por Flavio Rocha

  • Futebol paranaense

    O desnível técnico e financeiro no futebol brasileiro

    Boas, amigos. Acompanhando diversos jogos nesta temporada vejo o desnível não só técnico mas financeiro dentro dos clubes que compõe as Séries A e B do futebol brasileiro. Enquanto clubes pagam o almoço para comer o jantar, outros desfilam contratações milionárias que criam no cenário a exigência de títulos. Os casos hoje de Atlético-MG, Palmeiras e Flamengo, que têm folha salarial alta e precisam responder a esse elevado custo com conquistas. Por aqui, Athletico e Coritiba tentam equilibrar suas finanças.

    Pelo lado do Furacão, Mário Celso Petraglia mantém sua filosofia de teto salarial sem cometer exageros, mas sofre com um elenco razoável e a consequência de uma verdadeira gangorra nas atuações do time.

    No Coritiba, a atual diretoria tapa um buraco hoje, mas tem dois abertos amanhã. Como no Brasil tudo está atrelado à política e sua politicagem barata, caberia aos senhores parlamentares uma atuação com o intuito de fortalecer e igualar as condições dos clubes, mas principalmente leis severas que responsabilizem dirigentes com administrações irresponsáveis. O futebol brasileiro passa por uma crise técnica e isso tem reflexo nas atuações da nossa seleção. O povo brasileiro está perdendo seu amor pela camisa canarinho, porque vê que jogando o que está jogando nunca mais será campeão do mundo. ACORDA BRASILLLLLLLLLLLLLL!

  • Futebol paranaense

    Furacão com um olho no gato e outro no peixe

    Boas, amigos. O dito popular cabe bem neste momento do Athletico na temporada, pois o gato está sem dar um pulo no Brasileirão e o peixe poder estar nadando sem morrer na praia. Sábado, com um time reserva, foi presa fácil diante do mordido Fortaleza, pois o time cearense levou um bicada do Galo. E, para reverter, de repente pode contratar hoje Tom Cruise para comandar a missão impossível. Ciente disso, o seu técnico mandou o time titular, que não tomou conhecimento do Furacão. É bom ligar o alerta pois está cinco pontos acima da temida ZR.

    É claro que o torcedor athleticano só pensa no jogo de volta da Copa do Brasil. Portanto, de momento, desliga a chave do Campeonato Brasileiro e concentração total no jogo descisivo. Resta aos jogadores que foram preservados jogar acima dos seus limites e com muita superação. Garra e raça é o minimo que se espera deste grupo que pode estar fazendo história dentro do clube. 

  • Futebol paranaense

    Furacão e o gosto amargo do empate

    Boas, amigos. Na Arena da Baixada, o Athletico empatou com o Flamengo pelo jogo de ida da semifinal da Copa do Brasil. O que ficou foi o gosto amargo do empate, com um pênalti no mínimo duvidoso. Mas como é para o time carioca, tudo pode acontecer. O senhor Luiz Flávio de Oliveira sempre figurou como um árbitro mediano e com arbitragens inseguras. O lance em que foi marcado a penalidade acontece várias vezes em muitos jogos Brasil afora, mas o senhor do apito não poderia deixar o midiático Flamengo sair derrotado.

    O jogo em si foi de domínio carioca no primeiro tempo, mas de total superação e raça do Furacão no segundo tempo. Há anos o Brasil é um país de desigualdades sociais, educacionais e no seu esporte mais popular. Mas os favorecimentos para certos clubes extrapolam o campo de jogo. E ontem foram vistos durante a partida.

    O alento que fica é do time de Alberto Valentim ter mostrado valentia e força para não só empatar como virar o placar. A disputa pela vaga na final está aberta. Fica tudo para a próxima quarta-feira no Maracanã, onde o rubro-negro paranaense já eliminou o poderoso favorecido 'Mengo'. Antes, porém, tem o jogo no Ceará diante do Fortaleza, que ontem foi goleado pelo Atlético Mineiro. Com certeza Alberto vai escalar um time alternativo, pois desta vez é justificável. Contra tudo e contra todos, o Furacão tem que fortalecer sua união para buscar a classificação. E estar mais uma vez na decisão da Copa do Brasil.

  • Futebol paranaense

    Coxa a dois passos do paraíso

    Boas, amigos. O Coritiba está a dois passos do paraíso, ou seja, basicamnete há sete pontos de voltar à primeira divisão do Brasileirão. Ontem o jogo foi equilibrado no primeiro tempo, com o time do Sampaio Corrêa firme na defesa e com algumas situações no ataque. Veio o intervalo e Morínigo ajustou as peças e o Coxa mostrou suas cartas no começo do segundo tempo. Após o primeiro gol foi o dono do jogo e segundo gol veio ao natural. Para coroar a boa apresentação fechou o placar em 3 a 0. De acordo com os matemáticos de plantão, o time alviverde precisa de sete pontos para consolidar a sua presença na elite do futebol em 2022. Para isso é só manter a concentração e estar ciente de suas qualidades. Se não esteve bem nos últimos jogos no jogo de ontem, na fria Curitiba, soube dar o calor certo para buscar uma grande vitória, destaque para Robinho, que fez a sua melhor partida no ano e mostrou-se um verdadeiro comandante das ações do time. Agora é manter o ritmo e daqui a pouco correr para o abraço.

    Os desafios de Alberto Valentim
    Hoje na Arena da Baixada tem os primeiros 90 minutos da decisão pela semifinal da Copa do Brasil, com o Athetico recebendo o estrelado time do senhor Renato Portalupi. A provável escalação do Furacão não indica o que Valentim disse, que era mudar o esquema de três zagueiros. Mas o que fica no ar é: como o técnico athleticano vai encarar esse desafio? Será que foi profissional e coerente para lavar a roupa suja no vestiário do CT? O elenco mostrou-se arredio ao seu método e o clima ficou estranho após algumas declarações de seu comandante. O que se espera do time hoje é respeito à camisa e à sua torcida. E, principalmente, se não for na tática e técnica, que seja na raça e superação. Pois o poderoso e midiático Flamengo é o virtual campeão de tudo. Portanto, senhores jogadores do Furacão, coração no bico da chuteira, para poder chegar ao jogo de volta com alguma vantagem e poder talvez decidir mais uma Copa do Brasil.

  • Futebol paranaense

    Dupla Atletiba, um caso a se pensar

    Boas, amigos. Os torcedores de Athetico e Coritiba começam a semana pensando o que esperar de seus times até o final da temporada. Pois fica no ar a situação de momento. O Coxa até que jogou bem diante do Vasco, mas sentiu a pressão dentro e fora de campo. Wilson falhou no primeiro gol do time carioca e o restante do time alternou bons e maus momentos no jogo. O técnico pode até ter se equivocado na escalação, mas técnico não entra em campo. Cabe aos jogadores resolverem certas situações durante a partida. Rafinha falou em jogar como líder, mas não só jogar pela situação da tabela é entender o peso e a tradição da camisa do Coritiba. A gordura acumulada em rodadas anteriores já se foi. E faltando oito rodadas, o Coxa precisa no mínimo de três vitórias para chegar ao número mágico de pontuação e consolidar a sua volta à divisão de elite. E essa primeira situação deve ser encarada com muita responsabilidade no jogo de amanhã diante do Sampaio Corrêa, no estádio Couto Pereira. Mais uma vez eu escrevo que o Coxa está com a faca e o queijo na mão. Só precisa de tranquilidade para saber cortá-lo. É a reta final e aquele último fôlego tem que vir com superação, raça e união.

    Athletico e o goleiro Santos
    O Athetico de Alberto Valentim continua o mesmo dos tempos do senhor Oliveira. E, para somar, resolve poupar titulares e conhecer mais uma derrota no Brasileirão. Santos falhou, mas o passionalismo do ser humano é deveras irritante. Na vida, você acerta mil vez, mas é criticado por um erro. Santos é goleiro de seleção, medalha de ouro nas Olimpíadas. É um goleiro fantástico e com suas defesas levou o time a duas decisões e dois títulos. Portanto vamos respeitar a sua história dentro do clube.

    Alberto e o vestiário
    O time tomou um gol e não teve a capacidade técnica de fazer um e depois virar o placar. Na quarta-feira, tem o primeiro jogo da semifinal da Copa do Brasil, diante do milionário e estrelado time do senhor Renato Potaluppi. E fica na cabeça do torcedor do Furacão: com que espírito o time vai encarar esse jogo? A situação é de dúvidas em relação ao desenvolvimento da equipe em campo. Sob o comando de Valentim, foram quatro jogos: uma vitória, um empate e duas derrotas. Para somar, continua sem padrão de jogo e, para piorar, sem nenhum momento de superação. Alberto perdeu o vestiário. Tem que ter a humildade de fechar-se com o elenco, lavar a roupa suja e buscar uma unão com todos, pois o Club Athetico Paranaense é um grande do futebol brasileiro e precisa nesse momento mostrar essa sua condição dentro das quatro linhas.

    Pedido a Greca e a Ratinho Junior
    Vai aqui um pedido ao prefeito de Curtiba Rafael Greca e ao governador Carlos Massa Junior: se o individuo já esta duplamente vacinado, que possa assistir aos jogos sem comprovar o exame. Aos clubes cabe medir a temperatura dos torcedores na entrada do estádio. Pois se em todo o jogo tiver que gastar no mínimo R$ 60 para o exame, no final de quatro jogos lá se foram R$ 240. Em momento de custo de vida alto e grana curta, é penalizar o torcedor ainda mais. Sensato ambos os governantes são. Basta só uma ação para liberar desta resolução, pois meus caros Greca e Massa, o futebol vive da paixão do torcedor. Portanto vamos dar um refresco para o bolso.

  • Athletico

    Furacão refém de ideologias

    Boas, amigos. O Athetico foi a Chapecó e por pura sorte não saiu derrotado pelo o lanterna do campeonato. Alberto Valentim foi contratado e até o momento o que se viu foi que a ideologia mecânica de padrão de jogo fosse mantida. Se foi para isso, Alberto tem que rever esta sua contratação. Ou ele implanta seu método de trabalho e postura tática, ou pede o boné. Um time que joga contra os princípios básicos de fazer gols não tem futuro no futebol.

    A velha máxima do grande Santos de Pelé era "a melhor defesa é o ataque". No Athletico, o que se vê é um time desordenado, sem padrão e também sem superação. É visivel que alguns jogadores não estão bem: Marcinho, Richard e Zé Ivaldo — que é no máximo esforçado.

    Domingo recebe o Fluminense, que ontem jogou bem diante do Corinthians e só perdeu por um detalhe. Se diante do instável Bahia viu a banda passar, o que eperar para domingo? No ano passado, os erros foram quase desastrosos, salvo pelo final da temporada. Mas esse ano estão conseguindo fazer mais lambanças e nessa reta final de temporada o que se vê é um festival de trapalhadas. O momento é de Mario Celso Petraglia se reunir com o elenco, só os jogadores, e primeiro saber o por que desse baixo rendimento. E depois cobrar de forma veemente uma união, superação e respeito à camisa. Pois como diz o hino do Furacão: "A CAMISA RUBRO-NEGRA SÓ SE VESTE PRO AMOR".

  • A dupla ATLETIBA sem alma.

    Boas, amigos. A dupla ATLETBA vive um momento muito estranho, os coxas enfrenteram o Cruzeiro e quando acordaram para o jogo já estva dois a zero para o time mineiro após os comandados por Gustavo Morínigo até  equibibraram as ações mas foram inoperantes ofensivamente o terceiro gol cruzeirense foi o balde de água fria nas pretensões do alvi-verde e o pernalti perdido por Léo Gamalho tirou o embalo, o que fica é a preocupação com o rendimento coxa nos últimos jogos com uma queda técnica e sem aquela superação, o sinal de alerta esta asceso pois nesta reta final onde o Coritiba está com a faca e o queijo na mão, resta a diretoria do Coritiba chamar o departamento de futebol profissional para as devidas explicações sobre o momento do time que deixa o seu torcedor com uma pulga atrás da orelha.

    o Athletico no sabado também esqueceu seu futebol em Goiania, diante do Bahia os jogadores foram indolentes,em momento algum tentaram a superação pois na técnica não dava, a equipe do técnico Alberto Valentin lembrou os tempos do senhor Antonio Olibeira, sem padrão de jogo, sem entrosamento e sem união, o clima ficou estranho na substituição do meia Terans, que ficou visivelmente contrariado com a decisão do técnico, no mais a partida foi toda controlada pelo time da Boa Terra, Alberto tem que acordar para a realidade de alguns jogadores, Marcinho não vem jogando nada Khelvenn pede passagem e é melhor, Pedro Henrique se arrastando em campo, Richard voltou a não jogar e Bissoli é no maximo um bom reserva, resta saber se Alberto tem coragem de dar uma  sacudida no elenco e um boa mexida no time titular, vencer a Chape é de vital importancia para se ter um clima de tranquilidade, pois vale lembrar daqui oito dias tem o primeiro jogo da decisão da copa do Brasil, e com que time Alberto espera enfrentar ao estrelado time carioca.

    A volta do torcedor aos estádios.

    O torcedor esta de volta aos estádio da capital paranaense, em um numero pequeno é claro pois além dos gastos com mensalidade, transporte, alimentação o individuo tem que bancar os custos do exame para o covid-19, some essa brincadeira e veja que tem tempos de custo de vida alto o sofrido torcedor ainda tem que bancar o dito cujo do exame, em super-mercados a aglomeração é maior e só fazem o teste de temperatura e o ambiente é fechado, nos estádios em ambiente aberto porque não fazer só o teste de temperatura e recomendar a via alto-falante, dos protocolos a serem seguidos, ver uma arena da Baixada com três mil torcedoes é triste, portanto senhores detentores do "poder" prefeito, governador e dirigentes dos clubes, uma atitude sensata se faz necessária urgente, para que o amante do futebol possa torcer dentro do estádio. 

  • Futebol paranaense

    Uma estreia convincente

    Boas, amigos. E o técnico Alberto Valentim estreou com vitória no comando do Athletico. Venceu e convenceu. De repente, o elenco do Furacão precisava de uma referência mais aguda no comando do time e Alberto, com seu histórico dentro do clube e alguns trabalhos, deram ao grupo de jogadores um suporte que lhes faltava quando estava no comando o senhor Oliveira. Valentim conhece bem o Furacão e sabe das cobranças tanto dentro de campo, mas também fora. Neste sábado, diante do Bahia, um jogo difícil. Assisti à partida do time baiano diante do Timão e, se não fosse a explulsão do Tricolor, o resultado poderia ser outro, porque mesmo com um a menos o Bahia incomadou o gol de Cassio. E ainda o Time da Boa Terra tem estréea de técnico, uma motivação a mais. Portanto, com a volta do torcedor ao estádio Joaquim Américo o time terá aquele incentivo maior para superar esse bom time do Nordeste brasileiro.

    Que time entra em campo hoje, Coxa?
    O Coritiba vem caindo tecnicamente nesta reta final da Segundona. O que esperar do time hoje diante do desesperado Cruzeiro? Com a resposta o técnico e seus jogadores. Pois tem time em crescimento e babando para entrar no G-4. Portanto hoje é o típico jogo que se não der na tática vai na superação. Se não houver inspiração que haja transpiração. Falta pouco para atingir o número mágico para o acesso, mas está faltando jogar o que vinha jogando. Hoje é o dia de o estádio Couto Pereira receber no mínimo a capacidade liberada pela prefeitura, ou seja, 50% da capacidade de torcedores. Joje é dia do grito COXA,COXA ecoar das arquibancadas para ser o 12º jogador em campo.

  • Futebol paranaense

    Coritiba e mais um ponto

    Boas, amigos. O Coxa jogou o suficiente para somar um ponto diante do Remo. Foi uma partida com transpiração e pouca inspiração, mas o que vale nesta reta final de Segundona é acumular os pontos para chegar ao objetivo maior, a volta à elite do Brasileirão. Não vale como uma desculpa, mas sair de uma Curitiba chuvosa e com temperatura baixa para jogar no Norte, com um clima quente. Só que o Coxa não fez um bom jogo. O desgaste dos jogadores fica evidente após uma temporada difícil. O calendário no Brasil para o futebol é desumano, não só pelos deslocamentos e choques climáticos, mas também pela cobrança que vem fora dos gramados. Por trás, torcedores apaixonados ávidos para ver o seu clube na Série A. Faltam dez rodadas e o Coritiba tem seis pontos de vantagem para o quinto colocado. Sexta-feira o jogo é contra o desesperado Cruzeiro, por isso o Coxa tem que saber jogar com tranquilidade. O que se espera é a volta maior de seu torcedor no estádio Couto Pereira para passar ao time toda a energia necessária, para que o grupo não só jogue o seu bom futebol, mas sinta essa energia.

    Que Athletico veremos amanhã?
    O que se viu diante do Flamengo não foi o Furacão que tem na superação um fator para conquistar os resultados. O que se viu não foi um time. O que se viu foi um bando dentro de campo, vendo o time carioca jogar. Quando acordou no segundo tempo, já estava 3 a 0 e não teve forças para tentar pelo menos amenizar a derrota. O que fica na cabeça do torcedor é: que time vai jogar amanhã em Goiânia? O que precisa somar pontos ou o que não está nem aí para o Brasileirão? O técnico Alberto Valentim tem como missão em sua estreia dar ao time a estabilidade necessária para somar pontos e chegar à pontuação que deixe o clube sem riscos futuros. Não adianta estar em uma semi da Copa do Brasil e final da Sul-Americana com o fantasma do descenso pairando sobre o time. Cada jogo agora tem um peso para a afirmação no cenário e moral para esta reta final de temporada.

  • Futebol paranaense

    Athetico tem novo técnico

    Boas, amigos. O Athletico anunciou Alberto Valentim como seu novo técnico. Na segunda metade da década de 90, como repórter da Rede Bandeirantes, tive o momento de viver o dia a dia dos três clubes da capital. E convivi com aquele elenco do time athleticano, Ricardo Pinto, Alberto, Oséas, Matosas e outros. Com Alberto criei uma amizade, pois ele sempre mostrou sua educação, gentileza e excelente profissionalismo. Hoje ele volta na condição de técnico, com a missão de manter e elevar o nível do time diante das competições que o Furacão tem pela frente.

    Competência e conhecimento não lhe faltam. Resta agora ele ter o apoio do elenco e mostrar fora de campo a mesma qualidade que demonstrou dentro das quatro linhas. Alberto conheçe bem o clube e também as ambições de seus dirigentes. E será um desafio. Por isso fico na torcida para que obtenha êxito, não só pela amizade que temos, mas também por saber que Alberto é gente da melhor qualidade.

  • Futebol paranaense

    Furacão na final da Sula

    Boas, amigos. E o Furacão está em mais uma final da Copa Sul-Americana. Jogando um futebol que não empolga, mas com superação e garra, o Athletico vai à cidade de Montevidéu no dia 20 de novembro jogar a final diante do Bragantino. Até lá, tem muita bola para rolar. Segue o Brasileirão e os dois jogos diante Flamengo na semifinal da Copa do Brasil.

    No jogo contra o Peñarol, os comandados de Paulo Autuori foram surpeendidos com o volume do clube uruguaio, que imprimiram um ritmo com a intenção de chegar ao gol, mas aos poucos o rubro-negro foi equilibrando o jogo, até a marcação do primeiro gol, com Nikão. O pênalti infantil de Erick deu um susto, mas o 'Senhor Gelo' Santos trouxe a tranqulidade para o time. No segundo tempo, o Peñarol tentou incomadar a defesa athleticana, mas parou em uma defesa sólida. E o gol de Pedro Rocha foi o balde de água fria nas pretensões do bom time dos país vizinho. Nikão foi o destaque. Agora é pensar na sequência do Brasileirão, pois tem que somar pontos para não ter surpresas no futuro.

  • Futebol paranaense

    O Paraná Clube e o futuro

    Boas, amigos. Fim da participação do Paraná Clube na Série C e a queda para a Série D em 2022. A goleada de sábado foi um chamariz para que toda a família paranista se una em torno deste projeto comandado por Rubão. É hora de dar uma passo para trás visando forças para o início de uma caminhada visando a reconstrução do Tricolor da Vila. Errou demais nos últimos anos, portanto basta de brincar com coisa séria. O sentimento do sócio e do torcedor está machucado. E cabe à nova diretoria resgatar o orgulho e respeito que o clube merece. Uma tarefa árdua, que exige sacrifícios, mas também exige dedicação e união. Fica a esperança de que o futuro seja de equilíbrio e de muita responsabilidade.

    Os torcedores do Coxa e suas dúvidas
    O Coritiba venceu e mais uma vez não convenceu. Na vitória contra o Guarani, foi razoável no primeiro tempo e passivo após os 10 minutos do segundo tempo. Fosse o time paulista um pouco mais ousado e ambicioso teria saído vencedor no jogo de sábado. Mais uma vez brilhou o talento do goleiro Wilson. Pois a equipe no geral não foi bem. Está com um pé na Série A em 2022, mas precisa acordar o outro pé, pois tem clube babando na tabela e em crescimento. Cabe ao técnico Morínigo chamar seus atletas nesse momento de reta final, pois a diretoria tem feito o seu trabalho. Resta o departamento de futebol dar a devida resposta.

    Esse jogo marcou a volta do torcedor ao estádio, mas destaco aqui aquele torcedor na maca. É no amor desse apaixonado pelo seu Coritiba é que deve-se chamar a atenção do elenco. Pois é de uma paixão sem limites que um clube de futebol vive.

    Furacão ao seu estilo
    Na Arena da Baixada, o Athetico goleou o Grêmio do técnico Felipão. Um jogo cadenciado e fraco no primeiro tempo, até o gol de Pedro Rocha. Após o gol, o que se viu foi um Furacão mais contundente e um Tricolor Gaúcho com mais ímpeto. O segundo tempo foi de um Athetico com fome do gols, não deixando praticamento o time de Luiz Felipe Scolari jogar. Quando sofreu o primeiro gol, o rubro-negro se espertou e não deixou o Grêmio respirar. E logo em seguida marcou o terceiro, manteve o ritmo e ampliou em um lance de espaço pela lateral. Vanderson descontou em um vacilo do grande Santos. Após esse gol, o time de Autuori administrou o resultado com tranquilidade. Destaque para Nikão e para o volante Richard, que finalmente fez um bom jogo. O Athetico ainda não tem um padrão, mas leva vantagem de ter um elenco entrosado, que parece que readiquiriu a união.

  • Futebol paranaense

    Dias de reflexão para Athletico, Coritiba e Paraná Clube

    Boas, amigos. Passei os últimos dias refletindo e analisando o momento do futebol paranaense e tirei minhas conclusões.

    O Athletico e seus altos e baixos
    O Furacão consolidou a sua grandeza nas temporadas de 2018 e 2019, com os títulos das Copas Sul-Americana e do Brasil, mas na sequência deixou a desejar. Em 2020, com Paulo André na direção técnica, contratou fora dos padrões do clube, começou com Dorival Júnior e terminou com Paulo Autuori. Foi o ano que deu um passo atrás, pois salvou a temporada com um calendário para o ano seguinte. Esse 2021 foi mais um passo atrás. O senhor Autuori fez laboratório com António Oliveira, que não deu ao time um padrão de jogo. E, para piorar, o momento é preocupante, sem um esquema tatico, com jogadores desgastados e uma escalação no minimo sem critério. Resta saber o que esperar para o final desta temporada. Ontem venceu e mais uma vez não convenceu diante do Peñarol. Tem o Flamengo na semifinal da Copa do Brasil e precisa somar pontos para evitar o rebaixamento. Portanto, caro amigo, é ter fé que os ares do CT do Caju comecem a respirar respeito à camisa e principalmente ao seu torcedor.

    O Coritiba a caminho da elite
    Assisti aos dois últimos jogos do Coxa e não senti firmeza na atuação do time. Diante do Vila Nova, Wilson foi o destaque, pois o time de Morínigo só fez o gol e depois correu muito para segurar o placar. Na Série B, o que vale é somar pontos. Diante do Vitória o que se viu foi um time indolente e sem ambição. Fica no ar a indagação: nesta reta final, quando o clube está com a faca e o queijo para voltar à primeirona, o que se passa no elenco do Coxa? O trabalho segue seu planejamento, mesmo após a perda do Renatinho, pois o projeto é para consolidar o Alviverde e se estabilizar na Séria A. Cabe à diretoria cobrar um pouco mais para que não haja nenhuma surpresa até o final da temporada.

    O Paraná Clube em reconstrução
    O presidente do Paraná Clube foi simples, prático e objetivo. O clube está em crise e vai precisar muito do seu associado e torcedor para se reconstruir. Já esta ciente do situação caótica em que clube se encontra e foi realista. Portanto não cabe só aos sócios e torcedores participar desta reconstrução. Vai um chamado aos ex-presidentes e todos aqueles que possam unir forças para ver o Tricolor da Vila reencontrar o seu caminho e história. A missão é dificil e vai necessitar de um esforço sobrehumano de todos, pois não se joga no lixo o que representaram todos os clubes que estão por trás da formação do Paraná Clube.

  • Futebol paranaense

    Os destemperos fora de campo

    Boas, amigos. Tenho assistido alguns jogos das Séries A e B e observei o alto grau de destemperos que acontecem fora do campo de jogo. Técnicos, auxiliares e jogadores reservas promovem um verdadeiro circo dos horrores nas decisões dos árbitros durante as partidas. Destaco o jogo de ontem (16/9), entre Cruzeiro e Operário. Os jogadores do time paranaense chamaram a atenção do árbitro para o toque de mão no lance que culminou com o gol cruzeirense. A partir daí a bagunça foi total, invasão de campo e uma série de destemperos, principalmente por parte do técnico do time mineiro.

    Já passou da hora da dona CBF tormar uma medida mais contundente para inibir essas atitudes. Se o VAR veio para dirimir as dúvidas dos senhores do apito, e a utilização deste recurso tecnológio foi aprovado, cabe então por parte dos clubes respeitar. Se há acertos e erros na revisão, é outra história.

    O futebol brasileiro vive todo esse declínio técnico e um dos fatores parte exatamente do desrespeito aos comandos do árbitro no decorrer da partida. A situação acéfala que vive a CBF não pode refletir no curso dos jogos, pois a busca por resultados tem quer ser na qualidade e não no grito. A legislação basileira precisa de um choque no que se refere a leis esportivas. Dívidas deixadas por gestões inconsequentes ditam o comportamento na condução administrativa futura dos clubes brasileiros. Já passamos do fundo do poço em termos de qualidade técnica. O que tem de perna-de-pau jogando e ganhando fabulas é um absurdo. Se há pretensões de chegarmos ao hexa temos que urgente arrumar a casa para depois mostrarmos nossas qualidades.

  • Confronto do milhão contra o tostão

    Boas, amigos. Pela semifinal da Copa do Brasil, o Athetico enfrenta o Flamengo. No momento, será o encontro do estrelado e milionário clube carioca diante de um clube que busca sua reafirmação no cenário nacional. O time do diretor técnico Paulo Autuori vive um situação de total desconfiança, pois não tem padrão de jogo e às vezes vai jogando na superação. Já o time de Renato Portaluppi vive nas nuvens. A cada dia um jogador de reconhecimento mundial desembarca do Ninho do Urubu, mas o futebol se resolve é dentro de campo, nos 90 minutos de cada jogo. Como é o famoso 'ida e volta', serão 180 minutos para saber quem será o finalista. Cabe a direção do Athletico chamar a responsabilidade de todo o seu departamento de futebol profissional. Não está em jogo só o aspecto financeiro, mas também a afirmação maior no contexto nacional. Um passo importante é vencer e convencer diante do Juventude, não só pela necessidade de somar pontos, mas também para readiquirir a confiança e o poder de reação. O time tem desafios e precisa que os líderes do elenco chamem seus companheiros para restabelecer a união, pois como diz o ditado: “A UNIÃO FAZ A FORÇA”.

  • Futebol paranaense

    No limite para a classificação

    Abner contra o Santos
    Abner contra o Santos (Foto: Divulgação/Athletico.com.br/Gustavo Oliveira)

    Boas, amigos. No litoral paulista, o Athetico vence o Santos e está na próxima fase da Copa do Brasil. Jogando no máximo de seu limite, o diretor técnico mandou a campo uma formação com três zagueiros e soube administrar o resultado do jogo em casa. No primeiro tempo, o lado esquerdo apareceu muito bem com Abner e Terans. Já o lado direito com Marcinho e Nikão pouco produziu. Uma partida equilibrada, definida com chances reais dos dois lados. No segundo tempo, o Santos até tentou algumas investidas que pararam no goleiro Santos. O Furacão também teve algumas chances com Erick perdendo e o goleiro santista aparecendo bem. Coube ao criticado Zé Ivaldo acertar um belo chute no ângulo esquerdo e carimbar as redes. Após o gol, o Santos foi para o tudo ou nada, mas no final prevaleceu a superação do rubro-negra. Uma vitória que ainda não convenceu. Se está na semifinal como reverter o momento critico no Brasileirão? A resposta deve ser dada em campo por todos do departamento de futebol profissional, na palavra de seu diretor. Pois na cabeça dos torcedores não cabe estar numa segundona um clube com a estrututa e potencial do club Athetico Paranaense. 

  • Futebol paranaense

    História para boi dormir

    Boas, amigos. O senhor Paulo Autiori afirmou em entrevistas após o jogo diante do América (MG) que o time estava focado no jogo de volta pela Copa do Brasil. É o famoso 'me engana que eu gosto', pois o time do Athletico, se podemos assim chamar de "time", está em pleno curso de natação, ou seja, nada, nada de tatica, técnica, padrão, raça, superação e união. A impressão nítida é que o elenco já virou as costas para a camisa, tradição e respeito ao seu maior patrimônio: a torcida.

    O senhor Autuori falou que o clube não tem pressa para contratar um novo técnico. Vale lembrar ao senhor Autuori que o time está a três pontos da ZR e está sem vencer há sete jogos. Portanto, senhor Autuori, chega de uma postura pedante diante de uma situação grave. Tenha no mínimo respeito a quem lhe contratou, pois essa pessoa dedicou os seu últimos 26 anos a consolidar o Club Athetico Paranaense como um grande do futebol brasileiro.

    O futuro do Paraná Clube
    A nova diretoria do Paraná Clube assume hoje com muitos desafios: reconstruir o clube de dentro para fora. Ou seja, restabelecer o seu potencial, mas voltado ao lado patrimonial para depois voltar a ter sua força no futebol. A iminente queda para a quarta divisão mostra o quanto o clube foi esfoliado nas ultimas administrações e como um clube com futuro brilhante se tornou um amontoado de dívidas. O momento é de total união da familia paranista, para que haja uma luz no futuro do clube, dentro e fora de campo.

  • Já passou da hora

    Boas amigos, em BH mais uma derrota do Athetico na temporada, são sete jogos sem vitória e para somar sem nada ou seja, não tem padrão de jogo,não tem tatica é indolente em campo parecendo um bando que se reuniu para a pelada do final de semana, por isso é que Mário Celso Petraglia tem que reunir o elenco e cobrar, a bola pune e o furacão esta sendo punido pela falta de um planejamento e contratações que hoje não estão dando o devido resultado, já opinei sobre o novo técnico, Abel Braga sabe a linguagem da boleirada tem um vasto currilulo que o credencia a tirar o time deste atual marasmo, se tem pretensões de salvar a temporada, Petraglia precisa incluir nas cobranças uma maior ação de seu diretor técnico Paulo Autuori, a fase é péssima e no futebol só existe uma verdade vencer, se deu dois passos a frente e consolidou sua grandeza hoje esta dando quatro passos atrás em viver dos encantos filosóficos do senhor Autuori, o que se viu no segundo tempo diante do América é de envergonhar um clube da tradição do Athetico, e sei que esta não é a visão do Petraglia, portanto  já passou da hora daquela famosa chutada de balde. 

  • O ultimo apaga a luz.

    Boas amigos, esse é o sentimento do torcedor atheticano ou seja o ultimo apague a luz,perder diante de um time remendado e, com titulares é no minimo vexatório, com todo o respeito que o FCCascavel merece mas diante da atual grandeza do furacão ficou ridiculo tomar a virada e peder a classificação para disputar o titulo estadual, a angustia maior fica por conta da sequencia da temporada, mata-mata na copa do Brasil, quando venceu pelo placar minimo, sul-amarecana diante do Pênaral em alta, e no Brasileirão pelo andar da carroagem vai lutar para não cair, tudi isso expõem a a falta de um planejamento mais eficaz, a dupla Autuori/Oliveira pelo jeito esta literalmante viajando na maionese,um time sem alma, sem ração, sem tatica e sem comando o que esta evidenciado para quem acompanhou os ultimos jogos, Mário Celso Petraglia merece todo o respeito por tudo que fez e faz para a consolidação do Athetico como um grande no futabol brasileiro, deu dois passos a frente com os titulos da sula e copa do Brasil, mas retrocedeu quatro passos com os deveneios do senhor Autuori, o elenco precisa de um choque, um técnico que venha restabelecer a união e fazer o time jogar,nomes são poucos, pelo que já demonstrou onde trabalhou o meu eleito é Abel Braga que ainda tem boas piadas a contar e fazer o time gargalhar, com a palavra a diretoria do Club Athetico Paranaense.

    *** Quando digo piadas é no sentido de trazer a alegria desses jogadores, e devolver o gosto por jogar futebol.

  • Futebol

    Um Brasil circense

    Boas, amigos. Triste e cômico. É assim que ficou o acontecimento no jogo que começou e foi interrompido no estádio do Corinthians. A seleção brasileira jogava diante da Argentina nas Eliminatórias para a Copa do Mundo. Menos de cinco minutos, o jogo foi paralisado e deu início a um show circense promovido pelos agentes da ANVISA. O mais ridículo foi que estes mesmos agentes poderiam ter intimado o selecionado argentino antes do jogo, no momento do aquecimento, que sempre acontece no campo. Não. Aguardaram o início para promover um verdadeiro espetáculo de amadorismo. Nosso Brasil passa por um momento crítico no âmbito político. E, para somar, o futebol está em crise técnica. Toda essa situação poderia ser contornada se os senhores agentes da ANVISA simplismente realizassem um exame rápido de coleta para saber se os jogadores estavam infectados com o vírus da Covid-19. Não. Foi mais fácil promover uma situação ridícula e diante da seleção do país vizinho. CBF, Comebol e a FIFA foram pegos de surpresa. E agora fica no ar a pergunta: de quem é a culpa? E quem vai pagar pelo prejuízo de toda essa situação? Com a palavra a direção da ANVISA.

    Furacão perdeu o rumo
    Na Arena da Baixada, Athetico 0 a 0 diante do Sport. O que se viu nesse jogo foi o time de Antonio Oliveira sem padrão, sem ambição e sem comando. É evidente que o senhor Oliveira não tem timbre para ser o técnico do Furacão. E o elenco já não responde as ações de seu treinador. Com todo o respeito que a diretoria do Athetico merece, mas já vi técnico ser demitido por muitos menos. Esse laboratório do senhor Autuori não respondeu às necessidades de conhecimento tático o suficiente para fazer o time jogar e evoluir. Ou acontece uma reação interna rápida, ou o Athetico vai parar na Copa do Brasil, na Sul-Americana e vai brigar para não cair. Essa não é a ambição de Petraglia, que sabe muito bem que um calendário recheado significa valores para os cofres. O rubro-negro paranaense atingiu um estágio no cenário nacional que não permite retorcessos. O momento indica essa situação, portanto ainda dá tempo para reverter, mas o staff atheticano precisa parar de estar deitado em berço esplêndido.

    Paraná Clube ainda respira
    A vitória diante do Criciúma deu uma sobrevida ao time na esperança de se manter na Série C. O protesto dos jogadores, porém, foi um tapa de luva na cara dos dirigentes, que não respeitam os atletas profissionais. Ninguém vive de vento. O pró-labore é sagrado. Portanto os atuais dirigentes do Tricolor devem respeitar seus funcionários e colocar em dia o salário de todos aqueles que trabalham para manter o clube funcionando. O ditado é claro: "respeito é mercadoria de troca".