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Intercâmbio

Experiência no exterior faz diferença na carreira

Principais razões para investir em um período fora do Pais são o desenvolvimento pessoal e o impulso no mercado de trabalho
Experiência no exterior  faz diferença na carreira
Planejar e investir em um período fora do País pode ajudar a melhorar o curriculo (Foto: Divulgação)

Elemento chave para o sucesso profissional, o intercâmbio tem sido muito procurado por jovens e adultos brasileiros para enriquecer currículos acadêmicos e para o desenvolvimento e crescimento pessoal. De acordo com pesquisa apresentada pela Belta (Brazilian Educational & Language Travel Association), em dois anos, dobrou o número de intercambistas entre 18 e 21 anos – eram 40,2 mil em 2015 e, em 2017, foram 90,9 mil. No entanto, quais seriam as principais razões que vêm fazendo cada vez mais gente arrumar as malas e realizar o intercâmbio?
A coordenadora do curso de Relações Internacionais do Centro Universitário Internacional Uninter, Caroline Cordeiro, aponta vários benefícios da prática. “O intercâmbio é uma excelente oportunidade por vários motivos, o primeiro deles certamente é a experiência acadêmica. Cada universidade tem uma riqueza única em suas disciplinas e metodologia de ensino. Poder vivenciar isso é um ganho pedagógico acadêmico. Além da vantagem acadêmica, a experiência cultural também é única, poder viver a realidade cultural de outro país, em especial nos corredores de universidades, é muito singular e engrandecedor”, conta.
Sobre a questão profissional, a coordenadora destaca outros fatores que considera importantes. “Vale também considerar o ganho para o currículo. O mercado está cada dia mais competitivo e ter um intercâmbio destacará o currículo do aluno pelo conhecimento da língua e por demonstrar um perfil arrojado e flexível”, explica Caroline.
Na Uninter, por exemplo, todo aluno de graduação pode realizar o seu intercâmbio. São mais de 15 instituições parceiras nas quais o estudante pode viver essa experiência. Além disso, é possível concorrer ao Programa Ibero-Americanas Santander que contemplará mais de mil universitários com bolsa-auxílio no valor de três mil Euros.

 


No Brasil
Brasil deve abrir menos postos de trabalho

A estimativa inicial era de até 1 milhão de novos postos de trabalho seriam abertos em 2018.  Mas agora, passado o primeiro semestre, esta previsão está na faixa entre 350 mil e 452 mil. Com a frustração das expectativas para a economia e o desemprego ainda elevado, a desaceleração do ritmo de contratações tem levado economistas a revisarem para baixo o número de vagas com carteira assinada previstas para este ano.
No acumulado do 1º semestre, o Brasil gerou 392.461 empregos com carteira assinada, a maioria (71%) deles no setor de serviços. Por outro lado, o comércio perdeu 94.839 vagas nesse mesmo período. Para os próximos meses, a expectativa é que a geração de vagas continue fraca, mas não necessariamente estagnada ou no negativo.

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