• Rede Inspira traz Leandro Karnal para Curitiba

    Rede Inspira traz Leandro Karnal para Curitiba
    André Aguiar, CEO da Inspira (Foto: Divulgação)

    A Inspira Rede de Educadores realiza no próximo dia 20 de setembro o evento “A Educação para o aluno do século 21” com o professor e historiador Leandro Karnal. Ele abordará detalhes de como é a tarefa de educar no “mundo líquido” atual que nos encontramos. O evento é gratuito e está agendado para iniciar às 19h30, na Ópera de Arame. Pais de alunos da rede, professores, profissionais da educação e comunidade em geral podem participar. As inscrições podem ser feitas através do site https://www.sympla.com.br/educacao-com-foco-no-aluno-do-seculo-xxi__638530 ou pelo telefone das recepções das escolas da Inspira.      


    Com o tema “Educando no Mundo Líquido”, Karnal irá relacionar os conceitos do sociólogo polonês Zygmunt Bauman com o futuro da educação. De acordo com Bauman, a sociedade vive a chamada “modernidade líquida”, em que pouco foi feito para durar e tudo é efêmero. Os jovens, que já nascem conectados, vivem isso diariamente e não raramente as pessoas estão num lugar com o corpo, mas parte da consciência está em outro.

     
    É diante desse contexto e da necessidade de como a educação, tanto por parte dos professores e dos pais, deve se reinventar, que Karnal irá subir ao palco na próxima sexta-feira. “Com esse excesso de informações que assola a sociedade, é necessário atuar e refletir diante deste contexto. A educação precisa olhar para essa realidade e refletir a respeito disso”, afirma o CEO do Inspira, André Aguiar.

     

    Aguiar também ministrará uma palestra intitulada “Foco no aluno do século 21”, em que fará um apanhado histórico da educação e mostrará os passos que precisam ser traçados por pais e professores. “A maneira de ensinar não muda há séculos. As escolas precisam evoluir e trabalhar de forma diferenciada”, aponta.

     

    Inspira - A Inspira Rede de Educadores já é uma das referências em educação no Brasil em gestão e excelência acadêmica. Atua em quinze escolas e atinge oito mil alunos apenas em Curitiba e região metropolitana. Está no mercado desde novembro de 2017 e atua na gestão das escolas com a premissa de tratar o ensino de forma ampla e preservar a identidade de cada estudante e instituição, respeitando as características de cada localidade em que atua. Além do Paraná, a Inspira está presente em Belém, capital do Pará. Em Curitiba e região metropolitana fazem parte da rede o Curso e Colégio Acesso (9 estabelecimentos); o Curso Apogeu e o colégio Stella Maris, com uma unidade cada um; a Escola Dominus e o Top Gun, com dois estabelecimentos inseridos no Inspira. Os donos dessas instituições passam a ser, também, sócios do Inspira.

  • Economia Criativa

    Curitiba recebe encontro gratuito com produtores e empreendedores criativos com foco na produção cultural e seu impacto na economia

    Curitiba recebe encontro gratuito com produtores e empreendedores criativos com foco na produção cultural e seu impacto na economia
    CriaNomics reúne produtores, pesquisadores, artistas e empreendedores para falar sobre a economia criativa no CriaNomics (Foto: Divulgação)

    De 18 a 20 de setembro, a capital paranaense recebe a segunda edição do CriaNomics, um evento gratuito que reúne convidados especiais do Brasil e América Latina, como produtores, pesquisadores, artistas e empreendedores, e promovendo palestras, workshops, mesas e debates com foco na importância da produção cultural e seu impacto na economia. O encontro ocorre no Centro Cultural Sistema FIEP – Unidade Dr Celso Charuri (Rua Paula Gomes,  270).

    “Queremos promover um evento que incentive a pesquisa a novas ideias e tendências no mercado cultural e na economia criativa, propondo uma troca de experiências entre profissionais e simpatizantes do segmento”, comenta Rosangela Araújo, uma das curadoras do encontro.

    Com 19 profissionais atuantes nas diferentes áreas da criatividade, o CriaNomics conta com a realização das produtoras Escritório de Criação, Mucha Tinta e Tertúlia Produções, que desempenham funções no planejamento e produção de eventos locais e nacionais, assim como da Fundação Cultural e da Prefeitura de Curitiba.

    “O Crianomics surgiu com o intuito de promover a inovação na gestão cultural e a expansão da criatividade, por meio da troca de experiências, painéis especiais e na geração de negócios entre produtores e criativos”, explica Freddy Kowertz, um dos idealizadores do encontro.

    Entre os temas a serem abordados, estão “Gestão para Empreendedores Criativos”, “Economia Criativa na América Latina”, “Experiências Sustentáveis, mapeamento das Cadeias Produtivas na Economia Criativa”, “Disrupção em Bens e Serviços Criativos”, “Transpondo Fronteiras - Como Produzir e Receber no Mercado Externo?”, entre outros, contando também com mostras de filmes em realidade virtual, apresentações musicais e intervenções artísticas, gastronômicas e tecnológicas.

    “O evento é um projeto inovador e com foco na formação e desenvolvimento econômico dos profissionais dos setores criativos, apresentando as mais novas tendências na produção cultural e economia criativa, aproximando estudiosos e profissionais da área a fim de responder questões comuns a todos que fazem parte dessa nova econômica”, comenta Michelle Hesketh, também responsável pelo evento.

    As inscrições para o encontro, que ocorrerá no Centro Cultural Sistema FIEP – Unidade Dr Celso Charuri  (Rua Paula Gomes,  270) são gratuitas e podem ser feitas pelo Sympla. Mais informações no site oficial www.crianomics.com.br

    O CriaNomics conta com o apoio do Programa de Apoio e Incentivo à Cultura, da Fundação Cultural de Curitiba e da Prefeitura Municipal de Curitiba.

    Acompanhe a programação nas redes sociais oficiais, pelo facebook @crianomics e instagram @crianomics

     

    Sobre os participantes - Entre os convidados, estão o jornalista Alessandro Andreola, especialista em música e cinema e um dos fundadores da Editora Barbante, especializada em publicações de autores independentes de todo o Brasil; Ana Penso, comunicadora e coordenadora de soluções de ensino do Centro Europeu; Daniel Valenzuela, produtor multicultural e fundador da Ruído CWB; a argentina María Boggiano, que trabalha na área da gestão cultural da Argentina desde 2015, com foco no conhecimento e reconhecimento das áreas da cultura, sejam elas públicas ou privadas; o também argentino German Lang, designer gráfico e profissional de produção e gestão de políticas públicas para o fortalecimento de projetos culturais independentes; Celso Athayde, CEO da Favela Holding e autor de inúmeras obras, como “Um País Chamado Favela” e “Falcão – Meninos do Tráfico”, e criador do conceito ‘economia paralela’, cujo conceito já foi tema de sua palestra em Harvard, Columbia, Emet e London School of Economics; o jornalista e roteirista Henrique Oliveira, que é autor de “A Alma da Rebeca”, projeto de documentário com coprodução do Chile e selecionado para o Campus DocsBarcelona 2019; Ramiro Pisseti, jornalista, pesquisador, editor e produtor, que já atuou com com eventos e festivais internacionais, como o Desert Daze (Califórnia), Reflektor Light Festival (Dinamarca) e Aura (Portugal); Fabrício Umpierres, jornalista e referência na cobertura do ecossistema de inovação em Santa Catarina; Rafael Araújo, um dos fundadores e integrantes da AIMEC – Academia Internacional de Música Eletrônica; a designer e comunicadora internacional Rosângela Souza, que atua na Tertúlia Produções Culturais; Ana Brum, designer e diretora técnica do Centro Brasil Design; o ator, produtor e diretor cinematográfico Beto Meira; Gisele Raulix, designer e líder de inovação aberta na Celepar; Raquel Valença, pesquisadora e empreendedora do setor criativo; a produtora e administradora Talita Botelho, responsável por produções como o Gastronomix, Risorama e o Festival de Teatro de Curitiba; o designer, empreendedor e multiartista, Dan Queirolo; e Frederico Munhoz, presidente da Agência Curitiba, que promove e lidera o desenvolvimento econômico, tecnológico e de inovação da capital paranaense.

     

    Sobre o CriaNomics – O encontro criativo, que está em sua segunda edição, conta com uma curadoria focada no que há de mas novo pelo Brasil no quesito de produção e disseminação cultural. A proposta é instigar e incentivar a pesquisa a novas ideias e tendências no mercado da produção da cultural e economia criativa. Profissionais, produtores, empreendedores e artistas promovem debates, painéis e workshops para os criativos interessados, com o objetivo de abrir um diálogo sobre eventos culturais e seu impacto na economia criativa. A realização é do Escritório de Criação, Mucha Tinta e Tertúlia Produções.

  • Microempreendedor Individual

    Autonomia profissional, desemprego e tecnologia fazem multiplicar o número de MEIs criadas por minuto no Brasil

    Autonomia profissional, desemprego e tecnologia fazem multiplicar o número de MEIs criadas por minuto no Brasil
    Alan Correia, especialista em TI, decidiu por empreender com 21 anos de idade (Foto: Divulgação)

    Contrastando com a estagnação dos números de vagas do mercado formal, estacionado na casa das dezenas de milhões de desempregados, a quantidade de empreendedores formais cresce por minuto no Brasil, com quase três novos registros a cada 60 segundos, de acordo com o acompanhamento do governo federal via Portal do Empreendedor - MEI (Microempreendedor Individual). Tal dado é um retrato fiel do amadurecimento dos profissionais sobre a própria capacidade de geração de renda, tendo na tecnologia o amparo técnico necessário à autonomia de colocar em prática uma ideia.

     Diante desse cenário que a solução de automatizar o processo de criação de plano de negócios da Start Ponto Com acompanha esse momento de fortalecimento do empreendedorismo no País. Tanto startups, quanto empresas tradicionais convergem na busca por uma ferramenta que de forma rápida e com baixo investimento, seja  capaz de validar ou não um negócio a partir das informações preenchidas pelos empreendedores,  principalmente dentro da realidade financeira de cada um. “A plataforma Start Ponto Com tem por finalidade tornar acessível o plano de negócios, cruzando com a base de dados de nossa solução as informações fornecidas por quem quer empreender ou já possui um negócio e precisa detectar os ralos financeiros para seguir no mercado e crescer, mas não dispõe de capital suficiente para encomendar um trabalho nos moldes tradicionais”, explica um dos fundadores da startup, Alan Correia, especialista em Tecnologia da Informação (TI). 

    Somente neste ano, quase 200 ideias já foram estruturadas via Start Ponto Com, sendo que algumas surgiram após a constatação de que o plano inicial era inviável. “Teve um projeto que hoje é uma casa de chá, mas originalmente seria uma escola infantil e que em quatro anos não se pagaria. Com o cruzamento de informações, a Start Ponto diagnosticou isso, evitando quatro anos de prejuízo que um empreendimento sem planejamento poderia causar”, exemplifica Correia. 

    O respaldo tecnológico alimenta o apetite de boa parte dos microempreendedores individuais contabilizados pelo Portal do Empreendedor até o início deste mês, que  já beira 9 milhões de pessoas (8,7 milhões). Mais de 1,5 milhão formalizou a atividade nos últimos 12 meses (em agosto de 2018 eram 7,2 milhões de MEIs). Para o também fundador e idealizador da Start Ponto Com, consultor de negócios Luiz Lima, a evolução desses números sinaliza o aprimoramento de se empreender no Brasil e do modo de trabalhar. “A viabilidade de uma ideia de negócio passa por três etapas fundamentais: concepção da ideia, implantação do negócio e na análise dos resultados. Este cuidado é a base que só se obtém através do Plano de Negócio estruturado para apontar de forma direta e objetiva se tal negócio tem viabilidade ou não. O famoso “achismo” fica de fora”, defende. Ele reforça que a plataforma Start Ponto Com foi estruturada para mudar estatísticas históricas de que a cada 10 empresas abertas quase 7 fecham até o segundo ano de funcionamento. “Nossa missão principal é propiciar a um grupo cada vez maior de empreendedores e de MPEs  trilhem um caminho com um “norte” a seguir”, avalia Lima, que acumula 30 anos de experiência por órgãos de apoio a empresários como o Sebrae e o Fomento Paraná.

     

    Autonomia profissional também move fundadores da Start Ponto Com

    Luiz Lima e seus sócios, Alan Correia, Debora Vieira e Jéssica D’Azevedo reuniram por mais de três anos informações sobre como diversos tipos de empreendimentos funcionavam para desenvolver a plataforma. Cada um deles tem na valorização da autonomia profissional uma das grandes razões para desenvolver a Start Ponto Com. “Trabalhei com carteira assinada dos 15 aos 21 anos de idade, sempre com TI, mas a rotina de cumprimento de horário, não fazia sentido. Hoje, dedico muito mais horas para a Start Ponto Com, mas é de um modo gratificante porque faço algo que considero relevante, entregar uma ferramenta que ajuda outros empreendedores a viabilizar produtos e serviços com menos risco de investir mal o capital”, explica Correia. Com apenas 26 anos, ele ilustra bem a visão de todos sobre o futuro do trabalho e de como a Start Ponto Com quer se posicionar.

  • Economia Anêmica

    Nível de emprego e PIB estão aquém da meta para aumento do patamar de renda

    Nível de emprego e PIB estão aquém da meta para aumento do patamar de renda
    Fernando Valente Pimentel, presidente da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit) (Foto: Divulgação)

    "Crescimento do PIB em 0,4% e redução do desemprego para 11,4% no trimestre finalizado em julho são bem-vindos, mas ainda refletem uma economia anêmica", avalia Fernando Valente Pimentel, presidente da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit).

    O crescimento do PIB, de 0,4% no segundo trimestre, em relação ao imediatamente anterior, foi uma boa notícia, em especial porque superou as expectativas, salienta Fernando Pimentel. "No entanto, o resultado reflete uma conjuntura muita anêmica de crescimento, apesar de fatores positivos que vêm ocorrendo, como a reforma previdenciária, o trabalho em favor da tributária, a MP da Liberdade Econômica e desburocratização".

    Há uma acentuada dificuldade para se desencadear um ritmo mais acentuado do nível de atividade, o que se explica pelo imenso rombo das contas públicas ocorrido durante um apreciável período, pondera o presidente da Abit, salientando: "O fato é que o Brasil não pode almejar crescimento trimestral inferior a um por cento, o que resultaria em taxa anual de 4%. Por isso, precisamos construir uma agenda e realizar um esforço de superação para atingir esse patamar, de modo que, em 15 ou 20 anos, tenhamos nossa renda per capita dobrada. Também é necessário reduzir os níveis de desigualdade do País, muito maiores do que o de outras nações de renda média".

    Nesse cenário, a indústria têxtil e de confecção ainda não apresenta sinais de crescimento, com saldo negativo de postos de trabalho nos últimos 12 meses, mas conseguiu gerar cerca de 10 mil empregos formais este ano. "Porém, para que sejam preservados e para a abertura de mais vagas, é necessário que o País cresça em torno de 2,5% até o final de 2019", frisa o presidente da Abit, acentuando: "De qualquer forma, o setor, que é um grande empregador, com mais de 1,5 milhão de pessoas com registro em carteira, será um dos pilares da recuperação da economia nacional".

  • Cenário Econômico

    ACREFI promove debate sobre cenário econômico em Curitiba

    ACREFI promove debate sobre cenário econômico em Curitiba
    O presidente da ACREFI, Hilgo Gonçalves. (Foto: Divulgação)

    A ACREFI (Associação Brasileira das Instituições de Crédito, Financiamento e Investimento) promove nesta terça-feira (20 de agosto) em Curitiba um Road Show em que serão apresentados e debatidos temas referentes ao cenário econômico e ao dia a dia das empresas. O evento contará com o apoio institucional daAssociação Comercial do Paraná (Rua XV de Novembro, 621),e com os patrocínios da Tecnobank , PGMais e JC Advisor.

    O Road Show faz parte das ações da ACREFI voltadas para um dos pilares da gestão da entidade, que é o compartilhamento de informações. Entre os temas a serem abordados está o Cadastro Positivo, divisor de águas do setor de crédito que vai democratizar a informação, além de torná-la mais completa, colaborando assim com a vida financeira dos cidadãos. A palestra será do especialista Marcelo Bassalobre, Gerente de Negócios da CIP (Câmara Interbancária de Pagamentos).

    Outro tema de grande importância a ser tratado no Road Show da ACREFI será a Lei Geral de Proteção de Dados, em palestra da advogada, especialista no tema, Drª Patrícia Peck Pinheiro, do escritório PG Advogados. A LGPD está mexendo com as empresas e os empresários precisam estar atentos e se adequar à LGPDqueentrará em vigor em agosto do próximo ano.

    Além disso, Nicola Tingas, Consultor Econômico da ACREFI, falará sobre o cenário econômico atual e perspectivas a médio e longo prazos.

    O Presidente da ACREFI, HILGO GONÇALVES, fará a abertura do encontro e destaca a importância de realizar o evento: “Acreditamos cada vez mais que, com mais informações – como será possibilitado pelo Cadastro Positivo –, o cidadão terá condições de tomar a decisão de crédito de maneira mais assertiva. Esse Road Show reforça nosso otimismo de que o crédito, dessa maneira, cumprirá sua principal missão, que é apoiar o crescimento do Brasil”.

    Também estarão presentes e falarão no evento: Gláucio José Geara, Presidente da ACP; e Cristiano Dantas, Diretor Comercial e Marketing da Tecnobank. A apresentação será de Antonio Augusto de Almeida Leite (Pancho), Relações Institucionais ACREFI.

  • Empresômetro

    Microempreendedores Individuais já são quase 60% do total de indústrias do país

    Microempreendedores Individuais já são quase 60% do total de indústrias do país
    Otávio Amaral, empresário e CEO do Empresômetro (Foto: Divulgação)

    Mesmo com o setor industrial tendo perdido milhares de vagas de emprego, ele ainda é um dos que mais cresce segundo dados do Empresômetro, empresa de inteligência de mercado que mantém o mais atual banco de informações de empresas no país.

    Segundo esses dados, o setor responsável por movimentar mais de 1,3 trilhão de reais por ano, 59% do total de indústrias brasileiras são microempreendedores individuais. São pessoas que formalizaram sua situação como artesãos, vinagreiros, fabricante de sucos e velas, dentre outras possibilidades para esse tipo de empresa. As pequenas empresas também fortalecem o time, com 38% do total.

    INDÚSTRIAS BRASILEIRAS POR PORTE

    PORTE

    QUANTIDADE

    2 - Microempreendedor Individual

                          782.733

    4 - Pequena Empresa

                          504.622

    5 - Média Empresa

                             23.865

    6 - Grande Empresa

                               7.911

    3 - Microempresa

                                   446

    1 - Não Classificada

                                   267

    São quase 783 mil empreendedores individuais em comparação as 7,9 mil grandes indústrias, somando 25,96% no grande centro industrial do país, o estado de São Paulo.

    PANORAMA DAS INDÚSTRIAS

    ESTADO

    QUANTIDADE

    SÃO PAULO

                   341.080

    MINAS GERAIS

                   161.574

    RIO DE JANEIRO

                   118.371

    RIO GRANDE DO SUL

                   108.172

    PARANÁ

                   105.460

    SANTA CATARINA

                     92.300

    BAHIA

                     55.424

    GOIÁS

                     51.090

    CEARÁ

                     43.152

    PERNAMBUCO

                     39.322

    Nesse estado (SP), temos 341 mil negócios do total de 1,3 milhão de indústrias ativas no país; destaque para os últimos cinco anos em que foram abertos mais de 637 mil novos empreendimentos no setor.

    “Contabilizamos somente aquelas empresas que estão em atividade, que recolhem tributos, que contratam e geram renda, excluídas aquelas que em 12 meses não apresentam quaisquer movimentações”, esclarece OTÁVIO AMARAL, empresário e CEO do Empresômetro, sobre o levantamento.

    PANORAMA INDÚSTRIA

    CIDADE

    QUANTIDADE

    SÃO PAULO

                    98.747

    RIO DE JANEIRO

                    43.641

    FORTALEZA

                    20.859

    BELO HORIZONTE

                    19.702

    CURITIBA

                    16.983

    Em se tratando de cidades, temos nas capitais as grandes concentrações de empresas, com destaque para Fortaleza em terceiro lugar no ranking nacional e Curitiba em quinto lugar.

    “São cidades que buscam investimentos e com a descentralização do setor e da economia, ganham espaço para sediar novos negócios”, diz Amaral.

    Os dados ainda trazem número importantes sobre os fechamentos. O Empresômetro revela que até julho de 2019, foram baixados 1,2 milhão de CNPJs do setor.

    Pelos números é possível notar que grades indústrias da transformação vêm perdendo espaço para pequenos empreendimentos e outros setores, e isso é parte de uma tendência mundial, por conta das mudanças impostas pela tecnologia.

    “A redução das distâncias provida pela internet faz com que a indústria nacional tenha mais um concorrente; por meio de sites estrangeiros é possível adquirir produtos importados, algumas vezes mais baratos. A questão tributária também é um grande problema e precisa ser tratada pelo governo, um projeto que tenha como objetivo tributar menos a produção e consumo”, conclui o empresário.

  • Mulheres nas Startups

    Conecta Day reúne startups para discutir gestão e participação feminina no ecossistema

    Conecta Day reúne startups para discutir gestão e participação feminina no ecossistema
    A jornalista e empreendedora Thays Beleza, a engenheira Nara Haberland, da Bosch; a empreendedora Isabella Quartarolli, da How Educations; e Nayara Rogal, coordenadora de cultura da Ebanx. (Foto: Luis Felipe Miretzki)

    Com dezenas de empreendedores e ideias inovadoras, o auditório do Sebrae/PR, em Curitiba (PR), virou um hub de conhecimento e estratégias para o ecossistema das startups durante o Conecta Day 2019, realizado no último sábado (18). “A ideia é que fosse um evento que trouxesse informação para o ecossistema, convidar empreendedores e outros atores para participar", explica Rafael Tortato, coordenador do Projeto Startups do Sebrae/PR.

    Mediador de um dos painéis, Tortato pontua que um dos grandes desafios do ecossistemaé melhorar a forma como startups dialogam com empresas de grande porte, inclusive multinacionais.“A gente sabe que startups muitas vezes têm uma estrutura enxuta, um time de três a cinco pessoas, com uma ideia inovadora.Como fazer, então, para chegar a uma grande indústria? A gente tentou abordar essa questão, de como se preparar e qual a realidade da grande empresa, que, às vezes, faz exigências que a startup não está preparada para atender”, acrescenta.

    Coordenador de inovação da Metalúrgica Schwarz, Rafale Bispo, conta que este é, de fato, um gargalo. “Hoje, o ponto crucial é que a startup entenda a empresa e que, na empresa, haja alguém lá dentro que entenda o que é uma startup, entenda suas dores. Tem que ser um jogo de ganha-ganha. E a startup tem que ter cuidado ao negociar com um grande fornecedor, para que ela não sangre através de um único cliente e gaste todo seu esforço”, esclarece.

    Além de uma ponte mais estruturada entre startups e grandes companhias, o ecossistema também pede maior participação feminina. Atualmente, mais da metade da população brasileira é composta por mulheres, mas elas estão à frente, apenas, de 34% de todos os negócios formais ou informais no Brasil.

    O tema foi aprofundado durante o painel “O Futuro é Feminino”, que teve a participação da jornalista e empreendedora THAYS BELEZE; da engenheira NARA HABERLAND, da Bosch; da empreendedora ISABELLA QUARTAROLLI, da How Educations; e de NAYARA ROGAL, coordenadora de cultura da Ebanx - que surgiu na capital paranaense e hoje presta serviços financeiros para gigantes internacionais, entre eles o Spotify.

    Para Rogal, uma mudança profunda passa, necessariamente, por um trabalho de educação com meninas – e meninos – desde muito cedo. Especialmente em seu segmento de atuação, ela diz que as diferenças são ainda maiores. “Em relação à programação, esse é um problema mundial. Grandes empresas sofrem com isso: Google, Facebook, são basicamente do setor de tecnologia. Há poucas programadoras. Então, a gente tem trabalhado com muita força nessa virada de chave desde o ensino médio e fundamental, dando espaço em nossos programas de estágio e de contratação, para que tenhamos mais mulheres e times diversos em tecnologia. Geralmente, um produto que é pensado só por homens, vai acabar atendendo somente homens”, afirma.

    Competição

    Uma das atrações do Conecta Day 2019 foi o Demo Day Open Innovation. Em cinco minutos, cada um dos 20 empreendedores selecionados pode vender sua proposta e responder às perguntas da banca avaliadora, formada por parceiros do ecossistema. As cinco melhores iniciativas vão participar da fase final do Open Innovation, no dia 28 de maio, no Campus da Indústria da Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep).

    O evento também lançou a primeira edição do SDG Tech Awards. O prêmio é uma iniciativa da organização dinamarquesa Sustainary, para reconhecer projetos voltados aos objetivos de desenvolvimento sustentável da Organização das Nações Unidas (ONU). As melhores propostas ganharão uma viagem para Copenhague, capital da Dinamarca.“A gente trabalha identificando e potencializando tecnologias sustentáveis. Os escolhidos vão ter 40 horas de mentoria e participar de um fórum com prefeitos do mundo inteiro, discutindo sustentabilidade”, completa o líder de inovação da Sustainary, Thiago Senden.

  • Consumo Parcelado

    83 milhões de brasileiros possuem ao menos uma compra parcelada, mostra SPC Brasil

    83 milhões de brasileiros possuem ao menos uma compra parcelada, mostra SPC Brasil
    José Vignoli, educador financeiro do SPC Brasil (Foto: Divulgação)

    Dividir o valor de uma compra em várias prestações é um hábito comum do consumidor brasileiro, mas é preciso ter cuidado para que o uso do crédito não se transforme em uma armadilha para o bolso. Um levantamento feito pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) em todas as capitais revela que mais da metade dos brasileiros adultos (53%) possuía alguma compra parcelada no último mês de março. Isso significa que, aproximadamente, 82,7 milhões de brasileiros estão com ao menos parte do orçamento comprometido para pagar compras feitas no cartão de crédito, cartão de loja, crediário ou cheque pré-datado.

    Quase um terço (31%) das pessoas ouvidas disse estar livre de compras parceladas, mas outros 16% não souberam responder quantas prestações tiveram para pagar no último mês. Em média, os consumidores que possuem alguma compra parcelada demorarão cinco meses para que as prestações sejam totalmente quitadas. Esse tempo mais do que dobra quando se trata de empréstimos (11 meses) e dos financiamentos (12 meses).

    Um dado preocupante constatado pelo levantamento é que 13% dos entrevistados não acham necessário fazer qualquer tipo de análise ou avaliação antes de contratar uma modalidade de crédito. Entre os que tomam algum cuidado, os mais comuns são ter conhecimento a respeito do próprio orçamento para ter certeza de que será possível pagar as prestações mensais (35%), informa-se a respeito dos juros (35%) e ter ciência dos valores de todas as tarifas cobradas (28%).

    A pesquisa revela que na hora de decidir em quantas vezes a compra será parcelada, os consumidores mostram-se divididos: 39% escolhem o menor número de prestação possível, ao passo que 34% optam sempre pelo maior número de parcelas, caso não haja cobrança de juros.

    Na avaliação do educador financeiro do SPC Brasil, JOSÉ VIGNOLI, os instrumentos de crédito podem ser um aliado do consumidor, desde que utilizados de forma planejada. "O crédito permite às pessoas ampliarem seu poder de compra adquirindo produtos que levariam anos para serem comprados à vista. O problema é que se ele for utilizado sem responsabilidade e planejamento, essa dívida pode ser nociva para a vida financeira do consumidor. Antes de comprometer parte de sua renda por vários meses, o consumidor deve ponderar se realmente precisa do item desejado ou se trata de uma compra por impulso. É preciso avaliar ainda se ele terá condições de pagar as parcelas sem prejudicar seu orçamento mensal, não se descuidando de analisar tarifas e taxas de juros", orienta Vignoli.


    Eletrônicos e vestuário são os produtos mais parcelados pelos consumidores; 69% preferem parcelar no cartão de crédito

    De acordo com a pesquisa, os produtos que os consumidores mais adquirem a prazo são os eletrônicos (65%), roupas, calçados e acessórios (44%), remédios (32%), alimentação fora de casa e delivery (26%) e compras de supermercado (26%) – em todos esses casos, o cartão de crédito é a modalidade de parcelamento mais mencionada.

    O cartão de crédito desponta como a modalidade de pagamento a prazo favorita dos consumidores, citado por 69% dos entrevistados. O crediário e o cartão de loja ficaram empatados na segunda colocação com 9% cada. Já o cheque pré-datado foi citado por apenas 1% das pessoas ouvidas.

    Embora a maioria dos brasileiros esteja pagando alguma compra parcelada atualmente, 60% dos consumidores disseram ter evitado nos últimos meses realizar mais compras via crédito. Os principais motivos são o receio de extrapolar os limites do orçamento (54%), o fato de já estarem com o orçamento comprometido com outros compromissos financeiros (36%) ou possuírem contas em atraso (15%).

    "O acúmulo de várias parcelas no mesmo mês costuma ser um fator de peso no desequilibro orçamentário. É importante manter o orçamento pessoal sempre atualizado para saber, na prática, quanto dinheiro a pessoa ainda tem e quais são as despesas que ainda precisam ser pagas no mês antes de contrair novas dívidas", afirma Vignoli.

    Para este mês de maio, 69% dos consumidores tinham a intenção de adquirir produtos e serviços de forma parcelada, sendo a compra de eletrônicos (24%), roupas, calçados e acessórios (21%), eletrodomésticos (17%), móveis (13%) e supermercado (13%) os mais comuns. Apenas 27% não devem realizar compras por meio do crédito neste mês.



    61% cederam às compras por impulso em março; 59% conseguiram algum desconto do lojista para pagamento à vista

    Quando se fala em compras parceladas, a impulsividade é um tema que surge com frequência. Por mais que pareça imperceptível, fatores psicológicos, subjetivos e emocionais exercem influência nas decisões de compra. Em cada dez brasileiros, seis (61%) admitiram ter feito alguma compra por impulso no último mês de março ao cederem às tentações do crédito fácil. As aquisições mais feitas de forma impulsiva foram as roupas, calçados e acessórios (22%), itens em supermercados (18%), idas a bares e restaurantes (15%) e compras de perfumes e cosméticos (13%).

    Na opinião dos entrevistados, as lojas online são as que mais estimulam as compras não planejadas, com 39% de citações. Em seguida aparecem as lojas de departamento (36%), acompanhadas dos shopping centers (23%) e dos supermercados (22%).

    Para o educador financeiro José Vignoli, a reflexão sobre a necessidade de uma compra é fundamental para evitar a impulsividade. "Os apelos do marketing e o estado emocional do consumidor podem ser fatores de estímulo decisivos. Muitas vezes, o consumidor não dispõe de todo o valor e vê o crédito como a única possibilidade de levar o produto de maneira imediata para casa, deixando a reflexão em segundo plano", explica Vignoli.

    A pesquisa ainda mostra que, em muitos casos, pode ser vantajoso optar pelo pagamento a vista. Em cada dez consumidores, seis (59%) conseguiram algum desconto ao pagar por uma compra em dinheiro ou no débito no último mês de março, sendo que 34% pechincharam pelo desconto para pagamento no dinheiro e 15% recebeu uma oferta do próprio lojista, caso pagasse também em dinheiro. Dentre os que receberam desconto, o percentual médio de abatimento foi de 11%. Os que não receberam qualquer desconto formam 29% da amostra.

    "Pagar à vista é uma forma eficaz de economizar, pois evita o pagamento de juros, que geralmente estão embutidos nas parcelas. É comum comerciantes oferecerem descontos em compras realizadas no dinheiro, já que nesses casos eles podem abater as taxas da máquina de cartão. Então, o consumidor deve deixar a timidez de lado e pechinchar sempre", afirma Vignoli.

  • Identidade Empresarial

    Novo estudo do LastPass descobre que 92% das empresas experimentam desafios de identidade

    Novo estudo do LastPass descobre que 92% das empresas experimentam desafios de identidade
    John Bennett, Gerente Geral de Unidade de Negócios de Identidade e Acesso da LogMeIn (Foto: Divulgação)

    O LastPass by LogMeIn acaba de anunciar os resultados de um novo estudo conduzido pela Vanson Bourne para oferecer insights às pequenas e médias empresas (PMEs) sobre o estado do gerenciamento de identidade e acesso (IAM) e as etapas práticas para melhorar seu programa IAM. O estudo, Guia de PMEs para a Identidade Moderna, entrevistou 700 profissionais globais de TI e segurança em organizações que variam de 250 a 2.999 funcionários e descobriu que 92% estão enfrentando pelo menos um desafio quando se trata de gerenciamento de identidade, com 47% citando facilidade de uso com segurança como o maior desafio.

    Esta pesquisa vem logo após a disponibilidade geral do novo pacote de identidade abrangente do LastPass - uma coleção de soluções de gerenciamento de senhas, SSO e MFA, que visa abordar a identidade e o acesso em uma pequena ou média empresa.

    Os dados do relatório revelam que os profissionais de TI (82%) concordam que práticas inadequadas de identidade expuseram seus negócios a riscos, citando controles de acesso incorretos (41%), perda de dados de funcionários (36%) e perda de dados de clientes (33%) como as maiores conseqüências. Apesar disso, muitos não implementaram uma solução adequada de gerenciamento de identidades.

    As principais descobertas adicionais incluem:

    Senhas continuam a causar frustração e risco

    As equipes de TI continuam gastando tempo e recursos valiosos lidando com tickets para problemas relacionados a senhas. Em média, as equipes de segurança de TI gastam 4 horas por semana somente com problemas no gerenciamento de senhas e recebem 96 solicitações referentes a identidade por mês. Por conta da falta de recursos contínua que as senhas representam para as organizações, quase todos (95%) os profissionais de segurança de TI pesquisados relatam que sua organização deve enfatizar mais a importância do comportamento de senha forte.

    Single Sign-On desempenha um papel crucial - mas deixa lacunas críticas no isolamento

    Dados os riscos e a perda de recursos associados às senhas, as soluções de SSO oferecem o benefício de eliminar senhas para aplicativos suportados por TI e simplificar o processo de login para funcionários que acessam aplicativos importantes na nuvem e por meio do firewall. No entanto, muitos aplicativos não são integrados a uma solução de SSO - seja porque eles não oferecem suporte a SSO, eles não são prioritários o suficiente para que a TI configure SSO ou a TI nem sabe que eles estão sendo usados. Embora a pesquisa mostre que 80% dos profissionais de TI concordam que confiar apenas em SSO não é suficiente, ainda deixa uma variedade de aplicativos na nuvem e contas com privilégios desprotegidos.

    A atualização de recursos de identidade é prioridade máxima para pequenas e médias empresas

    98% dos profissionais de TI pesquisados veem melhorias no comportamento geral de segurança de seus funcionários (criando senhas fortes, compartilhamento seguro e colaboração). Devido às prioridades concorrentes, as equipes de TI estão lutando para atender às suas necessidades de segurança. Quando perguntados sobre os objetivos de segurança de TI do próximo ano, 65% concordam que a atualização de seus recursos de gerenciamento de identidade e acesso é uma prioridade. Quando perguntados sobre os recursos ideais em uma solução de identidade, os entrevistados destacaram autenticação multifatorial (55%), integração com infraestrutura atual (52%), gerador de senhas embutido (44%), suporte a aplicativos legados e na nuvem (44%) e um sistema integrado para gerenciar, monitorar e definir políticas (44%).

     Fortalecer a autenticação do usuário com o MFA é essencial

    Entre as principais prioridades para melhorar os recursos de identidade, 59% dos profissionais de TI concordam que o fortalecimento da autenticação do usuário com a tecnologia MFA (autenticação multifator) é fundamental. Profissionais de segurança de TI de organizações que investiram ou planejam investir em MFA veem os benefícios mais prováveis como maior segurança organizacional (60%), menos instâncias de acesso incorreto a informações confidenciais (48%) e menor risco de roubo de credenciais/senhas (47%). Além disso, 36% dos entrevistados consideram a implementação da MFA biométrica como uma prioridade.

    Equilíbrio entre facilidade de uso e segurança é um desafio ao implementar uma solução de identidade

    Já que a segurança é uma alta prioridade para a maioria das PMEs, não é surpresa que muitos estejam investindo em soluções de identidade. Menos de um por cento dos profissionais de TI acreditam que o gerenciamento do acesso do usuário não é importante para a segurança geral da organização. Infelizmente, 92% das empresas também dizem que estão enfrentando pelo menos um desafio quando se trata de gerenciamento de identidade. As companhias, em média, lutam com três desafios relacionados à identidade: 47% dos entrevistados disseram que equilibrar a facilidade de uso com o aumento da segurança é um obstáculo, 40% citam a segurança geral de suas soluções e 37% estão enfrentando demandas dos funcionários por uma solução fácil de usar.

    “Quando usados individualmente, o gerenciamento de senhas corporativas, o SSO e a autenticação multifator trazem benefícios exclusivos de segurança e produtividade para os negócios”, ressalta John Bennett, Gerente Geral de Unidade de Negócios de Identidade e Acesso da LogMeIn. “Mas quando reunidos em uma única solução, as empresas têm segurança e visibilidade completas em todos os usuários e pontos de acesso de seus negócios. Isso é algo com que quase todos os profissionais de TI entrevistados (93%) concordam. Com recursos mais limitados, é particularmente importante que as pequenas e médias empresas procurem soluções completas que combinem os principais componentes e maximizem um investimento em tecnologia de identidade”.

    Mais informações sobre o pacote expandido de soluções do LastPass Empresarial estão disponíveis em https://www.lastpass.com/pt/business-solutions

  • Construção e Decoração

    S.C.A. Curitiba amplia parceria com Construtora Laguna

    S.C.A. Curitiba amplia parceria com Construtora Laguna
    Gabriel Raad, diretor geral da Laguna e Leandro Lorca, proprietário da S.C.A Curitiba. (Foto: Divulgação)

    A S.C.A acaba de ampliar sua parceria com a Construtora e Incorporadora Laguna. Agora, além de ficar responsável pelo decorado no estande de vendas do empreendimento Almáa Cabral, a S.C.A. Curitiba também fará o decorado no estande de vendas do Mai Terraces – com entrega prevista para 2022 – e o apartamento decorado do ROC que ficará em exposição no próprio empreendimento, a partir de sua inauguração, em 2020.

    A decisão aconteceu após uma visita de Gabriel Raad, diretor geral da Laguna, ao show room da loja. “Fiquei surpreso com a qualidade e a tecnologia empregados nos produtos. Percebi que a marca está alinhada com os conceitos da Laguna: tecnologia, design, inovação e conforto”, conta Gabriel que destaca a aplicação de materiais, como as pedras naturais, e a automação das peças.

    Para Leandro Lorca, proprietário da S.C.A Curitiba, a parceria reúne a força de uma empresa que se destaca pela arquitetura autoral, inovação e solidez como a Laguna, com produtos de alto padrão, como a S.C.A. “Para nós é um privilégio ter uma empresa como a Laguna em nossa cidade, e privilégio maior ainda me tornar parceiro. Nosso público tem anseios muito parecidos, com alto grau de exigência. A intenção é estreitar ainda mais a relação e avançar em outras negociações junto a Construtora”, adianta Leandro.

  • Licença Social Empresarial

    Empresas com boa governança conquistam “licença social” para seguir no mercado

    Empresas com boa governança conquistam “licença social” para seguir no mercado
    Claudio Lubasher, do Ibef-PR, Rafael Bicca Machado, Eduardo Bernini e Gino Oyamada (Foto: Divulgação)

    Seja qual for sua natureza – terceiro setor, familiar, de capital aberto ou não, as empresas estão submetidas hoje a um escrutínio permanente da sociedade. Na palma da mão, a partir de um smartphone, as pessoas acompanham como as companhias se comportam em relação ao cumprimento das leis, às relações de consumo e à questão ambiental, entre outros aspectos. A sociedade percebe quando uma empresa está comprometida com a observância de boas práticas. É o que se chama, no mundo dos negócios, de “licença social” para operar.

    “Sem esse reconhecimento, uma companhia é séria candidata a perder espaço no mercado e a desaparecer”, diz Eduardo José Bernini, sócio-diretor e fundador de uma das maiores consultorias empresariais do país, a Tempo Giusto, profissional com um longo currículo como administrador e conselheiro de grandes empresas.

    Seu alerta foi apresentado durante o debate realizado terça-feira a noite em Curitiba, em torno do conceito de governança corporativa “Pratique ou Explique”. Em formato de “roda viva”, o evento reuniu dezenas de empresários e executivos no auditório da Universidade Positivo – Campus Praça Osório. A iniciativa foi do Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças – IBEF Paraná, com apoio da 3G Consultoria – Governança, Gestão e Gente e do CMT – Carvalho, Machado e Timm Advogados Associados.

    O modelo “Pratique ou Explique” considera que determinadas práticas de governança corporativa podem ser aplicadas conforme a realidade e as necessidades de cada companhia. Já bastante usado em outros países, o modelo ganhou força no Brasil por iniciativa da Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Ao adicionar o Código Brasileiro de Governança Corporativa – Companhias Abertas à ICVM 480, que dispõe sobre o registro de empresas de capital aberto, o órgão regulador do mercado de capitais abriu caminho para um avanço significativo da governança corporativa no Brasil, alinhando-se à tendência internacional de disciplinar o tema por esse parâmetro.

    O Brasil só o adotou recentemente, depois de 64 países aderirem ao conceito. “Por que demoramos tanto”, perguntou a Bernini o sócio-diretor da 3G Consultoria, o especialista em governança Gino Oyamada. A resposta tem a ver com a percepção mais recente no país de que a responsabilidade por atos e decisões de uma empresa cabe a todos, sejam gestores, conselheiros ou proprietários. “Toda empresa tem uma ´Brumadinho´ dentro de si”, menciona, referindo-se à cidade mineira arrasada pelo colapso de uma barragem da mineradora Vale. “E se houver falhas de governança, todos responderão fiduciariamente pelas consequências. Medir esse risco e administrar a alocação de poder é vital para a sobrevivência das companhias”, acrescenta Bernini.

    O debate contou com a participação do advogado Rafael Bica Machado, um dos fundadores do CMT - Carvalho, Machado e Timm Advogados, em que lidera a área societária, e do presidente do IBEF-PR, Claudio Lubasher, executivo que dirige o Hospital Santa Cruz.

  • Fortalecendo sua proximidade com a audiência

    RICTV |Record TV Curitiba anuncia mudanças na programação, nova cenografia e novos apresentadores

    RICTV |Record TV Curitiba anuncia mudanças na programação,  nova cenografia e novos apresentadores
    Leonardo Petrelli, presidente do Grupo RIC Paraná (Foto: Divulgação)

    Uma das redes de televisão local mais ativas no Paraná e principal afiliada da Record TV no País, a RICTV | Record TV investe em novos cenários, nova grade de atrações e novos apresentadores em suas produções locais, sendo todos de carreira no grupo. O canal que transmite a maior programação regional do estado apresenta mudanças em sua grade, com o objetivo de atender às tendências da televisão nacional e os novos comportamentos de seus telespectadores.

    Posicionada no mercado como a vice-líder de audiência entre o público economicamente ativo, a RICTV | Record TV Curitiba amplia o horário de seu principal programa comunitário, o Balanço Geral, que vai ao ar de segunda a sexta, às 11h50, e aos sábados, às 12h, e que a partir desta semana passa a ser transmitido até às 15 horas. Além de levar mais informação, prestação de serviço e entretenimento, outra novidade no comunitário é o quadro “Hora da Venenosa”. Líder de audiência na maioria das praças em que a Record atua, o quadro será comandado pela apresentadora Valquiria Melnik, com a participação da famosa cobra “Judite”. Quem assume o Balanço Geral é o jornalista Guilherme Rivaroli, grande conhecido da casa, que começou no jornalismo dentro da rádio, passou pela Record do Rio Grande do Sul e comandou durante 4 anos o jornalístico matinal Paraná no Ar, levando o programa para a vice-liderança, com vários picos de liderança no horário. “Eu quero estar mais perto das pessoas e essa é a missão do Balanço Geral. A atração surgiu na Record como um programa de comunidade e ele tem que ser assim! Nós temos que contar boas histórias, mas temos que estar perto da pessoas. É conversando com elas que vamos resolver os problemas”, explica.

    Como jornalista, Rivaroli atuará diretamente no conteúdo do programa, ancorará quadros e séries de reportagens especiais, e pretende ser um elo entre a redação e os telespectadores.

    O telejornal das manhãs do estado, o Paraná no Ar, que vai ao ar de segunda a sexta-feira, das 7h às 8h55, vice-líder isolado no horário, passa a ser apresentado pelo jornalista Ricardo Vilches, um dos principais nomes do jornalismo investigativo, comunitário e factual no Paraná, com a participação da jornalista Luiza Luersen, que irá interagir elencando as questões do tempo, de trânsito e fatos relacionados ao clima (principalmente pelo Paraná ser um grande celeiro do agronegócio, o que torna o clima uma informação primordial). “O Paraná no Ar é um produto absolutamente consolidado da RICTV Record e possui uma forte audiência. Nossa missão será levar as primeiras informações do dia, de forma clara e interativa  a todos os paranaenses”, explica Vilches. Já Luiza fortalece o grande diferencial do novo formato do matinal, que ganha novos gráficos, mais modernos e ligados às novas tendências da comunicação.

     Também consolidado na vice-liderança do horário, o telejornal estadual RIC Notícias, um dos mais tradicionais programas jornalísticos noturnos da televisão paranaense (que vai ao ar de segunda a sexta-feira, das 19h25 às 19h50), passa a ser apresentado pela jornalista Simone Hammes. Simone começou sua carreira na televisão na região Oeste do Paraná. É repórter da casa há 6 anos e conhecida da audiência do RIC Notícias, por conta de suas participações em várias entradas ao vivo no programa. Segundo Simone, seu objetivo jornalístico é transmitir as notícias em linguagem atual e também se aproximar da audiência. “Um dos maiores desafios do jornalismo atual e do futuro é o de aproximar. As pessoas assistem para ver as próprias histórias, do seu bairro, da sua cidade. É um grande desafio e o futuro da comunicação e do jornal se baseia na voz dessas pessoas, seja em tempo real, por meio de um comentário,  uma sugestão de pauta, ou por aqueles que nos param na rua”, completa.

     Investimento em novas cenografias e pacotes gráficos

    Dentro das mudanças que visam acompanhar as transformações da comunicação televisiva no Brasil e no mundo, a RICTV | Record TV também investe em novos cenários e em pacotes gráficos modernos, totalmente conectados com o ambiente digital. No total, um investimento aproximado de meio milhão de reais irá transmitir aos telespectadores uma programação ainda mais atual, atenta aos movimentos, tendências e demais fatores que influenciam no relacionamento construído pela emissora com o público. Um telão intuitivo de 200 polegadas fará parte do novo Estúdio 360°. O vídeo wall é um recurso utilizado nas principais emissoras de televisão do mundo e permitirá mais flexibilidade na informação e nas novas abordagens em merchandising. Com isso, a RICTV | Record TV Curitiba passa a ter sua estrutura de vídeo entre as mais modernas do país. Todo o estúdio ainda contará 100% com iluminação em led.

     Com relação aos novos pacotes gráficos, profissionais reconhecidos da área criaram formatos que permitirão ainda mais interação e afinidade relacionada a cada audiência de sua programação. Destaque para as abordagens referentes ao clima e ao trânsito. “Se a História nos ensinou algo, é que nada é permanente, exceto a mudança. Nossa busca é sempre por mudanças que sejam melhores para todos e nos aproximam ainda mais do público. Por isso, crescemos em audiência e nos declaramos, mais uma vez, prontos para o futuro. E tudo isso está sendo melhorado para reforçar ainda mais nossa principal missão: a de fortalecer a comunicação regional, contando as histórias - mais do que noticiar fatos - e sendo imprescindível para a população que nos acompanha de qualquer lugar do mundo”, explica a o presidente do Grupo RIC Paraná, Leonardo Petrelli.

     Para mais informações sobre os investimentos e mudanças na programação da RICTV | Record TV Curitiba, acesse o portal ricmais.com.br, além das redes sociais oficiais, pelo Facebook @rictvparana, pelo Instagram @rictvrecordpr e no Twitter @rictvrecordpr  

     

  • Negociação em automóveis

    Com garantia de um ano no seminovo, concessionárias melhoram as condições na negociação do carro zero km

    Com garantia de um ano no seminovo, concessionárias melhoram as condições na negociação do carro zero km
    Felipe Muraski, diretor da Gestauto Brasil (Foto: Divulgação)

    A cada dez carros zero km vendidos nas concessionárias no Brasil, em média de três a quatro carros entram como forma de pagamento. Essa não é uma negociação fácil. De um lado, o consumidor acha que a loja está pagando pouco, já os lojistas precisam de margem para os impostos, comissão com uma nova venda, às vezes algum conserto, mas principalmente, o risco de demorar à vender o carro, arcando com o custo da manutenção nesse período.

    Para minimizar esse risco e deixar o cliente mais contente na negociação do seu usado, as concessionárias encontraram na Gestauto Brasil, empresa pioneira em gestão de pós-venda, uma solução, oferecendo a garantia de um ano em seus seminovos, resultando numa aceleração nas vendas.

    “Adquirir um seminovo é sempre vantajoso do ponto de vista econômico porque é um carro que já sofreu a desvalorização em relação ao zero km. Mas há sempre uma desconfiança com o histórico e manutenção do veículo. Com a garantia de um ano oferecida pela Gestauto, essa desconfiança é minimizada. O consumidor sabe que se der algum problema, ele tem a garantia”, explica o diretor da Gestauto Brasil, FELIPE MURASKI.

    “Com a Gestauto melhoramos nossas vendas devido à garantia de um ano e diminuímos nosso custo com os pós-venda. Além de sobrar mais tempo para nossos funcionários focarem em vendas, conseguimos rentabilizar o departamento comercial, uma vez que começamos a vender as três opções de garantia a nossos clientes”, disse Maxmuler, diretor da Cevel Veículos.

    O cliente com garantia Gestauto conta com oficinas credenciadas em todo o país. O suporte técnico é feito via 0800 e a avaliação do veículo é feita em até 48 horas.

    A Gestauto Brasil é uma das empresas que mais crescem no setor de automóveis no Brasil. Conta com 50 mil atendimentos e atualmente gerencia 16 mil pós-vendas de 600 clientes entre concessionárias e lojas multimarcas em todo o país.

  • Negócios Sustentáveis

    Empresa é referência na produção de canudos reutilizáveis inox no Brasil

    Empresa é referência na produção de canudos reutilizáveis inox no Brasil
    Patricya Soares Bezerra e Jéssica Pertile da Beegreen Sustentabilidade Urbana (Foto: Divulgação)

    Essa história começou há três anos, fruto dos sonhos e da força de duas mulheres empreendedoras.  Na época, PATRICYA SOARES BEZERRA (34) cursava Engenheira de Produção, e descobriu que estava grávida do seu primeiro filho. Essa novidade aumentou ainda mais a sua preocupação com o futuro do planeta. Entretanto, também despertou um sonho antigo: o de criar um negócio que pudesse transformar o mundo em um lugar melhor.

    A empresária foi então um atrás de pessoas que tivessem o mesmo ideal. Nesse caminho, conheceu a bióloga JÉSSICA PERTILE (31), que já empreendia na área de meio ambiente e lixo zero. Juntas criaram um projeto de sustentabilidade em Curitiba – cidade onde moram -, e foi assim, que no final de 2016 nasceu a Beegreen Sustentabilidade Urbana, empresa pioneira na fabricação e distribuição de canudos reutilizáveis feitos de INOX.

    Para quem ainda não conhece, a marca é líder de mercado quando o assunto são canudos sustentáveis. O diferencial? Os canudos INOX da Beegreen são produzidos aqui no Brasil, com um rígido controle de qualidade e a preocupação real com sustentabilidade em todo o processo. A matéria-prima é produzida com carvão verde, o qual é certificado pela FSC e a produção tem o selo ISO 9001. Atualmente, são quatro modelos: canudo de inox reto (Espessura: 6 mm); canudo de inox curvado (Espessura: 6 mm); canudo de inox para drinks (Espessura: 6 mm); e o canudo de inox para shakes (Espessura: 8mm).

    A startup tem em seu DNA o objetivo de transformar a realidade local e global, promovendo comunicação criativa sobre sustentabilidade em ambientes urbanos. Em junho, será lançada uma campanha nacional chamada "Desafio Zero Descartável”, que promete movimentar escolas, empresas e pessoas a repensarem seus hábitos de consumo - durante pelo menos uma semana - e assim, diminuírem a produção de lixo descartável nos ambientes onde convivem.

    Depois de muito trabalho, a Beegreen se consolida como referência nesse mercado e hoje atende marcas renomadas, como Johnny Walker, Cinemark, Mundo Verde, TAG Livros e Itaipu, as quais vem mudando seus conceitos e aumentando a preocupação com o meio ambiente. "Optamos por fazer uma campanha no Dia Mundial da Água para os empregados da Itaipu que entregasse uma solução e não apenas uma mensagem.  O kit dos canudos de inox com a escova de limpeza foi perfeito para esse fim. Apostamos a ideia da redução de resíduos para a segurança hídrica, dando o exemplo desse valor para a sociedade. Os feedbacks estão sendo muito positivos, os empregados gostaram, envolveram-se e levaram esse conceito para suas casas", avalia Rodrigo Cupelli, coordenador da ação pela Divisão de Educação Ambiental da Itaipu Binacional.

    Além da produção de canudos, a empresa está ampliando sua cartela de produtos.  Hoje, já oferecem opções como copos sustentáveis, ecobags, composteiras e kits ecológicos disponíveis no site. A empresa também está desenvolvendo novos produtos com impacto social positivo e buscando certificações ambientais. “Mais do que oferecer produtos sustentáveis, nosso objetivo é ajudar a mudar hábitos, ensinando a população sobre o impacto de suas ações ao planeta, mostrando o que e como fazer, facilitando a sua tomada de decisões diária" finaliza Jessica Pertile, sócia-proprietária da empresa.

  • negócios com impacto social

    Projeto de empreendedora brasileira que democratiza acesso à terapia é reconhecido em premiação internacional

    Projeto de empreendedora brasileira que democratiza acesso à terapia é reconhecido em premiação internacional
    Tatiana Pimenta, fundadora e CEO da Vittude (Foto: Divulgação)

    A Cartier Women's Initiative Awards (CWIA) acaba de anunciar as sete vencedoras de sua edição de 2019. A premiação tem como objetivo reconhecer empreendedoras que estejam à frente de negócios com impacto social relevante em sete regiões do planeta: América Latina, América do Norte, Europa, África Subsaariana, Oriente Médio e Norte da África, Ásia Oriental, Sul da Ásia e Oceania.

    Além das vencedoras, o CWIA premiou as outras 14 finalistas do prêmio. Entre elas, estava a brasileira TATIANA PIMENTA, fundadora e CEO da Vittude, startup que conecta pacientes e psicólogos em poucos cliques.

    "Os últimos dez dias em São Francisco foram os mais ricos de toda minha carreira profissional. Tivemos uma série de workshops e treinamentos conduzidos pelo time da Insead, tradicional escola de negócios francesa. Entre os treinamentos mais interessantes, estavam uma grande de finanças para startups, focada em Valuation e obtenção de investimentos. Também tivemos 3 dias de preparação conduzidas pelo time da Stand and Deliver, consultoria focada em preparar presidentes para grandes discursos em público. Além disso, um treinamento chamado How to bring the right people onboard, focado no recrutamento e retenção de talentos, um dos grandes desafios compartilhados por todas as empresas. Ter acesso a um conteúdo de alta relevância é fundamental para seguirmos crescendo. No último dia, após a premiação, tivemos um encontro com mais de 60 investidore s internacionais da região da Bay Area e também da Ásia. Várias portas importantes foram abertas no período", comemora Tatiana, que fundou a Vittude em 2016 a partir de uma necessidade pessoal.

    As vencedoras foram escolhidas entre quase 2.900 inscritas de mais de 140 países. Cada uma delas recebeu um prêmio de US$ 100 mil (R$ 393 mil). As demais finalistas receberam US$ 30 mil (R$ 118 mil), além de ganhar acesso a oportunidades de networking e a um espaço no programa executivo INSEAD.

    "Em menos de uma década, as candidaturas passaram de 360 para quase 3.000 aplicações. Com um crescimento tanto na quantidade, quanto na qualidade das empresas que participam, a iniciativa tornou-se um passo transformador na vida de 198 empresárias em mais de 49 países", afirma a presidente da Cartier, Cyrille Vigneron.

  • ARTIGO

    OPINIÃO S/A – Um líder precisa ser humano

    OPINIÃO S/A – Um líder precisa ser humano
    Felipe Leonard, presidente e CEO da S.I.N. Implant System (Foto: Divulgação)

    Por Felipe Leonard


    Em tempos de grandes desafios, as empresas precisam mais do que nunca de líderes inspiradores, com um profundo nível de consciência a respeito de seu time e da própria organização.

    O tema liderança têm mobilizado inúmeros estudos, devido aos seus impactos nas organizações. Um exemplo emblemático são as conclusões produzidas a partir de uma pesquisa realizada nos anos 1930, em Chicago (EUA), no bairro de Hawthorne. A ideia era determinar a relação que havia entre a intensidade da iluminação e a eficiência das trabalhadoras nas instalações da Western Eletric Co, que foram divididas em grupos pelas suas lideranças.

    A principal conclusão do estudo foi mostrar a influência dos aspectos sociais e psicológicos sobre a produtividade. Foi esse o grande legado do ocorrido em Hawthorne.

    Em suma: a diferença do nível de iluminação não impactou na produtividade das trabalhadoras de Hawthorne. As operárias que passaram a trabalhar mais fizeram isso porque se sentiram valorizadas por receber uma atenção especial da direção da empresa. E esse maior cuidado residia no fato de terem sido escolhidas para participar da pesquisa.

    O aprendizado, a partir do experimento de Hawthorne, foi que, quando um grupo de trabalhadores se identifica com a administração, a produtividade tende a aumentar.

    De 1930 para cá, muitas mudanças se fizeram sentir nas companhias. Atuamos em cenários extremamente competitivos, com equipes heterogêneas, personalidades diversas e competências idem. Mas as lições sobre o Efeito Hawthorne devem permanecer como reflexão para todos aqueles que pretendem exercer a liderança plena e de forma humanizada.

    Hoje, quase um século depois, vemos que o “Efeito Hawthorne” está mais atual do que nunca. Afinal, o componente humano das relações de trabalho sempre vai estar em alta. E, em paralelo, o conceito de liderança com valores deve ser disseminado no mundo corporativo.

    Vamos fugir das fórmulas prontas e, em vez disso, cultivar um interesse autêntico para com o outro, estimulando o diálogo e valorizando dos colaboradores. A partir daí, as conquistas para as organizações também serão enormes. 

     

    *Felipe Leonard, presidente e CEO da S.I.N. Implant System.

     

    Tem uma boa opinião sobre o mercado e quer compartilhar com outros executivos? Mande seu artigo para peoplesa@bemparana.com.br

  • Expansão de Serviços

    Com crescimento de 150%, Fintech amplia serviços com soluções inovadoras e vira JUNO

    Com crescimento de 150%, Fintech amplia serviços com soluções inovadoras e vira JUNO
    Matheus Bernert e Eduardo Simioni, fundadores da Juno (Foto: Divulgação)

    Em tempos de inovação, saber se reinventar é uma arte. E quem garante isso é o mercado e, principalmente os consumidores. Para se ter ideia, uma pesquisa realizada pela ESPM-RS e o Jornal do Comércio mostrou que, quando o assunto é operação bancária, 49,5% das pessoas prefere realizar operações via aplicativo. E, foi pensando nisso que o BoletoBancario.com, plataforma que garantia exclusivamente a geração de boletos sem burocracia e sem taxas excessivas, expandiu seus serviços, tornando-se uma solução completa em pagamentos.

    A virada foi justamente para atender pequenos e microempresários, que não tinham suas demandas atendidas por grandes instituições financeiras. Para isso, a fintech optou pela mudança de nome, e agora, a Juno passa a ofertar soluções diversificadas de cobranças online. Ou seja, além da emissão de boletos, oferece diversas outras operações, sempre com taxas diferenciadas e sem as burocracias que atrapalham a vida de pequenas e médias empresas.


    E a fórmula vem dando certo. Prova disso é o crescimento que a plataforma atingiu em apenas dois anos. De 7.500 clientes em 2017, a Juno passou a contar com uma cartela de clientes ativos na faixa de 21 mil, e, com a expansão na oferta de serviços, a previsão é que o crescimento atinja de 95 a 100% somente até o final de 2019.
    “Há vários aspectos que nos ajudaram a impulsionar o crescimento da Juno. Acredito que todos estão relacionados ao resultado do trabalho de uma equipe maravilhosa que foi forjada por nossa cultura de colaboração. Nossa essência é pensar em pessoas! Isso inclui nossos parceiros, clientes e funcionários. Nossos números são a prova de que investir em pessoas é o caminho a ser seguido”, garante MATHEUS BERNERT, CEO da Juno.


    Para se ter uma ideia, entre os serviços oferecidos atualmente pela Juno estão não somente a emissão de cobranças online por boletos bancários, mas também com cartões de crédito e débito, transferência de valores via conta virtual, além de facilidades como o envio de mensagens para que os clientes se lembrem de pagar suas cobranças e um relatório de pagamentos feitos. “Temos três principais funcionalidades financeiras principais hoje: cobrança por boletos, cobrança por cartão de crédito e pagamento de contas. Atreladas a elas temos diversas outras funcionalidades de automatização que formam nossa proposta de valor e diferencial. Citando algumas delas: envio automatizado por email, whatsapp, confirmação de leitura, split de pagamentos, lembrete de vencimento, registro em tempo real, confirmação de pagamento de hora em hora, antifraude, relatórios e filtros”, conta Bernert.


    Nova marca, novas possibilidades - O novo posicionamento da startup tem como premissa principal trazer soluções rápidas e eficientes para seus clientes, que terão na fintech mais que uma solução única, mas sim um conjunto de operações que poderão garantir uma gestão mais eficiente dos recursos. “Os usuários da nossa plataforma antiga Boleto Fácil já foram convidados para experimentar a Juno. A Juno possui uma interface completamente nova, mais automatizada, intuitiva e simples de usar. Não pretendemos descontinuar o Boleto Fácil já que vários clientes já estão bem acostumados a usar a plataforma, mas todas as novas funcionalidades serão lançadas diretamente na nova plataforma da Juno de forma a torná-la cada vez mais atrativa para nossos atuais clientes”, explica Bernert.


    A escolha do nome não foi difícil. Inspirado na deusa romana esposa de Júpiter, Juno era considerada a protetora dos recursos do tesouro e deusa da moeda e da prosperidade. “Era necessário um nome mais novo e mais amplo, a marca antiga também não representava nossa modernidade e simplicidade. Juno foi a escolha de um nome fácil, possível de ser internacionalizado, com domínio fácil de digitar e encontrar e com uma história intimamente ligada à criação de moedas em Roma”, diz ele.

  • segurança cibernética

    PwC é reconhecida como líder no mercado de consultoria em cibersegurança

    PwC é reconhecida como líder no mercado de consultoria em cibersegurança
    Edgar D’Andrea, sócio da PwC Brasil e líder da área de Cibersegurança (Foto: Divulgação)

    A Forrester Research Inc., em seu relatório The Forrester Wave™: Global Cybersecurity Consulting Providers, Q2 2019, anunciou que a PwC se tornou líder no mercado de consultorias que fornecem serviços de segurança cibernética. O relatório mostrou que a companhia se destacou em pontos como soluções diferenciadas, compromisso com a entrega, inovação, modelos de precificação e presença de mercado apoiando empresas na prevenção, gestão e detecção de riscos e ameaças cibernéticas.

    O instituto de análise de mercado também destacou o fato de a PwC possuir um programa de inovação que permite aos seus colaboradores a colocarem suas ideias, por meio de uma incubadora interna que possibilita o desenvolvimento de projetos futuros.

    O relatório menciona que os clientes destacaram que as equipes da PwC incluíam consultores com experiência em várias áreas e se integravam perfeitamente a uma variedade de equipes internas de clientes. Ele menciona também que PwC foi mais efetiva na retenção de talentos quando comparado com concorrentes.

    “Essa menção da Forrester reforça que estamos na direção certa: ajudar os clientes a habilitar de forma segura a jornada de transformação digital, a criar resiliência organizacional, a estabelecer relação de confiança com a sociedade e a monitorar riscos e ameaças na geração de negócios dos clientes”, comentou Edgar D’Andrea, sócio da PwC Brasil e líder da área de Cibersegurança. “Com este reconhecimento, nossa equipe de cibersegurança continuará com ffoco nessas prioridades, sabendo que estamos fazendo a diferença em nossa missão de construir a confiança na sociedade e na economia digital”, acrescentou.

  • Nova Fase

    Sucessão familiar revitaliza gestão da DomPé Calçados

    Sucessão familiar revitaliza gestão da DomPé Calçados
    Flávia e Fábio Calzolaio, sócios da DomPé Calçados (Foto: Divulgação)

    Uma das marcas mais tradicionais do Paraná, a DomPé Calçados acaba de ser lançada para uma nova fase da sua trajetória, iniciada oficialmente há  25 anos. Agora sob o comando de Fábio e Flávia Calzolaio, da terceira geração da família, a DomPé aposta na modernização da gestão para alcançar o objetivo de crescer 20% nos próximos dois anos, trazendo consigo um time de 50 colaboradores que inclui funcionários com mais de uma década de casa.

    Com quatro unidades na capital, a marca foca no público B e C atingindo clientes nas regiões do Água Verde, Batel, Bom Retiro Centro e Sítio Cercado. O ticket médio da operação gira em torno de R$ 200, envolvendo um mix de marcas que vai desde as mais populares até gigantes como Nike e Adidas.

     “As perspectivas para os próximos dois anos são excelentes. Esperamos aumentar o nosso faturamento em 20% e inaugurar novas unidades, com boas chances de incluir o interior do estado nessa expansão”, detalha Fábio, que vê essa nova fase como a coroação do sucesso dos  25 anos de história da DomPé.

     O que pouca gente sabe é que, para além dessas mais de duas décadas de varejo, a origem da empresa tem DNA ainda mais antigo. Tudo começou em 1950, quando Domenico Calzolaio deixou a Itália rumo ao Brasil e aqui iniciou um pequeno negócio. Sapateiro experiente, o patriarca da família traçou um longo caminho profissional até fundar, em 1970, a Domeni Calçados.

     Em 1994, a Domeni passou por um rebranding e ganhou o nome de DomPé Calçados. Na época, os irmãos já vivenciavam a rotina da rede de lojas e em 2011 iniciaram a caminhada para a sucessão.

     “A Dom Pé está presente na vida dos curitibanos há décadas. Desde o início da empresa já vendemos mais de três milhões de unidades, sempre com preços competitivos e dentro das tendências do momento. É essa tradição que queremos manter na nova etapa”, conta Fábio.

  • Nova Gestão

    Rozália Del Gaudio é a nova diretora de Comunicação Corporativa do McDonald’s Brasil

    Rozália Del Gaudio é a nova diretora de Comunicação Corporativa do McDonald’s Brasil
    Rozália Del Gaudio, nova diretora de Comunicação Corporativa do McDonald’s Brasil. (Foto: Divulgação)

    A Divisão Brasil da Arcos Dorados anuncia a chegada de Rozália Del Gaudio à companhia. A executiva é a nova diretora de Comunicação Corporativa e assume a área com o desafio de ampliar o trabalho de gestão da reputação realizado nos últimos anos. 

    Rozália ocupará a cadeira deixada por David Grinberg no final do ano passado, que depois de três anos à frente da diretoria foi promovido a Vice-Presidente de Comunicação e Relações com Investidores da Arcos Dorados, franquia independente que administra a marca McDonald’s em 20 países da América Latina e Caribe.

    “Nos últimos anos estruturamos a estratégia de comunicação para mostrar um McDonald’s que vai além do Big Mac e das McFritas e que vive o melhor momento nos 40 anos de Brasil. E é esse trabalho que temos que dar continuidade, trazendo cada vez mais as histórias de uma empresa focada no atendimento personalizado ao cliente, na transparência de seus ingredientes e processos, e na proposta de experiências inovadoras nos seus restaurantes. E a Rozália é a pessoa certa para o desafio de acelerar esse trabalho e consolidar ainda mais a liderança da marca no segmento de alimentação fora do lar”, afirma Grinberg.

    Formada em Jornalismo pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), com Mestrado em Administração de Empresas pela mesma Universidade, e doutorado em Ciências Sociais pela Universidade de Paris 1 Panthéon-Sorbonne, Rozália tem mais de 20 anos de experiência na área de Comunicação, com uma carreira sólida vivenciada em importantes companhias como Vale, Grupo Votorantim e C&A. 

    Ela vai liderar o time de Comunicação Corporativa da empresa, formado pelos gerentes Mariana Augusto e Leandro Lima, por Anderson Marin, analista sênior, e Paloma Domingues, assistente. “A nossa proposta é atuar cada vez mais de forma integrada, propondo soluções de comunicação para os diferentes públicos que interagem com a nossa empresa, como os funcionários, a imprensa, os influencers, os franqueados e líderes de opinião, e, com isso, contribuir para a contínua evolução da reputação da companhia”, comenta Rozália.

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