por Flavio Rocha

Athletico

Furacão refém de ideologias

Boas, amigos. O Athetico foi a Chapecó e por pura sorte não saiu derrotado pelo o lanterna do campeonato. Alberto Valentim foi contratado e até o momento o que se viu foi que a ideologia mecânica de padrão de jogo fosse mantida. Se foi para isso, Alberto tem que rever esta sua contratação. Ou ele implanta seu método de trabalho e postura tática, ou pede o boné. Um time que joga contra os princípios básicos de fazer gols não tem futuro no futebol.

A velha máxima do grande Santos de Pelé era "a melhor defesa é o ataque". No Athletico, o que se vê é um time desordenado, sem padrão e também sem superação. É visivel que alguns jogadores não estão bem: Marcinho, Richard e Zé Ivaldo — que é no máximo esforçado.

Domingo recebe o Fluminense, que ontem jogou bem diante do Corinthians e só perdeu por um detalhe. Se diante do instável Bahia viu a banda passar, o que eperar para domingo? No ano passado, os erros foram quase desastrosos, salvo pelo final da temporada. Mas esse ano estão conseguindo fazer mais lambanças e nessa reta final de temporada o que se vê é um festival de trapalhadas. O momento é de Mario Celso Petraglia se reunir com o elenco, só os jogadores, e primeiro saber o por que desse baixo rendimento. E depois cobrar de forma veemente uma união, superação e respeito à camisa. Pois como diz o hino do Furacão: "A CAMISA RUBRO-NEGRA SÓ SE VESTE PRO AMOR".