• Licença Social Empresarial

    Empresas com boa governança conquistam “licença social” para seguir no mercado

    Empresas com boa governança conquistam “licença social” para seguir no mercado
    Claudio Lubasher, do Ibef-PR, Rafael Bicca Machado, Eduardo Bernini e Gino Oyamada (Foto: Divulgação)

    Seja qual for sua natureza – terceiro setor, familiar, de capital aberto ou não, as empresas estão submetidas hoje a um escrutínio permanente da sociedade. Na palma da mão, a partir de um smartphone, as pessoas acompanham como as companhias se comportam em relação ao cumprimento das leis, às relações de consumo e à questão ambiental, entre outros aspectos. A sociedade percebe quando uma empresa está comprometida com a observância de boas práticas. É o que se chama, no mundo dos negócios, de “licença social” para operar.

    “Sem esse reconhecimento, uma companhia é séria candidata a perder espaço no mercado e a desaparecer”, diz Eduardo José Bernini, sócio-diretor e fundador de uma das maiores consultorias empresariais do país, a Tempo Giusto, profissional com um longo currículo como administrador e conselheiro de grandes empresas.

    Seu alerta foi apresentado durante o debate realizado terça-feira a noite em Curitiba, em torno do conceito de governança corporativa “Pratique ou Explique”. Em formato de “roda viva”, o evento reuniu dezenas de empresários e executivos no auditório da Universidade Positivo – Campus Praça Osório. A iniciativa foi do Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças – IBEF Paraná, com apoio da 3G Consultoria – Governança, Gestão e Gente e do CMT – Carvalho, Machado e Timm Advogados Associados.

    O modelo “Pratique ou Explique” considera que determinadas práticas de governança corporativa podem ser aplicadas conforme a realidade e as necessidades de cada companhia. Já bastante usado em outros países, o modelo ganhou força no Brasil por iniciativa da Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Ao adicionar o Código Brasileiro de Governança Corporativa – Companhias Abertas à ICVM 480, que dispõe sobre o registro de empresas de capital aberto, o órgão regulador do mercado de capitais abriu caminho para um avanço significativo da governança corporativa no Brasil, alinhando-se à tendência internacional de disciplinar o tema por esse parâmetro.

    O Brasil só o adotou recentemente, depois de 64 países aderirem ao conceito. “Por que demoramos tanto”, perguntou a Bernini o sócio-diretor da 3G Consultoria, o especialista em governança Gino Oyamada. A resposta tem a ver com a percepção mais recente no país de que a responsabilidade por atos e decisões de uma empresa cabe a todos, sejam gestores, conselheiros ou proprietários. “Toda empresa tem uma ´Brumadinho´ dentro de si”, menciona, referindo-se à cidade mineira arrasada pelo colapso de uma barragem da mineradora Vale. “E se houver falhas de governança, todos responderão fiduciariamente pelas consequências. Medir esse risco e administrar a alocação de poder é vital para a sobrevivência das companhias”, acrescenta Bernini.

    O debate contou com a participação do advogado Rafael Bica Machado, um dos fundadores do CMT - Carvalho, Machado e Timm Advogados, em que lidera a área societária, e do presidente do IBEF-PR, Claudio Lubasher, executivo que dirige o Hospital Santa Cruz.

  • Fortalecendo sua proximidade com a audiência

    RICTV |Record TV Curitiba anuncia mudanças na programação, nova cenografia e novos apresentadores

    RICTV |Record TV Curitiba anuncia mudanças na programação,  nova cenografia e novos apresentadores
    Leonardo Petrelli, presidente do Grupo RIC Paraná (Foto: Divulgação)

    Uma das redes de televisão local mais ativas no Paraná e principal afiliada da Record TV no País, a RICTV | Record TV investe em novos cenários, nova grade de atrações e novos apresentadores em suas produções locais, sendo todos de carreira no grupo. O canal que transmite a maior programação regional do estado apresenta mudanças em sua grade, com o objetivo de atender às tendências da televisão nacional e os novos comportamentos de seus telespectadores.

    Posicionada no mercado como a vice-líder de audiência entre o público economicamente ativo, a RICTV | Record TV Curitiba amplia o horário de seu principal programa comunitário, o Balanço Geral, que vai ao ar de segunda a sexta, às 11h50, e aos sábados, às 12h, e que a partir desta semana passa a ser transmitido até às 15 horas. Além de levar mais informação, prestação de serviço e entretenimento, outra novidade no comunitário é o quadro “Hora da Venenosa”. Líder de audiência na maioria das praças em que a Record atua, o quadro será comandado pela apresentadora Valquiria Melnik, com a participação da famosa cobra “Judite”. Quem assume o Balanço Geral é o jornalista Guilherme Rivaroli, grande conhecido da casa, que começou no jornalismo dentro da rádio, passou pela Record do Rio Grande do Sul e comandou durante 4 anos o jornalístico matinal Paraná no Ar, levando o programa para a vice-liderança, com vários picos de liderança no horário. “Eu quero estar mais perto das pessoas e essa é a missão do Balanço Geral. A atração surgiu na Record como um programa de comunidade e ele tem que ser assim! Nós temos que contar boas histórias, mas temos que estar perto da pessoas. É conversando com elas que vamos resolver os problemas”, explica.

    Como jornalista, Rivaroli atuará diretamente no conteúdo do programa, ancorará quadros e séries de reportagens especiais, e pretende ser um elo entre a redação e os telespectadores.

    O telejornal das manhãs do estado, o Paraná no Ar, que vai ao ar de segunda a sexta-feira, das 7h às 8h55, vice-líder isolado no horário, passa a ser apresentado pelo jornalista Ricardo Vilches, um dos principais nomes do jornalismo investigativo, comunitário e factual no Paraná, com a participação da jornalista Luiza Luersen, que irá interagir elencando as questões do tempo, de trânsito e fatos relacionados ao clima (principalmente pelo Paraná ser um grande celeiro do agronegócio, o que torna o clima uma informação primordial). “O Paraná no Ar é um produto absolutamente consolidado da RICTV Record e possui uma forte audiência. Nossa missão será levar as primeiras informações do dia, de forma clara e interativa  a todos os paranaenses”, explica Vilches. Já Luiza fortalece o grande diferencial do novo formato do matinal, que ganha novos gráficos, mais modernos e ligados às novas tendências da comunicação.

     Também consolidado na vice-liderança do horário, o telejornal estadual RIC Notícias, um dos mais tradicionais programas jornalísticos noturnos da televisão paranaense (que vai ao ar de segunda a sexta-feira, das 19h25 às 19h50), passa a ser apresentado pela jornalista Simone Hammes. Simone começou sua carreira na televisão na região Oeste do Paraná. É repórter da casa há 6 anos e conhecida da audiência do RIC Notícias, por conta de suas participações em várias entradas ao vivo no programa. Segundo Simone, seu objetivo jornalístico é transmitir as notícias em linguagem atual e também se aproximar da audiência. “Um dos maiores desafios do jornalismo atual e do futuro é o de aproximar. As pessoas assistem para ver as próprias histórias, do seu bairro, da sua cidade. É um grande desafio e o futuro da comunicação e do jornal se baseia na voz dessas pessoas, seja em tempo real, por meio de um comentário,  uma sugestão de pauta, ou por aqueles que nos param na rua”, completa.

     Investimento em novas cenografias e pacotes gráficos

    Dentro das mudanças que visam acompanhar as transformações da comunicação televisiva no Brasil e no mundo, a RICTV | Record TV também investe em novos cenários e em pacotes gráficos modernos, totalmente conectados com o ambiente digital. No total, um investimento aproximado de meio milhão de reais irá transmitir aos telespectadores uma programação ainda mais atual, atenta aos movimentos, tendências e demais fatores que influenciam no relacionamento construído pela emissora com o público. Um telão intuitivo de 200 polegadas fará parte do novo Estúdio 360°. O vídeo wall é um recurso utilizado nas principais emissoras de televisão do mundo e permitirá mais flexibilidade na informação e nas novas abordagens em merchandising. Com isso, a RICTV | Record TV Curitiba passa a ter sua estrutura de vídeo entre as mais modernas do país. Todo o estúdio ainda contará 100% com iluminação em led.

     Com relação aos novos pacotes gráficos, profissionais reconhecidos da área criaram formatos que permitirão ainda mais interação e afinidade relacionada a cada audiência de sua programação. Destaque para as abordagens referentes ao clima e ao trânsito. “Se a História nos ensinou algo, é que nada é permanente, exceto a mudança. Nossa busca é sempre por mudanças que sejam melhores para todos e nos aproximam ainda mais do público. Por isso, crescemos em audiência e nos declaramos, mais uma vez, prontos para o futuro. E tudo isso está sendo melhorado para reforçar ainda mais nossa principal missão: a de fortalecer a comunicação regional, contando as histórias - mais do que noticiar fatos - e sendo imprescindível para a população que nos acompanha de qualquer lugar do mundo”, explica a o presidente do Grupo RIC Paraná, Leonardo Petrelli.

     Para mais informações sobre os investimentos e mudanças na programação da RICTV | Record TV Curitiba, acesse o portal ricmais.com.br, além das redes sociais oficiais, pelo Facebook @rictvparana, pelo Instagram @rictvrecordpr e no Twitter @rictvrecordpr  

     

  • Negociação em automóveis

    Com garantia de um ano no seminovo, concessionárias melhoram as condições na negociação do carro zero km

    Com garantia de um ano no seminovo, concessionárias melhoram as condições na negociação do carro zero km
    Felipe Muraski, diretor da Gestauto Brasil (Foto: Divulgação)

    A cada dez carros zero km vendidos nas concessionárias no Brasil, em média de três a quatro carros entram como forma de pagamento. Essa não é uma negociação fácil. De um lado, o consumidor acha que a loja está pagando pouco, já os lojistas precisam de margem para os impostos, comissão com uma nova venda, às vezes algum conserto, mas principalmente, o risco de demorar à vender o carro, arcando com o custo da manutenção nesse período.

    Para minimizar esse risco e deixar o cliente mais contente na negociação do seu usado, as concessionárias encontraram na Gestauto Brasil, empresa pioneira em gestão de pós-venda, uma solução, oferecendo a garantia de um ano em seus seminovos, resultando numa aceleração nas vendas.

    “Adquirir um seminovo é sempre vantajoso do ponto de vista econômico porque é um carro que já sofreu a desvalorização em relação ao zero km. Mas há sempre uma desconfiança com o histórico e manutenção do veículo. Com a garantia de um ano oferecida pela Gestauto, essa desconfiança é minimizada. O consumidor sabe que se der algum problema, ele tem a garantia”, explica o diretor da Gestauto Brasil, FELIPE MURASKI.

    “Com a Gestauto melhoramos nossas vendas devido à garantia de um ano e diminuímos nosso custo com os pós-venda. Além de sobrar mais tempo para nossos funcionários focarem em vendas, conseguimos rentabilizar o departamento comercial, uma vez que começamos a vender as três opções de garantia a nossos clientes”, disse Maxmuler, diretor da Cevel Veículos.

    O cliente com garantia Gestauto conta com oficinas credenciadas em todo o país. O suporte técnico é feito via 0800 e a avaliação do veículo é feita em até 48 horas.

    A Gestauto Brasil é uma das empresas que mais crescem no setor de automóveis no Brasil. Conta com 50 mil atendimentos e atualmente gerencia 16 mil pós-vendas de 600 clientes entre concessionárias e lojas multimarcas em todo o país.

  • Negócios Sustentáveis

    Empresa é referência na produção de canudos reutilizáveis inox no Brasil

    Empresa é referência na produção de canudos reutilizáveis inox no Brasil
    Patricya Soares Bezerra e Jéssica Pertile da Beegreen Sustentabilidade Urbana (Foto: Divulgação)

    Essa história começou há três anos, fruto dos sonhos e da força de duas mulheres empreendedoras.  Na época, PATRICYA SOARES BEZERRA (34) cursava Engenheira de Produção, e descobriu que estava grávida do seu primeiro filho. Essa novidade aumentou ainda mais a sua preocupação com o futuro do planeta. Entretanto, também despertou um sonho antigo: o de criar um negócio que pudesse transformar o mundo em um lugar melhor.

    A empresária foi então um atrás de pessoas que tivessem o mesmo ideal. Nesse caminho, conheceu a bióloga JÉSSICA PERTILE (31), que já empreendia na área de meio ambiente e lixo zero. Juntas criaram um projeto de sustentabilidade em Curitiba – cidade onde moram -, e foi assim, que no final de 2016 nasceu a Beegreen Sustentabilidade Urbana, empresa pioneira na fabricação e distribuição de canudos reutilizáveis feitos de INOX.

    Para quem ainda não conhece, a marca é líder de mercado quando o assunto são canudos sustentáveis. O diferencial? Os canudos INOX da Beegreen são produzidos aqui no Brasil, com um rígido controle de qualidade e a preocupação real com sustentabilidade em todo o processo. A matéria-prima é produzida com carvão verde, o qual é certificado pela FSC e a produção tem o selo ISO 9001. Atualmente, são quatro modelos: canudo de inox reto (Espessura: 6 mm); canudo de inox curvado (Espessura: 6 mm); canudo de inox para drinks (Espessura: 6 mm); e o canudo de inox para shakes (Espessura: 8mm).

    A startup tem em seu DNA o objetivo de transformar a realidade local e global, promovendo comunicação criativa sobre sustentabilidade em ambientes urbanos. Em junho, será lançada uma campanha nacional chamada "Desafio Zero Descartável”, que promete movimentar escolas, empresas e pessoas a repensarem seus hábitos de consumo - durante pelo menos uma semana - e assim, diminuírem a produção de lixo descartável nos ambientes onde convivem.

    Depois de muito trabalho, a Beegreen se consolida como referência nesse mercado e hoje atende marcas renomadas, como Johnny Walker, Cinemark, Mundo Verde, TAG Livros e Itaipu, as quais vem mudando seus conceitos e aumentando a preocupação com o meio ambiente. "Optamos por fazer uma campanha no Dia Mundial da Água para os empregados da Itaipu que entregasse uma solução e não apenas uma mensagem.  O kit dos canudos de inox com a escova de limpeza foi perfeito para esse fim. Apostamos a ideia da redução de resíduos para a segurança hídrica, dando o exemplo desse valor para a sociedade. Os feedbacks estão sendo muito positivos, os empregados gostaram, envolveram-se e levaram esse conceito para suas casas", avalia Rodrigo Cupelli, coordenador da ação pela Divisão de Educação Ambiental da Itaipu Binacional.

    Além da produção de canudos, a empresa está ampliando sua cartela de produtos.  Hoje, já oferecem opções como copos sustentáveis, ecobags, composteiras e kits ecológicos disponíveis no site. A empresa também está desenvolvendo novos produtos com impacto social positivo e buscando certificações ambientais. “Mais do que oferecer produtos sustentáveis, nosso objetivo é ajudar a mudar hábitos, ensinando a população sobre o impacto de suas ações ao planeta, mostrando o que e como fazer, facilitando a sua tomada de decisões diária" finaliza Jessica Pertile, sócia-proprietária da empresa.

  • negócios com impacto social

    Projeto de empreendedora brasileira que democratiza acesso à terapia é reconhecido em premiação internacional

    Projeto de empreendedora brasileira que democratiza acesso à terapia é reconhecido em premiação internacional
    Tatiana Pimenta, fundadora e CEO da Vittude (Foto: Divulgação)

    A Cartier Women's Initiative Awards (CWIA) acaba de anunciar as sete vencedoras de sua edição de 2019. A premiação tem como objetivo reconhecer empreendedoras que estejam à frente de negócios com impacto social relevante em sete regiões do planeta: América Latina, América do Norte, Europa, África Subsaariana, Oriente Médio e Norte da África, Ásia Oriental, Sul da Ásia e Oceania.

    Além das vencedoras, o CWIA premiou as outras 14 finalistas do prêmio. Entre elas, estava a brasileira TATIANA PIMENTA, fundadora e CEO da Vittude, startup que conecta pacientes e psicólogos em poucos cliques.

    "Os últimos dez dias em São Francisco foram os mais ricos de toda minha carreira profissional. Tivemos uma série de workshops e treinamentos conduzidos pelo time da Insead, tradicional escola de negócios francesa. Entre os treinamentos mais interessantes, estavam uma grande de finanças para startups, focada em Valuation e obtenção de investimentos. Também tivemos 3 dias de preparação conduzidas pelo time da Stand and Deliver, consultoria focada em preparar presidentes para grandes discursos em público. Além disso, um treinamento chamado How to bring the right people onboard, focado no recrutamento e retenção de talentos, um dos grandes desafios compartilhados por todas as empresas. Ter acesso a um conteúdo de alta relevância é fundamental para seguirmos crescendo. No último dia, após a premiação, tivemos um encontro com mais de 60 investidore s internacionais da região da Bay Area e também da Ásia. Várias portas importantes foram abertas no período", comemora Tatiana, que fundou a Vittude em 2016 a partir de uma necessidade pessoal.

    As vencedoras foram escolhidas entre quase 2.900 inscritas de mais de 140 países. Cada uma delas recebeu um prêmio de US$ 100 mil (R$ 393 mil). As demais finalistas receberam US$ 30 mil (R$ 118 mil), além de ganhar acesso a oportunidades de networking e a um espaço no programa executivo INSEAD.

    "Em menos de uma década, as candidaturas passaram de 360 para quase 3.000 aplicações. Com um crescimento tanto na quantidade, quanto na qualidade das empresas que participam, a iniciativa tornou-se um passo transformador na vida de 198 empresárias em mais de 49 países", afirma a presidente da Cartier, Cyrille Vigneron.

  • ARTIGO

    OPINIÃO S/A – Um líder precisa ser humano

    OPINIÃO S/A – Um líder precisa ser humano
    Felipe Leonard, presidente e CEO da S.I.N. Implant System (Foto: Divulgação)

    Por Felipe Leonard


    Em tempos de grandes desafios, as empresas precisam mais do que nunca de líderes inspiradores, com um profundo nível de consciência a respeito de seu time e da própria organização.

    O tema liderança têm mobilizado inúmeros estudos, devido aos seus impactos nas organizações. Um exemplo emblemático são as conclusões produzidas a partir de uma pesquisa realizada nos anos 1930, em Chicago (EUA), no bairro de Hawthorne. A ideia era determinar a relação que havia entre a intensidade da iluminação e a eficiência das trabalhadoras nas instalações da Western Eletric Co, que foram divididas em grupos pelas suas lideranças.

    A principal conclusão do estudo foi mostrar a influência dos aspectos sociais e psicológicos sobre a produtividade. Foi esse o grande legado do ocorrido em Hawthorne.

    Em suma: a diferença do nível de iluminação não impactou na produtividade das trabalhadoras de Hawthorne. As operárias que passaram a trabalhar mais fizeram isso porque se sentiram valorizadas por receber uma atenção especial da direção da empresa. E esse maior cuidado residia no fato de terem sido escolhidas para participar da pesquisa.

    O aprendizado, a partir do experimento de Hawthorne, foi que, quando um grupo de trabalhadores se identifica com a administração, a produtividade tende a aumentar.

    De 1930 para cá, muitas mudanças se fizeram sentir nas companhias. Atuamos em cenários extremamente competitivos, com equipes heterogêneas, personalidades diversas e competências idem. Mas as lições sobre o Efeito Hawthorne devem permanecer como reflexão para todos aqueles que pretendem exercer a liderança plena e de forma humanizada.

    Hoje, quase um século depois, vemos que o “Efeito Hawthorne” está mais atual do que nunca. Afinal, o componente humano das relações de trabalho sempre vai estar em alta. E, em paralelo, o conceito de liderança com valores deve ser disseminado no mundo corporativo.

    Vamos fugir das fórmulas prontas e, em vez disso, cultivar um interesse autêntico para com o outro, estimulando o diálogo e valorizando dos colaboradores. A partir daí, as conquistas para as organizações também serão enormes. 

     

    *Felipe Leonard, presidente e CEO da S.I.N. Implant System.

     

    Tem uma boa opinião sobre o mercado e quer compartilhar com outros executivos? Mande seu artigo para peoplesa@bemparana.com.br

  • Expansão de Serviços

    Com crescimento de 150%, Fintech amplia serviços com soluções inovadoras e vira JUNO

    Com crescimento de 150%, Fintech amplia serviços com soluções inovadoras e vira JUNO
    Matheus Bernert e Eduardo Simioni, fundadores da Juno (Foto: Divulgação)

    Em tempos de inovação, saber se reinventar é uma arte. E quem garante isso é o mercado e, principalmente os consumidores. Para se ter ideia, uma pesquisa realizada pela ESPM-RS e o Jornal do Comércio mostrou que, quando o assunto é operação bancária, 49,5% das pessoas prefere realizar operações via aplicativo. E, foi pensando nisso que o BoletoBancario.com, plataforma que garantia exclusivamente a geração de boletos sem burocracia e sem taxas excessivas, expandiu seus serviços, tornando-se uma solução completa em pagamentos.

    A virada foi justamente para atender pequenos e microempresários, que não tinham suas demandas atendidas por grandes instituições financeiras. Para isso, a fintech optou pela mudança de nome, e agora, a Juno passa a ofertar soluções diversificadas de cobranças online. Ou seja, além da emissão de boletos, oferece diversas outras operações, sempre com taxas diferenciadas e sem as burocracias que atrapalham a vida de pequenas e médias empresas.


    E a fórmula vem dando certo. Prova disso é o crescimento que a plataforma atingiu em apenas dois anos. De 7.500 clientes em 2017, a Juno passou a contar com uma cartela de clientes ativos na faixa de 21 mil, e, com a expansão na oferta de serviços, a previsão é que o crescimento atinja de 95 a 100% somente até o final de 2019.
    “Há vários aspectos que nos ajudaram a impulsionar o crescimento da Juno. Acredito que todos estão relacionados ao resultado do trabalho de uma equipe maravilhosa que foi forjada por nossa cultura de colaboração. Nossa essência é pensar em pessoas! Isso inclui nossos parceiros, clientes e funcionários. Nossos números são a prova de que investir em pessoas é o caminho a ser seguido”, garante MATHEUS BERNERT, CEO da Juno.


    Para se ter uma ideia, entre os serviços oferecidos atualmente pela Juno estão não somente a emissão de cobranças online por boletos bancários, mas também com cartões de crédito e débito, transferência de valores via conta virtual, além de facilidades como o envio de mensagens para que os clientes se lembrem de pagar suas cobranças e um relatório de pagamentos feitos. “Temos três principais funcionalidades financeiras principais hoje: cobrança por boletos, cobrança por cartão de crédito e pagamento de contas. Atreladas a elas temos diversas outras funcionalidades de automatização que formam nossa proposta de valor e diferencial. Citando algumas delas: envio automatizado por email, whatsapp, confirmação de leitura, split de pagamentos, lembrete de vencimento, registro em tempo real, confirmação de pagamento de hora em hora, antifraude, relatórios e filtros”, conta Bernert.


    Nova marca, novas possibilidades - O novo posicionamento da startup tem como premissa principal trazer soluções rápidas e eficientes para seus clientes, que terão na fintech mais que uma solução única, mas sim um conjunto de operações que poderão garantir uma gestão mais eficiente dos recursos. “Os usuários da nossa plataforma antiga Boleto Fácil já foram convidados para experimentar a Juno. A Juno possui uma interface completamente nova, mais automatizada, intuitiva e simples de usar. Não pretendemos descontinuar o Boleto Fácil já que vários clientes já estão bem acostumados a usar a plataforma, mas todas as novas funcionalidades serão lançadas diretamente na nova plataforma da Juno de forma a torná-la cada vez mais atrativa para nossos atuais clientes”, explica Bernert.


    A escolha do nome não foi difícil. Inspirado na deusa romana esposa de Júpiter, Juno era considerada a protetora dos recursos do tesouro e deusa da moeda e da prosperidade. “Era necessário um nome mais novo e mais amplo, a marca antiga também não representava nossa modernidade e simplicidade. Juno foi a escolha de um nome fácil, possível de ser internacionalizado, com domínio fácil de digitar e encontrar e com uma história intimamente ligada à criação de moedas em Roma”, diz ele.

  • segurança cibernética

    PwC é reconhecida como líder no mercado de consultoria em cibersegurança

    PwC é reconhecida como líder no mercado de consultoria em cibersegurança
    Edgar D’Andrea, sócio da PwC Brasil e líder da área de Cibersegurança (Foto: Divulgação)

    A Forrester Research Inc., em seu relatório The Forrester Wave™: Global Cybersecurity Consulting Providers, Q2 2019, anunciou que a PwC se tornou líder no mercado de consultorias que fornecem serviços de segurança cibernética. O relatório mostrou que a companhia se destacou em pontos como soluções diferenciadas, compromisso com a entrega, inovação, modelos de precificação e presença de mercado apoiando empresas na prevenção, gestão e detecção de riscos e ameaças cibernéticas.

    O instituto de análise de mercado também destacou o fato de a PwC possuir um programa de inovação que permite aos seus colaboradores a colocarem suas ideias, por meio de uma incubadora interna que possibilita o desenvolvimento de projetos futuros.

    O relatório menciona que os clientes destacaram que as equipes da PwC incluíam consultores com experiência em várias áreas e se integravam perfeitamente a uma variedade de equipes internas de clientes. Ele menciona também que PwC foi mais efetiva na retenção de talentos quando comparado com concorrentes.

    “Essa menção da Forrester reforça que estamos na direção certa: ajudar os clientes a habilitar de forma segura a jornada de transformação digital, a criar resiliência organizacional, a estabelecer relação de confiança com a sociedade e a monitorar riscos e ameaças na geração de negócios dos clientes”, comentou Edgar D’Andrea, sócio da PwC Brasil e líder da área de Cibersegurança. “Com este reconhecimento, nossa equipe de cibersegurança continuará com ffoco nessas prioridades, sabendo que estamos fazendo a diferença em nossa missão de construir a confiança na sociedade e na economia digital”, acrescentou.

  • Nova Fase

    Sucessão familiar revitaliza gestão da DomPé Calçados

    Sucessão familiar revitaliza gestão da DomPé Calçados
    Flávia e Fábio Calzolaio, sócios da DomPé Calçados (Foto: Divulgação)

    Uma das marcas mais tradicionais do Paraná, a DomPé Calçados acaba de ser lançada para uma nova fase da sua trajetória, iniciada oficialmente há  25 anos. Agora sob o comando de Fábio e Flávia Calzolaio, da terceira geração da família, a DomPé aposta na modernização da gestão para alcançar o objetivo de crescer 20% nos próximos dois anos, trazendo consigo um time de 50 colaboradores que inclui funcionários com mais de uma década de casa.

    Com quatro unidades na capital, a marca foca no público B e C atingindo clientes nas regiões do Água Verde, Batel, Bom Retiro Centro e Sítio Cercado. O ticket médio da operação gira em torno de R$ 200, envolvendo um mix de marcas que vai desde as mais populares até gigantes como Nike e Adidas.

     “As perspectivas para os próximos dois anos são excelentes. Esperamos aumentar o nosso faturamento em 20% e inaugurar novas unidades, com boas chances de incluir o interior do estado nessa expansão”, detalha Fábio, que vê essa nova fase como a coroação do sucesso dos  25 anos de história da DomPé.

     O que pouca gente sabe é que, para além dessas mais de duas décadas de varejo, a origem da empresa tem DNA ainda mais antigo. Tudo começou em 1950, quando Domenico Calzolaio deixou a Itália rumo ao Brasil e aqui iniciou um pequeno negócio. Sapateiro experiente, o patriarca da família traçou um longo caminho profissional até fundar, em 1970, a Domeni Calçados.

     Em 1994, a Domeni passou por um rebranding e ganhou o nome de DomPé Calçados. Na época, os irmãos já vivenciavam a rotina da rede de lojas e em 2011 iniciaram a caminhada para a sucessão.

     “A Dom Pé está presente na vida dos curitibanos há décadas. Desde o início da empresa já vendemos mais de três milhões de unidades, sempre com preços competitivos e dentro das tendências do momento. É essa tradição que queremos manter na nova etapa”, conta Fábio.

  • Nova Gestão

    Rozália Del Gaudio é a nova diretora de Comunicação Corporativa do McDonald’s Brasil

    Rozália Del Gaudio é a nova diretora de Comunicação Corporativa do McDonald’s Brasil
    Rozália Del Gaudio, nova diretora de Comunicação Corporativa do McDonald’s Brasil. (Foto: Divulgação)

    A Divisão Brasil da Arcos Dorados anuncia a chegada de Rozália Del Gaudio à companhia. A executiva é a nova diretora de Comunicação Corporativa e assume a área com o desafio de ampliar o trabalho de gestão da reputação realizado nos últimos anos. 

    Rozália ocupará a cadeira deixada por David Grinberg no final do ano passado, que depois de três anos à frente da diretoria foi promovido a Vice-Presidente de Comunicação e Relações com Investidores da Arcos Dorados, franquia independente que administra a marca McDonald’s em 20 países da América Latina e Caribe.

    “Nos últimos anos estruturamos a estratégia de comunicação para mostrar um McDonald’s que vai além do Big Mac e das McFritas e que vive o melhor momento nos 40 anos de Brasil. E é esse trabalho que temos que dar continuidade, trazendo cada vez mais as histórias de uma empresa focada no atendimento personalizado ao cliente, na transparência de seus ingredientes e processos, e na proposta de experiências inovadoras nos seus restaurantes. E a Rozália é a pessoa certa para o desafio de acelerar esse trabalho e consolidar ainda mais a liderança da marca no segmento de alimentação fora do lar”, afirma Grinberg.

    Formada em Jornalismo pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), com Mestrado em Administração de Empresas pela mesma Universidade, e doutorado em Ciências Sociais pela Universidade de Paris 1 Panthéon-Sorbonne, Rozália tem mais de 20 anos de experiência na área de Comunicação, com uma carreira sólida vivenciada em importantes companhias como Vale, Grupo Votorantim e C&A. 

    Ela vai liderar o time de Comunicação Corporativa da empresa, formado pelos gerentes Mariana Augusto e Leandro Lima, por Anderson Marin, analista sênior, e Paloma Domingues, assistente. “A nossa proposta é atuar cada vez mais de forma integrada, propondo soluções de comunicação para os diferentes públicos que interagem com a nossa empresa, como os funcionários, a imprensa, os influencers, os franqueados e líderes de opinião, e, com isso, contribuir para a contínua evolução da reputação da companhia”, comenta Rozália.

  • Orientação Financeira

    Santander abrirá agência de Curitiba no fim de semana para orientação financeira gratuita

    Santander abrirá agência de Curitiba no fim de semana para orientação financeira gratuita
    Karine Siqueira Bueno, head de Sustentabilidade do Santander (Foto: Divulgação)

    Funcionários do Santander Brasil se organizaram em um programa de voluntariado para levar orientação financeira a clientes e não clientes interessados em receber apoio para organizar suas contas e investir. A iniciativa será realizada, a princípio, em 29 agências selecionadas do banco em 25 municípios – entre elas a de Curitiba – a partir deste sábado, 4 de maio, sempre das 9h às 12h, até o último sábado de junho.

    Até o momento, mais de 1,2 mil funcionários do Banco se inscreveram para participar desta missão cidadã, quando poderão dar palestras, realizar assessoramento individual ou coordenar e apoiar as atividades do dia. As atividades das agências, nestas datas, serão 100% dedicadas à educação financeira – não haverá atendimento comercial. Em Curitiba, os atendimentos serão realizados na agência da Rua Emiliano Perneta, 267, Centro, por ordem de chegada.

    Os voluntários, que não necessariamente atuam na rede comercial no dia a dia, passarão por uma formação para aprimorar suas competências e garantir a qualidade da experiência do público atendido. Quem visitar as agências também receberá indicações de ferramentas e cursos on-line sobre os temas abordados.

    A iniciativa nasceu de uma proposta do presidente do Santander Brasil, Sérgio Rial, que divulgou a intenção do Banco de ceder a estrutura das agências para os voluntários em um vídeo manifesto. “Educação financeira é valorizar o que se tem, seja pouco, seja muito. É cuidar, é aprender, é ter disciplina. E criar confiança para dizer não. Essa reflexão é importante no nosso Brasil de hoje. Ainda somos 12 milhões de desempregados e 63 milhões de pessoas que ainda tem alguma dívida atrasada”, afirmou Rial, na mensagem publicada em março último nas redes sociais.

    A head de Sustentabilidade do Santander, Karine Siqueira Bueno, explica que o programa pode crescer e se consolidar como uma prática da Instituição. “A educação financeira ainda é uma lacuna no Brasil. Existem iniciativas importantes, como a Estratégia Nacional de Educação Financeira (ENEF), mas ainda há um longo caminho a ser percorrido por toda a sociedade. Nossos funcionários compreenderam a importância de fazer parte dessa mobilização”, afirma a executiva.

    Em fevereiro, o Banco lançou uma ferramenta online de educação financeira gratuita para seus clientes, o Santander ON. O serviço oferece uma radiografia de todos os compromissos financeiros do correntista, e alerta para eventuais pendências na Receita Federal, Serasa e Banco Central.Com interface amigável, a plataforma indica o caminho para a resolução rápida em caso de restrição ao CPF. Conforme a situação, o banco poderá até mesmo oferecer uma linha de crédito para permitir a quitação da dívida pendente.

  • Investimentos

    Volkswagen retoma 2° turno no Paraná e contrata 60 pessoas para acelerar a produção do T-Cross

    Volkswagen retoma 2° turno no Paraná e contrata 60 pessoas para acelerar a produção do T-Cross
    O Presidente e CEO da Volkswagen América Latina, Pablo Di Si (Foto: Divulgação)

    A Volkswagen retomou o 2º turno de produção na fábrica de São José dos Pinhais, no Paraná, acelerando a fabricação do T-Cross, SUV que acaba de chegar ao mercado brasileiro. Cerca de 500 funcionários que estavam em layoff (suspensão temporária de contratos) voltam ao trabalho, aumentando a produção do modelo. O contingente representa um quinto do total de trabalhadores da fábrica, que tem 2.600 pessoas contratadas.

    A retomada do 2º turno permitirá à empresa elevar a produção do T-Cross para abastecer tanto o mercado interno como as exportações, uma vez que o novo SUV da marca tem potencial para ser comercializado em 50 mercados da América Latina e África. Além do segundo turno, os dias de produção na fábrica aumentarão significativamente em 2019, cerca de 100 dias a mais que em 2018 (de 150 para 250).

    Ao todo, a Volkswagen do Brasil investiu R$ 2 bilhões na produção do T-Cross no Paraná, incluindo modernização e ampliação da fábrica e desenvolvimento do projeto, que resultou no primeiro SUV da marca Volkswagen fabricado no Brasil.

    “Além das 500 pessoas que retornarão do layoff, ainda contrataremos mais 60 profissionais para acelerar a produção do T-Cross. Ele é o 12º das 20 novidades que lançaremos até 2020. É o modelo mais importante da Volkswagen em 2019. Temos compromisso com o Brasil e aqui estamos investindo nesse período R$ 7 bilhões para essa que é a maior ofensiva de produtos da história da marca Volkswagen no País”, diz o Presidente e CEO da Volkswagen América Latina, Pablo Di Si. 

    Ofensiva de SUVs - O T-Cross faz parte dos cinco SUVs completamente novos que a Volkswagen lançará no Brasil até 2020. O primeiro deles foi o Tiguan Allspace, que já é o segundo SUV premium mais vendido do País, com cerca de 1.000 unidades comercializadas mensalmente. O segundo é o T-Cross.

    Atualmente, os SUVs representam 23,3% do mercado total de automóveis de passeio no Brasil. Considerando o mercado de carros e comerciais leves, estima-se que em quatro anos, de dez unidades vendidas no Brasil, no mínimo três serão SUVs.

    São José dos Pinhais, a fábrica mais moderna da Volkswagen no Brasil - A fábrica de São José dos Pinhais, no Paraná, foi inaugurada em 18 de janeiro de 1999. É uma das mais modernas fábricas do Grupo Volkswagen. Desde a sua inauguração, já produziu mais de 2,6 milhões de veículos.

  • Mercado Pet

    Grupo Akron assume gestão da marca Eukanuba no Brasil

    Grupo Akron assume gestão da marca Eukanuba no Brasil
    Nelo Marraccini Neto, fundador e CEO da Akron (Foto: Divulgação)

    A Akron, grupo brasileiro de alimentação, produtos e acessórios para pets, acaba de assumir, de forma exclusiva, toda a gestão comercial e logística da Eukanuba, marca de alimentos super premium para pets pertencente ao conglomerado americano Mars.

    O portfólio inicial da marca no Brasil será composto por quatro linhas específicas para cães – filhote, adulto, light e sênior – cada uma delas com versões direcionadas para os portes pequeno, médio e grande. Elas podem ser encontradas em embalagens de 1kg, 3kg, 7,5kg e 12kg, totalizando 16 SKUs. Nessa primeira etapa de implantação da marca, a linha para felinos não será contemplada.

    A fabricação dos produtos acontecerá em uma planta da marca francesa Royal Canin, também do grupo Mars, localizada em Descalvado, São Paulo. As linhas serão comercializadas a partir do dia 25 de fevereiro em pontos de vendas especializados e clínicas veterinárias. Os estados de São Paulo e Rio de Janeiro serão as praças de entrada da Eukanuba, que juntas representam 70% do mercado pet nacional.

    "O Brasil é um dos maiores mercados pet do mundo e, portanto, com grande potencial para o estabelecimento de uma marca super premium e focada em precisão nutricional", explica Nelo Marraccini Neto, fundador e CEO da Akron. De acordo com a Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação, em 2017 o setor cresceu 4,95%, consolidando o Brasil como o terceiro maior mercado pet em faturamento global.

    A expectativa é ampliar a operação da Eukanuba para todos os estados do país gradativamente, até o final do ano, além de aumentar as vendas em 50% em um prazo de doze meses.

    A Akron também foi responsável pela implantação da Royal Canin no Brasil e esteve à frente da gestão logística e comercial por mais de 26 anos (entre 1992 e 2018), sendo responsável por posicioná-la na liderança de alimentos super premium. O objetivo é repetir o sucesso com a implantação da Eukanuba.

  • Cooperativismo

    Dirigente do Sicredi é eleito presidente do Fundo Garantidor das Cooperativas de Crédito

    Dirigente do Sicredi é eleito presidente do Fundo Garantidor das Cooperativas de Crédito
    Com exercício até o ano de 2022, João Spenthof foi eleito presidente do Conselho de Administração da Assembleia Geral do Fundo Garantidor das Cooperativas de Crédito (Foto: Divulgação)

    Os dirigentes das principais instituições do cooperativismo de crédito brasileiro estiveram reunidos em Brasília no dia 17 de abril para a realização da Assembleia Geral do Fundo Garantidor das Cooperativas de Crédito (FGCoop). Além da apresentação das demonstrações financeiras, a reunião definiu os nomes que irão compor os conselhos de administração do FGCoop até 2022. Durante o encontro, também foi realizada a plenária do Conselho Consultivo Nacional do Ramo Crédito (Ceco), da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), na qual foi feito um balanço dos 10 anos da Lei Complementar 130, importante marco para o desenvolvimento do cooperativismo de crédito no Brasil.

    Com exercício até o ano de 2022, João Spenthof foi eleito presidente do Conselho de Administração do FGCoop por unanimidade – Francisco Silvio Reposse Junior (Sicoob) será o vice. Também ficaram definidos os conselheiros titulares de administração da entidade: Celso Ramos Regis (OCB/MS, representando as cooperativas de crédito não filiadas a centrais); Álvaro Jabur (Uniprime, representando as cooperativas de crédito de dois níveis); e José Maria de Azevedo (Unicred). E, ainda, foram escolhidos os conselheiros suplentes: Luis Alberto Pereira (OCB/GO), Leonel Pedro Cerutti (Cecrers), Cledir Assisio Magri (Cresol), Mário Augusto Moura Flores (Unicred), Márcio Port (Sicredi) e José Alves Sena (Sicoob). Outra pauta do dia foi a prorrogação do mandato dos conselheiros fiscais até 2020.

    “Recebo com muita honra e responsabilidade essa atribuição de assumir a presidência do Conselho de Administração do FGCoop. O Fundo tem a função de proteger os depósitos dos integrantes das cooperativas de crédito e equipara nossa segurança com as dos bancos tradicionais, gerando confiança e promovendo a continuidade do crescimento sustentável do Sistema Nacional de Cooperativas de Crédito (SNCC)”, destacou Spenthof.

    Após a assembleia do FGCoop, a reunião teve sequência com a realização da Plenária do Ceco, aberta pelo anfitrião do encontro Marcio Lopes de Freitas, presidente da OCB. O dirigente abriu seu discurso destacando o êxito do trabalho realizado por Bento Venturim na gestão 2016/2019 do FGCoop e saudando o retorno, em 2018, de Manfred Alfonso Dasenbrock, presidente da SicrediPar, à coordenação do Ceco. “O trabalho de Venturim aliou competência com a essência do cooperativismo, que é de fazer as pessoas felizes lá na ponta. A volta de Dasenbrock à coordenação do Ceco retoma um ciclo de 10 anos atrás, quando trabalhamos pela Lei Complementar 130”, ressaltou.

    Ainda durante a plenária, Dasenbrock expôs o trabalho de criação de uma agenda prioritária realizado pelo grupo, com destaque para temas como o relacionamento das cooperativas de crédito com fundos constitucionais e elaboração do Documento de Diretrizes Estratégicas do Sistema Nacional de Cooperativas de Crédito. Também foram apontados alguns dos temas da pauta de 2019 do Ceco, entre eles o aprimoramento da LC 130. “Nos últimos 10 anos, vivemos um avanço muito grande do cooperativismo de crédito e muito disso se deve à conquista da criação da LC 130. Essa trajetória só foi possível pela união de esforços do SNCC e pela relação de parceria e proximidade do segmento com o Banco Central do Brasil”, contextualizou, complementando com a consideração que o Brasil tem hoje um dos melhores ambientes regulatórios para o segmento em âmbito mundial.

  • Tendência de mercado

    Rede Bourbon assina parceria para programa de timeshare

    Rede Bourbon assina parceria para programa de timeshare
    Alceu A. Vezozzo Filho, Presidente da Rede Bourbon (esq) e Olivier Chavy, Presidente Mundial da RCI

    O presidente da Rede Bourbon, Alceu Ântimo Vezozzo Filho, assinou afiliação com a RCI (Resorts Condominiums International), parceira intercambiadora do projeto Bourbon Destination Club, na cidade de Orlando – Flórida (sede mundial da RCI). A assinatura deu-se em conjunto com o Presidente Mundial da RCI, Olivier Chavy.

    A Rede Bourbon entra no mercado de timeshare no momento de maior expansão deste segmento. O Bourbon Destination Club contará com salas de vendas no Bourbon Cararatas do Iguaçu Resort (PR) – a partir de junho e no Bourbon Atibaia Resort (SP) – até o final do ano.

    O Bourbon Destination Club permitirá a aquisição de pontos que darão direito a usufruir de hotéis e resorts Bourbon em um determinado período de tempo. A Rede conta atualmente com 21 empreendimentos espalhados pela América Latina. A pontuação necessária para cada hotel ou resort é variável de acordo com o destino, categoria e período desejado, permitindo férias planejadas e acessíveis o ano todo.

  • INVESTIMENTOS

    Klabin anuncia o maior investimento da sua história

    Klabin anuncia o maior investimento da sua história
    Cristiano Teixeira, diretor-geral da Klabin. (Foto: Divulgação)

    Na semana em que completa 120 anos, a Klabin, maior produtora e exportadora de papéis para embalagens do Brasil, demonstra mais uma vez a sua capacidade de crescimento e transformação ao anunciar o maior investimento de sua história. Com aporte previsto em R$ 9,1 bilhões, o novo ciclo de expansão compreende a construção de duas máquinas de papel para embalagens (kraftliner), com produção de celulose integrada, que serão instaladas na unidade industrial da companhia no município de Ortigueira (PR), no mesmo site onde está localizada a Unidade Puma, fábrica de celulose inaugurada em 2016. A capacidade total das novas máquinas será de 920 mil toneladas anuais de papéis.

    O Projeto Puma II, como está sendo chamado, será dividido em duas fases, e as obras têm previsão de duração de 24 meses cada uma. A primeira etapa consiste na construção de uma linha de fibras principal para a produção de celulose não branqueada integrada a uma máquina de papel kraftliner, com capacidade de 450 mil toneladas por ano. A segunda contempla a construção de uma linha de fibras complementar integrada a outra máquina de papel kraftliner, com capacidade de 470 mil toneladas anuais.

    “Este é o maior investimento da Klabin em seus 120 anos de história e um importante marco que reforça a competitividade e capacidade de transformação da companhia. Nosso foco em eficiência operacional tem sido essencial para alcançar resultados expressivos e manter os consideráveis investimentos feitos pela empresa nos últimos anos. Com este anúncio, aliamos a nossa essência inovadora à trajetória de sucesso e reforçamos a nossa vocação para o futuro biodegradável, alinhado às tendências globais de consumo sustentável”, declara Cristiano Teixeira, diretor-geral da Klabin.

    Durante o pico de obras do Projeto Puma II, cerca de 9 mil postos de trabalho serão gerados e após o início das operações serão 1,5 mil vagas (diretas e indiretas), que beneficiarão a região dos Campos Gerais do Paraná, onde está localizado o município de Ortigueira. As licenças necessárias para a construção do projeto já foram concedidas pelos órgãos responsáveis e o empreendimento tem potencial de geração de ICMS incremental no Estado do Paraná de até R$ 200 milhões por ano, favorecendo o desenvolvimento das comunidades locais. Além disso, haverá impacto positivo na região em função da geração de impostos e negócios, benfeitorias socioambientais e desenvolvimento de infraestrutura.

    “Para a construção da Unidade Puma, uma das mais modernas instalações de celulose do mundo, adotamos as melhores práticas globais de sustentabilidade e tecnologia. No Projeto Puma II não será diferente, continuaremos guiados pela inovação e pelos princípios da indústria 4.0, com o objetivo de continuar oferecendo ao mercado soluções em embalagens cada vez mais eficientes, biodegradáveis, recicláveis, provenientes de fontes renováveis”, ressalta Francisco Razzolini, diretor de Tecnologia Industrial, Inovação, Sustentabilidade e Negócio Celulose.

    A produção anual de 1,6 milhão de toneladas de celulose da Unidade Puma continuará abastecendo os mercados interno e externo. Com a inauguração da fábrica, há três anos, a Klabin dobrou a sua capacidade e ampliou sua representatividade na indústria mundial de papel e celulose, tornando-se a única companhia do País a oferecer ao mercado, a partir de uma operação totalmente projetada para essa finalidade, uma solução em celuloses branqueadas de fibra curta, fibra longa e fluff. A Unidade também possui a capacidade de gerar 250 MW de energia elétrica, o que elevou a Klabin à condição de autossuficiente na produção de energia.

  • IMPORTAÇÃO DE PÁSCOA

    Páscoa 2019: importações brasileiras no primeiro trimestre

    Páscoa 2019: importações brasileiras no primeiro trimestre
    O executivo Helmuth Hofstatter (Foto: Divulgação)

    O mês de março de 2019 registrou uma alta nas movimentações de importação brasileira em decorrência do período de Páscoa, conforme dados coletados junto da plataforma SearchX da LogComex.

    A solução desenvolvida pelo time da startup curitibana permitiu ao cliente ter a oportunidade de analisar os produtos importados e exportados, identificar potenciais fornecedores, avaliar preços, origens, destinos e a classificação fiscal.

    Itens como chocolates e peixes congelados são os que tiveram maior crescimento no número de pedidos. Acompanhe o desempenho do país com números inéditos do mercado a seguir, apresentados por Helmuth Hofstatter, executivo que desenvolveu sua carreira profissional sempre ligado a empresas que atuam no segmento do Comércio Exterior, especificamente ligadas à logística internacional, e que criou a tecnologia que serviu de base para a LogComex, hoje uma das startups que mais cresce e revoluciona o Comércio Exterior Brasileiro:

    Chocolate

    No primeiro trimestre de 2019, as importações em chocolate somam 4.996 itens ao todo, sendo 2.179 itens apenas no mês de março. São 6.953.369,60 unidades comercializadas das marcas Milka, Hershey, M&M, Ferrero e Nestle, por ordem de preferência.


    Peixes

    Peixes, crustáceos e moluscos registraram aumento no número de pedidos no mês de março de 2019. O bacalhau dessalgado está entre o mais importado pelos brasileiros, com 33,3% do percentual de pedidos. Outro ponto destaque na importação é o frete, totalizando 1.344.696,52 USD.

    A movimentação de item também está no assunto modal de transporte. Os chocolates são importados majoritariamente pelo modal aéreo (51,1%), com o aeroporto Internacional do Rio de Janeiro como principal na unidade de desembaraço. Já com os peixes congelados, a preferência é pelo modal marítimo (59,7%), com desembaraço pelo Porto de Santos. O uso de containers é justificado pela necessidade de refrigeração ao longo do transporte para garantir higiene e segurança na entrega da mercadoria.

    Estes são alguns dados referentes ao período de Páscoa 2019 gerados pela LogComex. E você também pode ter acesso com o módulo SearchX, focado na análise de mercadorias importadas. Clique aqui e saiba como nossa plataforma pode ajudar você a revolucionar o Comércio Exterior.

  • E-COMMERCE

    Comércio eletrônico deve faturar R$ 3,3 bilhões no Dia das Mães

    Comércio eletrônico deve faturar R$ 3,3 bilhões no Dia das Mães
    Mauricio Salvador, presidente da ABComm (Foto: Divulgação)

    O comércio eletrônico espera faturar R$ 3,3 bilhões no Dia das Mães. A expectativa é da ABComm, associação que representa o setor. De acordo com a entidade, esse montante é 16% superior ao movimentado na mesma data do ano passado. A previsão considera as vendas realizadas no período de 15 de abril até 11 de maio. Segundo o estudo, o número de pedidos realizados pela internet será de 9,81 milhões, com o tíquete médio de R$ 345.

    As categorias mais procuradas para a data são as de moda, cosméticos, eletrodomésticos, flores, além de artigos de casa e decoração, indicando os setores que possuem maior possibilidade de aumentar o faturamento. Ainda segundo a ABComm, esse aumento se deve ao reaquecimento da economia, queda no câmbio e a retomada da confiança do consumidor.

    De acordo com Mauricio Salvador, presidente da ABComm, seguindo as demais datas sazonais, que vem apresentando resultados positivos no ano, o Dia das Mães deve também seguir no mesmo caminho. "Sendo uma data de tradicional relevância, as lojas vão preparar ações, ofertas e condições melhores para os consumidores", afirma.

  • Incertezas do mercado

    Confiança dos pequenos negócios na economia do país apresenta queda

    Confiança dos pequenos negócios na economia do país apresenta queda
    Paulo Jorge, analista de Gestão Estratégica do Sebrae. (Foto: Divulgação)

    O índice de otimismo dos empreendedores quanto aos rumos da economia brasileira caiu cerca de 10 pontos percentuais nos primeiros três meses de 2019, mas a confiança dos donos de micro e pequenos negócios continua em alta. É o que mostra a Sondagem Conjuntural feita pelo Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas), entre os últimos dias 25 de fevereiro e 11 de março. O estudo aponta que 69,6% dos empresários entrevistados estão acreditando na recuperação do país, contra 79,5% apontado na pesquisa de dezembro, quando foi feito o último levantamento. Entre esses empresários, o principal motivo apontado para serem otimistas foi a confiança no crescimento econômico do Brasil com o novo governo. 

    “A mudança no governo , aliada ao novo ano, elevou muito a expectativa dos empresários de pequenos negócios em dezembro, quando foi realizada a última sondagem. É natural que o percentual de otimistas apresente queda suave, após os primeiros meses do governo”, avalia o analista de Gestão Estratégica do Sebrae, Paulo Jorge. “Ainda assim, registramos o segundo maior índice de otimismo da série histórica e verificamos que a intenção de contratação de mão de obra, por parte dos empreendedores permanece alta”, pondera.

    A marca de 79,5% de empreendedores otimistas, verificada em dezembro, foi a maior já registrada desde junho de 2017, quando a pesquisa começou a ser feita pelo Sebrae. O levantamento, feito trimestralmente, tem como objetivo conhecer as expectativas dos donos de pequenos negócios em relação à economia brasileira e ao seu próprio empreendimento. A Sondagem conjuntural ouviu 2.992 Microempreendedores Individuais (MEI), empresários de Micro e Pequenas Empresas (ME) e donos de Empresas de Pequeno Porte (EPP). Mais da metade deles (68,5%) se mostraram bastante otimistas com relação à melhora do faturamento de sua empresa em 2019, apesar da queda de quase 9 pontos percentuais em relação a dezembro de 2018. Os que acreditam que a situação vai ficar como está, somaram 22,5%, índice maior do que ano passado, que era 16,8%, enquanto que os pessimistas cresceram de 3,3% para 6,8%.

    A última pesquisa indicou que 81,5% dos donos de pequenos negócios otimistas avaliam que a economia do país vem dando sinais de recuperação, 60% dos entrevistados já constataram aumentos de vendas, enquanto 54,7% disseram que o emprego está aumentando. Apesar disso, o percentual de empresários que pretendem contratar funcionários em 2019 foi de 32,1%, praticamente igual ao do final do ano passado: 32,4%. Conforme a Sondagem Conjuntural, isso ocorrerá principalmente em EPP dos setores ligados à Indústria e à Construção Civil. Em contrapartida, os que devem enxugar seus quadros subiram de 2,8% para 4,8%. Para resolver o problema de mão-de-obra, os empreendedores continuam com a mesma percepção de que é melhor contratar pessoas inexperientes e capacitá-las na própria empresa: 80,4%.  

    Principais pontos da Sondagem Conjuntural

    • Após o ápice das taxas de otimismo dentre os empresários em dezembro de 2018, motivados especialmente pela expectativa com o novo governo, o estudo mostra uma queda nos índices de 79,5% no ano passado para 69,6% em 2019.
    • Cerca de 70% dos empresários acreditam que tanto a economia, quanto o faturamento de sua empresa e o seu próprio negócio como um todo tendem a melhorar nos próximos meses.
    • A expectativa positiva em relação ao novo governo segue sendo o motivo mais citado por aqueles que acreditam na melhoria da economia do país.
    • Dentre os entrevistados, cerca de 9% estão pessimistas, avaliando que a economia tende a piorar e o principal motivo são os altos índices de desemprego.
    • Mais de 30% dos entrevistados afirmam que pretendem contratar funcionários este ano, enquanto que 5% devem demitir.
    • Cerca de oito a cada 10 empresários optam por contratar pessoas inexperientes e treiná-las na própria empresa. 

  • Endoculture

    TW completa 10 anos e anuncia novo posicionamento

    TW completa 10 anos e anuncia novo posicionamento
    Rogério Pinheiro, CEO da TW (Foto: Divulgação)

    A TW, especializada na tangibilização de cultura de marcas, completa 10 anos e anuncia seu novo posicionamento. Além de criar e executar ações relacionadas à comunicação corporativa, endomarketing, endobranding e live marketing, é pioneira em Endoculture, uma metodologia criada pela agência que integra diversos momentos da construção do legado cultural das marcas.

    “Cada marca é constituída de uma cultura corporativa e seus atributos quase que necessariamente permeiam por entre seus produtos e serviços. O fato é que, nos dias de hoje, é muito importante que os stakeholders percebam congruência no que a empresa evidentemente entrega, com o que ela realmente acredita e pratica. A metodologia do Endoculture integra desde a definição das crenças e valores da marca até a entrega de seus produtos e serviços, garantindo que estes atributos sejam percebidos e verdadeiros em toda a cadeia de desenvolvimento, em especial, para as pessoas que nela participam”, explica o CEO da TeamWorker, Rogério Pinheiro.

    A estratégia, que já conquistou grandes nomes, como Itaú Unibanco, Mapfre, Votorantim, ESPN, BRF, AES, Citibank, Claro, Net, Totvs, entre outras, parte do tratamento das demandas das marcas em sete pilares, que determinam o nível de maturidade e aderência entre discurso e prática de seus atributos culturais. Entre eles estão a descentralização, que estimula menos ‘hierarquia’ e mais ‘pessoas’; o encantamento; a representatividade no quadro de funcionários e parceiros e a responsabilidade social compartilhada.

    Na prática

    Como resultado, a TeamWorker tem no portfólio campanhas como a “Somos gente que entende gente”, do Itaú, voltada para o público de atendimento ao cliente do banco, que começou em setembro e já impactou quase 40 mil pessoas, entre o público da Central e os colaboradores da rede social do banco. 

    “Os próprios colaboradores são os protagonistas neste case, pois eles são o primeiro contato com o cliente do banco, são quem entende a ‘dor’ de cada pessoa e auxilia. Fizemos a campanha com uso de fotos dos colaboradores, depoimentos, histórias e elogios reais de clientes a eles. O resultado foi muito expressivo. Os colaboradores ficaram encantados com o reconhecimento, tanto do banco com eles, como dos clientes que enviaram elogios para os times, e, voluntariamente, levaram a campanha para suas redes sociais, onde despertaram ainda mais o orgulho de pertencer a empresa. Sucesso!”, comemora Caê Barbosa, VP de Atendimento da TW.

    Outro exemplo, foi o trabalho de endoculture desenvolvido para a Youse. “A TW foi acionada e iniciamos um trablho para entender como a marca era vista pelos atendentes, pelos clientes, entender o que era comunicação e o que era realidade, onde esses pontos se tocavam e onde havia espaço para trabalharmos. Fizemos diversas reuniões de imersão, com atendentes e com clientes. Usamos o IDEATORS, metodologia exclusiva do grupo TW, e que mais uma vez não falhou”, lembra o diretor criativo Mateus Oazem. “Ao apresentarmos os resultados para área de marketing, atendimento e cultura foi como se tivéssemos desnudado completamente a empresa - ação por ação. Criamos um roadmap de ações corporativas para fortalecer a cultura e entregamos um manual com todos os valores, sua importância e seus comportamentos”, complementa.

    “Com a Youse encontramos uma oportunidade de fazer o que amamos: ser parte da cultura corporativa, conseguir olhar aquela lista de valores e missões e transformar em ações da rotina de todos”, enfatiza Rogério Pinheiro.

    Mulheres pelo Coração, uma campanha voltada para a área da saúde criada para a Fundación Mapfre; uma pesquisa de engajamento criada para a Suzano – Papel e Celulose, com audiência de 93%; a Campanha IR Instituto Votorantim, de arrecadação de doação de um percentual do IR para causas sociais, que atinge todas as empresas do grupo, também estão entre os cases de endoculture liderados pela TeamWorker.

    Democrático

    Além do briefing do cliente e das pesquisas pertinentes, os oito passos do checklist de Endoculture determinam o índice de eficiência e eficácia que se deve constituir em cada atividade de comunicação, potencializando toda a estratégia de valor. “O Endoculture é totalmente democrático. A comunicação é dirigida à particularidade de cada marca, independentemente, inclusive, do seu tamanho. É possível entender a necessidade e até mesmo descobrir a viabilidade de comunicar com o que a marca já tem em seu ecossistema, possibilitando economia e uma entrega eficaz. O resultado não precisa ser necessariamente uma campanha, pode ser uma estratégia. O importante é que a entrega seja efetiva e atinja ou supere os resultados esperados”, explica Pinheiro.

    A TW já é considerada uma das melhores agências de endomarketing, endobranding e comunicação do país. Seu perfil multidisciplinar de estratégia, design e experiências já ajudou a construir mais de 20 marcas fortes, com a fidelização de grandes nomes, como o Itaú, presente na carteira da agência desde seu primeiro ano de atividades. Outros detalhes: www.teamworker.com.br

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