações emitidas.

DEFESA AGROPECUÁRIA


Uma soma de esforços entre iniciativa pública e privada fez com que o ano de 2021 se tornasse histórico para o setor agropecuário paranaense. No mês de maio, o Paraná recebeu da Organização Mundial da Saúde Animal (OIE) o reconhecimento internacional como área livre de febre aftosa sem vacinação. A entidade também concedeu ao Estado a certificação de zona livre de peste suína clássica independente. 
(Com informações de assessorias)

* Mauricio Picazo Galhardo é Jornalista.
Email: mauricio.picazo.galhardo@gmail.com