O pregão eletrônico tem sido a principal ferramenta usada pela Assembleia Legislativa para a aquisição de materiais e produtos necessários ao seu funcionamento. A medida, segundo o 1º secretário, deputado Plauto Miró (DEM), reduz custos, mas principalmente dá mais transparência às negociações, que podem ser acompanhadas por qualquer cidadão via internet.
Com os pregões, a Casa vem registrando desde fevereiro – quando a atual Mesa Executiva assumiu o Poder Legislativo – uma redução de 30%, em média, nos gastos com a compra de produtos, mas em alguns casos essa economia é ainda maior. Foi o que aconteceu no pregão eletrônico realizado na última sexta-feira , quando a Assembleia recorreu ao pregão para comprar material de expediente, de limpeza e suprimentos de informática.
Dividido em cinco lotes, o pregão foi aberto a um preço máximo de R$ 65.829,00, mas durante a negociação – que é coordenada e acompanhada por um funcionário da Assembleia via internet – a compra dos produtos foi fechada a um custo de R$ 35.503,00, alcançando uma redução de 46% do valor inicial. Neste pregão, oito empresas haviam se credenciado para participar da concorrência, mas apenas cinco acabaram habilitadas.