por Flavio Rocha

Opinião

As esperanças em Felipão e a eliminação do Coritiba

Boas, amigos. O técnico Luiz Felipe Scolari estreou no comando do Athletico com uma goleada diante do simples Tocantinopolis. E, de lá para cá, só treinos, o que se espera de Felipão é dar ao elenco do Furacão a tranqulidade, padrão de jogo e fortalecimento do grupo. A diretoria contratou, é claro, sem o aval de Scolari. E errou em algumas destas contratações. Portanto o que a torcida quer ver amanhã diante do Fluminense é um time com algum desenho tático e, principalmente, com alma, raça e respeito ao clube. Pois chega de ver alguns atletas sem vontade. Felipão falou em conquistas com o crescimento nas competições. Vale lembar que o calendário mostra Brasileirão, Libertadores e Copa do Brasil. A impressão que dá é que o ano está começando pelos lado do CT do Caju.

Morínigo e a retranca que não deu certo
Certa vez fui jantar com o ex-técnico Rubens Minelli e ouvi que ele sempre foi considerado um retranqueiro, mas poucos entendiam a postura que ele implementava nos times que treinou. E ele falou assim: “time que entra no jogo para empatar, deixou a ambição de vencer no vestiário”. O técnico Gustavo Morínigo armou o Coxa para segurar a vantagem construída no primeiro jogo. Para o primeiro tempo, deu certo. No entanto, viu sua estratégia cair no começo do segundo tempo. Com vários desfalques e tendo um elenco dentro das possibilidades do clube, enfrentou o Santos com o que tinha, mas retrancou demais e volta desclassificado. O projeto da diretoria é manter-se na elite e com muita responsabilidade ir sanando os débitos do passado. Para o torcedor, fica aquela pontinha de frustração, mas a hora é de acreditar no trabalho da diretoria, que projetou lá trás, ainda com Renatinho, que o Coxa estaria em condiçoes mais justas num prazo de três a cinco anos.