por Flavio Rocha

  • Opinião

    Felipão vai ajustando o Furacão

    Boas, amigos. A chegada de Luiz Felipe Scolari trouxe uma certa dúvida aos cornetas de plantão. Fica evidente que Felipão coloca no Athletico seu vasto conhecimento de futebol. Com seu estilo pai, 'psicólogo' e treinador, o time vai se encontrando na temporada. Ontem, na Arena da Baixada, o time enfrentou o Avaí, que está mais entrosado e bem treinado por Eduardo Barroca. Com isso, o Furacão mostrou uma certa instabilidade até o pênalti, bem cobrado por Terans. Com o placar a seu favor, o rubro-negro comandou as ações e antes do intervalo fez o segundo gol. Na etapa final, o time manteve sua pegada e pouco foi incomodado pelo time catarinense. O penal a favor fez o time de Barroca crescer e até tentou chegar, mas nos contra-ataques o Furacão teve várias chances de ampliar. Até o apito final foi aquela tensão.

    No momento, o que vale são os três pontos e também o fortalecimento do grupo para a sequência da temporada. Vale ressaltar o papel da torcida, que mais uma vez foi o 12º jogador, pois vibrou, incentivou e jogou junto com o time. Fica a esperança de dias melhores para os desafios que o calendário impõe ao Club Athletico Paranaense.

    Morínigo e o desafio de um time instavel
    O Coritiba até jogou bem diante do Atlético-GO, mas mostrou a velha instabilidade quando o jogo é fora do Couto Pereira. Portanto está lançado o desafio para o bom técnico coxa: o equilíbrio e a estabilidade nos jogos como visitante. A diretoria sabe da necessidade de contratar na janela do meio do ano, mas vai ter que ser cirúrgico nestas contratações. Não só pelo aspecto técnico, mas também para não fugir de seu apertado orçamento já que uma das prioridades é sanar as dívidas de administrações passadas. O que não pode acontecer é entrar no desespero, pois o Brasileirão esta só no começo. Neste momento entra em campo a lucidez e tranqulidade de René Simões para que o elenco saiba absorver esta instabilidade.

    O VAR no Brasil é coisa de luxo
    Tenho assistido o máximo de jogos e observei o quanto o tal do VAR é artigo de luxo, pois só funciona ao bel prazer de alguns. Vou ao exemplo da entrada criminosa de Copete no zagueiro Pedro Henrique. Sua senhoria não teve a pachorra de consultar o VAR e expulsar o jogador. O segundo pênalti, depois da defesa de Bento, é questionável, pois Khelven estava de costas para o jogador do Avaí.

    A liga está quase sacramentada, mas como resolver a curto prazo esta situação caótica da arbitragem no Brasil? Pois muitos estão sendo prejudicados, como foi o Fortaleza em um penalti não marcado. Portanto, senhores cartolas, antes de concretizar a liga nacional de futebol, é preciso encontrar uma solução profissional para conter os absurdos cometidos por árbitros no futebol brasileiro.

  • Futebol

    Furacão depende do torcedor

    Boas, amigos. Após a derrota no sábado para o Fluminense, o técnico Felipão pediu o apoio da torcida para o jogo de quarta pela Libertadores. A impressão que ficou é que o técnico já observou que tem muito a se fazer para que esse elenco vire um time. E que esse time possa crescer na temporada.

    É notório que nunca antes Petraglia abriu tanto os cofres para reforçar o grupo, mas também ficou claro que as escolhas para o departamento de futebol não foram as ideais. Petraglia se deslumbrou com os encantos catedráticos do senhor Autuori, mas que de efetivo fora de campo pouco construiu. Com Felipão, porém, a história é outra, pois ele é mais de grupo e não se prosta no pedestal. É de criar uma familia e, por isso, esse Furacão vai patinar um pouco e terá que ser na base da superação nos próximos jogos. Portanto, meu caro e dileto torcedor, prepare seu coração, pois emoções fortes estão por vir.

    Coxa simples, mas eficiente
    A vitória diante do América leva o time coxa a estar perto do G4. Ficou no ar uma certa situação de desconfiança após a eliminação na Copa do Brasil, mas Morínigo olhou para frente e trouxe o Coritiba ao rumo que foi traçado no inicio desta gestão. René Simões mostrou seu sentimento ao clube depois de deixar de lado fatores familiares para por a cara e falar a real dos fatos. Mais uma vez Simões mostra o alto grau de profissionalismo. O que a torcida tem que entender é que seu clube esta passando por uma transformação positiva, para que não haja mais erros e furos visando sua consolidação para o futuro.

  • Opinião

    As esperanças em Felipão e a eliminação do Coritiba

    Boas, amigos. O técnico Luiz Felipe Scolari estreou no comando do Athletico com uma goleada diante do simples Tocantinopolis. E, de lá para cá, só treinos, o que se espera de Felipão é dar ao elenco do Furacão a tranqulidade, padrão de jogo e fortalecimento do grupo. A diretoria contratou, é claro, sem o aval de Scolari. E errou em algumas destas contratações. Portanto o que a torcida quer ver amanhã diante do Fluminense é um time com algum desenho tático e, principalmente, com alma, raça e respeito ao clube. Pois chega de ver alguns atletas sem vontade. Felipão falou em conquistas com o crescimento nas competições. Vale lembar que o calendário mostra Brasileirão, Libertadores e Copa do Brasil. A impressão que dá é que o ano está começando pelos lado do CT do Caju.

    Morínigo e a retranca que não deu certo
    Certa vez fui jantar com o ex-técnico Rubens Minelli e ouvi que ele sempre foi considerado um retranqueiro, mas poucos entendiam a postura que ele implementava nos times que treinou. E ele falou assim: “time que entra no jogo para empatar, deixou a ambição de vencer no vestiário”. O técnico Gustavo Morínigo armou o Coxa para segurar a vantagem construída no primeiro jogo. Para o primeiro tempo, deu certo. No entanto, viu sua estratégia cair no começo do segundo tempo. Com vários desfalques e tendo um elenco dentro das possibilidades do clube, enfrentou o Santos com o que tinha, mas retrancou demais e volta desclassificado. O projeto da diretoria é manter-se na elite e com muita responsabilidade ir sanando os débitos do passado. Para o torcedor, fica aquela pontinha de frustração, mas a hora é de acreditar no trabalho da diretoria, que projetou lá trás, ainda com Renatinho, que o Coxa estaria em condiçoes mais justas num prazo de três a cinco anos.

  • Opinião

    Felipão e o desafio no Furacão

    Boas, amigos. Sábado na Arena da Baixada o Athletico jogou para somar três pontos e só. Nas cabines, Luiz Felipe Scolari viu e claro não gostou. Portanto, saiu da Arena pensativo, sabedor de que tem muito trabalho dentro e fora de campo. Felipão chegou com a missão de ser o diretor e técnico, tendo Carlos Pracidelli e Paulo Turra como auxiliares. Estamos no quinto mês do ano e o Athletico não tem nada para mostrar em campo. Contratou um elenco de qualidade, mas que não joga o que deveria jogar.

    Alguns casos específicos. Bento é instavel. Erick não é lateral. Hugo Moura e Bryan Garcia são fracos. Cirino não é centroavante. E Cuello parace estar com a cabeça em outro lugar. Portanto, meu caro Felipão, a missão será dificil. E cabe agora colocar não só a experiência em campo, mas sim todo o seu conhecimento para fazer esse elenco render com o time tendo padrão de jogo, força e união. A tarefa é dificil, mas não impossível. Basta embutir na cabeça dos atletas a importância, grandeza, força da torcida e tradição para que esses jogadores entendam o que está em jogo a cada 90 minutos.

    Curiosidades de sábado: estive sabado na Arena da Baixada para relembrar os bons tempos de repórter. A convite de Sidnei Campos, fui trabalhar no microfone da RADIOBRAZIL.COM.BR, ao lado do Sidnei e do Osnir. E matei a saudades como repórter. E outra situação foi rever o meu amigo Carlos Pracidelli, que foi goleiro do Ahtletico em 1988. E de lá para cá poucas vezes nos encontramos. E foi bom encontrá-lo e lembrar dos bons tempos, são duas situações de alegria,pois já tive o prazer de trabalhar sob o comando do Sidnei e a outra abraçar o Carlão.

  • Opinião

    O desastre de La Paz

    Boas, amigos. Alguém anotou a placa? É assim que os jogadores do Athletico devem estar após a goleada sofrida ontem na altitude de La Paz. O time até que jogava de igual para igual até sofrer o primeiro gol. Depois, foi ver uma equipe totalmente desorganizada, sem alma e com dois no máximo quatro jogadores respeitanto a camisa que estavam vestindo. No mais, foi um verdadeiro circo de horrores. Um time que não tem, ou seja, continua sem nada.

    Carille falou no famigerado três zagueiros e que se viu foi um amontoado em campo. Se você, caro amigo, puxar para o ano passado, o que muda neste blog é a posição das palavras, mas o conteúdo é o mesmo. Mario Celso Petraglia precisa urgente de um vice-presidente de futebol. Alguém com amor ao clube, não remunerado, e que possa cobrar de forma mais direta uma reação. Mas Petraglia vai ter que quebrar a cabeça para encontrar esse indiviuo, pois é artigo de luxo. Ou o Club Athletico Paranaense acorda ou a viola começa a ir para o saco.

  • Opinião

    No Furacão, está faltando atitude

    Boas, amigos. Lembro de um ensinamento do saudoso professor Munir Kalluf: “quando não vai no padrão e entrosamento, vai na atitude dentro de campo”. É isto que se espera dos jogadores do Athletico. Não adianta cobrar de Fabio Carille, que não tem tempo para treinar e está vendo que o planejamento para este ano foi errado. Portanto, cabe aos jogadores no jogo ter atitude de verdadeiros profissionais e reverterem a atual situação.

    Acaba o jogo e as desculpas estão entrando no vazio. Todo e qualquer indivíduo que gosta e vive futebol sabe bem que no 'esporte bretão' só existe uma palavra: VITÓRIA. E pode até não jogar bem, mas vencer é a palavra de ordem. Chegou a hora de Mario Celso Petraglia cobrar, reunir-se com elenco e pedir explicações pelos resultados e o comportamento indolente em campo. O clube cumpre religiosamente com sua obrigações. A estrutura do CAT do Caju é uma das melhores. Então o que está faltando? A resposta tem que ser dada amanhã na altitude de 3.600 metros.

    Coxa na força do grupo
    O Coritiba levou um susto ontem diante do Fluminense. Independente da falha do goleiro Alex Muralha, que todos sabemos é um goleiro mediado, o Coxa sofreu para se estabilizar ainda no primeiro tempo. Como tem sido comum nos seus jogos, porém, tem melhorado e muito no segundo tempo. Mostra do conhecimento que o técnico Gustavo Morínigo tem do elenco e de variações táticas. É claro que expulsão ajudou de certa maneira, mas o time não desisitiu até o último minuto. Obra de um trabalho que começa com René Simões e chega ao campo com Moríngo. E resulta no comportamento dos jogadores. É o Coxa mostrando que, com seriedade, pode muito bem beliscar algo grande nesta temporada.

  • Opinião

    Faltou espírito de Libertadores

    Boas, amigos. O Athletico sofreu sua primeira derrota na Libertadores. E sem o espírito que a competição exige. O primeiro tempo foi equilibrado, com o Furacão melhor em alguns momentos, mas no segundo tempo foi triste. Com duas mudanças, o time não se encontrou e principalmente sentiu as mudanças no time paraguaio, até sofrer o gol. E a partir deste gol ficou sem eira nem beira.

    Um jogador como Orejuela não pode ser titular. Pablo sem a minima condição fisica e técnica. Cirino perdido como centroavante. E Erick totalmente sem ritmo.

    Carille sabe que tem pouco tempo para ajustes, mas também cabe ao técnico ser coerente e manter o time-base, pois dependendo do resultado do outro jogo da chave, vai ficar na corda bamba.

    No ano passado, ficou evidente que o planejamneto não teve o efeito de anos anteriores e para este ano fica claro que o time não está no seu melhor, por estar sem um padrão e entrosamento. No entanto, temos coisas boas a destacar. Bento foi muito bem e Canobbio tem qualidade e raça. Marlos pode ser o companheiro de Terans, mas tudo isso fica na condição da minha visão, pois quem está no dia a dia é Fabio Carille. E só ele pode resolver a curto prazo e buscar soluções, pois desliga da Libertadores e liga no Brasileirão. O que Furacão precisa urgente é de uma nova postura e entrar no ritmo de competição.

  • Opinião

    O intocável Hulk

    Boas, amigos. Fiquei o domingo pensando o porquê de Hulk, de Atlético Mineiro, não ter sido expulso no jogo diante do Coritiba, no último sábado. Procure as imagens e observe que o atleta do time mineiro agrediu por duas vezes o atleta Willian Farias, do Coritiba. E a sua senhoria o árbitro só mostrou o cartão amarelo. Para piorar, não foi até o VAR para conferir a violência do lance. Fica nítido que na arbitragem Brasil afora o sistema é dois pesos e duas medidas, pois se o lance fosse ao contrário, o jogador do Coxa teria recebido diretamente o cartão vermelho.

    Cabe ao presidente da Federação Paranaense de Futebol — e agora vice da CBF — interpelar o diretor de arbitragem, Wilson Luiz Seneme, e cobrar o motivo pela não expulsão do jogador. É o mínimo que se espera de um dirigente em defender os clubes do nosso futebol, pois ontem foi esta situação e amanhã qual sera a situação que venha a prejudicar os times paranaenses?

    É notório que os tão falados grandes do eixo Rio-São Paulo-Minas Gerais se consideram a elite única do futebol brasileiro, mas isto ficou no passado, pois hoje tanto o Athletico como o Coritiba mostram suas grandezas dentro e fora de campo. O Furacão está a poucos passos de se tornar gigante e o Coxa, em total reestruturaçao administrativa, fruto de um projeto do saudoso Renatinho, e conduzido de forma profissional pela diteroria do Coritiba.

    Para somar, o Galo Mineiro e seu técnico devem aindar estar atordoados com o nó tatico que Gustavo Morínigo deu no empate. Vamos ficar mais do que alertas com as artimanhas da dona CBF para prejudicar mais uma vez o futebol paranaense.

  • Opinião

    Furacão em evolução

    Boas, amigos. O Atlhetico mostrou evolução na vitória diante do Flamengo. Claro que para os críticos falta muito para o desejado padrão de jogo e o tal do entrosamento, mas para o torcedor o que vale mesmo é vencer. No futebol de hoje, um técnico tem que trabalhar com um número minimo de 15 jogadores titulares. E Fábio Carille tem no seu elenco essa quantidade para poder tirar o máximo de seu grupo.

    No jogo de sábado, tem que ressaltar algumas peças de qualidade. Matheus Felipe é o dono da zaga. Bryan Garcia mostrou muita eficiência. E Canobbio esta quase lá na sua condição fisica e técnica. As peças negativas devem ser analisadas pelo comando do time, mas precisam ser resolvidas com urgência para não comprometer a sequência da temporada. Carille sabe que agora é 'treinar jogando', pois tem um jogo atrás do outro. Hoje em Curitiba, amanhã no Paraguai e não tem tempo para ajustes. Valeu vencer e quase convencer. É esta a resposta que o apaixonado torcedor do Furacão quer do seu time.

    A maestria de Morínigo
    O Coritiba fazia um jogo de igual para igualcom o Atlético Mineiro até sofrer o primeiro gol e se desestabilizou. Num acidente, tomou o segundo. Intervalo e o segundo tempo mostraram o quanto o técnico do Coxa conhece bem o seu elenco e sabe tirar o máximo do time. Deu um nó no Galo e quase o depenou, em pleno estádio Independência. Mostrou o quanto Gustavo Morínigo sabe variar o padrão de jogo do seu time.

    O coxa é simples, mas muito eficiente. E, depois de ontem, deixou bem claro que não vai lutar para cair, mas sim buscar estar sempre nas primeiras posições na classificação. Destaque para Igor Paixão, que foi o melhor do jogo e tem um futuro brilhante pela frente. A diretoria que ponha as barbas de molho, pois na próxima janela internacional será difícil manter o jogador no elenco.

  • Opinião

    Arbitragem no Brasil continua um caos

    Boas, amigos. E a arbitragem no Brasil continua um caos. Tenho acompanhado vários jogos e o que vejo é que os senhores árbitros continuam errando de forma grotesca. A CBF anunciou o ex-árbitro Wilson Luiz Seleme para comandar o setor de árbitros no futebol brasileiro. Este senhor, quando apitava, era o que o também ex-arbitro Valdir de Cordova Bicudo classificava como do 'baixo clero'. E hoje está encarregado de ser o 'todo poderoso'.

    O que vemos há anos são os senhores do apito comentendo graves erros na condução dos jogos Brasil afora. O problema é que isso tem sido prejudicial no resultado final dos jogos. A dona CBF anunciou um lucro na casa do bilhão e poupa dinheiro com o VAR nesta fase da Copa do Brasil. Já abordei essa ideia de um intercâmbio com árbitros europeus, mas fui uma voz no deserto. E não vejo interesse de uma melhora, pois o que se tem como meta é só lucro. A qualidade final que se exploda, pois ao término de cada jogo fica aquele sentimento de que a vida segue. É assim que as coisas são tratadas no nosso país: o famoso 'deixa pra lá'.

    A violência continua
    O MPPR ordenou em conjunto com os clubes, Coritiba e Santos, torcida única. E os bandidos afrontaram. Pelas redes sociais, fizeram várias ameaças. Sempre gostei de ver a festa das torcidas do time da casa e do visitante, mas hoje isto é temerário, pois esses bandidos travestidos de torcedores são o gande problema a ser enfrentado pela Justiça. Cabe às diretorias dos clubes brasileiros unir-se para tomar uma providência urgente às cenas mostradas do confronto entre santistas e coxas no entorno da Vila Belmiro. É algo que remete aos tempos romanos, ou seja, pura selvageria. E as redes sociais servem para fomentar ainda mais a sede destes 'canibais sociais'. Isto espanta o verdadeiro torcedor, que daqui a pouco vai preferir ficar em casa acompanhado o jogo do seu time pela televisão. E não culpe o momento conturbado que vivemos em termos de política, pois esse estado de violência já vem de décadas e sempre com ações nada eficientes da Justiça.

  • Opinião

    Furacão jogou pro gasto

    Boas, amigos. O Athetico venceu pela Copa Libertadores o retrancado The Strongest. Foi um placar magro, mas diante da situação, o que valeu foram os três pontos. Na estreia do técnico Fabio Carille, que pouco pôde fazer, pois só comandou um treino — e ainda tem muito para conhecer o potencial do elenco —, o time mostrou mais organização e disposição com algumas peças rendendo melhor. É claro que é o inicio de um trabalho, mas, como neste momento treinar sera difícil, pois a maratona de jogos será intensa. O grupo é qualificado mas Carille terá que saber tirar o máximo de cada atleta.

    O ponto positivo foi a estreia diante da torcida do uruguaio Canobbio, que mostrou que quando entrar em ritmo de jogo será de muita valia para o time no geral. Terans, Vitinho e Hugo Moura foram os melhores. O que se espera é que o Furacão engrene na temporada e possa alçar voos maiores em busca de títulos para consolidar ainda mais o sua grandeza.

  • Opinião

    O caso Vitor Roque

    Boas, amigos. Começo com um dito popular: "pimenta no olhos dos outros é refresco". O Cruzeiro tirou o jogador do América na mão grande e agora, respaldado pela Lei Pelé, o Athetico trouxe o jogador para seu elenco. No passado, quando clubes do eixo Rio-São Paulo-Minas faziam isto, ninguém falava nada, pois afinal de contas os clubes deste mesmo eixo nos consideravam como mercadoria de fundo de loja. Hoje com o crescimento não só patrimonial como também técnico, trouxe uma certa inveja por parte destes outrora grandes, que hoje vivem de pires na mão, buscando sanear suas dívidas.

    O Athletico Paranaense é um grande clube caminhando para se tornar gigante, graças à personalidade forte e convicta de Mario Celso Petraglia, que além de temido, é respeitado, pois deixou para trás a imagem de submisso do futebol paranaense. Um detalhe que eu quero saber, porém: alguém perguntou sobra a vontade do jogador? O goleiro Santos foi assediado via seu empresário pelo Flamengo. Petraglia falava que não tinha recebido proposta então Santos foi conversar com Petraglia, que respeitou o desejo do goleiro e ouviu o Flamengo. Hoje Santos é titular do time carioca. Portanto, meu cara pálida, vamos saber de Vitor Roque qual é o seu desejo e dar uma banana para o time mineiro.

  • Opinião

    Os desafios de Fábio Carille no Furacão

    Boas, amigos. O Athetico acaba de confirmar Fábio Carille como seu novo técnico. O histórico de Carille como técnico é simples, mas de conquistas e seriedade. No Furacão, os desafios serão grandes. Pela primeira vez em sua recente história, Mário Celso Petraglia abriu os cofres e qualificou o elenco para a atual temporada. Portanto recai sobre Fabio uma enorme responsabilidade de fazer esse time jogar. Sem essa nomenclatura de números, mas sim saber tirar o máximo de cada atleta.

    Petraglia é sabedor do quanto o Athletico cresceu nos últimos anos, deixando a torcida mais exigente. Fábio terá três competições importantes pela frente e o tempo para ajustar será pouco, pois com esse calendário tem jogo meio e final de semana. Com isso, sobra pouco espaço para treinos. O que o Furacão precisa urgente é ter um padrão de jogo, sabendo variar de acordo com o adversário e o momento da partida. Que seja bem-vindo e que possa levar o Ahtletico às conquistas tão sonhadas pela massa rubro-negra.

  • Opinião

    Coritiba manteve o ritmo

    Boas, amigos. O Coritiba estreou no Brasileirão mantendo o seu ritmo de jogo, que mostra entrosamento e padrão. O elenco é simples, mas tem jogado com a alma que o torcedor gosta. E no banco um técnico inteligente e conhecedor. Na goleada diante do Goiás, o time de Morínigo não sofreu e tampouco deu chances para que a equipe goiana pudesse pensar em uma reação. O coxa está de volta à elite e com cara de que vai buscar alçar voos altos na competição.

    Furacão no sistema natação
    O Athletico estreia no Campeonato Brasileiro no sistema natação. Ou seja: nada. Um time confuso, sem padrão e sem um critério na escalação e nas substituições. Jogadores perdidos diante de um São Paulo bem armado. E, para somar, a fritura com alguns jogadores. Alberto Valentim esteve no comando o tempo suficiente para dar ao time em campo uma estrutura. E não se viu em Caracas e muito menos no Morumbi. Cabe à direção do Athletico cobrar ou enteder as limitações de seu técnico. É só o começo. São três competições e o investimento foi alto.

  • Opinião

    Um furacão sem ritmo

    Boas, amigos. E o Athletico estreou na Copa Libertadores e só empatou diante do Caracas, mostrando visivelmente um time sem ritmo de jogo. É claro que isto era esperado, mas o que mais ficou acentuado foi a baixa produção de alguns jogaores. Vale ressaltar que o grupo tem basicamente um time no departamento médico e alguns em ritmo de condicionamento físico, mas tem que haver bom senso por parte do técnico Alberto Valentim. Um caso específico é o lateral Khellven, que é mais jogador que o recém-chegado Orejuela. Abner é irregular e Hugo Moura não tem qualidade para ser titular.

    No entanto, foi só a estreia, pois hoje desliga a Libertadores e liga o módulo Brasileirão, com abertura no final de semana jogando diante de um mordido São Paulo. Agora é jogo quase todo dia e uma lição a ser tirada do ano passado: não deixar para as últimas rodadas o aspecto rebaixamento. O primeiro turno do campeonato brasileiro vale ouro e no segundo você administra. E tentar manter-se entre os quatro. Para somar tem também a Copa do Brasil. Portanto calendário pesado. Um elenco de qualidade foi montado. Agora é hora do senhor Alberto mostrar serviço.

  • Opinião

    O titulo para Renatinho

    Boas, amigos. O Coritiba é campeão paranaense de 2022 e com méritos, mas é preciso exaltar que este trabalho teve início com a revolução proposta por Renato Follador Júnior, que por obra do destino não pôde estar presente nesta festa Coxa. Foi com sua estrutura pessoal, porém, que o Coritiba começou sua reestruturação. E com passos largos e firmes vai figurando como um dos grandes do futebol brasileiro. Agora o Coxa deve ter a consciência que o Brasileirão é outra história e que o elenco precisa de reforços. René Simões conhece bem o nível desta competição e já deve estar trabalhando para que o Coxa possa fazer um grande campeonato brasileiro. E seguir no seu fortalecimento visando um futuro sólido.

    E Santos trocou de rubro-negro
    O nome dele é Aderbar dos Santos Neto. Ou simplesmente Santos. Chegou jovem para o Athletico, mostrou qualidades e, com paciência, conquistou sua condição de titular absoluto do gol athleticano. Foi campeão paranaense, da Sul-Americana duas vezes e campeão da Copa do Brasil. Tudo isto com humildade e tranqulidade, a torcida vai sentir falta mas para quem conhece Mario Celso Petraglia sabe que ele respeitaria a vontade do atleta. Agora Santos vai defender a meta de outro rubro-negro e com certeza com a mesma qualidade que mostrou por 13 anos no Furacão, que tenha sucesso, pois Santos merece.

  • Opinião

    Com méritos, Coxa na decisão

    Boas, amigos. E o Coritiba está na final do Campeonato Paranaense. E com méritos. Tem um time simples, mas com padrão de jogo e mostrando muita união. Isso ficou bem claro nos dois Atletibas. Fez o resultado na Arena da Baixada e soube jogar com sabedoria no Couto Pereira. E agora decide com o Maringá. Esse frutos estão sendo colhidos pelo trabalho discreto e eficiente de René Simões. Dentro da atual realidade financeira do clube, que aos poucos vai resolvendo suas pendências, logo estará em condições totais de reencontrar o seu caminho de grandeza. É só ter execelência em profissionalismo.

    É hora de Petraglia chutar o balde
    O momento é sim de cobranças, pois tinha uma comissão técnica estrelada e hoje vê seu planjamento ir por água a baixo. Fica, sim, a pergunta: "quando que Mario Celso Petraglia vai chutar o balde e cobrar resultados?". Quem abre os cofres como o clube abriu e hoje amarga uma situação que gera duvidas na cabeça do seu torcedor, precisa cobrar. Já ficou evidente que Alberto Valentim não tem suporte técnico para ser o comandante deste grupo. E, com o calendário com Libertadores, Brasileirão e Copa do Brasil, o clube precisa de uma revolução dentro de seu departamento de futebol.

    E vai aqui a minha sugestão: contratar Cuca como o coordenador técnico, que estará no dia a dia dentro e fora de campo como um suporte e sendo o conselheiro mor para fortaceler e apoiar o técnico. Para o clube, um vencedor. Para o profissional, um fortalecimento para o futuro.

    Tite já avisou que não continua na seleção após a Copa do Mundo e hoje no campo de jogo só Cuca tem potencial para essa missão, mas precisa ampliar seu horizontes agora fora do campo comisso se fortalecer, pois para a seleção brasileira precisa ter um ótimo jogo de cintura. Fica a sugestão, caro amigo leitor. O que você acha? Deixe sua opinião, ok.

  • Opinião

    Atletiba de emoções, mas fraco tecnicamente

    Boas, amigos. Ontem, na Arena da Baixada, o Coritiba ficou com a vantagem para o jogo da volta pelas semifinais do Campeonato Paranaense. O jogo em si foi mais de emoçõess do que um jogo com qualidades técnicas. De um lado, o dono da casa, que mais uma vez foi um amontoado de jogadores, que buscaram na raça e superação virar o placar. De outro, o visitante, que mostrou pouco para quem tem uma Série A pela frente. O que eu falei na transmissão da Rádio Trio de Ferro: um tem time, mas não tem técnico, e o outro não tem time, mas tem técnico.

    Pelo lado do Furacão, a diretoria tem que trabalhar rápido, se tem pretensões para domingo e para o futuro. Alberto vai e Lucho assume. E, depois do jogo da volta contra o Coxa, é que vai pensar em um novo comandante para o time principal. Está nítido que Valentim não tem conhecimento tático, técnico e de padrão de jogo. Não se vê uma ou duas jogadas ensaiadas, mas um time que joga no limite de suas forças. É pouco para quem tem a Libertadores, o Brasileirão e a Copa do Brasil pela frente. Petraglia abriu os cofres e qualificou o elenco. Agora resta ter um técnico de qualidade para fazer esse time jogar.

    Um alerta: Santos parace estar com a cabeça no Rio de Janeiro, pois ontem não foi sombra do grande goleiro que é.

  • Campeonato Paranaense

    Definidos os confrontos das semifinais

    Boas, amigos. Estão definidos os confrontos das semifinais do Campeonato Paranaense. De um lado, Atletiba. Do outro, Maringá x Operário. No caso de Athletico e Coritiba, os seus jogos de classificação foram bem distintos. No sábado, o Coxa fez um primeiro tempo fraco, mas com os ajustes necessários Moríngo fez seu time jogar e golear o Cianorte. E ontem, na Arena da Baixada, o Athletico de Alberto Valentim foi um festival de horrores. O gol de Davi trouxe esperança para o torcedor e, ao fazer o segundo, fez explodir o 'Caldeirão'. Minutos depois, a água fria com o gol londrinense. E a decisão foi para os pênaltis. Deu Furacão, mas com protestos da massa rubro-negra. Na quarta, já tem o primeiro jogo e fica no ar como será o desempenho da dupla ATLETIBA.

    'Fora Valentim' ecoou
    A torcida do Furacão perdeu a paciência com o técnico Alberto Valentim e gritou "fora Valentim". Depois, na coletiva, falou em dar a vida. Meu caro Alberto: o que a torcida quer não é a vida, mais sim um time com padrão técnico e tático de jogo. Não adianta falar que nem todos os reforços estão à sua disposição. O que todos querem é ver o time fluir, jogar e envolver os seus adversários, o que se viu até agora foi NADA. Você teve tempo mais do que suficiente para dar um padrão, mas na prática não é que se vê nos jogos. O que fica bem claro é que o Club Athletico Parananse é muita areia para o seu caminhão.

    Nota positiva
    Ao sair da Arena ontem, após o jogo, vi torcedores do Furacão e do Tubarão rindo, se abraçando, num total clima de harmonia, mostrando que adversários no campo, pessoas normais fora dele. Parabéns aos torcedores que mostraram que o futebol nasceu para ser uma festa.

    Nota negativa
    Como comentei ontem na Rádio Trio de Ferro, os casos de racismo que vêm acontecendo nos estádios é coisa de idiota. Somos todos iguais perante a lei de DEUS e dos homens. Não importa a cor da pele, pois nascemos da mesma forma e teremos o mesmo fim. Portanto chega da tanta ignorância, e espero que a diretoria do Atlhetico venha a banir este sujeito do seu estádio. É hora de dar um basta a esses ignorantes de plantão.

  • Opinião

    Tubarão encarou o Furacão

    Boas, amigos. E o Tubarão encarou o Furacão e levou vantagem. Ontem, em Londrina, o time do estreante técnico Adilson Batista foi mais eficiente no primeiro tempo e não deixou o Athetico jogar. Na etapa final, o time de Wesley Carvalho equilibrou e até foi melhor em momentos do jogo. Quem conheçe o Adilson sabe que seus times têm intensidade e garra. E toda a estreia de um técnico traz motivação maior. Neste sistema mata-mata, tem o jogo de volta, no próximo domingo, na Arena. E o placar magro vai exigir de Alberto Valentim a mesma intensidade para reverter o placar e, se possível, ampliar a vantagem para não precisar decidir no pênaltis. Resta saber se Valentim terá o conhecimento necessário para criar uma condição tática para superar o aguerrido Tubarão.

    Coxa cansado fez o resultado
    O Coritiba do técnico Morínigo foi a Cianorte e fez o simples. Venceu, mas não convenceu. A reclamação geral foi que o time viveu uma maratona jogando na quinta-feira pela Copa do Brasil e ontem pelo estadual. Fico indgando com certas situações de hoje no futebol. Técnico e jogadores ganham verdadeiras fábulas e reclamam da maratona do jogos. Todo clube no Brasil recebe o calendário da temporada meses antes do final do ano e sabe a sua maratona. E agora o chororô em cima da Federação Paranaense. Se houver planejamento, tudo vai acontecer naturalmente. Para um clube como o Coxa, que está em plena reestruturação não pode ficar reclamando e sim encarar e lutar por bons resultados. Pois é disto que o torcedor quer saber: vencer e vencer. É lamentável toda essa postura de choradeira.